Foram encontradas 35 questões.
O componente eletrônico que deve ser utilizado para isolamento e proteção das entradas de um Controlador Lógico Programável (CLP) é:
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NÃO é um dos princípios de funcionamento utilizados em transdutores de força:
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Considerando os equipamentos usados pela instrumentação industrial e científica, é CORRETO afirmar que:
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- Medidas Elétricas
- Circuitos ElétricosPotência: Instantânea, Ativa, Reativa, Aparente e Complexa
- Transformadores e Máquinas ElétricasPrincípios BásicosCircuitos equivalentes e circuitos magnéticos
- Transformadores e Máquinas ElétricasPrincípios BásicosPerdas, rendimento, torque, potência, ângulo de potência e funcionamento geral
- Transformadores e Máquinas ElétricasMáquinas AssíncronasCaracterística Torque-escorregamento-corrente
Considere as afirmativas abaixo, atribuindo V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):
( ) Um chuveiro de potência igual a 5,4 kW, ligado e alimentado em 127 volts em um período de tempo igual a 15 minutos, consumirá mais energia elétrica do que se ele fosse ligado e alimentado em 220 volts para o mesmo período de tempo.
( ) Um motor de indução monofásico necessita de um capacitor para iniciar seu funcionamento de rotação do rotor.
( ) A correção de fator de potência de uma instalação elétrica pode ser realizada apenas com a instalação de capacitor(es) em paralelo com a carga.
( ) Escorregamento é uma característica dos motores síncronos de indução.
Assinale a sequência CORRETA:
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- Medidas ElétricasTransformadores para instrumentos, Transformador de potencial e Transformador de corrente
Observe o seguinte diagrama, que representa um TP (transformador de potencial) conectado entre as fases F2 e F3. Considere também que o número de espiras nos quais o voltímetro (VW) medindo 220 V está conectado é igual a 20.

Assinale a alternativa que apresenta o valor CORRETO do número de espiras da bobina desse TP:
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Observe o circuito abaixo.

Após considerar o fechamento simultâneo das chaves S1 no referido circuito, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os valores da corrente que circula no resistor de 1 kΩ e da tensão V em relação ao terminal terra (0 V), respectivamente:
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Um transistor T é polarizado na configuração com Rb= 9,3 KΩ, Rc = 40 Ω, Vcc = 10 V e βcc = 200, conforme apresentado a seguir.

O valor CORRETO da potência dissipada pelo transistor T é:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 10 a 15.
TEXTO 2
Bendito incômodo
Martha Medeiros
1º§ asdOutro dia escutei uma música antiga gravada por amigos meus. Antiga mesmo, fez sucesso há uns 30 anos. Não vou dar o serviço (nome, autores) porque estamos em fase de intensa patrulha e eles são muito talentosos e gente boa, não merecem agressões retroativas. Tenho certeza que hoje eles não comporiam os dois versos simplórios que soavam engraçados, mas que agora doeram nos meus ouvidos — claro que estou falando sobre machismo.
2º § asdJá soube de escritor que está reescrevendo o próprio livro, publicado há 20 anos, para relançá-lo numa versão politicamente correta. Se olharmos para trás, encontraremos inúmeras obras racistas, machistas e homofóbicas que não nos incomodavam tanto (Monteiro Lobato e as alusões à tia Anastácia é o exemplo mais notório), mas que hoje não resistiriam a uma boa grita.
3º § asdEu mesma já escrevi bobagens que não repetiria (nada como cometer erros novos), porém acho inútil reescrever, regravar, revisar o que já foi publicado e divulgado. São registros de uma época que passou e que hoje têm ao menos esta serventia: incomodar. Quando a gente se sente incomodado com algo que antes não nos abalava, é sinal de que nos tornamos mais conscientes.
4º § asdFalo por mim. Até alguns anos, não achava necessária a revitalização do movimento feminista, acreditava que o caminho da nossa independência e emancipação estava pavimentado e que o tempo trataria de ajustar o que faltasse. Equivocadíssima. Os anos 1950 e 1960 foram cruciais para a mulher entrar no mercado de trabalho e conquistar a liberdade sexual, mas foi só um (gigantesco) primeiro passo. Ainda temos chão a trilhar.
5º§ asdOs altos índices de feminicídio não são mimimi, eles justificam os movimentos que vêm eclodindo no mundo todo. Sob efeito do arrebatador vídeo das chilenas (El violador eres tú), recomendo dois livros: “O homem infelizmente tem que acabar”, da irônica e divertida Clara Corleone, que sem rodeios inaugura um novo normal, e “Mulheres Empilhadas”, da veterana Patrícia Melo, que também coloca o dedo na ferida e mostra que não há exagero nem vitimismo quando o assunto é violência contra a mulher. Uma de forma leve, outra de forma dramática, ambas as leituras — agradáveis, modernas, sem nenhum ranço — nos guiam rumo a uma sociedade mais igualitária. Mostram como funciona o sutil rebaixamento da mulher, que acontece todo dia em detalhes quase imperceptíveis. E abrem nossos olhos, a fim de educarmos melhor nossas filhas e, principalmente, nossos filhos — os novos homens que estamos colocando no mundo.
