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Foram encontradas 100 questões.

396965 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Lenda dos índios Caiapós sobre o nascimento da vida e a
formação do Universo

Há muitos anos, os índios Caiapós habitavam uma região localizada acima da Terra. Viviam sobre nuvens bem distantes. Não havia Sol, Lua, rios ou florestas. Certo dia, surgiu um buraco nas nuvens. Desse local ouviram ruídos distintos dos que conheciam no seu cotidiano. Apesar do grande receio, foram aos poucos se aproximando do buraco. Por curiosidade, um dos índios se abaixou para observar através do buraco. Viu um céu azul e, ao fundo, uma região verde. A Amazônia. Relatou essa observação aos demais membros da tribo, que foram conferir esse relato, também observando através do buraco.

Foram realizadas diversas reuniões entre os sábios da tribo na busca de compreender o que observavam. Decidiram que seria
necessário explorar essa nova região. Surgiram diversos voluntários. Com o passar do tempo, o ímpeto dos voluntários foi diminuindo. Somente dois homens e duas mulheres, dois casais, mantiveram o ânimo inicial.

Uma escada de cordas foi lançada pelo buraco e por ela desceram os dois valentes casais. Haviam assumido o compromisso de retornarem em determinado período de tempo para trazer notícias. No solo, ficaram maravilhados com o que viram. O tempo foi passando e se esqueceram de retornar para as nuvens onde viviam. Nas nuvens, a tribo resolveu cortar a escada, pois todos estavam com medo de ela ser usada por espíritos malvados. Dessa forma, os dois casais não puderam mais regressar às nuvens. Olharam para cima e viram o céu estrelado. Imaginaram cada uma das estrelas como uma representação das fogueiras que eram acesas nas nuvens em que viviam. Assim, cada vez que olhassem para o Céu, estariam se lembrando de seus familiares e amigos que haviam ficado nas nuvens. Esses dois casais deram origem à vida humana na Terra.

Internet:< alessandra-amato.blogspot.com.br> (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima, julgue o item.

Se 1.200 pessoas viviam nas nuvens e, dessas pessoas, o dobro da quantidade de mulheres era igual ao triplo da quantidade de homens, então a quantidade de mulheres era superior a 700.

 

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396964 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Lenda dos índios Caiapós sobre o nascimento da vida e a
formação do Universo

Há muitos anos, os índios Caiapós habitavam uma região localizada acima da Terra. Viviam sobre nuvens bem distantes. Não havia Sol, Lua, rios ou florestas. Certo dia, surgiu um buraco nas nuvens. Desse local ouviram ruídos distintos dos que conheciam no seu cotidiano. Apesar do grande receio, foram aos poucos se aproximando do buraco. Por curiosidade, um dos índios se abaixou para observar através do buraco. Viu um céu azul e, ao fundo, uma região verde. A Amazônia. Relatou essa observação aos demais membros da tribo, que foram conferir esse relato, também observando através do buraco.

Foram realizadas diversas reuniões entre os sábios da tribo na busca de compreender o que observavam. Decidiram que seria
necessário explorar essa nova região. Surgiram diversos voluntários. Com o passar do tempo, o ímpeto dos voluntários foi diminuindo. Somente dois homens e duas mulheres, dois casais, mantiveram o ânimo inicial.

Uma escada de cordas foi lançada pelo buraco e por ela desceram os dois valentes casais. Haviam assumido o compromisso de retornarem em determinado período de tempo para trazer notícias. No solo, ficaram maravilhados com o que viram. O tempo foi passando e se esqueceram de retornar para as nuvens onde viviam. Nas nuvens, a tribo resolveu cortar a escada, pois todos estavam com medo de ela ser usada por espíritos malvados. Dessa forma, os dois casais não puderam mais regressar às nuvens. Olharam para cima e viram o céu estrelado. Imaginaram cada uma das estrelas como uma representação das fogueiras que eram acesas nas nuvens em que viviam. Assim, cada vez que olhassem para o Céu, estariam se lembrando de seus familiares e amigos que haviam ficado nas nuvens. Esses dois casais deram origem à vida humana na Terra.

Internet:< alessandra-amato.blogspot.com.br> (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima, julgue o item.

