Foram encontradas 355 questões.
Brasília é mundialmente conhecida como uma cidade planejada. Tudo no seu devido lugar: setores habitacionais, setores comerciais, setores bancários, entre outros. No projeto original desse planejamento, a arborização não foi esquecida: as árvores estão presentes tanto nas quadras residenciais quanto nas comerciais, como também entre as largas avenidas da cidade. Na escolha das espécies para arborização, são considerados vários critérios, como porte, sombreamento, épocas de floração. Um problema comum é a rachadura em calçadas e ruas, provocada pelas espécies cujas raízes crescem mais próximas à superfície. O flamboyant, espécie muito utilizada na arborização de Brasília, proporciona bom sombreamento e produz flores com belas pétalas vermelhas ou alaranjadas.
Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item subsequente.
As características do ambiente influenciam mais o crescimento das raízes de uma planta que as características genéticas da espécie da planta.
Provas
Brasília é mundialmente conhecida como uma cidade planejada. Tudo no seu devido lugar: setores habitacionais, setores comerciais, setores bancários, entre outros. No projeto original desse planejamento, a arborização não foi esquecida: as árvores estão presentes tanto nas quadras residenciais quanto nas comerciais, como também entre as largas avenidas da cidade. Na escolha das espécies para arborização, são considerados vários critérios, como porte, sombreamento, épocas de floração. Um problema comum é a rachadura em calçadas e ruas, provocada pelas espécies cujas raízes crescem mais próximas à superfície. O flamboyant, espécie muito utilizada na arborização de Brasília, proporciona bom sombreamento e produz flores com belas pétalas vermelhas ou alaranjadas.
Tendo como referência o texto acima e os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item subsequente.
Na arborização de Brasília, poderiam ter sido utilizadas outras espécies, mas não, as do grupo das pteridófitas, não recomendadas devido às condições de luminosidade e umidade do cerrado.
Provas
Em cada uma das opções a seguir, é apresentada uma forma de terreno de reserva ambiental em uma região plana, com área de 10.000 km2. Assinale aquela correspondente ao terreno de menor perímetro de fronteira.
Provas
Planárias terrestres
A Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes do mundo por sua riqueza biológica, teve sua extensão reduzida, desde o descobrimento do Brasil, a uma infinidade de fragmentos, que somam entre 11% e 16% da mata original descoberta, ou pouco mais de 7%, se descontadas as porções menores. A conservação dos vegetais e animais remanescentes nesses fragmentos depende do restabelecimento de conexões entre eles, por meio dos chamados corredores ecológicos. Mas quais retalhos desse, antes, imenso tapete florestal devem ter prioridade para a implantação desses corredores? A resposta pode ser dada pela análise de grupos de animais que sirvam como modelo de avaliação da biodiversidade local, e um dos mais promissores, nesse sentido, são as planárias terrestres, pequenos vermes que se ocultam em locais úmidos, embaixo de troncos, pedras ou da folhagem caída no solo.
Ciência Hoje. n.º 267, vol. 45, jan.-fev./2010 (com adaptações).
Com relação ao texto e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item.
Nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, onde as chuvas ocorrem em poucos meses do ano, não se encontram formas fisionômicas florestais similares à da Mata Atlântica.
Provas
Planárias terrestres
A Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes do mundo por sua riqueza biológica, teve sua extensão reduzida, desde o descobrimento do Brasil, a uma infinidade de fragmentos, que somam entre 11% e 16% da mata original descoberta, ou pouco mais de 7%, se descontadas as porções menores. A conservação dos vegetais e animais remanescentes nesses fragmentos depende do restabelecimento de conexões entre eles, por meio dos chamados corredores ecológicos. Mas quais retalhos desse, antes, imenso tapete florestal devem ter prioridade para a implantação desses corredores? A resposta pode ser dada pela análise de grupos de animais que sirvam como modelo de avaliação da biodiversidade local, e um dos mais promissores, nesse sentido, são as planárias terrestres, pequenos vermes que se ocultam em locais úmidos, embaixo de troncos, pedras ou da folhagem caída no solo.
Ciência Hoje. n.º 267, vol. 45, jan.-fev./2010 (com adaptações).
Com relação ao texto e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item.
A reserva da biosfera da Mata Atlântica foi instituída sob a ótica da política ambiental brasileira, segundo a qual o aproveitamento econômico por meio da gestão dos recursos naturais é considerado incompatível com a necessidade de conservação da biosfera.