6º § asdEvoluir nem sempre significa deixar pra lá, se importar menos. Hoje me incomodo com o que não me incomodava antes. É um dos benefícios dos movimentos sociais: nos arrancam da bolha e nos jogam na vida real.
MEDEIROS, Martha. Bendito incômodo. Diário Catarinense | | NSC TOTAL. Disponível em: https:/Awww .nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/bendito-incomodo. Acesso em: 28 maio 2021.
“[...] 'Mulheres Empilhadas”, da veterana Patrícia Melo, que também coloca o dedo na ferida [...].” (§ 5)
No trecho acima, a expressão sublinhada foi utilizada com sentido:
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- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosPróclise
- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosMesóclise
- SintaxeColocação PronominalPronomes Oblíquos ÁtonosÊnclise
Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 09.
TEXTO 1
Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro
Ana Muniz e Cristiana Callai
“A vida necessita de pausas.” (Carlos Drummond de Andrade)
§1 asdByung-Chul Han (2015), ao publicar a obra Sociedade do Cansaço, deixa de ser autor e revela-se fotógrafo. Ainda que não literalmente, o filósofo fotografa a realidade e revela nossa identidade em suas páginas. Em vez de apresentar as belezas da sociedade contemporânea, Han quase disseca corpos vivos. Corpos doentes e exaustos, que habitam o cativeiro da Sociedade do Desempenho.
§2 asdFaz-se necessário, contudo, ratificar que o cativeiro referido é resultado de uma escolha. Somos sujeitos que se entregam “à liberdade coercitiva ou à livre coerção de maximizar o desempenho” (Han, 2015, p. 30). Não sofremos coerção externa, mas somos senhores e escravos de nós mesmos, reféns de nossa positividade desmesurada. Nossa hiperatividade cria uma sensação de liberdade. Simples sensação. Segundo o autor, “pura inquietação não gera nada de novo”. Ela, a inquietação, “reproduz e acelera o já existente” (Han, 2015, p. 34).
§3 asdDamo-nos conta de que nossa autoexploração não estabelece, por si só, uma relação com “tudo poder fazer”. Uma sociedade que só se baseia em “sim” acaba por gestar um execrado sentimento: a frustração. Frustrados, refletimos a imagem mostrada por Han em suas páginas: uma “humanidade que está em guerra consigo mesma” (Han, 2015, p. 29).
§4 asdUma bandeira pode ser levantada em tempos de guerra: a da interrupção. Segundo Han, “vivemos num mundo muito pobre de interrupções, pobre de entremeios e tempos intermédios” (Han, 2015, p. 53). Não temos sido capazes de aprofundamentos, contemplações, reflexões e pausas, decorrentes de um “bem viver”. Contudo, mostramos maestria na insensata agonia do “sobreviver”.
§5 asdOs homens “evoluíram” e se transformaram em máquinas. Somos máquinas de desempenho. Máquinas em guerra interior. Erguer uma “bandeira branca” em meio a tal guerra seria uma tentativa de recuperar nosso estado humano, em que nosso corpo se tornaria, mais uma vez, ainda que por um breve espaço de tempo, acessível, permeável, sensível, produtor e receptor de afetos.
§6 asdVivemos em crise. Crise da aceleração demasiada. Crise da multiplicação de desigualdades. Crise do sucateamento de afetos. Qual seria nossa linha de fuga em meio à generalização da crise? Propomos uma interrupção. Além: propomos uma intervenção. Entretanto, diferentemente do que temos vivenciado através do choque da palavra intervenção, automaticamente seguida por “militar”, a intervenção aqui se faz literária. E por que pensar em literatura em meio à guerra? Candido (1995) guia ao entendimento:
§7 asdA literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. O sonho assegura durante o sono a presença indispensável desse universo, independentemente da nossa vontade. E durante a vigília a criação ficcional está presente em cada um de nós, como anedota, história em quadrinhos, noticiário policial, canção popular. Ela se manifesta desde o devaneio no ônibus até a atenção fixada na novela de televisão ou na leitura seguida de um romance. Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura (...) parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. Podemos dizer que a literatura é o sonho acordado das civilizações. Portanto, assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem o sonho durante o sono, talvez não haja equilíbrio social sem a literatura (Candido, 1995, adaptado).
§8 asdNeste momento, a literatura, entendida de forma ampla como toda e qualquer criação poética, dramática ou ficcional, fará o seu mais belo papel: o de nos resgatar do cansaço e promover a vida.
§9 asdO que pode a arte? Talvez, salvar-nos da morte dos sentidos. Ressuscitar-nos para as estesias do viver, encharcar-nos para que possamos atravessar o deserto contemplando o oásis. Delírios também são sopros poéticos que interrompem o acelerado agora e nos oferecem outros tempos.
