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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Ao contrário do que ocorre com as ondas eletromagnéticas, a onda mecânica transversal criada em um instrumento de corda não sofre refração.
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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Se forem utilizados vários berimbaus com cordas de mesmo comprimento, sendo todas submetidas à mesma tensão e com a pedra na mesma posição, o berimbau que tem a corda de maior densidade linear de massa emitirá sons mais graves.
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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
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Quando a corda do berimbau vibra, dois fenômenos ondulatórios contribuem para a formação das chamadas ondas estacionárias: a reflexão e a interferência.
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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
Do som mais agudo ao som mais grave emitidos por um instrumento musical, as ondas sonoras sofrem aumento progressivo de frequência.
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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
No funcionamento de um berimbau, ocorrem ondas longitudinais e transversais, desde o momento de excitação da corda até o da propagação do som.
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As notas musicais, elementos básicos da música, são tipicamente caracterizadas por sua frequência. A música ocidental é embasada em escalas que são compostas por um conjunto de notas representadas por razões bem definidas entre frequências.
Em um instrumento como o berimbau, além do arame e de uma pedra que funciona como suporte móvel, há uma cabaça que, por possuir propriedades elásticas especiais, converte com maior eficiência a energia de vibração da corda em energia sonora e passa a funcionar como caixa de ressonância. A pedra divide o arame em duas partes de comprimentos !$ L_1 !$ e !$ L_2 !$, como representado na figura abaixo.

Para uma tensão fixa da corda, seus modos de vibração são definidos por comprimentos de onda dados por !$ \large \lambda = {2L \over n} !$, para !$ n !$ inteiro, em que !$ L !$ é o comprimento da corda. A partir do modo fundamental !$ n = 1 !$ e usando-se a razão entre frequências, as escalas podem ser montadas.
Apesar de a frequência característica de uma nota ter padrão muito bem definido e organizado, frequências puras não são usualmente encontradas em instrumentos musicais reais. No som de determinado instrumento, sempre estão presentes componentes caóticas de frequência, com amplitude geralmente menor, que se sobrepõem à frequência fundamental, alterando-a. Tal efeito afeta o timbre do instrumento.
A partir dessas informações, julgue o próximo item.
O quarto harmônico de uma onda estacionária gerada em um berimbau tem o dobro de ventres e nós que o segundo harmônico gerado no mesmo instrumento, além de ter comprimento de onda quatro vezes maior que o primeiro harmônico.
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Um aspecto controverso sobre a organização da vida em seres complexos se encontra nas teorias sobre a evolução das células eucarióticas. Uma das possibilidades levantadas é que a célula eucariótica se teria originado a partir de um tipo curioso de procarionte que respondia a campos magnéticos — as magnetobactérias. Daí a hipótese da necessidade de um campo magnético para a evolução da vida complexa.
As magnetobactérias têm uma configuração que lhes confere um momento magnético permanente, o que permite que elas se alinhem ao campo magnético terrestre. Tal propriedade, conhecida como magnetotaxia, é observada em muitas espécies de bactérias modernas.
A magnetotaxia permite que tais seres, utilizando-se de flagelos para locomoção, se difundam de maneira organizada, o que lhes fornece a possibilidade de migrarem para ambientes quimicamente mais propícios ao longo das linhas do campo geomagnético.
Uma das pistas de que a vida complexa pode ter sido originada de magnetobactérias é a observação da utilização do campo magnético como mecanismo adaptativo por organismos multicelulares procariontes.
Tendo o texto como referência inicial e considerando a multiplicidade de aspectos que ele suscita, julgue o item.
A variação de um campo elétrico na região em que uma magnetobactéria se encontra estática é, teoricamente, capaz de induzir o movimento desse organismo.
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Um aspecto controverso sobre a organização da vida em seres complexos se encontra nas teorias sobre a evolução das células eucarióticas. Uma das possibilidades levantadas é que a célula eucariótica se teria originado a partir de um tipo curioso de procarionte que respondia a campos magnéticos — as magnetobactérias. Daí a hipótese da necessidade de um campo magnético para a evolução da vida complexa.
As magnetobactérias têm uma configuração que lhes confere um momento magnético permanente, o que permite que elas se alinhem ao campo magnético terrestre. Tal propriedade, conhecida como magnetotaxia, é observada em muitas espécies de bactérias modernas.
A magnetotaxia permite que tais seres, utilizando-se de flagelos para locomoção, se difundam de maneira organizada, o que lhes fornece a possibilidade de migrarem para ambientes quimicamente mais propícios ao longo das linhas do campo geomagnético.
Uma das pistas de que a vida complexa pode ter sido originada de magnetobactérias é a observação da utilização do campo magnético como mecanismo adaptativo por organismos multicelulares procariontes.
Tendo o texto como referência inicial e considerando a multiplicidade de aspectos que ele suscita, julgue o item.
Se uma magnetobactéria se deslocasse em um meio fluido de viscosidade nula, seu movimento, possibilitado pelo flagelo, seria mais efetivo que no caso de viscosidade não nula, devido à ausência de perdas geradas pelo atrito.
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Um aspecto controverso sobre a organização da vida em seres complexos se encontra nas teorias sobre a evolução das células eucarióticas. Uma das possibilidades levantadas é que a célula eucariótica se teria originado a partir de um tipo curioso de procarionte que respondia a campos magnéticos — as magnetobactérias. Daí a hipótese da necessidade de um campo magnético para a evolução da vida complexa.
As magnetobactérias têm uma configuração que lhes confere um momento magnético permanente, o que permite que elas se alinhem ao campo magnético terrestre. Tal propriedade, conhecida como magnetotaxia, é observada em muitas espécies de bactérias modernas.
A magnetotaxia permite que tais seres, utilizando-se de flagelos para locomoção, se difundam de maneira organizada, o que lhes fornece a possibilidade de migrarem para ambientes quimicamente mais propícios ao longo das linhas do campo geomagnético.
Uma das pistas de que a vida complexa pode ter sido originada de magnetobactérias é a observação da utilização do campo magnético como mecanismo adaptativo por organismos multicelulares procariontes.
Tendo o texto como referência inicial e considerando a multiplicidade de aspectos que ele suscita, julgue o item.
Além das células mencionadas no texto, outros organismos, entre os quais algumas aves, também são capazes de se movimentar orientando-se pelo campo magnético da Terra.
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Um aspecto controverso sobre a organização da vida em seres complexos se encontra nas teorias sobre a evolução das células eucarióticas. Uma das possibilidades levantadas é que a célula eucariótica se teria originado a partir de um tipo curioso de procarionte que respondia a campos magnéticos — as magnetobactérias. Daí a hipótese da necessidade de um campo magnético para a evolução da vida complexa.
As magnetobactérias têm uma configuração que lhes confere um momento magnético permanente, o que permite que elas se alinhem ao campo magnético terrestre. Tal propriedade, conhecida como magnetotaxia, é observada em muitas espécies de bactérias modernas.
A magnetotaxia permite que tais seres, utilizando-se de flagelos para locomoção, se difundam de maneira organizada, o que lhes fornece a possibilidade de migrarem para ambientes quimicamente mais propícios ao longo das linhas do campo geomagnético.
Uma das pistas de que a vida complexa pode ter sido originada de magnetobactérias é a observação da utilização do campo magnético como mecanismo adaptativo por organismos multicelulares procariontes.
Tendo o texto como referência inicial e considerando a multiplicidade de aspectos que ele suscita, julgue o item.
Nas células citadas no texto, as enzimas envolvidas no metabolismo energético estão situadas na face interna da membrana citoplasmática.
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