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Foram encontradas 349 questões.

2440376 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440376-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

Na área do sétimo continente, a quantidade de nutrientes é maior que em águas profundas, o que se deve à presença do fitoplâncton, que, pelo processo da fotossíntese, transforma a matéria inorgânica, como a citada no texto, em orgânica.

 

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2440375 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440375-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

Nas reações de polimerização para obtenção de polipropileno, o monômero utilizado é o propano.

 

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2440374 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440374-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

A biodegradação dos polímeros sintéticos citados no texto ocorre em pouco tempo.

 

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2440373 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440373-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

A quantidade de plástico, em massa, na área do continente lixo é seis vezes maior que a dos organismos cujos movimentos próprios são insuficientes para vencer as correntes existentes na massa de água onde vivem.

 

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2440372 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440372-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

Os animais mencionados no texto como os que confundem partículas de plástico com alimentos obtêm oxigênio por difusão, através da cutícula.

 

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2440371 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Texto I — para o item

Pouco se fala sobre o sétimo continente, uma gigantesca placa de lixo plástico que flutua no Oceano Pacífico, entre o litoral da Califórnia e do Havaí. Essa ilha de lixo, que mais parece uma enorme sopa de detritos plásticos flutuantes, é seis vezes maior que a França e tem cerca de 30 metros de espessura. Dados indicam que esse sétimo continente mede em torno de 3,4 milhões de quilômetros quadrados e pesa aproximadamente 3,5 milhões de toneladas, das quais cerca de 90% estão até dez centímetros abaixo da superfície. Essa ilha decorre de um redemoinho gigante que resulta da força da corrente do Pacífico Norte e que gira no sentido horário, juntamente com os ventos fortes que estejam na área. Essa força centrípeta leva, gradualmente, todo o lixo para o centro. Cerca de 80% dos resíduos dessa ilha provêm de terra firme e, transportados pelos rios e pelo vento, chegam aos mares. Acredita-se que, na área do continente lixo, existam até seis quilogramas de lixo plástico para cada quilograma de plâncton. Alguns animais, como tartarugas, baleias, focas e pássaros, morrem ao ingerir partículas de plástico, por confundi-las com alimentos. Outros animais acumulam toxinas, o que prejudica toda a cadeia alimentar. Calcula-se que um navio com capacidade para retirar os resíduos do sétimo continente levaria 27 anos para limpar toda a superfície da água.

Internet: <veja.abril.com.br> (com adaptações).

Enunciado 2440371-1

Tendo o texto e a figura acima como referências iniciais, julgue o item.

Por pertencerem ao mesmo hábitat e terem características morfológicas, fisiológicas e comportamentais semelhantes, os mamíferos citados no texto incluem-se na mesma categoria filogenética, ou seja, na mesma ordem.

 

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2440370 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Este trabalho diz respeito ao primeiro registro de fósseis na Bacia de São Paulo, bem como à primeira ocorrência de restos bem preservados do grupo no Brasil. Isotachis simonesii é uma nova espécie, que, proposta com base em gametófitos carbonificados, vivia em um paleoambiente úmido.

Revista do Instituto Geológico, v. 23, 2002, p. 19-22 (com adaptações).

Se a espécie referida no fragmento acima apresenta, ainda, como característica o protalo como fase duradoura, infere-se que ela pertence à categoria taxonômica denominada

 

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2440369 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2440369-1

Internet: <www.google.com.br>.

Tanto o homem quanto o macaco pertencem à ordem dos Primatas, a qual, por sua vez, faz parte da classe Mammalia. Homens, chimpanzés e demais primatas compartilharam um ancestral comum. A ideia de que a espécie Homo sapiens evoluiu do chimpanzé é derivada do erro clássico de se afirmar que a evolução ocorre em linha reta; na verdade, ela ocorre em forma de árvore ramificada. O fato de homens e chimpanzés compartilharem enorme porcentagem de seu genoma evidencia que essas espécies são muito aparentadas, mas não, que uma deu origem à outra.

Correio Braziliense, 13/5/2012, p. 24 (com adaptações).

Assinale a opção correspondente à árvore filogenética que melhor representa o parentesco da espécie humana com as espécies porco, chimpanzé, orangotango e gorila.

 

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2440368 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2440368-1

Internet: <www.google.com.br>.

Tanto o homem quanto o macaco pertencem à ordem dos Primatas, a qual, por sua vez, faz parte da classe Mammalia. Homens, chimpanzés e demais primatas compartilharam um ancestral comum. A ideia de que a espécie Homo sapiens evoluiu do chimpanzé é derivada do erro clássico de se afirmar que a evolução ocorre em linha reta; na verdade, ela ocorre em forma de árvore ramificada. O fato de homens e chimpanzés compartilharem enorme porcentagem de seu genoma evidencia que essas espécies são muito aparentadas, mas não, que uma deu origem à outra.

Correio Braziliense, 13/5/2012, p. 24 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item

O sedentarismo e a má alimentação podem acarretar modificações na expressão gênica e contribuir para o desenvolvimento da obesidade.

 

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2440367 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 2440367-1

Internet: <www.google.com.br>.

Tanto o homem quanto o macaco pertencem à ordem dos Primatas, a qual, por sua vez, faz parte da classe Mammalia. Homens, chimpanzés e demais primatas compartilharam um ancestral comum. A ideia de que a espécie Homo sapiens evoluiu do chimpanzé é derivada do erro clássico de se afirmar que a evolução ocorre em linha reta; na verdade, ela ocorre em forma de árvore ramificada. O fato de homens e chimpanzés compartilharem enorme porcentagem de seu genoma evidencia que essas espécies são muito aparentadas, mas não, que uma deu origem à outra.

Correio Braziliense, 13/5/2012, p. 24 (com adaptações).

A partir do texto e da figura acima, julgue o item

Por ter acesso aos cuidados de saúde e aos benefícios da urbanização, o Homo sapiens tornou-se uma espécie que não mais está submetida à seleção natural e à evolução, visto que, para que estas ocorram, é necessário que a espécie se encontre em seu ambiente natural.

 

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