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Gestante de 32 semanas, em acompanhamento pré-natal de baixo risco, apresenta PA-170x120mmHg, cefaleia, escotomas cintilantes e náuseas na consulta de rotina.
A conduta INCORRETA para esse caso é:
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Gestante de 17 anos, 15 semanas com feto único, tabagista, com queixa de leves dores no baixo-ventre e colo uterino medido por ultrassonografia vaginal de 19 mm.
Neste caso, é CORRETO afirmar que:
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Paciente grávida de 30 semanas, sabidamente susceptível a toxoplasmose, trouxe ao pré-natal resultado recente de sorologia para toxoplasmose: IgG positiva e IgM positiva.
O procedimento CORRETO é:
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Gestante de 21 anos, com idade gestacional de 25 semanas, refere aparecimento de “caroços” em virilhas e com VDRL positivo 1/32.
Considerando o binômio mãe-feto, o tratamento adequado é:
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Magda teve a primeira relação sexual há 7 dias, sem preservativo. Hoje apresenta queixa de disúria e prurido vulvar. Ao exame apresenta múltiplas lesões vesiculares na vulva e introito vaginal.
Das opções abaixo, aquela que representa a conduta terapêutica mais adequada neste caso é:
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Dentro das adaptações fisiológicas que o organismo da mulher sofre durante a gestação, é CORRETO afirmar que:
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Gestante de 34 semanas Gesta3 Para2 (cesarianas) refere sangramento vaginal de pequena intensidade há 1 hora. Ultrassom (USG) mostra placenta prévia total.
A conduta CORRETA é:
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Maria tem 56 anos e queixa-se de prurido vulvar intermitente há cerca de 2 anos. É diabética em tratamento irregular. Nunca fez exame preventivo do colo do útero. Ao exame apresenta discromia simétrica do introito vaginal e região perianal, apagamento dos pequenos lábios e sepultamento do clitóris. Sem outras alterações ao exame físico.
O tratamento específico para esta patologia é a administração de:
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Fátima foi submetida a uma laparotomia por endometriose pélvica extensa, tendo sido realizada a histerectomia e cauterização de focos de endometriose. Cerca de 7 dias após a cirurgia começou a eliminar líquido com odor de urina por via vaginal, de forma contínua.
A provável causa deste sintoma e o método diagnóstico para confirmação são, respectivamente:
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Isabel tem 33 anos e vem tentando engravidar há 3 anos sem sucesso. Os ciclos menstruais são regulares, o espermograma e a ultrassonografia transvaginal estão normais. A histerossalpingografia mostra permeabilidade tubária, com falha de enchimento na cavidade endometrial.
A conduta CORRETA neste caso é:
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