Foram encontradas 35 questões.
Leia o trecho a seguir:
O ______ é uma lista de equipamentos que pode ser preparada pela produção do show ou espetáculo no qual devem estar especificados todos os requisitos para a montagem e a execução das apresentações. Nele, devem estar discriminados itens como o mapa de palco, o rider de som, a input list, o mapa de luz, o rider de luz e a relação de carga, equipamentos ou relação de material.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o espaço no trecho acima:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 10 a 15.
TEXTO 2
Bendito incômodo
Martha Medeiros
1º§ asdOutro dia escutei uma música antiga gravada por amigos meus. Antiga mesmo, fez sucesso há uns 30 anos. Não vou dar o serviço (nome, autores) porque estamos em fase de intensa patrulha e eles são muito talentosos e gente boa, não merecem agressões retroativas. Tenho certeza que hoje eles não comporiam os dois versos simplórios que soavam engraçados, mas que agora doeram nos meus ouvidos — claro que estou falando sobre machismo.
2º § asdJá soube de escritor que está reescrevendo o próprio livro, publicado há 20 anos, para relançá-lo numa versão politicamente correta. Se olharmos para trás, encontraremos inúmeras obras racistas, machistas e homofóbicas que não nos incomodavam tanto (Monteiro Lobato e as alusões à tia Anastácia é o exemplo mais notório), mas que hoje não resistiriam a uma boa grita.
3º § asdEu mesma já escrevi bobagens que não repetiria (nada como cometer erros novos), porém acho inútil reescrever, regravar, revisar o que já foi publicado e divulgado. São registros de uma época que passou e que hoje têm ao menos esta serventia: incomodar. Quando a gente se sente incomodado com algo que antes não nos abalava, é sinal de que nos tornamos mais conscientes.
4º § asdFalo por mim. Até alguns anos, não achava necessária a revitalização do movimento feminista, acreditava que o caminho da nossa independência e emancipação estava pavimentado e que o tempo trataria de ajustar o que faltasse. Equivocadíssima. Os anos 1950 e 1960 foram cruciais para a mulher entrar no mercado de trabalho e conquistar a liberdade sexual, mas foi só um (gigantesco) primeiro passo. Ainda temos chão a trilhar.
5º§ asdOs altos índices de feminicídio não são mimimi, eles justificam os movimentos que vêm eclodindo no mundo todo. Sob efeito do arrebatador vídeo das chilenas (El violador eres tú), recomendo dois livros: “O homem infelizmente tem que acabar”, da irônica e divertida Clara Corleone, que sem rodeios inaugura um novo normal, e “Mulheres Empilhadas”, da veterana Patrícia Melo, que também coloca o dedo na ferida e mostra que não há exagero nem vitimismo quando o assunto é violência contra a mulher. Uma de forma leve, outra de forma dramática, ambas as leituras — agradáveis, modernas, sem nenhum ranço — nos guiam rumo a uma sociedade mais igualitária. Mostram como funciona o sutil rebaixamento da mulher, que acontece todo dia em detalhes quase imperceptíveis. E abrem nossos olhos, a fim de educarmos melhor nossas filhas e, principalmente, nossos filhos — os novos homens que estamos colocando no mundo.
6º § asdEvoluir nem sempre significa deixar pra lá, se importar menos. Hoje me incomodo com o que não me incomodava antes. É um dos benefícios dos movimentos sociais: nos arrancam da bolha e nos jogam na vida real.
MEDEIROS, Martha. Bendito incômodo. Diário Catarinense | | NSC TOTAL. Disponível em: https:/Awww .nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/bendito-incomodo. Acesso em: 28 maio 2021.
“Mostram como funciona o sutil rebaixamento da mulher, que acontece todo dia em detalhes quase imperceptíveis.” (§ 5)
De acordo com a norma-padrão, é CORRETO afirmar que, nessa passagem do texto, a palavra sublinhada deve ser classificada como:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 10 a 15.