Considere que a quantidade de pessoas na Terra tenha crescido de acordo com a expressão N = 4eat , em que t representa a quantidade de anos e N, o número de pessoas no tempo t. Nesse caso, se, 100 anos após os dois casais terem descido à Terra, o número de pessoas era igual a 40, então, nos próximos 100 anos, o número de pessoas deverá ter aumentado 150% em relação aos 40 existentes nos 100 anos iniciais.

 

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396963 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Lenda dos índios Caiapós sobre o nascimento da vida e a
formação do Universo

Há muitos anos, os índios Caiapós habitavam uma região localizada acima da Terra. Viviam sobre nuvens bem distantes. Não havia Sol, Lua, rios ou florestas. Certo dia, surgiu um buraco nas nuvens. Desse local ouviram ruídos distintos dos que conheciam no seu cotidiano. Apesar do grande receio, foram aos poucos se aproximando do buraco. Por curiosidade, um dos índios se abaixou para observar através do buraco. Viu um céu azul e, ao fundo, uma região verde. A Amazônia. Relatou essa observação aos demais membros da tribo, que foram conferir esse relato, também observando através do buraco.

Foram realizadas diversas reuniões entre os sábios da tribo na busca de compreender o que observavam. Decidiram que seria
necessário explorar essa nova região. Surgiram diversos voluntários. Com o passar do tempo, o ímpeto dos voluntários foi diminuindo. Somente dois homens e duas mulheres, dois casais, mantiveram o ânimo inicial.

Uma escada de cordas foi lançada pelo buraco e por ela desceram os dois valentes casais. Haviam assumido o compromisso de retornarem em determinado período de tempo para trazer notícias. No solo, ficaram maravilhados com o que viram. O tempo foi passando e se esqueceram de retornar para as nuvens onde viviam. Nas nuvens, a tribo resolveu cortar a escada, pois todos estavam com medo de ela ser usada por espíritos malvados. Dessa forma, os dois casais não puderam mais regressar às nuvens. Olharam para cima e viram o céu estrelado. Imaginaram cada uma das estrelas como uma representação das fogueiras que eram acesas nas nuvens em que viviam. Assim, cada vez que olhassem para o Céu, estariam se lembrando de seus familiares e amigos que haviam ficado nas nuvens. Esses dois casais deram origem à vida humana na Terra.

Internet:< alessandra-amato.blogspot.com.br> (com adaptações).

Tendo como referência o texto acima, julgue o item.

Se, 1 ano após os dois casais terem descido à Terra, tivessem nascido as duas primeiras crianças, uma de cada casal, então a probabilidade de as duas crianças terem sido de gêneros diferentes seria igual a ½.

 

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396962 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Civilização Maia, surgida há mais de 3.000 anos, é uma das mais antigas civilizações pré-colombianas. A grande importância que os maias atribuíam à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço são, na verdade, uma só coisa e de que o tempo flui não linearmente, como se concluiu na convenção europeia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos que relacionam o início da vida ao seu final. O grande ciclo do calendário maia é composto de 13 baktuns.

Internet:<www.doismiledoze.com> (com adaptações).

A figura a seguir ilustra, em um sistema cartesiano xOy, o grande ciclo de 13 baktuns do calendário maia. Nessa ilustração, é apresentada uma relação do calendário maia com o calendário gregoriano, com o início do grande ciclo em 1.º de janeiro de 3113 a.C. e o fim em 31 de dezembro de 2012 d.C. A circunferência da figura tem centro na origem O, e o raio é igual a 10 unidades de comprimento. A partir do ponto A0= A13 (0, 10), que representa os anos 3113 a.C. e 2012 d.C. do calendário gregoriano, a circunferência é dividida no sentido anti-horário em 13 partes iguais: A1, A2 etc. Cada parte corresponde a um baktun. Por exemplo, o ponto A2 corresponde ao final do segundo baktun e ao início do terceiro baktun.

Enunciado 396962-1

Internet: <www.flickr.com> (com adaptações).

Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.

O ângulo θ entre os segmentos OA0 e OA1 é inferior a!$ \dfrac{π}{6} !$ .