Provas
Planárias terrestres
A Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes do mundo por sua riqueza biológica, teve sua extensão reduzida, desde o descobrimento do Brasil, a uma infinidade de fragmentos, que somam entre 11% e 16% da mata original descoberta, ou pouco mais de 7%, se descontadas as porções menores. A conservação dos vegetais e animais remanescentes nesses fragmentos depende do restabelecimento de conexões entre eles, por meio dos chamados corredores ecológicos. Mas quais retalhos desse, antes, imenso tapete florestal devem ter prioridade para a implantação desses corredores? A resposta pode ser dada pela análise de grupos de animais que sirvam como modelo de avaliação da biodiversidade local, e um dos mais promissores, nesse sentido, são as planárias terrestres, pequenos vermes que se ocultam em locais úmidos, embaixo de troncos, pedras ou da folhagem caída no solo.
Ciência Hoje. n.º 267, vol. 45, jan.-fev./2010 (com adaptações).
Com relação ao texto e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item.
As planárias são mais próximas evolutivamente dos organismos causadores da esquistossomose que das minhocas.
Provas
Planárias terrestres
A Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes do mundo por sua riqueza biológica, teve sua extensão reduzida, desde o descobrimento do Brasil, a uma infinidade de fragmentos, que somam entre 11% e 16% da mata original descoberta, ou pouco mais de 7%, se descontadas as porções menores. A conservação dos vegetais e animais remanescentes nesses fragmentos depende do restabelecimento de conexões entre eles, por meio dos chamados corredores ecológicos. Mas quais retalhos desse, antes, imenso tapete florestal devem ter prioridade para a implantação desses corredores? A resposta pode ser dada pela análise de grupos de animais que sirvam como modelo de avaliação da biodiversidade local, e um dos mais promissores, nesse sentido, são as planárias terrestres, pequenos vermes que se ocultam em locais úmidos, embaixo de troncos, pedras ou da folhagem caída no solo.
Ciência Hoje. n.º 267, vol. 45, jan.-fev./2010 (com adaptações).
Com relação ao texto e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item.
Planárias são animais de vida livre que se desenvolvem em locais úmidos e sombreados e que, por não possuírem sistema respiratório, realizam suas trocas gasosas por simples difusão.
Provas
Planárias terrestres
A Mata Atlântica, um dos biomas mais importantes do mundo por sua riqueza biológica, teve sua extensão reduzida, desde o descobrimento do Brasil, a uma infinidade de fragmentos, que somam entre 11% e 16% da mata original descoberta, ou pouco mais de 7%, se descontadas as porções menores. A conservação dos vegetais e animais remanescentes nesses fragmentos depende do restabelecimento de conexões entre eles, por meio dos chamados corredores ecológicos. Mas quais retalhos desse, antes, imenso tapete florestal devem ter prioridade para a implantação desses corredores? A resposta pode ser dada pela análise de grupos de animais que sirvam como modelo de avaliação da biodiversidade local, e um dos mais promissores, nesse sentido, são as planárias terrestres, pequenos vermes que se ocultam em locais úmidos, embaixo de troncos, pedras ou da folhagem caída no solo.
Ciência Hoje. n.º 267, vol. 45, jan.-fev./2010 (com adaptações).
Com relação ao texto e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item.
Os corredores ecológicos contribuem significativamente para a conservação de organismos com grande mobilidade, como aves e mamíferos, mas não, para a de organismos com pequena ou nenhuma mobilidade, como alguns insetos e as plantas, que pouco se beneficiam desses corredores.
Provas

Cigarras: não tão inconsequentes quanto quer a fábula
As cigarras, mais notadamente a Magicicada septendecim, têm o tempo de vida mais longo entre os insetos. A vida delas começa embaixo da terra, onde as ninfas sugam, pacientemente, o suco da raiz das árvores. Depois de 17 anos de espera, as cigarras, ainda ninfas, emergem do solo, atingem a maturidade e voam em grande número, espalhando-se pelo campo. Depois de algumas semanas, elas acasalam, põem seus ovos e morrem.
As perguntas que intrigavam os biólogos eram: Por que o tempo de vida da cigarra é tão longo? Será que existe algum significado no fato de esse intervalo de tempo corresponder a um número primo de anos? Outra espécie, a Magicicada tredecimi, completa seus ciclos a cada 13 anos, o que sugere que um intervalo de tempo de vida que corresponda a um número primo de anos oferece alguma vantagem evolutiva.
