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Cultura da violência
Antropólogos afirmam que a nossa espécie dizimou o Neandertal porque éramos naturalmente mais violentos do que nossos concorrentes de até 30.000 anos atrás. Os índios que viviam guerreando, canibalizando e buscando a morte “bonita” antes de conhecerem a civilização parecem confirmar a tese de que a civilização reprime o instinto agressivo do bicho-homem. Entretanto, algumas instituições de primeira linha da civilização descuidam a convivência, promovendo o desprezo pela vida e a indiferença pelo próximo, o que induz à violência.
História, política, economia, esporte e religião prestigiam atitudes pouco civilizadas: a história valoriza a guerra em detrimento da paz (conhecemos mais Napoleão do que Pasteur ou Gandhi); políticas econômicas têm mantido privilégios e ampliado diferenças, propiciando conflito, desilusão e crime; pagamos para ver e até concedemos medalhas olímpicas a homens e mulheres que lutam em ringues ou “octógonos”, no meio de plateias, muitas vezes com resultados fatais (se, ao invés de pancadas, trocassem carinhos, seriam censurados, vistos com desconfiança ou condenados por atentado ao pudor); religiões cristãs cultuam santos guerreiros, virgens e deuses mágicos, atitudes distantes do ideal de autoconhecimento, de paz, de amor e de fraternidade que Cristo pregou. [...]
Frequentemente, civilizados perdem a elegância: no século passado, procurando o assassino no famoso “Crime da Mala”, a polícia parisiense expôs a mala na qual o cadáver foi encontrado. Essa exposição de um mês no Necrotério superou o público de um ano no Museu do Louvre.
Será que nossa civilização envelheceu e caducou? Esse é um fenômeno mundial: cultuamos a violência. Nossas instituições civilizatórias deveriam passar por uma revisão? Romper com paradigmas sem sentido à luz do conhecimento e da comunicação atual? Quem persegue o bem tem chance de alcançá-lo. Quem persegue o mal sempre o alcança. “Perplexidade” é o sentimento comum a pensadores modernos quando examinam o produto da civilização, especialmente quanto à violência. [...]
Kleber Galvêas - In http://www.gazetaonline.com.br/opiniao/artigos/2017/06/
cultura-da-violencia-1014070659.html [Texto adaptado] (Acesso em 29/09/2017)
Com base na tese defendida por Galvêas, assinale a alternativa que se constitui como argumento utilizado para o fortalecimento dessa defesa.
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Assinale a alternativa que apresenta a principal causa dos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT).
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Paciente feminina, 65 anos, comparece ao ambulatório com queixa de obstipação intestinal de até três dias e leve ganho de peso (1Kg) nos últimos seis meses. Refere ser saudável, apesar de ser sedentária e ingerir poucas fibras. HAS controlada em uso de Losartana 50 mg/d. Traz os seguintes exames laboratoriais: TSH= 5 mUI/L (0,45-4,5), anti-TPO= 30 UI/mL (<35) e anti-Tg= 30 UI/mL (<35).
Com base nessas informações, assinale a alternativa que apresenta a meta de TSH considerada ideal para essa paciente.
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Leia o caso abaixo, para responder à questão.
Criança, com 7 anos de idade, dá entrada em Pronto Socorro com dor abdominal e astenia. A mãe refere quadro clínico de emagrecimento (5Kg), irritabilidade, poliúria, inclusive com enurese noturna e polidpsia nos últimos 15 dias. Ao exame, apresenta-se torporosa, desidratada ++++/4+ e hipotensa. Médico plantonista solicita imediatamente glicemia capilar= 300 mg/dl.
Considerando o caso descrito acima e, sabendo-se que o nível de sódio medido foi de 150 mEq/L, qual a solução mais indicada para iniciar a hidratação da paciente?
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A tendência social contemporânea de as pessoas utilizarem os meios tecnológicos para conseguir o que desejam ou o que precisam a partir da interação pessoal e não necessariamente a partir das instituições é conhecida como
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Nas estratégias de mídia, são descritas ações relacionadas à continuidade, ao público alvo e ao mercado.
Especificamente acerca da programação de continuidade, elas podem ser divididas, respectivamente, em
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A previsão do “estímulo à modernização e à produção de exposições” na Política Nacional de Museus se enquadra em que eixo programático?
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Em relação ao fragmento abaixo, marque (V) verdadeiro ou (F) falso.
Em situações de crise nas mídias sociais, as estratégias de comunicação partem do pressuposto de que
1. ( ) é necessário dispor de um plano de prevenção de crises voltado apenas para a atuação nesses ambientes virtuais.
2. ( ) é necessário se pautar por transparência, agilidade de reposta e sintonia entre as fontes.