 

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396961 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Civilização Maia, surgida há mais de 3.000 anos, é uma das mais antigas civilizações pré-colombianas. A grande importância que os maias atribuíam à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço são, na verdade, uma só coisa e de que o tempo flui não linearmente, como se concluiu na convenção europeia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos que relacionam o início da vida ao seu final. O grande ciclo do calendário maia é composto de 13 baktuns.

Internet:<www.doismiledoze.com> (com adaptações).

A figura a seguir ilustra, em um sistema cartesiano xOy, o grande ciclo de 13 baktuns do calendário maia. Nessa ilustração, é apresentada uma relação do calendário maia com o calendário gregoriano, com o início do grande ciclo em 1.º de janeiro de 3113 a.C. e o fim em 31 de dezembro de 2012 d.C. A circunferência da figura tem centro na origem O, e o raio é igual a 10 unidades de comprimento. A partir do ponto A0= A13 (0, 10), que representa os anos 3113 a.C. e 2012 d.C. do calendário gregoriano, a circunferência é dividida no sentido anti-horário em 13 partes iguais: A1, A2 etc. Cada parte corresponde a um baktun. Por exemplo, o ponto A2 corresponde ao final do segundo baktun e ao início do terceiro baktun.

Enunciado 396961-1

Internet: <www.flickr.com> (com adaptações).

Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.

O ano de 1800 d.C. no calendário gregoriano é representado, na figura mostrada, por um ponto da circunferência no 12.º baktun, ou seja, entre os pontos A11 e A12.

 

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396960 Ano: 2013
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Civilização Maia, surgida há mais de 3.000 anos, é uma das mais antigas civilizações pré-colombianas. A grande importância que os maias atribuíam à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço são, na verdade, uma só coisa e de que o tempo flui não linearmente, como se concluiu na convenção europeia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos que relacionam o início da vida ao seu final. O grande ciclo do calendário maia é composto de 13 baktuns.

Internet:<www.doismiledoze.com> (com adaptações).

A figura a seguir ilustra, em um sistema cartesiano xOy, o grande ciclo de 13 baktuns do calendário maia. Nessa ilustração, é apresentada uma relação do calendário maia com o calendário gregoriano, com o início do grande ciclo em 1.º de janeiro de 3113 a.C. e o fim em 31 de dezembro de 2012 d.C. A circunferência da figura tem centro na origem O, e o raio é igual a 10 unidades de comprimento. A partir do ponto A0= A13 (0, 10), que representa os anos 3113 a.C. e 2012 d.C. do calendário gregoriano, a circunferência é dividida no sentido anti-horário em 13 partes iguais: A1, A2 etc. Cada parte corresponde a um baktun. Por exemplo, o ponto A2 corresponde ao final do segundo baktun e ao início do terceiro baktun.

Enunciado 396960-1

Internet: <www.flickr.com> (com adaptações).

Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.

Cada baktun corresponde a um período inferior a 200 anos no calendário gregoriano.

 

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Questão presente nas seguintes provas
396959 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Civilização Maia, surgida há mais de 3.000 anos, é uma das mais antigas civilizações pré-colombianas. A grande importância que os maias atribuíam à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço são, na verdade, uma só coisa e de que o tempo flui não linearmente, como se concluiu na convenção europeia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos que relacionam o início da vida ao seu final. O grande ciclo do calendário maia é composto de 13 baktuns.

Internet:<www.doismiledoze.com> (com adaptações).

A figura a seguir ilustra, em um sistema cartesiano xOy, o grande ciclo de 13 baktuns do calendário maia. Nessa ilustração, é apresentada uma relação do calendário maia com o calendário gregoriano, com o início do grande ciclo em 1.º de janeiro de 3113 a.C. e o fim em 31 de dezembro de 2012 d.C. A circunferência da figura tem centro na origem O, e o raio é igual a 10 unidades de comprimento. A partir do ponto A0= A13 (0, 10), que representa os anos 3113 a.C. e 2012 d.C. do calendário gregoriano, a circunferência é dividida no sentido anti-horário em 13 partes iguais: A1, A2 etc. Cada parte corresponde a um baktun. Por exemplo, o ponto A2 corresponde ao final do segundo baktun e ao início do terceiro baktun.

