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3135337 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O uso de novas marcas de gênero na língua portuguesa como decorrência de um ativismo social aplicado à linguagem nos convida a uma análise. Há registro de diversos movimentos relacionados à busca de usos alternativos aos aceitos oficialmente. Até recentemente, esses movimentos tinham como foco principal a adoção de usos que conferissem à língua do Brasil uma identidade própria. O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero.

Examinemos os usos de “@”, “x”, “e” como desinências para identificar conjuntos de pessoas de diferentes gêneros, em substituição ao plural masculino, previsto nas normas gramaticais. Segundo essas normas, basta que haja um elemento masculino para que o plural seja masculino. Ao nos referirmos a um coletivo em que haja pelo menos uma pessoa do gênero masculino, escrevemos: Nossas saudações a todos. Nos usos do ativismo, temos: Nossas saudações a “tod@s”, “todxs”, “todes” e, mais recentemente, “tods”. Do ponto de vista da funcionalidade da língua, os dois primeiros, assim como o último, não se mostram viáveis no caso de sua produção oral, fato que nos leva a supor que seu uso, enquanto perdurar, continuará restrito ao contexto da escrita. O terceiro (“e”) não apresenta essa limitação. Para uso amplo, tanto na fala quanto na escrita, parece-nos, então, que só ele tenha alguma perspectiva de incorporação à língua portuguesa.

Marcelo Correia e Castro. TODAS, TODES, TODOS, TODS, TODXS, TOD@S: ativismo social, gênero e usos da língua. In: Revista Ciência Hoje, julho 2021. Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

No quinto período do parágrafo, o pronome “seu” se refere a

 

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3135336 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O uso de novas marcas de gênero na língua portuguesa como decorrência de um ativismo social aplicado à linguagem nos convida a uma análise. Há registro de diversos movimentos relacionados à busca de usos alternativos aos aceitos oficialmente. Até recentemente, esses movimentos tinham como foco principal a adoção de usos que conferissem à língua do Brasil uma identidade própria. O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero.

Examinemos os usos de “@”, “x”, “e” como desinências para identificar conjuntos de pessoas de diferentes gêneros, em substituição ao plural masculino, previsto nas normas gramaticais. Segundo essas normas, basta que haja um elemento masculino para que o plural seja masculino. Ao nos referirmos a um coletivo em que haja pelo menos uma pessoa do gênero masculino, escrevemos: Nossas saudações a todos. Nos usos do ativismo, temos: Nossas saudações a “tod@s”, “todxs”, “todes” e, mais recentemente, “tods”. Do ponto de vista da funcionalidade da língua, os dois primeiros, assim como o último, não se mostram viáveis no caso de sua produção oral, fato que nos leva a supor que seu uso, enquanto perdurar, continuará restrito ao contexto da escrita. O terceiro (“e”) não apresenta essa limitação. Para uso amplo, tanto na fala quanto na escrita, parece-nos, então, que só ele tenha alguma perspectiva de incorporação à língua portuguesa.

Marcelo Correia e Castro. TODAS, TODES, TODOS, TODS, TODXS,
TOD@S: ativismo social, gênero e usos da língua. In: Revista Ciência
Hoje,
julho 2021. Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

A correção gramatical seria mantida caso o período “O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero” fosse reescrito como: O ativismo que se vê atualmente está menos preocupado com estrangeirismos e mais preocupado com aspectos ligados a questões de gênero.

 

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3135335 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O uso de novas marcas de gênero na língua portuguesa como decorrência de um ativismo social aplicado à linguagem nos convida a uma análise. Há registro de diversos movimentos relacionados à busca de usos alternativos aos aceitos oficialmente. Até recentemente, esses movimentos tinham como foco principal a adoção de usos que conferissem à língua do Brasil uma identidade própria. O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero.