Uma teoria sugere que a cigarra tem um parasita, que ela tenta evitar, e ele tem um ciclo de vida igualmente longo. Se o ciclo de vida do parasita é de, por exemplo, 2 anos, então a cigarra procura evitar um ciclo vital que seja divisível por 2; de outro modo, os ciclos da cigarra e do parasita iriam coincidir regularmente. De modo semelhante, se o ciclo de vida do parasita é de 3 anos, então a cigarra procura evitar um ciclo que seja divisível por 3, para que seu aparecimento não coincida sempre com o do parasita. No final, a melhor estratégia para as cigarras evitarem encontrar-se com seu parasita seria elas terem um ciclo de vida longo, durando um número primo de anos. Como nenhum número vai dividir 17, a Magicicada septendecim raramente se encontrará com seu parasita. Se o parasita tiver um ciclo de vida de 2 anos, eles só se encontrarão uma vez a cada 34 anos e, se ele tiver um ciclo mais longo, digamos, de 16 anos, então eles só se encontrarão uma vez a cada 272 anos.
De modo a contra-atacar, o parasita só pode ter dois ciclos de vida que aumentem a frequência de coincidências — o ciclo anual e o mesmo ciclo de 17 anos da cigarra. É improvável, contudo, que o parasita sobreviva se reaparecer durante 17 anos seguidos, porque, pelos primeiros 16 anos, ele não vai encontrar cigarras para parasitar. Dessa forma, o longo ciclo vital da cigarra a protege. Isso pode explicar por que o suposto parasita nunca foi encontrado.
Simon Singh. O último teorema de Fermat (com adaptações
Tendo esse texto como referência e considerando os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item seguinte.
Sabendo-se que as cigarras são ovíparas, é correto inferir que o desenvolvimento embrionário desses insetos ocorre fora do corpo materno.
Provas

Cigarras: não tão inconsequentes quanto quer a fábula
As cigarras, mais notadamente a Magicicada septendecim, têm o tempo de vida mais longo entre os insetos. A vida delas começa embaixo da terra, onde as ninfas sugam, pacientemente, o suco da raiz das árvores. Depois de 17 anos de espera, as cigarras, ainda ninfas, emergem do solo, atingem a maturidade e voam em grande número, espalhando-se pelo campo. Depois de algumas semanas, elas acasalam, põem seus ovos e morrem.
As perguntas que intrigavam os biólogos eram: Por que o tempo de vida da cigarra é tão longo? Será que existe algum significado no fato de esse intervalo de tempo corresponder a um número primo de anos? Outra espécie, a Magicicada tredecimi, completa seus ciclos a cada 13 anos, o que sugere que um intervalo de tempo de vida que corresponda a um número primo de anos oferece alguma vantagem evolutiva.
Uma teoria sugere que a cigarra tem um parasita, que ela tenta evitar, e ele tem um ciclo de vida igualmente longo. Se o ciclo de vida do parasita é de, por exemplo, 2 anos, então a cigarra procura evitar um ciclo vital que seja divisível por 2; de outro modo, os ciclos da cigarra e do parasita iriam coincidir regularmente. De modo semelhante, se o ciclo de vida do parasita é de 3 anos, então a cigarra procura evitar um ciclo que seja divisível por 3, para que seu aparecimento não coincida sempre com o do parasita. No final, a melhor estratégia para as cigarras evitarem encontrar-se com seu parasita seria elas terem um ciclo de vida longo, durando um número primo de anos. Como nenhum número vai dividir 17, a Magicicada septendecim raramente se encontrará com seu parasita. Se o parasita tiver um ciclo de vida de 2 anos, eles só se encontrarão uma vez a cada 34 anos e, se ele tiver um ciclo mais longo, digamos, de 16 anos, então eles só se encontrarão uma vez a cada 272 anos.
De modo a contra-atacar, o parasita só pode ter dois ciclos de vida que aumentem a frequência de coincidências — o ciclo anual e o mesmo ciclo de 17 anos da cigarra. É improvável, contudo, que o parasita sobreviva se reaparecer durante 17 anos seguidos, porque, pelos primeiros 16 anos, ele não vai encontrar cigarras para parasitar. Dessa forma, o longo ciclo vital da cigarra a protege. Isso pode explicar por que o suposto parasita nunca foi encontrado.
Simon Singh. O último teorema de Fermat (com adaptações
Tendo esse texto como referência e considerando os múltiplos aspectos que ele suscita, julgue o item seguinte.
O trecho “as ninfas sugam, pacientemente, o suco da raiz das árvores” faz referência à forma de alimentação de diversas espécies de insetos que possuem aparelho bucal sugador, sendo o suco a seiva elaborada (orgânica), a qual é transportada pelos vasos do floema.
Provas
Caderno Container