Foram encontradas 170 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inimigos
O apelido de Maria Teresa, para Norberto, era “Quequinha”.
Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma da sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
– Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
– Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e quisesse se referir a ela, dizia:
– A mulher aqui...
Ou, às vezes:
– Esta mulherzinha...
Mas nunca mais de Quequinha.
(O tempo... O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em silêncio. Ele usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
– Ela odeia o Charles Bronson.
– Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la.
Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e apontar com o queixo.
– Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
– Aquilo...
(Luís Fernando Veríssimo)
Leia as frases:
O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em silêncio. Ele usa armas químicas.
Assinale a alternativa em que as frases estão reescritas corretamente, em um único período, sem prejuízo do sentido original.
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Leia o texto para responder à questão.
A genética fracassou?
Escrever o manual de instruções de uma pessoa. Esse era o objetivo dos cientistas que começaram a mapear e sequenciar o genoma humano, em 1990. Com um mutirão de cientistas e computadores potentes, no entanto, o mundo achou que era hora de entender tudo: por que ficamos doentes ou nascemos com cabelos lisos ou crespos.
Saberíamos com antecedência que doenças nos afetariam no futuro. Desligando genes que causam disfunções e ligando aqueles responsáveis pelo conserto, seria mínimo o risco de sofrermos de males hereditários. Acreditando nisso, o mundo comemorou o mapeamento quase completo do genoma humano em 2000. Em coisa de 10 anos, diziam os líderes do projeto, viveríamos mais e melhor. No entanto, os 10 anos se passaram e o que foi prometido não aconteceu.
Doenças desvendadas
Se tudo tivesse saído como imaginado, o Projeto Genoma teria desvendado a causa de doenças graves, como diabetes e câncer. O resultado do trabalho seria um manual mesmo: “Os genes BRCA1 e BRCA2 são responsáveis por suprimir tumores. Em caso de mau funcionamento, podem causar câncer de mama”. De posse desse “livro da vida” (termo que os cientistas usavam), médicos saberiam exatamente como nos curar e livrar de doenças. Diabéticos, por exemplo, sairiam com uma receita que regulasse o gene responsável pela produção de insulina. O Projeto Genoma mapearia os botões do corpo que ativam determinados processos – os médicos só precisariam ligá-los e desligá-los conforme necessário.
Mas esse cenário começou a desmoronar logo, assim que os cientistas mergulharam nos dados do genoma. (...) O que os cientistas tinham de fazer era olhar para a espiral do DNA e apontar os pedaços dela que mandam o corpo produzir proteínas. Esses pedaços são os genes.
A identificação deu tanto trabalho quanto sair cavucando por aí para achar ouro. Ouro mesmo, porque os genes têm esta função mais nobre no organismo: produzir proteínas. Tudo o que acontece no seu corpo é regulado pelas proteínas, como a cor do cabelo e a absorção de gordura. E esse trabalho é feito de acordo com o que os genes mandam. Eles ordenam, as proteínas executam.
Além de valiosos, genes são raros no DNA. A maior parte da espiral é formada por “DNA lixo”, como eram carinhosamente apelidados os trechos de DNA que não codificavam proteínas.
Descobrir quantos e quais são os nossos genes seria a primeira etapa para desvendar doenças. Acreditava-se que cada gene produzia uma proteína. Com um listão de todos os pares, saberíamos em qual deles mexer quando adoecêssemos.
Pena que essa tese estava errada. A ideia de que bastaria interferir em um gene para resolver um problema que surgisse caiu por terra.
Na verdade, ela até ficou de pé, mas só para doenças mais raras. Estas sim são causadas por um único gene. É o caso da doença de Huntington, um distúrbio neurológico. Com um simples exame de sangue, é possível saber com precisão se alguém vai ou não ter o problema.
Para o resto das doenças, no entanto, é bem mais difícil encontrar uma resposta exata. (...) Os cientistas perceberam, portanto, que mapear e sequenciar o genoma não seria o fim de uma maratona. Seria o começo.
(João Vito Cinquepalmi, Superinteressante, setembro de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o(s) verbo(s) destacados esteja(m) na voz ativa.
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O fato de ser o primeiro a elaborar o conceito de classe social é atribuído ao pensador
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Atualmente, a evolução das espécies é explicada corretamente de acordo com a teoria elaborada por
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Para responder à questão, leia o texto seguinte.
Professor Robert Park of the University of Maryland has launched an attack on the popular image of scientists as shown by movies and television. Scientists, he says, are generally portrayed as forgetful, short-sighted and even crazy.
The professor is right, of course. Though there have been a few serious attempts to treat scientists with respect, the model for most movie scientists remains the screen version of Mary Shelley’s Frankenstein. Brilliant man, of course, but so obsessed with making a monstrous Boris Karloff from spare body parts that he seems quite unconcerned by what his awful creation is likely to get up to.
Frankenstein had even madder movie contemporaries. There was Dr. Moreau, whose speciality was genetics: his laboratory was an island of creatures that were half animal and half human. Or how about Dr. Alexander Thorkel as a role model? In Dr. Cyclops he might be the world’s greatest biologist, but his fondness for shrinking people to the size of chickens does not suggest a candidate for the Nobel Prize. [...]
(Peter May. Knockout First Certificate. Oxford: Oxford University Press, 2000)
No trecho – ... whose speciality was genetics –, o pronome relativo whose refere-se a
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Considere os seguintes compostos orgânicos:

Quanto ao caráter ácido-base, os compostos I, II e III apresentam, respectivamente, caráter
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Analise a charge para responder à questão.

(Adaptado)
A regência verbal está incorreta na frase – Mas não fica sem assistir o novo reality show.
Assinale a alternativa correta em relação à regência e ao uso ou não da crase.
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Esse era um dos cenários do mundo no pós-guerra: uma bipolarização maniqueísta entre Estados Unidos e União Soviética, que definiria a guerra fria.
(Flavio de Campos e Renan G. Miranda, Oficina de história: história integrada)
Sobre o processo apresentado, é correto afirmar que
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1364479
Ano: 2010
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia os poemas para responder à questão.
Texto I
Torce, aprimora, alteia, lima
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim.
Quero que a estrofe cristalina,
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito.
A frase; e, enfim,
No verso de ouro engasta a rima,
Como um rubim.
Quero que a estrofe cristalina,
Dobrada ao jeito
Do ourives, saia da oficina
Sem um defeito.
Texto II
Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.
Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?
Texto III
Eu nasci além dos mares:
Os meus lares,
Meus amores ficam lá!
– Onde canta nos retiros
Seus suspiros,
Suspiros o sabiá!
(...)
Oh! que saudades tamanhas
Das montanhas,
Daqueles campos natais!
Daquele céu de safira
Que se mira,
Que se mira nos cristais!
Os meus lares,
Meus amores ficam lá!
– Onde canta nos retiros
Seus suspiros,
Suspiros o sabiá!
(...)
Oh! que saudades tamanhas
Das montanhas,
Daqueles campos natais!
Daquele céu de safira
Que se mira,
Que se mira nos cristais!
Assinale a alternativa correta em relação ao que se afirma sobre os textos I, II e III.
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A reta t do plano cartesiano passa pelo ponto (−8,0) e tangencia a circunferência de equação (x − 5)2 + y2 = 25 num ponto do 1.º quadrante, como representado no esquema.

O coeficiente angular da reta t é igual a
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