3. ( ) as mídias sociais não têm um código de conduta próprio ou necessariamente escrito, planetariamente institucionalizado e que repudie a truculência, a arrogância, o abuso do poder econômico para sufocar vozes dissonantes ou alternativas.
4. ( ) é necessário dar atenção especial ao que acontece nos ambientes virtuais, pois as mídias sociais ocupam papel importante na repercussão das crises empresariais e estão relacionados a outros espaços de discussão.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
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Mulher de 44 de idade apresenta aumento de peso nos últimos 12 meses (2Kg). Nega fraqueza muscular proximal, formação fácil de equimoses e surgimento de estrias. É sedentária e se alimenta com alto teor de carboidratos e gorduras. Procurou clínico que solicitou os seguintes exames: cortisol plasmático às 8h basal = 27 μg/dL (VR = 5-25), cortisol livre urinário = 35 μg/24h (VR 3-43); Cortisol às 8h, após supressão overnight com 1 mg de dexametasona = 1,6 μg/dL; ACTH plasmático = 50 pg/ml (VR=10-60). Ressonância magnética demonstrou nódulo de 0,6 x 0,5 em adenohipófise.
Assinale a alternativa que apresenta possível conclusão para esse caso.
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Leia atentamente o texto abaixo para responder a questão.
Reciclar é bom, mas reduzir o volume de resíduos é ainda melhor
No Dia da Limpeza Urbana, o Instituto Akatu fala da importância de diminuirmos o volume do “lixo” que produzimos nas cidades
Imagine uma estrada que percorresse os mais de 7,4 mil quilômetros do litoral brasileiro. Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um “tapete de resíduos” com altura de 3,5 centímetros. Em apenas um mês, haveria um muro de lixo com pouco mais de um metro de altura. E, ao acumular todos os resíduos por um ano, somando 79,9 milhões de toneladas, o acesso às nossas praias seria bloqueado por uma enorme muralha mal cheirosa da largura de uma pista (3,6 metros), com quase 13 metros de altura!
Essas imagens impressionam especialmente porque o ato de descartar um resíduo é quase automático, acontece no nosso cotidiano sem que nos demos conta. Diariamente, repetimos várias vezes o gesto de “jogar fora o lixo”. Em casa, no trabalho, na rua, desprezamos restos de alimentos, embalagens, equipamentos quebrados, entre outros resíduos que não queremos ter por perto, dos quais queremos nos livrar.
Mas, o fato é que, quando nos “livramos” desse lixo, ele não deixa de existir. Ele terá que ser recolhido, destinado, tratado e, se for possível, ao menos parte dele, reciclado. Agora, imagine o que é fazer isso com aquela muralha de 13 metros de altura ao longo do litoral brasileiro. E quem paga essa conta? Quem paga são os cidadãos, isto é, todos nós, visto que o custo será repassado à população na forma de impostos, parte dos quais serão usados (ou pelo menos deveriam ser usados) para pagar os serviços de limpeza pública urbana.
Nossa sociedade consome e gera mais resíduos a cada dia: mesmo com a crise econômica no país, houve um crescimento de 1,7% no volume de resíduos entre 2014 e 2015, um percentual maior do que o 0,8% de crescimento da população brasileira no mesmo período.
Como cada brasileiro produz mais de 1 quilo de lixo/resíduos por dia – segundo dado da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) – ao se considerar uma família de quatro pessoas, que mantenha essa produção diária ao longo da vida de todos os membros da família, apenas essa família ocuparia quatro apartamentos de 50 m2 lotados até o teto somente com os seus resíduos. Segundo essa mesma lógica, cinco famílias precisariam de um prédio de dez andares somente para “guardar” os seus resíduos.
Por isso, mais do que saber separar e destinar corretamente os resíduos, é preciso se preocupar em reduzir o volume do que chamamos de “lixo”. Reciclar é importante, pois reaproveita as matérias primas, economizando energia e água no processo, mas não basta. É essencial lembrar da importância de reduzir o volume de resíduos descartados. Uma maneira de expressar essa orientação é que “o melhor resíduo é aquele que não é gerado”. Assim, diminuir a quantidade de resíduos que produzimos é essencial e começa antes mesmo da hora da compra.
Escrito por Equipe Akatu - 25 de agosto de 2017
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
Disponível em: <https://www.akatu.org.br/noticia/reciclarereduzir/>. Acesso em 15 set. 2017. Adaptado.
No trecho: “Se todo o lixo urbano descartado em um único dia no país fosse espalhado por uma pista nessa extensão, se teria um ‘tapete de resíduos’ com altura de 3,5 centímetros.”, o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por:
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