Foram encontradas 355 questões.
efeitos do período prolongado de calor na saúde
| até 15 anos |
entre 16 e 50 anos |
acima de 50 anos |
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problemas respiratórios |
260 | 120 | 180 |
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problemas de pele |
140 | 130 | 170 |
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problemas circulatórios |
120 | 110 | 170 |
Com o objetivo de conhecer o efeito de um período prolongado de dias quentes sobre a saúde dos indivíduos, foi realizada uma pesquisa com 1.400 moradores de várias cidades, cujos resultados, agrupados de acordo com as faixas etárias desses indivíduos, conforme descrição em 1.400 prontuários médicos, constam na tabela precedente.
Considerando as informações da situação hipotética apresentada, julgue o item seguinte.
A chance de se escolher ao acaso o prontuário de uma pessoa com idade até 15 anos com problemas respiratórios ou de uma pessoa com mais de 50 anos de idade é inferior a 50%.
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efeitos do período prolongado de calor na saúde
| até 15 anos |
entre 16 e 50 anos |
acima de 50 anos |
|
|
problemas respiratórios |
260 | 120 | 180 |
|
problemas de pele |
140 | 130 | 170 |
|
problemas circulatórios |
120 | 110 | 170 |
Com o objetivo de conhecer o efeito de um período prolongado de dias quentes sobre a saúde dos indivíduos, foi realizada uma pesquisa com 1.400 moradores de várias cidades, cujos resultados, agrupados de acordo com as faixas etárias desses indivíduos, conforme descrição em 1.400 prontuários médicos, constam na tabela precedente.
Considerando as informações da situação hipotética apresentada, julgue o item seguinte.
Na escolha ao acaso, a probabilidade de se escolher o prontuário de uma pessoa com mais de 15 anos que não apresente problemas circulatórios é superior a 0,4.
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)

No gráfico precedente, cujos dados foram compilados pelos centros nacionais de informação ambiental dos Estados Unidos da América, são mostradas as anomalias de temperaturas registradas na América do Sul de 1982 até 2022, em intervalos de dois anos. Nele, observa-se clara tendência de aumento da temperatura no continente sul-americano ao longo dos anos, conforme a linha imaginária de tendências.
Com base no gráfico e nas informações precedentes, julgue o próximo item.
Se a média aritmética !$ \bar{\text{y}} !$ das anomalias de temperaturas entre 2004 e 2032 for 10% maior que a média aritmética !$ \bar{\text{x}} !$ das anomalias entre 2004 e 2022, então a média aritmética !$ \bar{\text{z}} !$ das anomalias entre 2024 e 2032 será 30% maior que !$ \bar{\text{x}} !$.
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)

No gráfico precedente, cujos dados foram compilados pelos centros nacionais de informação ambiental dos Estados Unidos da América, são mostradas as anomalias de temperaturas registradas na América do Sul de 1982 até 2022, em intervalos de dois anos. Nele, observa-se clara tendência de aumento da temperatura no continente sul-americano ao longo dos anos, conforme a linha imaginária de tendências.
Com base no gráfico e nas informações precedentes, julgue o próximo item.
O aumento registrado entre a média aritmética dos cinco dados mais antigos da amostra (1982 a 1990) e os cinco dados mais recentes da amostra (2014 a 2022) é superior a 280%.
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No gráfico precedente, cujos dados foram compilados pelos centros nacionais de informação ambiental dos Estados Unidos da América, são mostradas as anomalias de temperaturas registradas na América do Sul de 1982 até 2022, em intervalos de dois anos. Nele, observa-se clara tendência de aumento da temperatura no continente sul-americano ao longo dos anos, conforme a linha imaginária de tendências.
Com base no gráfico e nas informações precedentes, julgue o próximo item.
A mediana dos dados apresentados no gráfico é 0,77 ºC.
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)

