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De acordo com Guerra & Guerra (2008), essa formação geomorfológica foi denominada “pelo geógrafo francês Pierre Deffontaines para as colinas dissecadas que formam verdadeiros níveis, nas zonas da serra do Mar e da Mantiqueira. [Segundo os autores] pode-se dizer, em última análise, que [essa formação] é um conjunto de meias-laranjas como as que são vistas no médio Paraíba do Sul”.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 413 (adaptado).
A descrição refere-se ao(s)
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Orientando-se pela obra de Hassui et al (2012), intitulada “Geologia do Brasil”, analise as afirmativas a seguir sobre a Bacia do São Francisco:
I. Trata-se de uma bacia sedimentar de, aproximadamente, 300.000 quilômetros quadrados, com idade, essencialmente, proterozoica, situada em uma parte extremamente estável do Cráton São Francisco.
II. Extensas regiões da bacia são recobertas por estratos sedimentares de idades fanerozoicas, que são delgados quando comparados com as espessuras de rochas sedimentares proterozoicas.
III. A Bacia do São Francisco se notabilizou pelas ocorrências de mineralizações de chumbo e zinco lavradas por várias minas situadas em sua parte central e nas suas faixas marginais.
Estão corretas as afirmativas
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“[Esse] padrão de drenagem [é] característico de áreas desérticas onde não há nenhuma estruturação das bacias hidrográficas, devido à quase total ausência de chuvas e à constante formação de dunas”.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 65 (adaptado).
O padrão descrito é o da drenagem
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De acordo com Rhode (2013), no livro “Geoquímica ambiental e estudos de impacto”, um sistema de monitoramento de geossistema tem vários aspectos, e todos devem ser seguidos com bastante rigor.
A esse respeito, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de monitoramentos a algumas de suas características, conforme descrito pelo autor da referida obra.
COLUNA I
1. Monitoramento espacial
2. Monitoramento de fluxos
3. Monitoramento físico-químico
COLUNA II
( ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se estabelecer métodos de medição direta de movimentos, verificar a topografia com benchmarks e instalar medidores de pressão e nível da água.
( ) Nesse tipo de monitoramento, deve-se identificar os fluxos significativos a serem medidos, estabelecer frequências das medidas e estabelecer a malha de monitoramento.
( ) Nesse monitoramento, é preciso escolher a cartografia a ser utilizada para monitorar, determinar a temática de evolução da área geográfica, estabelecer métodos de campo e indicar uso de aerofotos.
Assinale a sequência correta.
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Analise as afirmativas a seguir, feitas pelo geógrafo Aziz Ab’Saber, em sua obra “Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas” (2003), sobre algumas características dos domínios morfoclimáticos brasileiros, e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O domínio morfoclimático amazônico apresenta terras baixas e grande extensão de florestas equatoriais densas.
( ) As pradarias são áreas chamadas, também, de coxilhas que ficam em uma área ecológica típica de zona temperada cálida, subúmida, sujeita a uma certa estiagem de fim de ano.
( ) A caatinga é um domínio de depressões intermontanas e interplanálticas de clima semiárido.
( ) Os Mares de Morro compõem-se por áreas mamelonares tropical-atlânticas e bastante florestadas no passado.
Assinale a sequência correta.
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De acordo com Guerra & Guerra (2008), as águas podem ser tipificadas de diferentes maneiras. Uma dessas águas “não é retirada pelo solo e por isso [é] descendente até a superfície freática. Os iônios nela dissolvidos são extraídos do solo, o qual se empobrece e se acidifica (descalcificação)”.
GUERRA, A. T.; GUERRA, A. J. T. Novo dicionário geológico-geomorfológico. 6. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2008. p. 26 (adaptado).
O tipo de água descrito é a
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Na obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), afirma-se que “as camadas interiores do núcleo, do manto e da crosta são diferenciadas pela composição química [e / ou] por seu caráter rígido ou plástico. (...) usando esse [último] critério, os cientistas dividem a porção externa do planeta” nas seguintes camadas:
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De acordo com a obra “Geossistemas: uma introdução à geografia física” (2012), os solos possuem diferentes tipos de horizontes.
A esse respeito, e com base na referida obra, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando os tipos de horizontes às suas características.
COLUNA I
1. Horizonte O
2. Horizonte E
3. Horizonte B
COLUNA II
( ) Esse horizonte acumula argilas, alumínio e ferro. Horizonte dominado pela iluviação, em que os materiais lixiviados pela água em uma camada entram e se acumulam em outra.
( ) Esse horizonte é composto majoritariamente de areia grossa, silte e minerais resistentes à lixiviação.
( ) Esse horizonte possui composição orgânica derivada da serrapilheira vegetal e animal depositada e transformada em húmus, uma mistura de materiais orgânicos decompostos e sintetizados.
Assinale a sequência correta.
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Na obra “Os domínios de natureza no Brasil: pontencialidades paisagísticas” (2003), o geógrafo Azis Ab’Saber afirma:
“Já se disse que as paisagens de exceção constituem fatos isolados, de diferentes aspectos físicos e ecológicos no corpo geral das paisagens habituais [e que] são referenciais para os homens desde a pré-história. (...) no amplo conjunto de paisagens de exceção existentes [no Brasil, destaca-se uma que está] à jusante dos grandes reservatórios regionais (...) e é um dos desfiladeiros mais importantes e espetaculares do Brasil. Suas paredes rochosas semidesnudas são revestidas por espécies anãs de uma [vegetação] arbustiva e esgarçada. Uma vegetação resistente se instalou em íngremes vertentes de rochas resistentes, superficialmente dominadas por litossolos”.
AB’SABER. A. N. Os domínios da natureza do Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê editorial, 2003. p. 149-150 (adaptado).
A descrição refere-se à paisagem de exceção chamada de
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Sobre os tipos de racionalidade que devem ser identificados para a implantação de um empreendimento no meio natural, faz-se a seguinte afirmativa:
“[Essa racionalidade] pode ser conceituada a partir do momento em que se identifica a sociedade como uma coleção de indivíduos e, consequentemente, estão destinados a surgir conflitos de interesse que não podem ser resolvidos por [outros meios]. [Tal racionalidade] opera mais no sentido de estabilizar e institucionalizar conflitos do que de removê-los e, dessa maneira, não é socialmente racional”.
RHODE, G. M. Geoquímica ambiental e estudos de impacto. São Paulo: Oficina de textos, 2013. p. 17 (adaptado).
A racionalidade descrita é
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