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Foram encontradas 355 questões.

3131868 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3479548-1

Figura I

Enunciado 3479548-2

Figura II

Internet: <misteriosdouniverso.net>.

Um artigo publicado recentemente pela revista Science revelou que a empresa estadunidense ExxonMobil, uma das maiores produtoras de petróleo dos Estados Unidos, sabia, desde 1977, do aquecimento global de origem antrópica, mas seu posicionamento sempre foi considerá-lo uma especulação, assim como as mudanças climáticas.

Conforme o artigo, os estudos realizados pela ExxonMobil eram tão bons quanto os de origem acadêmica e eles utilizavam até modelos computacionais para prever as consequências de tais problemas.

“Eles foram precisos ao indicar quando o aquecimento global causado pelo homem seria detectado e quando se tornaria mais evidente a ponto de suscitar preocupações na sociedade. Enquanto cientistas e acadêmicos comunicavam o que sabiam ao público, a empresa trabalhava para negar, em suas atividades de relações públicas, o aquecimento, ou seja, ela sabia de tudo e passou décadas negando”, diz o professor Pedro Luiz Côrtes, titular da Escola de Comunicações e Artes e também do Instituto de Energia e Ambiente da USP.

Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).

Segundo o texto precedente, os estudos realizados pela ExxonMobil foram precisos em relação ao aquecimento global, que pode ser equiparado a uma tragédia. Considerando o contexto do aquecimento global e sua caracterização como uma tragédia, assim como aspectos relacionados à tragédia como gênero teatral, julgue o item a seguir.

No período renascentista, as tragédias teatrais já abordavam temas relacionados à preservação da natureza.

 

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3131867 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3479502-1

Eduardo Srur. PTS.

Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item a seguir.

A referida obra alerta para um problema invisibilizado no cotidiano dos grandes centros urbanos.

 

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3131866 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3479501-1

Eduardo Srur. PTS.

Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item a seguir.

Por meio dessa sua criação artística, Eduardo Srur provoca o espectador a refletir sobre a complexa relação do ser humano com a natureza no cotidiano urbano.

 

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3131865 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3479500-1

Eduardo Srur. PTS.

Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item a seguir.

Nessa obra, a presença de uma garrafa em escala monumental evidencia a preocupação da população urbana com a preservação dos rios.

 

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3131864 Ano: 2023
Disciplina: Educação Artística
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Enunciado 3479499-1

Eduardo Srur. PTS.

Tendo como referência a obra artística de Eduardo Srur representada na imagem precedente, julgue o item a seguir.

A obra adquire um significado ecológico em face do contexto da paisagem urbana poluída.

 

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3131863 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Por onde pude andar, no Brasil ou em outros cantos do mundo, prestei mais atenção nas águas do que nas edificações urbanas que se debruçam sobre elas — pois todos os nossos assentamentos humanos, na Europa, na Ásia, na África, por todos os lados, sempre foram atraídos pelos rios. Nas salas de aula, as crianças escutam que uma das civilizações mais antigas do mundo nasceu no delta do rio Nilo, no Egito, cujas águas irrigavam suas margens, propiciando condições para a agricultura e para sua civilização. Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios. As cidades, principalmente as grandes, foram se espalhando por cima dos corpos dos rios a ponto de não termos quase mais nenhum respeito por eles. O corpo da Terra não aguenta mais cidades, pelo menos não essas que se configuram como uma continuidade das pólis do mundo antigo, com gente protegida por muros, e o resto do lado de fora — indígenas, quilombolas, ribeirinhos. Além disso, as metrópoles são um sorvedouro de energia. Ainda há quem tenha a pachorra de dizer que o Brasil é vanguarda na produção de energia limpa. Eu não sei que história é essa, se você botar um filtro de sangue nas hidrelétricas de Tucuruí, Balbina, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, ele entope.

Ailton Krenak. Futuro ancestral. Companhia das Letras, 2022 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e os diversos assuntos a ele relacionados, julgue o item.

As ideias expostas no texto sugerem que o modo de vida contemporâneo, considerado por muitos como racional, não é sustentável, e o planeta não suportaria suas consequências caso ele fosse adotado por todos os seres humanos.

 

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3131862 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Por onde pude andar, no Brasil ou em outros cantos do mundo, prestei mais atenção nas águas do que nas edificações urbanas que se debruçam sobre elas — pois todos os nossos assentamentos humanos, na Europa, na Ásia, na África, por todos os lados, sempre foram atraídos pelos rios. Nas salas de aula, as crianças escutam que uma das civilizações mais antigas do mundo nasceu no delta do rio Nilo, no Egito, cujas águas irrigavam suas margens, propiciando condições para a agricultura e para sua civilização. Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios. As cidades, principalmente as grandes, foram se espalhando por cima dos corpos dos rios a ponto de não termos quase mais nenhum respeito por eles. O corpo da Terra não aguenta mais cidades, pelo menos não essas que se configuram como uma continuidade das pólis do mundo antigo, com gente protegida por muros, e o resto do lado de fora — indígenas, quilombolas, ribeirinhos. Além disso, as metrópoles são um sorvedouro de energia. Ainda há quem tenha a pachorra de dizer que o Brasil é vanguarda na produção de energia limpa. Eu não sei que história é essa, se você botar um filtro de sangue nas hidrelétricas de Tucuruí, Balbina, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, ele entope.