Examinemos os usos de “@”, “x”, “e” como desinências para identificar conjuntos de pessoas de diferentes gêneros, em substituição ao plural masculino, previsto nas normas gramaticais. Segundo essas normas, basta que haja um elemento masculino para que o plural seja masculino. Ao nos referirmos a um coletivo em que haja pelo menos uma pessoa do gênero masculino, escrevemos: Nossas saudações a todos. Nos usos do ativismo, temos: Nossas saudações a “tod@s”, “todxs”, “todes” e, mais recentemente, “tods”. Do ponto de vista da funcionalidade da língua, os dois primeiros, assim como o último, não se mostram viáveis no caso de sua produção oral, fato que nos leva a supor que seu uso, enquanto perdurar, continuará restrito ao contexto da escrita. O terceiro (“e”) não apresenta essa limitação. Para uso amplo, tanto na fala quanto na escrita, parece-nos, então, que só ele tenha alguma perspectiva de incorporação à língua portuguesa.

Marcelo Correia e Castro. TODAS, TODES, TODOS, TODS, TODXS,
TOD@S: ativismo social, gênero e usos da língua. In: Revista Ciência
Hoje,
julho 2021. Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

A oração “que haja um elemento masculino” funciona como o complemento direto da forma verbal “basta”.

 

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3135334 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O uso de novas marcas de gênero na língua portuguesa como decorrência de um ativismo social aplicado à linguagem nos convida a uma análise. Há registro de diversos movimentos relacionados à busca de usos alternativos aos aceitos oficialmente. Até recentemente, esses movimentos tinham como foco principal a adoção de usos que conferissem à língua do Brasil uma identidade própria. O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero.

Examinemos os usos de “@”, “x”, “e” como desinências para identificar conjuntos de pessoas de diferentes gêneros, em substituição ao plural masculino, previsto nas normas gramaticais. Segundo essas normas, basta que haja um elemento masculino para que o plural seja masculino. Ao nos referirmos a um coletivo em que haja pelo menos uma pessoa do gênero masculino, escrevemos: Nossas saudações a todos. Nos usos do ativismo, temos: Nossas saudações a “tod@s”, “todxs”, “todes” e, mais recentemente, “tods”. Do ponto de vista da funcionalidade da língua, os dois primeiros, assim como o último, não se mostram viáveis no caso de sua produção oral, fato que nos leva a supor que seu uso, enquanto perdurar, continuará restrito ao contexto da escrita. O terceiro (“e”) não apresenta essa limitação. Para uso amplo, tanto na fala quanto na escrita, parece-nos, então, que só ele tenha alguma perspectiva de incorporação à língua portuguesa.

Marcelo Correia e Castro. TODAS, TODES, TODOS, TODS, TODXS,
TOD@S: ativismo social, gênero e usos da língua. In: Revista Ciência
Hoje,
julho 2021. Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

Em “nos convida” e “parece-nos”, o pronome “nos” poderia aparecer indiferentemente em próclise ou ênclise, sem prejuízo da correção gramatical do texto.

 

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3135333 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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O uso de novas marcas de gênero na língua portuguesa como decorrência de um ativismo social aplicado à linguagem nos convida a uma análise. Há registro de diversos movimentos relacionados à busca de usos alternativos aos aceitos oficialmente. Até recentemente, esses movimentos tinham como foco principal a adoção de usos que conferissem à língua do Brasil uma identidade própria. O ativismo atual preocupa-se menos com estrangeirismos e mais com aspectos ligados às questões de gênero.

Examinemos os usos de “@”, “x”, “e” como desinências para identificar conjuntos de pessoas de diferentes gêneros, em substituição ao plural masculino, previsto nas normas gramaticais. Segundo essas normas, basta que haja um elemento masculino para que o plural seja masculino. Ao nos referirmos a um coletivo em que haja pelo menos uma pessoa do gênero masculino, escrevemos: Nossas saudações a todos. Nos usos do ativismo, temos: Nossas saudações a “tod@s”, “todxs”, “todes” e, mais recentemente, “tods”. Do ponto de vista da funcionalidade da língua, os dois primeiros, assim como o último, não se mostram viáveis no caso de sua produção oral, fato que nos leva a supor que seu uso, enquanto perdurar, continuará restrito ao contexto da escrita. O terceiro (“e”) não apresenta essa limitação. Para uso amplo, tanto na fala quanto na escrita, parece-nos, então, que só ele tenha alguma perspectiva de incorporação à língua portuguesa.

