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Foram encontradas 60 questões.

1138775 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Em uma usina, um tanque A, com a forma de um cilindro reto, cujas medidas do raio da base e da altura são iguais a 2 m e 3,75 m, respectivamente, está completamente cheio com etanol. Todo o seu conteúdo será transferido para o tanque B através de uma válvula cuja vazão, constante, é de 0,12 m3 por minuto. Nessas condições, e usando π = 3, pode-se afirmar que o tempo necessário para esvaziar completamente o tanque A é, aproximadamente,

Vc = π . r2 . h
 

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1138766 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Em uma solenidade de formatura, os formandos deverão ocupar parte do número total de poltronas disponíveis de um teatro, sendo as poltronas restantes destinadas aos convidados dos formandos. Se cada formando levar 4 convidados, sobrarão 24 poltronas vazias. Entretanto, se cada formando levar 5 convidados, faltarão 26 poltronas para acomodá-los. Desse modo, é correto afirmar que o número total de poltronas desse teatro é igual a;
 

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1138765 Ano: 2013
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
O gráfico de setores representa a distribuição dos alunos de certa escola quanto à idade:

enunciado 1138769-1


No gráfico, o setor P representa todos os x alunos com menos de 7 anos, o setor Q representa todos os (x + 88) alunos com idades de 7 a 10 anos, e o setor R representa todos os alunos com mais de 10 anos. Sabendo que o segmento MN é um diâmetro, e que o número total de alunos dessa escola é 440, é correto afirmar que o número de alunos com idades de 7 a 10 anos é igual a
 

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1138764 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
enunciado 1138764-1

Se a distância AB é igual a 3√15 metros, então o comprimento da rampa indicada por AC na figura é igual, em metros, a
 

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1138754 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
enunciado 1138754-1
Considere os trechos:

• Para atingir sua expressão fontana
• Desejava atingir a pureza de não saber mais nada.
• Fazia um ritual para atingir essa pureza...

Substituindo-se a forma verbal atingir por chegar – preservando-se os termos em destaque e sem realizar qualquer outra alteração nos trechos – tem-se, respectivamente e de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa:
 

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1138745 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Assinale a alternativa em que a concordância está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa
 

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1138734 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Ciência e arte

“The Age of Insight" é um livro impressionante. Eric Kandel é um neurocientista de primeira. Já fora agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por seus trabalhos sobre a fisiologia da memória. Mas, em vez de escrever sobre axônios e dendritos, preferiu debruçar-se sobre a arte, mais especificamente sobre o modernismo vienense, e o resultado é uma obra de fôlego, tanto do ponto de vista da estética como da ciência.

Kandel, ele próprio um vienense expatriado, fala com propriedade do ambiente cultural que reinava na capital austríaca na virada do século 20. Uma das teses do autor é a de que, assim como a física de Newton inspirou o iluminismo, a biologia de Darwin está na base do modernismo.

Kandel destrincha escritos de Sigmund Freud e Arthur Schnitzler e as pinturas de Gustav Klimt, Oskar Kokoschka e Egon Schiele, para mostrar como as ideias inicialmente surgidas na Escola Médica de Viena acabaram engendrando um movimento artístico cujas influências perduram até hoje - e não apenas na arte.

Freud e Schnitzler beberam dessa biologia médica para forjar as noções de inconsciente e sexualidade em seus contornos modernos. Klimt, Kokoschka e Schiele deram tradução pictórica a esses conceitos. Mas Kandel não se limita a contar essa história. Ele também escarafuncha nossos cérebros para revelar os mecanismos neuronais da visão e da percepção que esses pintores exploraram tão bem, ainda que não tivessem tanta clareza sobre seu funcionamento.

E que não temam os puristas. As análises de Kandel, apesar de recheadas de boa ciência, lembram mais escritos de grandes historiadores da arte como Gombrich e Panofsky do que as anódinas descrições técnicas dos periódicos científicos. Kandel consegue com felicidade juntar arte, história e ciência numa obra. É um daqueles raros livros que mostram que ciências e humanidades são perfeitamente conciliáveis.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 06.10.2013)
Um dos sentidos do termo anódinas, que se ajusta ao contexto em que é empregado no último parágrafo do texto, é;
 

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1138733 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Ciência e arte

“The Age of Insight" é um livro impressionante. Eric Kandel é um neurocientista de primeira. Já fora agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por seus trabalhos sobre a fisiologia da memória. Mas, em vez de escrever sobre axônios e dendritos, preferiu debruçar-se sobre a arte, mais especificamente sobre o modernismo vienense, e o resultado é uma obra de fôlego, tanto do ponto de vista da estética como da ciência.