TEXTO 2
Bendito incômodo
Martha Medeiros
1º§ ____ Outro dia escutei uma música antiga gravada por amigos meus. Antiga mesmo, fez sucesso há uns 30 anos. Não vou dar o serviço (nome, autores) porque estamos em fase de intensa patrulha e eles são muito talentosos e gente boa, não merecem agressões retroativas. Tenho certeza que hoje eles não comporiam os dois versos simplórios que soavam engraçados, mas que agora doeram nos meus ouvidos — claro que estou falando sobre machismo.
2º § ____ Já soube de escritor que está reescrevendo o próprio livro, publicado há 20 anos, para relançá-lo numa versão politicamente correta. Se olharmos para trás, encontraremos inúmeras obras racistas, machistas e homofóbicas que não nos incomodavam tanto (Monteiro Lobato e as alusões à tia Anastácia é o exemplo mais notório), mas que hoje não resistiriam a uma boa grita.
3º § ____ Eu mesma já escrevi bobagens que não repetiria (nada como cometer erros novos), porém acho inútil reescrever, regravar, revisar o que já foi publicado e divulgado. São registros de uma época que passou e que hoje têm ao menos esta serventia: incomodar. Quando a gente se sente incomodado com algo que antes não nos abalava, é sinal de que nos tornamos mais conscientes.
4º § ____ Falo por mim. Até alguns anos, não achava necessária a revitalização do movimento feminista, acreditava que o caminho da nossa independência e emancipação estava pavimentado e que o tempo trataria de ajustar o que faltasse. Equivocadíssima. Os anos 1950 e 1960 foram cruciais para a mulher entrar no mercado de trabalho e conquistar a liberdade sexual, mas foi só um (gigantesco) primeiro passo. Ainda temos chão a trilhar.
5º § ____ Os altos índices de feminicídio não são mimimi, eles justificam os movimentos que vêm eclodindo no mundo todo. Sob efeito do arrebatador vídeo das chilenas (El violador eres tú), recomendo dois livros: “O homem infelizmente tem que acabar”, da irônica e divertida Clara Corleone, que sem rodeios inaugura um novo normal, e “Mulheres Empilhadas”, da veterana Patrícia Melo, que também coloca o dedo na ferida e mostra que não há exagero nem vitimismo quando o assunto é violência contra a mulher. Uma de forma leve, outra de forma dramática, ambas as leituras — agradáveis, modernas, sem nenhum ranço — nos guiam rumo a uma sociedade mais igualitária. Mostram como funciona o sutil rebaixamento da mulher, que acontece todo dia em detalhes quase imperceptíveis. E abrem nossos olhos, a fim de educarmos melhor nossas filhas e, principalmente, nossos filhos — os novos homens que estamos colocando no mundo.
6º § ____ Evoluir nem sempre significa deixar pra lá, se importar menos. Hoje me incomodo com o que não me incomodava antes. É um dos benefícios dos movimentos sociais: nos arrancam da bolha e nos jogam na vida real.
MEDEIROS, Martha. Bendito incômodo. Diário Catarinense | NSC TOTAL. Disponível em: https:/Awww .nsctotal.com.br/colunistas/martha-medeiros/bendito-incomodo. Acesso em: 28 maio 2021.
“Tenho certeza que hoje eles não comporiam os dois versos simplórios que soavam engraçados, mas que agora doeram nos meus ouvidos — claro que estou falando sobre machismo.” (§ 1)
Na passagem acima ocorre um uso linguístico em que as relações de concordância estão de acordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa na qual as concordâncias verbal e nominal também foram observadas de acordo com a norma-padrão:
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Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 09.
