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Foram encontradas 170 questões.

1365977 Ano: 2010
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Para responder à questão, leia o texto seguinte.
Professor Robert Park of the University of Maryland has launched an attack on the popular image of scientists as shown by movies and television. Scientists, he says, are generally portrayed as forgetful, short-sighted and even crazy.
The professor is right, of course. Though there have been a few serious attempts to treat scientists with respect, the model for most movie scientists remains the screen version of Mary Shelley’s Frankenstein. Brilliant man, of course, but so obsessed with making a monstrous Boris Karloff from spare body parts that he seems quite unconcerned by what his awful creation is likely to get up to.
Frankenstein had even madder movie contemporaries. There was Dr. Moreau, whose speciality was genetics: his laboratory was an island of creatures that were half animal and half human. Or how about Dr. Alexander Thorkel as a role model? In Dr. Cyclops he might be the world’s greatest biologist, but his fondness for shrinking people to the size of chickens does not suggest a candidate for the Nobel Prize. [...]
(Peter May. Knockout First Certificate. Oxford: Oxford University Press, 2000)
De acordo com o texto, Professor Park
 

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1365949 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Somando-se um mesmo número a cada termo da sequência (−1, 1, 4) obteve-se uma nova sequência. Sabendo que a sequência obtida é uma progressão geométrica, a sua razão vale
 

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1365932 Ano: 2010
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Para contestar a la cuestione, lea el texto a continuación.
Perfil Marina Silva
‘Reverde’ con causa
Si los candidatos hubieran llegado a la campaña en las mismas condiciones, si ningún votante supiera a quién apoya Luiz Inácio Lula da Silva, si los partidos no existieran, Marina Silva sería seguramente favorita para pasar a una segunda vuelta. Descontando al octogenario socialista Plínio de Arruda Sampaio, sólo la ex ministra y ex senadora ha sido capaz de animar los últimos debates y dar un tono distinto a los discursos.
La más joven de los tres principales candidatos a la Presidencia podría incluso alcanzar la segunda ronda si las elecciones no fueran hoy, si la campaña se prolongara tres o cuatro semanas más. Porque Marina (Rio Branco, 1958) ha protagonizado una brillante recta final que le ha llevado a duplicar su apoyo en las encuestas, desde el 8% en que permaneció estancada durante meses hasta el 16%.
Analfabetismo
Nacida en una familia de 11 hermanos, Marina pasó su niñez sin apenas formación hasta que a los 15 años fue llevada a la capital del estado de Acre para curarse de una hepatitis. “Cuando llegué a la ciudad, no sabía ni leer los letreros de los autobuses”, reconoció en uno de los debates para explicar lo increíble de su historia.
A los 36, una década después de meterse en política al abrigo del Partido de los Trabajadores (PT), se convirtió en la senadora más joven de la historia de Brasil. No sería su último logro. Con la llegada de Lula da Silva al poder, Marina asumió el desafío de liderar el Ministerio de Medio Ambiente para intentar trasladar allí su defensa de la selva amazónica.
Adiós al Ministério
Pero la preservación de la biodiversidad que ella defendía no era compatible con los intereses económicos de otros ministros, y los enfrentamientos la forzaron a entregar su carta de dimisión en 2008.
(http://www.elmundo.es/america/, 03 de octubre de 2010. Adaptado)
El pronombre la, destacado en el último párrafo, se refiere a
 

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1365841 Ano: 2010
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Chamamos de feudalismo ao sistema social que se desenvolveu na Europa medieval, cuja característica básica foi a dominação e exploração dos camponeses pela nobreza por meio da servidão.
(Luiz Koshiba, História: origens, estruturas e processos)
No contexto da Europa medieval, essa relação de trabalho
 