MUNIZ, Ana; CALLAI, Cristiana. Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro. Educação Pública, v. 20, nº 10, 17 de março de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/10/na-sociedade-do-cansaco-aliteratura-se-faz-respiro. Acesso em: 28 out. 2020.
Observe a sintaxe de colocação dos pronomes pessoais oblíquos átonos nos dois trechos a seguir:
|. “Ressuscitar-nos para as estesias do viver [...].” (§ 9)
Il. “Ela se manifesta desde o devaneio no ônibus até a atenção fixada na novela de televisão ou na leitura seguida de um romance.” (§ 7)
É CORRETO afirmar que, em | e em Il, tem-se, respectivamente, usos de:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 09.
TEXTO 1
Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro
Ana Muniz e Cristiana Callai
“A vida necessita de pausas.” (Carlos Drummond de Andrade)
§1 asdByung-Chul Han (2015), ao publicar a obra Sociedade do Cansaço, deixa de ser autor e revela-se fotógrafo. Ainda que não literalmente, o filósofo fotografa a realidade e revela nossa identidade em suas páginas. Em vez de apresentar as belezas da sociedade contemporânea, Han quase disseca corpos vivos. Corpos doentes e exaustos, que habitam o cativeiro da Sociedade do Desempenho.
§2 asdFaz-se necessário, contudo, ratificar que o cativeiro referido é resultado de uma escolha. Somos sujeitos que se entregam “à liberdade coercitiva ou à livre coerção de maximizar o desempenho” (Han, 2015, p. 30). Não sofremos coerção externa, mas somos senhores e escravos de nós mesmos, reféns de nossa positividade desmesurada. Nossa hiperatividade cria uma sensação de liberdade. Simples sensação. Segundo o autor, “pura inquietação não gera nada de novo”. Ela, a inquietação, “reproduz e acelera o já existente” (Han, 2015, p. 34).
§3 asdDamo-nos conta de que nossa autoexploração não estabelece, por si só, uma relação com “tudo poder fazer”. Uma sociedade que só se baseia em “sim” acaba por gestar um execrado sentimento: a frustração. Frustrados, refletimos a imagem mostrada por Han em suas páginas: uma “humanidade que está em guerra consigo mesma” (Han, 2015, p. 29).
§4 asdUma bandeira pode ser levantada em tempos de guerra: a da interrupção. Segundo Han, “vivemos num mundo muito pobre de interrupções, pobre de entremeios e tempos intermédios” (Han, 2015, p. 53). Não temos sido capazes de aprofundamentos, contemplações, reflexões e pausas, decorrentes de um “bem viver”. Contudo, mostramos maestria na insensata agonia do “sobreviver”.
§5 asdOs homens “evoluíram” e se transformaram em máquinas. Somos máquinas de desempenho. Máquinas em guerra interior. Erguer uma “bandeira branca” em meio a tal guerra seria uma tentativa de recuperar nosso estado humano, em que nosso corpo se tornaria, mais uma vez, ainda que por um breve espaço de tempo, acessível, permeável, sensível, produtor e receptor de afetos.
§6 asdVivemos em crise. Crise da aceleração demasiada. Crise da multiplicação de desigualdades. Crise do sucateamento de afetos. Qual seria nossa linha de fuga em meio à generalização da crise? Propomos uma interrupção. Além: propomos uma intervenção. Entretanto, diferentemente do que temos vivenciado através do choque da palavra intervenção, automaticamente seguida por “militar”, a intervenção aqui se faz literária. E por que pensar em literatura em meio à guerra? Candido (1995) guia ao entendimento:
§7 asdA literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. O sonho assegura durante o sono a presença indispensável desse universo, independentemente da nossa vontade. E durante a vigília a criação ficcional está presente em cada um de nós, como anedota, história em quadrinhos, noticiário policial, canção popular. Ela se manifesta desde o devaneio no ônibus até a atenção fixada na novela de televisão ou na leitura seguida de um romance. Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura (...) parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. Podemos dizer que a literatura é o sonho acordado das civilizações. Portanto, assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem o sonho durante o sono, talvez não haja equilíbrio social sem a literatura (Candido, 1995, adaptado).
§8 asdNeste momento, a literatura, entendida de forma ampla como toda e qualquer criação poética, dramática ou ficcional, fará o seu mais belo papel: o de nos resgatar do cansaço e promover a vida.
§9 asdO que pode a arte? Talvez, salvar-nos da morte dos sentidos. Ressuscitar-nos para as estesias do viver, encharcar-nos para que possamos atravessar o deserto contemplando o oásis. Delírios também são sopros poéticos que interrompem o acelerado agora e nos oferecem outros tempos.
MUNIZ, Ana; CALLAI, Cristiana. Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro. Educação Pública, v. 20, nº 10, 17 de março de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/10/na-sociedade-do-cansaco-aliteratura-se-faz-respiro. Acesso em: 28 out. 2020.
“Faz-se necessário, contudo, ratificar que o cativeiro referido é resultado de uma escolha.” (§ 2)
De acordo com a norma culta, é CORRETO afirmar que a palavra sublinhada na passagem acima deve ser classificada como:
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