Enunciado 396959-1

Internet: <www.flickr.com> (com adaptações).

Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.

A reta 3y + 4x = 50 é tangente à circunferência da figura.

 

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Questão presente nas seguintes provas
396958 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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A Civilização Maia, surgida há mais de 3.000 anos, é uma das mais antigas civilizações pré-colombianas. A grande importância que os maias atribuíam à medição do tempo decorre da concepção que tinham de que tempo e espaço são, na verdade, uma só coisa e de que o tempo flui não linearmente, como se concluiu na convenção europeia ocidental, mas circularmente, isto é, em ciclos repetitivos que relacionam o início da vida ao seu final. O grande ciclo do calendário maia é composto de 13 baktuns.

Internet:<www.doismiledoze.com> (com adaptações).

A figura a seguir ilustra, em um sistema cartesiano xOy, o grande ciclo de 13 baktuns do calendário maia. Nessa ilustração, é apresentada uma relação do calendário maia com o calendário gregoriano, com o início do grande ciclo em 1.º de janeiro de 3113 a.C. e o fim em 31 de dezembro de 2012 d.C. A circunferência da figura tem centro na origem O, e o raio é igual a 10 unidades de comprimento. A partir do ponto A0= A13 (0, 10), que representa os anos 3113 a.C. e 2012 d.C. do calendário gregoriano, a circunferência é dividida no sentido anti-horário em 13 partes iguais: A1, A2 etc. Cada parte corresponde a um baktun. Por exemplo, o ponto A2 corresponde ao final do segundo baktun e ao início do terceiro baktun.

Enunciado 396958-1

Internet: <www.flickr.com> (com adaptações).

Com base nas informações acima, julgue o item a seguir.

Considere que um número complexo z = x + iy, em que i =!$ \sqrt{-1} !$ , identifique o ponto de coordenadas (x, y) no sistema cartesiano xOy da figura. Nesse caso, a forma polar do número complexo que representa o ponto A3 será 10[cos(4π/13) + i sen(4π/13)].

 

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396957 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 396957-1

Não é raro o fato de uma pessoa ser eletrocutada por um raio, quando se encontra em uma região aberta, em um dia chuvoso. Os fenômenos elétricos fazem parte da nossa vida diária e foram abordados em lendas de algumas culturas indígenas. A figura acima
ilustra um modelo simples para verificar alguns fenômenos elétricos, consistindo de duas esferas condutoras de raios distintos r1 e r2 (r1> r2), que são carregadas com cargas q1 e q2, respectivamente. As densidades superficiais de carga nas esferas de raios r1 e r2
, expressas em coulomb/m2, são iguais a σ1 e σ2, respectivamente. As esferas são interligadas por um fio condutor fino, de comprimento d muito maior que r1 e r2, tal que o sistema fique em um mesmo potencial elétrico.

Considerando essas informações e os fenômenos elétricos a elas relacionados, julgue o próximo item.

A esfera de raio r2 perde toda a carga para a esfera de raio r1 quando elas são interligadas pelo fio condutor, porque q1r2= q2r1.

 

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396956 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 396956-1

Não é raro o fato de uma pessoa ser eletrocutada por um raio, quando se encontra em uma região aberta, em um dia chuvoso. Os fenômenos elétricos fazem parte da nossa vida diária e foram abordados em lendas de algumas culturas indígenas. A figura acima
ilustra um modelo simples para verificar alguns fenômenos elétricos, consistindo de duas esferas condutoras de raios distintos r1 e r2 (r1> r2), que são carregadas com cargas q1 e q2, respectivamente. As densidades superficiais de carga nas esferas de raios r1 e r2
, expressas em coulomb/m2, são iguais a σ1 e σ2, respectivamente. As esferas são interligadas por um fio condutor fino, de comprimento d muito maior que r1 e r2, tal que o sistema fique em um mesmo potencial elétrico.

Considerando essas informações e os fenômenos elétricos a elas relacionados, julgue o próximo item.

Se r1= 10 r2, a densidade superficial de carga σ1 da esfera de raio r1 é 100 vezes maior que a densidade superficial σ2 da esfera de raio r2.

 

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