TEXTO 1
Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro
Ana Muniz e Cristiana Callai
“A vida necessita de pausas.” (Carlos Drummond de Andrade)
§1 _____ Byung-Chul Han (2015), ao publicar a obra Sociedade do Cansaço, deixa de ser autor e revela-se fotógrafo. Ainda que não literalmente, o filósofo fotografa a realidade e revela nossa identidade em suas páginas. Em vez de apresentar as belezas da sociedade contemporânea, Han quase disseca corpos vivos. Corpos doentes e exaustos, que habitam o cativeiro da Sociedade do Desempenho.
§2_____ Faz-se necessário, contudo, ratificar que o cativeiro referido é resultado de uma escolha. Somos sujeitos que se entregam “à liberdade coercitiva ou à livre coerção de maximizar o desempenho” (Han, 2015, p. 30). Não sofremos coerção externa, mas somos senhores e escravos de nós mesmos, reféns de nossa positividade desmesurada. Nossa hiperatividade cria uma sensação de liberdade. Simples sensação. Segundo o autor, “pura inquietação não gera nada de novo”. Ela, a inquietação, “reproduz e acelera o já existente” (Han, 2015, p. 34).
§3 _____ Damo-nos conta de que nossa autoexploração não estabelece, por si só, uma relação com “tudo poder fazer”. Uma sociedade que só se baseia em “sim” acaba por gestar um execrado sentimento: a frustração. Frustrados, refletimos a imagem mostrada por Han em suas páginas: uma “humanidade que está em guerra consigo mesma” (Han, 2015, p. 29).
§4 _____ Uma bandeira pode ser levantada em tempos de guerra: a da interrupção. Segundo Han, “vivemos num mundo muito pobre de interrupções, pobre de entremeios e tempos intermédios” (Han, 2015, p. 53). Não temos sido capazes de aprofundamentos, contemplações, reflexões e pausas, decorrentes de um “bem viver”. Contudo, mostramos maestria na insensata agonia do “sobreviver”.
§5 _____ Os homens “evoluíram” e se transformaram em máquinas. Somos máquinas de desempenho. Máquinas em guerra interior. Erguer uma “bandeira branca” em meio a tal guerra seria uma tentativa de recuperar nosso estado humano, em que nosso corpo se tornaria, mais uma vez, ainda que por um breve espaço de tempo, acessível, permeável, sensível, produtor e receptor de afetos.
§6 _____ Vivemos em crise. Crise da aceleração demasiada. Crise da multiplicação de desigualdades. Crise do sucateamento de afetos. Qual seria nossa linha de fuga em meio à generalização da crise? Propomos uma interrupção. Além: propomos uma intervenção. Entretanto, diferentemente do que temos vivenciado através do choque da palavra intervenção, automaticamente seguida por “militar”, a intervenção aqui se faz literária. E por que pensar em literatura em meio à guerra? Candido (1995) guia ao entendimento:
§7 _____ A literatura aparece claramente como manifestação universal de todos os homens em todos os tempos. Não há povo e não há homem que possa viver sem ela, isto é, sem a possibilidade de entrar em contato com alguma espécie de fabulação. Assim como todos sonham todas as noites, ninguém é capaz de passar as vinte e quatro horas do dia sem alguns momentos de entrega ao universo fabulado. O sonho assegura durante o sono a presença indispensável desse universo, independentemente da nossa vontade. E durante a vigília a criação ficcional está presente em cada um de nós, como anedota, história em quadrinhos, noticiário policial, canção popular. Ela se manifesta desde o devaneio no ônibus até a atenção fixada na novela de televisão ou na leitura seguida de um romance. Ora, se ninguém pode passar vinte e quatro horas sem mergulhar no universo da ficção e da poesia, a literatura (...) parece corresponder a uma necessidade universal, que precisa ser satisfeita e cuja satisfação constitui um direito. Podemos dizer que a literatura é o sonho acordado das civilizações. Portanto, assim como não é possível haver equilíbrio psíquico sem o sonho durante o sono, talvez não haja equilíbrio social sem a literatura (Candido, 1995, adaptado).