No gráfico precedente, é apresentada a diferença entre a temperatura média do ano e a temperatura média histórica, em graus Celsius (ºC), no Brasil, para o período de 1987 até 2021. A reta inserida no gráfico indica a tendência dos dados. Considerando o gráfico e as informações precedentes, julgue o item a seguir.
No período de 1998 até 2013, a média da sequência de dados no gráfico é inferior a 0,39.
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O animal mais utilizado como cobaia na ciência é o camundongo da espécie Mus musculus, em particular o branco, da linhagem conhecida como Balb. Esse nome é derivado do nome do primeiro criador desses animais, Halsey J. Bagg, e do fato de o camundongo apresentar um tipo de albinismo, que é autossômico recessivo (Bagg + albino = Balb). A linhagem Balb-c tem esse nome porque os animais são homozigotos para o alelo c para um gene autossômico envolvido em via metabólica relacionada à produção de pigmentação dos pelos, denominado gene C. Observa-se dominância completa quanto à expressão da característica cor do pelo quando se considera apenas esse gene. Além da ausência de pigmentação, várias outras características são observadas nesses animais, o que os torna especialmente importantes em estudos sobre câncer, imunologia e doenças cardiovasculares, por exemplo. Os camundongos são organismos diploides, cujo número de cromossomos nucleares é 40.
Suponha que um laboratório que produz camundongos tenha cruzado um camundongo macho com fenótipo Balb-c, de linhagem pura para ausência de pigmentação nos pelos, com uma fêmea do tipo selvagem, de linhagem pura para a presença de coloração nos pelos, gerando prole. Dadas as informações e a situação hipotética precedente, julgue o item abaixo.
Na situação hipotética, a prole do cruzamento apresentará pelos brancos.
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O animal mais utilizado como cobaia na ciência é o camundongo da espécie Mus musculus, em particular o branco, da linhagem conhecida como Balb. Esse nome é derivado do nome do primeiro criador desses animais, Halsey J. Bagg, e do fato de o camundongo apresentar um tipo de albinismo, que é autossômico recessivo (Bagg + albino = Balb). A linhagem Balb-c tem esse nome porque os animais são homozigotos para o alelo c para um gene autossômico envolvido em via metabólica relacionada à produção de pigmentação dos pelos, denominado gene C. Observa-se dominância completa quanto à expressão da característica cor do pelo quando se considera apenas esse gene. Além da ausência de pigmentação, várias outras características são observadas nesses animais, o que os torna especialmente importantes em estudos sobre câncer, imunologia e doenças cardiovasculares, por exemplo. Os camundongos são organismos diploides, cujo número de cromossomos nucleares é 40.
Suponha que um laboratório que produz camundongos tenha cruzado um camundongo macho com fenótipo Balb-c, de linhagem pura para ausência de pigmentação nos pelos, com uma fêmea do tipo selvagem, de linhagem pura para a presença de coloração nos pelos, gerando prole. Dadas as informações e a situação hipotética precedente, julgue o item abaixo.
Caso o objetivo do cruzamento mencionado na situação hipotética seja produzir apenas camundongos Balb-c, não há razão para cruzá-los com camundongos de pelagem selvagem.
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O animal mais utilizado como cobaia na ciência é o camundongo da espécie Mus musculus, em particular o branco, da linhagem conhecida como Balb. Esse nome é derivado do nome do primeiro criador desses animais, Halsey J. Bagg, e do fato de o camundongo apresentar um tipo de albinismo, que é autossômico recessivo (Bagg + albino = Balb). A linhagem Balb-c tem esse nome porque os animais são homozigotos para o alelo c para um gene autossômico envolvido em via metabólica relacionada à produção de pigmentação dos pelos, denominado gene C. Observa-se dominância completa quanto à expressão da característica cor do pelo quando se considera apenas esse gene. Além da ausência de pigmentação, várias outras características são observadas nesses animais, o que os torna especialmente importantes em estudos sobre câncer, imunologia e doenças cardiovasculares, por exemplo. Os camundongos são organismos diploides, cujo número de cromossomos nucleares é 40.
Suponha que um laboratório que produz camundongos tenha cruzado um camundongo macho com fenótipo Balb-c, de linhagem pura para ausência de pigmentação nos pelos, com uma fêmea do tipo selvagem, de linhagem pura para a presença de coloração nos pelos, gerando prole. Dadas as informações e a situação hipotética precedente, julgue o item abaixo.
Na situação hipotética apresentada, a prole do cruzamento será composta por heterozigotos para o gene em questão.
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O animal mais utilizado como cobaia na ciência é o camundongo da espécie Mus musculus, em particular o branco, da linhagem conhecida como Balb. Esse nome é derivado do nome do primeiro criador desses animais, Halsey J. Bagg, e do fato de o camundongo apresentar um tipo de albinismo, que é autossômico recessivo (Bagg + albino = Balb). A linhagem Balb-c tem esse nome porque os animais são homozigotos para o alelo c para um gene autossômico envolvido em via metabólica relacionada à produção de pigmentação dos pelos, denominado gene C. Observa-se dominância completa quanto à expressão da característica cor do pelo quando se considera apenas esse gene. Além da ausência de pigmentação, várias outras características são observadas nesses animais, o que os torna especialmente importantes em estudos sobre câncer, imunologia e doenças cardiovasculares, por exemplo. Os camundongos são organismos diploides, cujo número de cromossomos nucleares é 40.
Suponha que um laboratório que produz camundongos tenha cruzado um camundongo macho com fenótipo Balb-c, de linhagem pura para ausência de pigmentação nos pelos, com uma fêmea do tipo selvagem, de linhagem pura para a presença de coloração nos pelos, gerando prole. Dadas as informações e a situação hipotética precedente, julgue o item abaixo.
Pelas informações apresentadas, conclui-se que o núcleo do gameta do camundongo macho tem 40 moléculas de DNA.
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