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Foram encontradas 90 questões.

1813123 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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enunciado 3157043-1
Se me mostrarem um único ser vivo que não tenha ancestral, minha teoria poderá ser enterrada.
(Charles Darwin)
Sobre essa frase, afirmou-se que:
I. Contrapõe-se ao criacionismo religioso.
II. Contrapõe-se ao essencialismo de Platão, segundo o qual todas as espécies têm uma essência fixa e eterna.
III. Sugere uma possibilidade que, se comprovada, poderia refutar a hipótese evolutiva darwiniana.
IV. Propõe que as espécies atuais evoluíram a partir da modificação de espécies ancestrais, não aparentadas entre si.
V. Nega a existência de espécies extintas, que não deixaram descendentes.
É correto o que se afirma em
 

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1812948 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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No século XIX a música brasileira teve sua maior expressão na obra de Antonio Carlos Gomes, aclamado uma personalidade musical da corte de dom Pedro II. A estreia de sua ópera “O Guarani” em 1870 nos teatros de Milão e do Rio de Janeiro trouxe-lhe reconhecimento internacional. A ópera inspira-se no romance indianista O Guarani, de José de Alencar, publicado em 1857, que narra um triângulo amoroso entre a jovem Cecília, o índio Pery e o português dom Álvaro.
(Coleção Folha grandes óperas. Carlos Gomes, vol. 07, 2011. Adaptado.)
Assinale a alternativa que se refere corretamente a fatos ocorridos na história do Brasil no período que se estende de 1850 a 1870.
 

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1751295 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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O freio eletromagnético é um dispositivo no qual interações eletromagnéticas provocam uma redução de velocidade num corpo em movimento, sem a necessidade da atuação de forças de atrito. A experiência descrita a seguir ilustra o funcionamento de um freio eletromagnético.
Na figura 1, um ímã cilíndrico desce em movimento acelerado por dentro de um tubo cilíndrico de acrílico, vertical, sujeito apenas à ação da força peso.
Na figura 2, o mesmo ímã desce em movimento uniforme por dentro de um tubo cilíndrico, vertical, de cobre, sujeito à ação da força peso e da força magnética, vertical e para cima, que surge devido à corrente elétrica induzida que circula pelo tubo de cobre, causada pelo movimento do ímã por dentro dele.
Nas duas situações, podem ser desconsiderados o atrito entre o ímã e os tubos, e a resistência do ar.
enunciado 3137744-1
Considerando a polaridade do ímã, as linhas de indução magnética criadas por ele e o sentido da corrente elétrica induzida no tubo condutor de cobre abaixo do ímã, quando este desce por dentro do tubo, a alternativa que mostra uma situação coerente com o aparecimento de uma força magnética vertical para cima no ímã é a indicada pela letra
 

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1743986 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Nas primeiras sequências de O triunfo da vontade [filme alemão de 1935], Hitler chega de avião como um esperado Messias. O bimotor plaina sobre as nuvens que se abrem à medida que ele desce sobre a cidade. A propósito dessa cena, a cineasta escreveria: “O sol desapareceu atrás das nuvens. Mas quando o Führer chega, os raios de sol cortam o céu, o céu hitleriano”.
(Alcir Lenharo. Nazismo, o triunfo da vontade, 1986.)
O texto mostra algumas características centrais do nazismo:
 

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1743637 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Em um programa de plateia da TV brasileira, cinco participantes foram escolhidos pelo apresentador para tentarem acertar o número de bolas de gude contidas em uma urna de vidro transparente. Aquele que acertasse ou mais se aproximasse do número real de bolas de gude contidas na urna ganharia um prêmio.
Os participantes A, B, C, D e E disseram haver, respectivamente, 1 195, 1 184, 1 177, 1 250 e 1 232 bolas na urna.
Sabe-se que nenhum dos participantes acertou o número real de bolas, mas que um deles se enganou em 30 bolas, outro em 25, outro em 7, outro em 48 e, finalmente, outro em 18 bolas.
Podemos concluir que quem ganhou o prêmio foi o participante:
 

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1743588 Ano: 2011
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Dado que as raízes da equação x3 – 3x2 – x + k = 0, onde k é uma constante real, formam uma progressão aritmética, o valor de k é:
 

