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A cor da pele é definida pela interação de um número ainda não completamente delimitado de genes e o meio ambiente. O pigmento básico envolvido na definição dessa característica é a melanina, que pode ser de dois tipos: eumelanina — pigmento preto amarronzado — e feomelanina — pigmento dourado avermelhado. As diferenças na cor da pele são causadas não apenas pela quantidade de melanina, mas também pela proporção de cada tipo de melanina, pelo empacotamento desse pigmento nos melanossomos, pela sua distribuição na pele, entre outros fatores.
Dois tipos de genes estão envolvidos na herança da cor da pele: os genes principais e os genes secundários. Alterações em genes principais geralmente levam ao desenvolvimento de doenças, como os vários tipos de albinismo. Mutações em genes secundários estão envolvidas na ampla diversidade de cor da pele. A figura acima mostra um heterograma de uma família que apresenta mutação em um gene principal de cor da pele, representado na cor branca. A cor preta representa um alelo selvagem.
Internet: <www.saasta.ac.za> (com adaptações).
Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item a seguir.
Com relação à herança do gene principal representado na figura, assinale a opção correta.
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A cor da pele é definida pela interação de um número ainda não completamente delimitado de genes e o meio ambiente. O pigmento básico envolvido na definição dessa característica é a melanina, que pode ser de dois tipos: eumelanina — pigmento preto amarronzado — e feomelanina — pigmento dourado avermelhado. As diferenças na cor da pele são causadas não apenas pela quantidade de melanina, mas também pela proporção de cada tipo de melanina, pelo empacotamento desse pigmento nos melanossomos, pela sua distribuição na pele, entre outros fatores.
Dois tipos de genes estão envolvidos na herança da cor da pele: os genes principais e os genes secundários. Alterações em genes principais geralmente levam ao desenvolvimento de doenças, como os vários tipos de albinismo. Mutações em genes secundários estão envolvidas na ampla diversidade de cor da pele. A figura acima mostra um heterograma de uma família que apresenta mutação em um gene principal de cor da pele, representado na cor branca. A cor preta representa um alelo selvagem.
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Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item a seguir.
No que diz respeito à cor da pele, indivíduos com o mesmo genótipo podem apresentar diferentes fenótipos, e indivíduos com o mesmo fenótipo podem apresentar diferentes genótipos.
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A cor da pele é definida pela interação de um número ainda não completamente delimitado de genes e o meio ambiente. O pigmento básico envolvido na definição dessa característica é a melanina, que pode ser de dois tipos: eumelanina — pigmento preto amarronzado — e feomelanina — pigmento dourado avermelhado. As diferenças na cor da pele são causadas não apenas pela quantidade de melanina, mas também pela proporção de cada tipo de melanina, pelo empacotamento desse pigmento nos melanossomos, pela sua distribuição na pele, entre outros fatores.
Dois tipos de genes estão envolvidos na herança da cor da pele: os genes principais e os genes secundários. Alterações em genes principais geralmente levam ao desenvolvimento de doenças, como os vários tipos de albinismo. Mutações em genes secundários estão envolvidas na ampla diversidade de cor da pele. A figura acima mostra um heterograma de uma família que apresenta mutação em um gene principal de cor da pele, representado na cor branca. A cor preta representa um alelo selvagem.
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Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item a seguir.
Tal como ocorre na herança da estatura humana, não é possível, na herança da cor da pele, a definição de classes, como brancos, negros e pardos.
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A cor da pele é definida pela interação de um número ainda não completamente delimitado de genes e o meio ambiente. O pigmento básico envolvido na definição dessa característica é a melanina, que pode ser de dois tipos: eumelanina — pigmento preto amarronzado — e feomelanina — pigmento dourado avermelhado. As diferenças na cor da pele são causadas não apenas pela quantidade de melanina, mas também pela proporção de cada tipo de melanina, pelo empacotamento desse pigmento nos melanossomos, pela sua distribuição na pele, entre outros fatores.
Dois tipos de genes estão envolvidos na herança da cor da pele: os genes principais e os genes secundários. Alterações em genes principais geralmente levam ao desenvolvimento de doenças, como os vários tipos de albinismo. Mutações em genes secundários estão envolvidas na ampla diversidade de cor da pele. A figura acima mostra um heterograma de uma família que apresenta mutação em um gene principal de cor da pele, representado na cor branca. A cor preta representa um alelo selvagem.
Internet: <www.saasta.ac.za> (com adaptações).
Tendo como referência o texto e a figura acima, julgue o item a seguir.
Uma mutação em qualquer dos genes principais que atuam na via metabólica da melanina pode resultar em bloqueio dessa via, interrompendo-se a produção da melanina. Por isso, um casal de albinos pode ter um filho não albino, conforme o gene principal afetado.
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
A serotonina, após ser liberada na fenda sináptica, pode ser recapturada
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de
ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de
Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
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A serotonina, assim como os demais neurotransmissores, é transportada pela corrente sanguínea e atua em órgãos específicos, denominados órgãos-alvo.
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de
ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de
Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
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Campanhas de prevenção ao consumo de substâncias psicoativas, como o ecstasy, e de tratamento dos usuários de drogas podem estar associadas a campanhas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de
ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de
Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
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A MDMA pode causar, além de visões irreais ou oníricas, distorções da noção de tempo e espaço.
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de
ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de
Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
A hipertermia, causa prevalente de morte por uso do ecstasy, induz a desnaturação das proteínas.
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O ecstasy é uma droga sintética associada às manifestações festivas das culturas urbanas, como as festas rave, maratonas de dança que podem durar dias seguidos. O seu princípio ativo é a 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA). Parte dessa molécula se assemelha a um alucinógeno, e outra parte, a um estimulante. O ecstasy não chega a produzir alucinações como as decorrentes do uso do ácido lisérgico, LSD, nem os efeitos estimulantes da cocaína. Seus efeitos equivalem aos da mistura moderada dessas duas drogas e podem ser devastadores, levando à morte do usuário.
A maior causa de morte associada ao uso do ecstasy é a hipertermia. A razão de a MDMA afetar a termorregulação corporal não é clara, mas parece estar relacionada ao aumento de liberação de serotonina.
A serotonina é um neurotransmissor responsável pelo controle das emoções, pela regulação do domínio sensorial e motor e pela capacidade associativa do cérebro, e também pela regulação da temperatura do corpo. O MDMA induz o aumento das percepções visual e sonora, bem como a hipersensibilidade ao tato, que gera a necessidade de contato corporal, e a sensação de bem-estar e felicidade, conjugada com hiperatividade e ausência de cansaço, fatos que, adicionados à predisposição cerebral para movimentos corporais repetitivos, levam os indivíduos a dançar horas seguidas. A boa disposição é, no entanto, passageira, sendo comum a ressaca nos dias seguintes. Outros efeitos colaterais do uso do ecstasy são: dores de cabeça, dores musculares, náusea, hepatite tóxica, problemas renais, arritmia cardíaca, alucinações e crises de pânico.
Stella P. de Almeida e Maria Teresa A. Silva. Histórico, efeitos e mecanismo de
ação do êxtase (3-4 metilenodioximetanfetamina). Revista Panamericana de
Salud Publica/Pan Am J Public Health 8 (6), 2000 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência, julgue o item a seguir.
O tipo de estímulo provocado pelo uso de ecstasy depende do metabolismo de cada indivíduo, que, por sua vez, depende de fatores genéticos e ambientais.
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