Kandel, ele próprio um vienense expatriado, fala com propriedade do ambiente cultural que reinava na capital austríaca na virada do século 20. Uma das teses do autor é a de que, assim como a física de Newton inspirou o iluminismo, a biologia de Darwin está na base do modernismo.

Kandel destrincha escritos de Sigmund Freud e Arthur Schnitzler e as pinturas de Gustav Klimt, Oskar Kokoschka e Egon Schiele, para mostrar como as ideias inicialmente surgidas na Escola Médica de Viena acabaram engendrando um movimento artístico cujas influências perduram até hoje - e não apenas na arte.

Freud e Schnitzler beberam dessa biologia médica para forjar as noções de inconsciente e sexualidade em seus contornos modernos. Klimt, Kokoschka e Schiele deram tradução pictórica a esses conceitos. Mas Kandel não se limita a contar essa história. Ele também escarafuncha nossos cérebros para revelar os mecanismos neuronais da visão e da percepção que esses pintores exploraram tão bem, ainda que não tivessem tanta clareza sobre seu funcionamento.

E que não temam os puristas. As análises de Kandel, apesar de recheadas de boa ciência, lembram mais escritos de grandes historiadores da arte como Gombrich e Panofsky do que as anódinas descrições técnicas dos periódicos científicos. Kandel consegue com felicidade juntar arte, história e ciência numa obra. É um daqueles raros livros que mostram que ciências e humanidades são perfeitamente conciliáveis.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 06.10.2013)
Considere a seguinte passagem do quarto parágrafo para responder à questão.

.Ele também escarafuncha nossos cérebros para revelar os mecanismos neuronais da visão e da percepção que esses pintores exploraram tão bem, ainda que não tivessem tanta clareza sobre seu funcionamento.

As expressões para e ainda que, em destaque, estabelecem, respectivamente, relações de
 

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1138731 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
Ciência e arte

“The Age of Insight" é um livro impressionante. Eric Kandel é um neurocientista de primeira. Já fora agraciado com o Prêmio Nobel de Medicina em 2000 por seus trabalhos sobre a fisiologia da memória. Mas, em vez de escrever sobre axônios e dendritos, preferiu debruçar-se sobre a arte, mais especificamente sobre o modernismo vienense, e o resultado é uma obra de fôlego, tanto do ponto de vista da estética como da ciência.

Kandel, ele próprio um vienense expatriado, fala com propriedade do ambiente cultural que reinava na capital austríaca na virada do século 20. Uma das teses do autor é a de que, assim como a física de Newton inspirou o iluminismo, a biologia de Darwin está na base do modernismo.

Kandel destrincha escritos de Sigmund Freud e Arthur Schnitzler e as pinturas de Gustav Klimt, Oskar Kokoschka e Egon Schiele, para mostrar como as ideias inicialmente surgidas na Escola Médica de Viena acabaram engendrando um movimento artístico cujas influências perduram até hoje - e não apenas na arte.

Freud e Schnitzler beberam dessa biologia médica para forjar as noções de inconsciente e sexualidade em seus contornos modernos. Klimt, Kokoschka e Schiele deram tradução pictórica a esses conceitos. Mas Kandel não se limita a contar essa história. Ele também escarafuncha nossos cérebros para revelar os mecanismos neuronais da visão e da percepção que esses pintores exploraram tão bem, ainda que não tivessem tanta clareza sobre seu funcionamento.

E que não temam os puristas. As análises de Kandel, apesar de recheadas de boa ciência, lembram mais escritos de grandes historiadores da arte como Gombrich e Panofsky do que as anódinas descrições técnicas dos periódicos científicos. Kandel consegue com felicidade juntar arte, história e ciência numa obra. É um daqueles raros livros que mostram que ciências e humanidades são perfeitamente conciliáveis.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 06.10.2013)
Considere as seguintes passagens do texto:

• Kandel destrincha escritos de Sigmund Freud e Arthur Schnitzler e as pinturas de Gustav Klimt, Oskar Kokoschka e Egon Schiele... (terceiro parágrafo)

• Ele também escarafuncha nossos cérebros... (quarto parágrafo)

Com o emprego dos termos destacados, Hélio Schwartsman afirma que Eric Kandel apresenta análises
 

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1138725 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
enunciado 1138725-1
No poema, o sentido de “expressão fontana” equivale, em linhas gerais,
 

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