Ailton Krenak. Futuro ancestral. Companhia das Letras, 2022 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e os diversos assuntos a ele relacionados, julgue o item.

Infere-se das ideias do texto que povos indígenas, ribeirinhos e beiradeiros mantêm uma relação de maior respeito com a natureza, mas, por não serem capazes de adaptar suas atividades a um modelo de desenvolvimento economicamente rentável, permanecem em situação de pobreza.

 

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3131861 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Por onde pude andar, no Brasil ou em outros cantos do mundo, prestei mais atenção nas águas do que nas edificações urbanas que se debruçam sobre elas — pois todos os nossos assentamentos humanos, na Europa, na Ásia, na África, por todos os lados, sempre foram atraídos pelos rios. Nas salas de aula, as crianças escutam que uma das civilizações mais antigas do mundo nasceu no delta do rio Nilo, no Egito, cujas águas irrigavam suas margens, propiciando condições para a agricultura e para sua civilização. Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios. As cidades, principalmente as grandes, foram se espalhando por cima dos corpos dos rios a ponto de não termos quase mais nenhum respeito por eles. O corpo da Terra não aguenta mais cidades, pelo menos não essas que se configuram como uma continuidade das pólis do mundo antigo, com gente protegida por muros, e o resto do lado de fora — indígenas, quilombolas, ribeirinhos. Além disso, as metrópoles são um sorvedouro de energia. Ainda há quem tenha a pachorra de dizer que o Brasil é vanguarda na produção de energia limpa. Eu não sei que história é essa, se você botar um filtro de sangue nas hidrelétricas de Tucuruí, Balbina, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, ele entope.

Ailton Krenak. Futuro ancestral. Companhia das Letras, 2022 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e os diversos assuntos a ele relacionados, julgue o item.

A afirmação de que “O corpo da Terra não aguenta mais cidades” se contrapõe à ideia de desenvolvimento permeada no século XIX, período em que o avanço das cidades era utilizado como parâmetro para a hierarquização dos povos.

 

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3131860 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Por onde pude andar, no Brasil ou em outros cantos do mundo, prestei mais atenção nas águas do que nas edificações urbanas que se debruçam sobre elas — pois todos os nossos assentamentos humanos, na Europa, na Ásia, na África, por todos os lados, sempre foram atraídos pelos rios. Nas salas de aula, as crianças escutam que uma das civilizações mais antigas do mundo nasceu no delta do rio Nilo, no Egito, cujas águas irrigavam suas margens, propiciando condições para a agricultura e para sua civilização. Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios. As cidades, principalmente as grandes, foram se espalhando por cima dos corpos dos rios a ponto de não termos quase mais nenhum respeito por eles. O corpo da Terra não aguenta mais cidades, pelo menos não essas que se configuram como uma continuidade das pólis do mundo antigo, com gente protegida por muros, e o resto do lado de fora — indígenas, quilombolas, ribeirinhos. Além disso, as metrópoles são um sorvedouro de energia. Ainda há quem tenha a pachorra de dizer que o Brasil é vanguarda na produção de energia limpa. Eu não sei que história é essa, se você botar um filtro de sangue nas hidrelétricas de Tucuruí, Balbina, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, ele entope.

Ailton Krenak. Futuro ancestral. Companhia das Letras, 2022 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e os diversos assuntos a ele relacionados, julgue o item.

Infere-se do texto que o desenvolvimento tecnológico do Ocidente influenciou a adoção de um estilo de vida mais adaptado à natureza e a seus recursos naturais, o que garantiu o domínio da sociedade ocidental sobre os povos não ocidentais.

 

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3131859 Ano: 2023
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
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Por onde pude andar, no Brasil ou em outros cantos do mundo, prestei mais atenção nas águas do que nas edificações urbanas que se debruçam sobre elas — pois todos os nossos assentamentos humanos, na Europa, na Ásia, na África, por todos os lados, sempre foram atraídos pelos rios. Nas salas de aula, as crianças escutam que uma das civilizações mais antigas do mundo nasceu no delta do rio Nilo, no Egito, cujas águas irrigavam suas margens, propiciando condições para a agricultura e para sua civilização. Sempre estivemos perto da água, mas parece que aprendemos muito pouco com a fala dos rios. As cidades, principalmente as grandes, foram se espalhando por cima dos corpos dos rios a ponto de não termos quase mais nenhum respeito por eles. O corpo da Terra não aguenta mais cidades, pelo menos não essas que se configuram como uma continuidade das pólis do mundo antigo, com gente protegida por muros, e o resto do lado de fora — indígenas, quilombolas, ribeirinhos. Além disso, as metrópoles são um sorvedouro de energia. Ainda há quem tenha a pachorra de dizer que o Brasil é vanguarda na produção de energia limpa. Eu não sei que história é essa, se você botar um filtro de sangue nas hidrelétricas de Tucuruí, Balbina, Belo Monte, Santo Antônio e Jirau, ele entope.

Ailton Krenak. Futuro ancestral. Companhia das Letras, 2022 (com adaptações).

Considerando as ideias do texto precedente e os diversos assuntos a ele relacionados, julgue o item.

A separação entre natureza e cultura, que se caracterizou como uma marca do pensamento moderno ocidental, é considerada pelo autor do texto como nociva não apenas para a natureza, mas para a própria humanidade.

 

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