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1733536 Ano: 2011
Disciplina: Filosofia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Leia o texto sobre a tragédia de Realengo.
É possível que a vida escolar de Wellington, o assassino de Realengo, tenha sido um suplício. Mas a simples vingança pelo bullying sofrido não basta para explicar seu ato. Eis um modelo um pouco mais plausível.
A matança, neste caso, é uma maneira de suprimir os objetos de desejo, cuja existência ameaça o ideal de pureza do jovem. Para transformar os fracassos amorosos em glória, o fanatismo religioso é o cúmplice perfeito. Você acha que seu desejo volta e insiste? Nada disso, é o demônio que continua trabalhando para sujar sua pureza.
Graças ao fanatismo, em vez de sofrer com a frustração de meus desejos, oponho-me a eles como se fossem tentações externas. As meninas me dão um certo frio na barriga? Nenhum problema, preciso apenas evitar sua sedução – quem sabe, silenciá-las.
Fanático (e sempre perigoso) é aquele que, para reprimir suas dúvidas e seus próprios desejos impuros, sai caçando os impuros e os infiéis mundo afora.
Há uma lição na história de Realengo – e não é sobre prevenção psiquiátrica nem sobre segurança nas escolas. É uma lição sobre os riscos do aparente consolo que é oferecido pelo fanatismo moral ou religioso. Dito brutalmente, na carta sinistra de Wellington, eu leio isto: minha fé me autorizou a matar meninas (e a me matar) para evitar a frustrante infâmia de pensamentos e atos impuros.
(Contardo Calligaris. Folha de S.Paulo, 14.04.2011. Adaptado.)
De acordo com o autor,
 

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1726354 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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(...) o elemento religioso não limitou os seus efeitos ao fortalecimento, no mundo da cavalaria, do espírito de corpo; exerceu também uma ação poderosa sobre a lei moral do grupo. Antes de o futuro cavaleiro receber a sua espada, no altar, era-lhe exigido um juramento, que especificava as suas obrigações.
(Marc Bloch. A sociedade feudal, 1987.)
O texto mostra que os cavaleiros medievais, entre outros aspectos de sua formação e conduta,
 

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1726172 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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No ano de 2011 a África enfrentou revoltas populares no cenário político dos países com governos autocráticos ou de recentes democracias.
Analise os gráficos e as afirmações de I a IV.
enunciado 2596694-1
(Época. Um continente à espera da liberdade, n.° 683,
junho de 2011. Adaptado.)
I. Zimbábue, Egito, Tunísia, Costa do Marfim, Sudão, República Democrática do Congo, Libéria e Nigéria apresentam os dados do PIB per capita abaixo do valor médio no mundo.
II. O mapa do autoritarismo restringe-se aos países analisados nos gráficos, pois os demais países do globo são considerados plenas democracias.
III. Correlacionando as taxas de desemprego e PIB per capita do Zimbábue e da Libéria, é possível afirmar que estão entre as piores dentro do quadro analisado e muito distantes das taxas médias mundiais.
IV. A baixa taxa de desemprego e a alta renda per capita da Libéria são consequências de longas e sangrentas guerras civis e a baixa taxa de desemprego do Zimbábue é consequência da política ditatorial e corrupta do país.
A partir da análise dos gráficos e de seus conhecimentos, pode-se afirmar que estão corretas apenas
 

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1723003 Ano: 2011
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Os africanos não escravizavam africanos, nem se reconheciam então como africanos. Eles se viam como membros de uma aldeia, de um conjunto de aldeias, de um reino e de um grupo que falava a mesma língua, tinha os mesmos costumes e adorava os mesmos deuses. (...) Quando um chefe (...) entregava a um navio europeu um grupo de cativos, não estava vendendo africanos nem negros, mas (...) uma gente que, por ser considerada por ele inimiga e bárbara, podia ser escravizada. (...) O comércio transatlântico (...) fazia parte de um processo de integração econômica do Atlântico, que envolvia a produção e a comercialização, em grande escala, de açúcar, algodão, tabaco, café e outros bens tropicais, um processo no qual a Europa entrava com o capital, as Américas com a terra e a África com o trabalho, isto é, com a mão de obra cativa.
(Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos, 2008.
Adaptado.)
Ao caracterizar a escravidão na África e a venda de escravos por africanos para europeus nos séculos XVI a XIX, o texto
 

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