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A observação de estrelas e planetas é realizada desde a Antiguidade, período em que os gregos formularam teorias sobre a organização e o funcionamento do universo. Para a correta observação, é fundamental saber se o referencial no qual se encontra o observador é ou não acelerado, pois vários fenômenos podem decorrer do fato de o observador se encontrar em um referencial acelerado.
Nesse contexto, considere o lançamento de um projétil obliquamente em relação à superfície da Terra, considerada plana, visto de dois referenciais distintos: um referencial S0, definido pelo sistema de coordenadas xOy, em que o eixo Oy é perpendicular à superfície da Terra e o eixo Ox encontra-se no plano que define a superfície da Terra; e um referencial S1 definido pelo sistema de coordenadas x’Oy’, obtido pela rotação de S0 de um ângulo \( \theta \) , no sentido anti-horário, como mostra a figura abaixo.

A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
Considere-se que, no lançamento descrito, o projétil seja lançado com velocidade v0 e ângulo \( \dfrac{\pi}{2} \) , em relação ao eixo Ox. Nessa situação, no referencial S0, o projétil se moverá sempre no sentido positivo do eixo Ox; no entanto, no referencial S1, é possível que o observador veja o projétil movendo-se no sentido contrário ao sentido positivo do eixo Ox’, em determinado intervalo de tempo, mesmo desprezando-se a resistência do ar.
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A observação de estrelas e planetas é realizada desde a Antiguidade, período em que os gregos formularam teorias sobre a organização e o funcionamento do universo. Para a correta observação, é fundamental saber se o referencial no qual se encontra o observador é ou não acelerado, pois vários fenômenos podem decorrer do fato de o observador se encontrar em um referencial acelerado.
Nesse contexto, considere o lançamento de um projétil obliquamente em relação à superfície da Terra, considerada plana, visto de dois referenciais distintos: um referencial S0, definido pelo sistema de coordenadas xOy, em que o eixo Oy é perpendicular à superfície da Terra e o eixo Ox encontra-se no plano que define a superfície da Terra; e um referencial S1 definido pelo sistema de coordenadas x’Oy’, obtido pela rotação de S0 de um ângulo \( \theta \) , no sentido anti-horário, como mostra a figura abaixo.

A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
Na situação acima, o referencial S0 é inercial, enquanto o referencial S1 é acelerado.
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A observação de estrelas e planetas é realizada desde a Antiguidade, período em que os gregos formularam teorias sobre a organização e o funcionamento do universo. Para a correta observação, é fundamental saber se o referencial no qual se encontra o observador é ou não acelerado, pois vários fenômenos podem decorrer do fato de o observador se encontrar em um referencial acelerado.
Nesse contexto, considere o lançamento de um projétil obliquamente em relação à superfície da Terra, considerada plana, visto de dois referenciais distintos: um referencial S0, definido pelo sistema de coordenadas xOy, em que o eixo Oy é perpendicular à superfície da Terra e o eixo Ox encontra-se no plano que define a superfície da Terra; e um referencial S1 definido pelo sistema de coordenadas x’Oy’, obtido pela rotação de S0 de um ângulo \( \theta \) , no sentido anti-horário, como mostra a figura abaixo.

A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
Para 0 < \( \theta \) < \( \dfrac{\pi}{2} \) e desprezando-se a resistência do ar, o lançamento citado no texto apresenta, segundo o referencial S0, um movimento na direção Oy com aceleração constante e não-nula e um movimento uniforme na direção Ox. No referencial S1, o movimento apresenta aceleração constante e diferente de zero tanto na direção Ox’ como na direção Oy’.
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A observação de estrelas e planetas é realizada desde a Antiguidade, período em que os gregos formularam teorias sobre a organização e o funcionamento do universo. Para a correta observação, é fundamental saber se o referencial no qual se encontra o observador é ou não acelerado, pois vários fenômenos podem decorrer do fato de o observador se encontrar em um referencial acelerado.
Nesse contexto, considere o lançamento de um projétil obliquamente em relação à superfície da Terra, considerada plana, visto de dois referenciais distintos: um referencial S0, definido pelo sistema de coordenadas xOy, em que o eixo Oy é perpendicular à superfície da Terra e o eixo Ox encontra-se no plano que define a superfície da Terra; e um referencial S1 definido pelo sistema de coordenadas x’Oy’, obtido pela rotação de S0 de um ângulo \( \theta \) , no sentido anti-horário, como mostra a figura abaixo.

A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
O heliocentrismo, que teve Galileu como um de seus defensores, começou a prosperar, como teoria da organização dos corpos celestes, a partir dos trabalhos de Nicolau Copérnico, no início da Revolução Industrial.
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A observação de estrelas e planetas é realizada desde a Antiguidade, período em que os gregos formularam teorias sobre a organização e o funcionamento do universo. Para a correta observação, é fundamental saber se o referencial no qual se encontra o observador é ou não acelerado, pois vários fenômenos podem decorrer do fato de o observador se encontrar em um referencial acelerado.
Nesse contexto, considere o lançamento de um projétil obliquamente em relação à superfície da Terra, considerada plana, visto de dois referenciais distintos: um referencial S0, definido pelo sistema de coordenadas xOy, em que o eixo Oy é perpendicular à superfície da Terra e o eixo Ox encontra-se no plano que define a superfície da Terra; e um referencial S1 definido pelo sistema de coordenadas x’Oy’, obtido pela rotação de S0 de um ângulo \( \theta \) , no sentido anti-horário, como mostra a figura abaixo.