§8 _____ Neste momento, a literatura, entendida de forma ampla como toda e qualquer criação poética, dramática ou ficcional, fará o seu mais belo papel: o de nos resgatar do cansaço e promover a vida.
§9 _____ O que pode a arte? Talvez, salvar-nos da morte dos sentidos. Ressuscitar-nos para as estesias do viver, encharcar-nos para que possamos atravessar o deserto contemplando o oásis. Delírios também são sopros poéticos que interrompem o acelerado agora e nos oferecem outros tempos.
MUNIZ, Ana; CALLAI, Cristiana. Na sociedade do cansaço a literatura se faz respiro. Educação Pública, v. 20, nº 10, 17 de março de 2020. Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/20/10/na-sociedade-do-cansaco-aliteratura-se-faz-respiro. Acesso em: 28 out. 2020.
“O que pode a arte? Talvez, salvar-nos da morte dos sentidos. Ressuscitar-nos para as estesias do viver, encharcar-nos para que possamos atravessar o deserto contemplando o oásis. Delírios também são sopros poéticos que interrompem o acelerado agora e nos oferecem outros tempos.” (§ 9)
É CORRETO afirmar que, com o trecho acima, as autoras:
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Pedrosa (1982) classifica os estímulos que originam as sensações cromáticas em dois grupos: o primeiro “Cor-Luz”, ou luz colorida, a qual consiste na “radiação luminosa visível que tem como síntese aditiva a luz branca” (p. 17).
Em consequência disso, é CORRETO afirmar que o segundo grupo de sensações cromáticas como “Corpigmento”:
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De acordo com o iluminador Walmir Perez (2007, p. 143-145), o palco em teatro é o espaço de representação cênica que pode ser de encontrado no formato tablados móveis ou fixos, giratórios ou transportáveis. Para o autor, os palcos podem estar posicionados de várias maneiras favorecendo a relação frontal, circular ou semicircular com a plateia e podem ser classificados em cinco tipos, que são:
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Camargo (2012, p. 99) discorre que ao longo do tempo a sociedade desenvolveu suas tecnologias e que a “luz se desenvolve num tempo que é seu, independente de servir, no teatro, como recurso excelente para representar o tempo dramático e o tempo do discurso cênico”. Para o autor, a iluminação cênica é fruto de uma época, por isso mesmo pode expressar:
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Observe os seguintes equipamentos:
I. 
II. 
III. 
IV. 
Os equipamentos a que se referem as figuras anteriores são, respectivamente:
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Leia as afirmativas a seguir a respeito do refletor Elipsoidal:
l. A curvatura geométrica da área de reflexão é uma elipse.
II. Apresenta uma ou duas lentes que se movem para abrir ou fechar o foco, sendo que o espelhamento elíptico de alguns elipsoidais é dicroico.
III. Seu nome é atribuído ao modelo de sua lâmpada que possui um espelho parabólico.
IV. Apresenta foco bem definido e proporciona luz dura sendo geralmente utilizado para efeitos no teatro.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Leia atentamente o trecho a seguir:
Tendo o sol como primeira fonte de luz, a representação cênica teve sua visualidade construída desde a antiguidade clássica greco-romana, passando pela utilização do fogo até chegar à adoção da energia elétrica e sofisticação de equipamentos, tais como: lâmpadas, spots e refletores especificamente desenvolvidos para as artes da cena. De acordo com Simões (2013, p. 10), a Iluminação Cênica apresenta dois aspectos elementares: efeito especial e instrumento de visibilidade. A autora explica que a linguagem da Iluminação Teatral foi construída ao longo dos anos. Em linhas gerais, a Iluminação Cênica é uma linguagem que permite expressar ideias, conceitos e maneiras de ver e interpretar o mundo.
Com base nas informações apresentadas no fragmento anterior e nos conhecimentos sobre a iluminação cênica, é CORRETO afirmar que:
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