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1365781 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o texto para responder à questão.
A genética fracassou?
Escrever o manual de instruções de uma pessoa. Esse era o objetivo dos cientistas que começaram a mapear e sequenciar o genoma humano, em 1990. Com um mutirão de cientistas e computadores potentes, no entanto, o mundo achou que era hora de entender tudo: por que ficamos doentes ou nascemos com cabelos lisos ou crespos.
Saberíamos com antecedência que doenças nos afetariam no futuro. Desligando genes que causam disfunções e ligando aqueles responsáveis pelo conserto, seria mínimo o risco de sofrermos de males hereditários. Acreditando nisso, o mundo comemorou o mapeamento quase completo do genoma humano em 2000. Em coisa de 10 anos, diziam os líderes do projeto, viveríamos mais e melhor. No entanto, os 10 anos se passaram e o que foi prometido não aconteceu.
Doenças desvendadas
Se tudo tivesse saído como imaginado, o Projeto Genoma teria desvendado a causa de doenças graves, como diabetes e câncer. O resultado do trabalho seria um manual mesmo: “Os genes BRCA1 e BRCA2 são responsáveis por suprimir tumores. Em caso de mau funcionamento, podem causar câncer de mama”. De posse desse “livro da vida” (termo que os cientistas usavam), médicos saberiam exatamente como nos curar e livrar de doenças. Diabéticos, por exemplo, sairiam com uma receita que regulasse o gene responsável pela produção de insulina. O Projeto Genoma mapearia os botões do corpo que ativam determinados processos – os médicos só precisariam ligá-los e desligá-los conforme necessário.
Mas esse cenário começou a desmoronar logo, assim que os cientistas mergulharam nos dados do genoma. (...) O que os cientistas tinham de fazer era olhar para a espiral do DNA e apontar os pedaços dela que mandam o corpo produzir proteínas. Esses pedaços são os genes.
A identificação deu tanto trabalho quanto sair cavucando por aí para achar ouro. Ouro mesmo, porque os genes têm esta função mais nobre no organismo: produzir proteínas. Tudo o que acontece no seu corpo é regulado pelas proteínas, como a cor do cabelo e a absorção de gordura. E esse trabalho é feito de acordo com o que os genes mandam. Eles ordenam, as proteínas executam.
Além de valiosos, genes são raros no DNA. A maior parte da espiral é formada por “DNA lixo”, como eram carinhosamente apelidados os trechos de DNA que não codificavam proteínas.
Descobrir quantos e quais são os nossos genes seria a primeira etapa para desvendar doenças. Acreditava-se que cada gene produzia uma proteína. Com um listão de todos os pares, saberíamos em qual deles mexer quando adoecêssemos.
Pena que essa tese estava errada. A ideia de que bastaria interferir em um gene para resolver um problema que surgisse caiu por terra.
Na verdade, ela até ficou de pé, mas só para doenças mais raras. Estas sim são causadas por um único gene. É o caso da doença de Huntington, um distúrbio neurológico. Com um simples exame de sangue, é possível saber com precisão se alguém vai ou não ter o problema.
Para o resto das doenças, no entanto, é bem mais difícil encontrar uma resposta exata. (...) Os cientistas perceberam, portanto, que mapear e sequenciar o genoma não seria o fim de uma maratona. Seria o começo.
(João Vito Cinquepalmi, Superinteressante, setembro de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a conjunção destacada estabelece a mesma relação expressa em:
Se tudo tivesse saído como imaginado, o Projeto Genoma teria desvendado a causa de doenças graves...
 

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1365777 Ano: 2010
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o excerto para responder à questão.
[... tanto os pobres (podzol), como os ricos (tchernozion) são explorados intensamente, com investimentos constantes em produtos químicos e também, tecnológicos.]
(J. Willian Vesentini, Sociedade e Espaço. Adaptado)
Esse trecho traz algumas características da região temperada do globo terrestre, referindo-se
 

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1365776 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Inimigos
O apelido de Maria Teresa, para Norberto, era “Quequinha”.
Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma da sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava:
– Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
– Ora, Beto!
Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e quisesse se referir a ela, dizia:
– A mulher aqui...
Ou, às vezes:
– Esta mulherzinha...
Mas nunca mais de Quequinha.
(O tempo... O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em silêncio. Ele usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”.
– Ela odeia o Charles Bronson.
– Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la.
Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e apontar com o queixo.
– Essa aí...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
– Aquilo...
(Luís Fernando Veríssimo)
Sobre o texto, pode-se afirmar que
 