Marcelo Correia e Castro. TODAS, TODES, TODOS, TODS, TODXS,
TOD@S: ativismo social, gênero e usos da língua. In: Revista Ciência
Hoje,
julho 2021. Internet: <www.cienciahoje.org.br> (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos gramaticais do texto anterior, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

O autor do texto mostra-se contrário à incorporação das formas “tod@s”, “todxs” e “tods” como marcas de gênero na língua portuguesa, por serem formas restritas à língua escrita.

 

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3135332 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3485339-1

Internet: <www.genildo.com>.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.

Comparando-se os quadrinhos “Quem acha” e “Quem se informa”, no primeiro, verificam-se características de um nível de linguagem mais coloquial, ao passo que, no segundo, identificam-se termos técnicos característicos de uma área do conhecimento.

 

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3135331 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3485338-1

Internet: <www.genildo.com>.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.

O texto ilustra como um mesmo objeto do mundo pode ser percebido de maneiras diferentes a partir dos conhecimentos das pessoas e de seu nível socioeconômico.

 

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3135330 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3485337-1

Internet: <www.genildo.com>.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos da charge precedente, julgue o item seguinte.

Para o entendimento pleno do texto, é necessária a articulação dos elementos verbais com os elementos não verbais apresentados.

 

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3135329 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Não se deveria dizer “consumir cultura”. Em vez de “consumir música” ou “consumir teatro”, deveríamos voltar a dizer “ouvir música”, “assistir ao teatro”, e assim por diante.

Na Roma antiga, “consumir” tinha o sentido exclusivo de gastar e destruir. Com o tempo, passou-se a empregar o termo referindo-se ao consumo de alimentos, o que não deixa de ser uma destruição: destruímos os alimentos ao comê-los, para nos mantermos vivos e saudáveis. Já que, para comê-los, é preciso primeiro comprá-los, consumir tornou-se sinônimo de comprar, adquirir. E, na sociedade em que vivemos, em que tudo, inclusive a cultura, virou produto, não é estranho pensar em consumir música, teatro, dança, livros etc.

Em tempos em que o consumismo domina as relações sociais e em que há uma forte reação contra ele por parte de setores mais esclarecidos da sociedade, falar em consumir cultura pode soar mercantilista. Quem consome não frui, e a cultura deveria ser, antes de tudo, fruição.

Aldo Bizzocchi. Cultura é artigo de consumo? Internet: <www.diariodeumlinguista.com> (com adaptações).

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

Em relação à tipologia textual, o parágrafo do texto é predominantemente

 

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3135328 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Não se deveria dizer “consumir cultura”. Em vez de “consumir música” ou “consumir teatro”, deveríamos voltar a dizer “ouvir música”, “assistir ao teatro”, e assim por diante.

Na Roma antiga, “consumir” tinha o sentido exclusivo de gastar e destruir. Com o tempo, passou-se a empregar o termo referindo-se ao consumo de alimentos, o que não deixa de ser uma destruição: destruímos os alimentos ao comê-los, para nos mantermos vivos e saudáveis. Já que, para comê-los, é preciso primeiro comprá-los, consumir tornou-se sinônimo de comprar, adquirir. E, na sociedade em que vivemos, em que tudo, inclusive a cultura, virou produto, não é estranho pensar em consumir música, teatro, dança, livros etc.

Em tempos em que o consumismo domina as relações sociais e em que há uma forte reação contra ele por parte de setores mais esclarecidos da sociedade, falar em consumir cultura pode soar mercantilista. Quem consome não frui, e a cultura deveria ser, antes de tudo, fruição.

Aldo Bizzocchi. Cultura é artigo de consumo? Internet: <www.diariodeumlinguista.com> (com adaptações).

No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item e faça o que se pede no item, que é do tipo C.

No primeiro período do parágrafo, a substituição da expressão “em que”, em ambas as ocorrências, por no qual prejudicaria o sentido e a correção gramatical do texto.

 

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