A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
Sabendo-se que ao realizarem observações do movimento dos planetas os gregos da Antiguidade estavam em um referencial acelerado, é correto inferir que, nessas observações, era possível que, em determinados momentos, alguns dos planetas retrocedessem, em vez de se moverem sempre em um mesmo sentido.
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No interior das estrelas, por causa das altas temperaturas, são formados naturalmente elementos químicos. As reações a seguir, em que 2D1 representa um elemento químico com seu número atômico e sua massa atômica, ilustram processos de formação de átomos no
interior das estrelas.
I 2D1 + 2D1 → 4He2 + energia
II 4He2 + 4He2 → 8Be4 + energia
De fato, o processo mais comum de formação de átomos é o que incorpora um átomo de hélio, além de elementos previamente existentes. Por isso, os átomos que apresentam massa atômica múltipla de 4 são os mais abundantes no cosmos, como mostrado no gráfico abaixo.

Joseph Silk. In: O big bang, a origem do universo. Brasília: UnB, 1998 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
Considerando-se o gráfico apresentado, é correto afirmar que quanto maior a abundância cósmica de um elemento químico, maior a sua primeira energia de ionização.
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No interior das estrelas, por causa das altas temperaturas, são formados naturalmente elementos químicos. As reações a seguir, em que 2D1 representa um elemento químico com seu número atômico e sua massa atômica, ilustram processos de formação de átomos no
interior das estrelas.
I 2D1 + 2D1 → 4He2 + energia
II 4He2 + 4He2 → 8Be4 + energia
De fato, o processo mais comum de formação de átomos é o que incorpora um átomo de hélio, além de elementos previamente existentes. Por isso, os átomos que apresentam massa atômica múltipla de 4 são os mais abundantes no cosmos, como mostrado no gráfico abaixo.

Joseph Silk. In: O big bang, a origem do universo. Brasília: UnB, 1998 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
A configuração eletrônica do átomo formado na reação II é 1s2 2s2 2p4. O elemento químico associado a esse átomo é comum nas macromoléculas que formam polímeros em seres vivos.
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No interior das estrelas, por causa das altas temperaturas, são formados naturalmente elementos químicos. As reações a seguir, em que 2D1 representa um elemento químico com seu número atômico e sua massa atômica, ilustram processos de formação de átomos no
interior das estrelas.
I 2D1 + 2D1 → 4He2 + energia
II 4He2 + 4He2 → 8Be4 + energia
De fato, o processo mais comum de formação de átomos é o que incorpora um átomo de hélio, além de elementos previamente existentes. Por isso, os átomos que apresentam massa atômica múltipla de 4 são os mais abundantes no cosmos, como mostrado no gráfico abaixo.

Joseph Silk. In: O big bang, a origem do universo. Brasília: UnB, 1998 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
O elemento químico 2D1, indicado na reação I, é normalmente denominado deutério, hidrogênio de massa atômica igual a 2.
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No interior das estrelas, por causa das altas temperaturas, são formados naturalmente elementos químicos. As reações a seguir, em que 2D1 representa um elemento químico com seu número atômico e sua massa atômica, ilustram processos de formação de átomos no
interior das estrelas.
I 2D1 + 2D1 → 4He2 + energia
II 4He2 + 4He2 → 8Be4 + energia
De fato, o processo mais comum de formação de átomos é o que incorpora um átomo de hélio, além de elementos previamente existentes. Por isso, os átomos que apresentam massa atômica múltipla de 4 são os mais abundantes no cosmos, como mostrado no gráfico abaixo.

Joseph Silk. In: O big bang, a origem do universo. Brasília: UnB, 1998 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
A reação I corresponde a decaimento radioativo com emissão de partícula alfa.
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No interior das estrelas, por causa das altas temperaturas, são formados naturalmente elementos químicos. As reações a seguir, em que 2D1 representa um elemento químico com seu número atômico e sua massa atômica, ilustram processos de formação de átomos no
interior das estrelas.
I 2D1 + 2D1 → 4He2 + energia
II 4He2 + 4He2 → 8Be4 + energia
De fato, o processo mais comum de formação de átomos é o que incorpora um átomo de hélio, além de elementos previamente existentes. Por isso, os átomos que apresentam massa atômica múltipla de 4 são os mais abundantes no cosmos, como mostrado no gráfico abaixo.

Joseph Silk. In: O big bang, a origem do universo. Brasília: UnB, 1998 (com adaptações).
Considerando as informações apresentadas, julgue os itens seguintes.
O fato de as reações I e II apresentadas ocorrerem no interior das estrelas, como referido no texto, é compatível com a constatação de que é necessária muita energia para superar a repulsão elétrica existente entre átomos reagentes.
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