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1365759 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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Leia o texto para responder à questão.
A genética fracassou?
Escrever o manual de instruções de uma pessoa. Esse era o objetivo dos cientistas que começaram a mapear e sequenciar o genoma humano, em 1990. Com um mutirão de cientistas e computadores potentes, no entanto, o mundo achou que era hora de entender tudo: por que ficamos doentes ou nascemos com cabelos lisos ou crespos.
Saberíamos com antecedência que doenças nos afetariam no futuro. Desligando genes que causam disfunções e ligando aqueles responsáveis pelo conserto, seria mínimo o risco de sofrermos de males hereditários. Acreditando nisso, o mundo comemorou o mapeamento quase completo do genoma humano em 2000. Em coisa de 10 anos, diziam os líderes do projeto, viveríamos mais e melhor. No entanto, os 10 anos se passaram e o que foi prometido não aconteceu.
Doenças desvendadas
Se tudo tivesse saído como imaginado, o Projeto Genoma teria desvendado a causa de doenças graves, como diabetes e câncer. O resultado do trabalho seria um manual mesmo: “Os genes BRCA1 e BRCA2 são responsáveis por suprimir tumores. Em caso de mau funcionamento, podem causar câncer de mama”. De posse desse “livro da vida” (termo que os cientistas usavam), médicos saberiam exatamente como nos curar e livrar de doenças. Diabéticos, por exemplo, sairiam com uma receita que regulasse o gene responsável pela produção de insulina. O Projeto Genoma mapearia os botões do corpo que ativam determinados processos – os médicos só precisariam ligá-los e desligá-los conforme necessário.
Mas esse cenário começou a desmoronar logo, assim que os cientistas mergulharam nos dados do genoma. (...) O que os cientistas tinham de fazer era olhar para a espiral do DNA e apontar os pedaços dela que mandam o corpo produzir proteínas. Esses pedaços são os genes.
A identificação deu tanto trabalho quanto sair cavucando por aí para achar ouro. Ouro mesmo, porque os genes têm esta função mais nobre no organismo: produzir proteínas. Tudo o que acontece no seu corpo é regulado pelas proteínas, como a cor do cabelo e a absorção de gordura. E esse trabalho é feito de acordo com o que os genes mandam. Eles ordenam, as proteínas executam.
Além de valiosos, genes são raros no DNA. A maior parte da espiral é formada por “DNA lixo”, como eram carinhosamente apelidados os trechos de DNA que não codificavam proteínas.
Descobrir quantos e quais são os nossos genes seria a primeira etapa para desvendar doenças. Acreditava-se que cada gene produzia uma proteína. Com um listão de todos os pares, saberíamos em qual deles mexer quando adoecêssemos.
Pena que essa tese estava errada. A ideia de que bastaria interferir em um gene para resolver um problema que surgisse caiu por terra.
Na verdade, ela até ficou de pé, mas só para doenças mais raras. Estas sim são causadas por um único gene. É o caso da doença de Huntington, um distúrbio neurológico. Com um simples exame de sangue, é possível saber com precisão se alguém vai ou não ter o problema.
Para o resto das doenças, no entanto, é bem mais difícil encontrar uma resposta exata. (...) Os cientistas perceberam, portanto, que mapear e sequenciar o genoma não seria o fim de uma maratona. Seria o começo.
(João Vito Cinquepalmi, Superinteressante, setembro de 2010. Adaptado)
Assinale a alternativa correta quanto ao uso dos tempos verbais.
 

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1365736 Ano: 2010
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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A questão são baseadas no texto seguinte.
André e Antonio são amigos de infância e passaram os últimos tempos preparando-se para o vestibular. Chegado o dia, eles decidem ir juntos ao local da prova. O meio de transporte será o automóvel de Antonio. Folgados, deixam para sair na última hora.
O líquido de arrefecimento do motor do carro de Antonio sofre uma variação de temperatura dos 22 ºC no ato da partida até 92 ºC quando a ventoinha passa a funcionar. Observa-se uma dilatação de 10% no volume desse líquido. Desprezando-se a dilatação do radiador e dos tubos de condução do líquido, o coeficiente de dilatação volumétrico do líquido entre as temperaturas citadas vale, em ºC–1,
 

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1365572 Ano: 2010
Disciplina: Química
Banca: VUNESP
Orgão: UNCISAL
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O sulfato de bário (BaSO4) é um sal insolúvel em água e em gordura. É utilizado mundialmente como contraste em exames radiológicos, sendo administrado por via oral ou retal. Os principais exames realizados com esse contraste são a radiografia de esôfago, estômago e intestino, entre outros.

(http://www.anvisa.gov.br)

No laboratório, o sulfato de bário pode ser obtido a partir da reação de BaCl2 com Na2SO4. A somatória dos coeficientes estequiométricos da equação balanceada dessa reação é

 

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