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Foram encontradas 90 questões.

367630 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Desde o final do século 20, toda a engrenagem industrial do mercado musical passa por intensas transformações, como o surgimento e disseminação de novas tecnologias, em grande parte gratuitas, como os arquivos MP3s, as redes de compartilhamento destes arquivos, mecanismos torrents, sites de armazenamento de conteúdo, ferramentas de publicação on-line — tudo à disposição de quem quisesse dividir com os outros suas canções e discos favoritos. A era pósindustrial atingiu toda a indústria do entretenimento, mas o braço da música foi quem mais sofreu, especialmente as grandes gravadoras multinacionais, as chamadas majors, que sofreram um declínio em todas as etapas de seu antigo negócio, ao mesmo tempo em que rapidamente se aperfeiçoavam ferramentas baratas e caseiras de produção que diminuíam a distância entre amadores e profissionais.
A era digital é também chamada de pós-industrial porque confronta o modelo de produção que dominava até o final do século 20. Esse modelo industrial é baseado na repetição, em formatar e embalar. Por trás disso, a ideia é obter a máxima produção — o que, para produtos em geral, funciona muito bem. Quando esses parâmetros são aplicados à arte, a venda do produto (por exemplo, o disco) depende do conteúdo (a canção). A canção que vai resultar nessa “produção máxima” é buscada por meio de um equilíbrio entre criatividade e uma fórmula de sucesso que desperte o interesse do público. Como estudos ainda não conseguiram decifrar como direcionar a criatividade de uma maneira que certamente despertará esse interesse (e maximizará a produção), a opção normalmente costuma ser pela solução mais simples.
“Cada um tem descoberto suas fórmulas e possibilidades, pois tudo tende a ser cada vez menos homogêneo”, opina o baiano Lucas Santtana, que realizou seus discos recentes às próprias custas.“Claro que ainda existe uma distância em relação aos artistas chamados mainstream”, continua. “Mas você muda o tamanho da escala e já está tudo igual em termos de business. A pergunta é se essa geração faz uma música para esse grande mercado ou se ela está formando um novo público. Outra pergunta é se o grande mercado na verdade não passa de uma imposição de uma máfia que dita o que vai ser popular.”
(Galileu, março de 2013. Adaptado.)
Segundo o autor, desde o final do século 20, as novas tecnologias e softwares voltados para a música beneficiaram
 

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366810 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Ao se espalharem pelo território brasileiro, esses protestos evidenciaram características do espaço geográfico próprias do atual período histórico da globalização. Entre essas características pode-se mencionar
 

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360656 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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How can consumers find out if a corporation is “greenwashing” environmentally unsavory practices?
June 29, 2013
Another involves what Greenpeace calls “ad bluster”: using targeted advertising or public relations to exaggerate a green achievement so as to divert attention from actual environmental problems – or spending more money bragging about green behavior than on actual deeds. In some cases, companies may boast about corporate green commitments while lobbying behind the scenes against environmental laws.
In essence, greenwashing involves falsely conveying to consumers that a given product, service, company or institution factors environmental responsibility into its offerings and/or operations. CorpWatch, a non-profit organization dedicated to keeping tabs on the social responsibility (or lack thereof) of U.S.-based companies, characterizes greenwashing as “the phenomena of socially and environmentally destructive corporations, attempting to preserve and expand their markets or power by posing as friends of the environment.”
One of the groups leading the charge against greenwashing is Greenpeace. “Corporations are falling all over themselves,” reports the group, “to demonstrate that they are environmentally conscious. The average citizen is finding it more and more difficult to tell the difference between those companies genuinely dedicated to making a difference and those that are using a green curtain to conceal dark motives.”
Greenpeace launched its Stop Greenwash campaign in 2009 to call out bad actors and help consumers make better choices. The most common greenwashing strategy, the group says, is when a company touts an environmental program or product while its core business is inherently polluting or unsustainable.
Another involves what Greenpeace calls “ad bluster”: using targeted advertising or public relations to exaggerate a green achievement so as to divert attention from actual environmental problems – or spending more money bragging about green behavior than on actual deeds. In some cases, companies may boast about corporate green commitments while lobbying behind the scenes against environmental laws.
Greenpeace also urges vigilance about green claims that brag about something the law already requires: “For example, if an industry or company has been forced to change a product, clean up its pollution or protect an endangered species, then uses Public Relations campaigns to make such action look proactive or voluntary.”
For consumers, the best way to avoid getting “greenwashed” is to be educated about who is truly green and who is just trying to look that way to make more money. Look beyond advertising claims, read ingredient lists or ask employees about the real information on their company’s environmental commitment. Also, look for labels that show if a given offering has been inspected by a reliable third-party. For example, the U.S. Department of Agriculture’s Certified Organic label can only go on products that meet the federal government’s organic standard. Just because a label says “made with organic ingredients” or “all-natural” does not mean the product qualifies as Certified Organic, so be sure to look beyond the hype.
(www.scientificamerican.com. Adaptado.)
O trecho do último parágrafo – Look beyond advertising claims, read ingredient lists or ask employees about the real information on their company’s environmental commitment. Also, look for labels that show if a given offering has been inspected by a reliable third-party. – apresenta
 

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360474 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Observe as imagens.
enunciado 1968753-1
As imagens apresentam, em momentos históricos distintos, uma das paisagens mais conhecidas do Brasil: a praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. A partir da análise das paisagens, pode-se notar o intenso processo de adensamento e verticalização das edificações ocorrido na região ao longo do último século.
Considerando a dinâmica da formação do espaço urbano no Brasil contemporâneo, é correto afirmar que o processo de verticalização observado no bairro de Copacabana se deve, especialmente,
 

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353895 Ano: 2013
Disciplina: História
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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No final da primavera de 1921, um grande artigo de Lenin define o que será a NEP [Nova política econômica]: supressão das requisições, impostos em gêneros (para os camponeses); liberdade de comércio; liberdade de produção artesanal; concessões aos capitalistas estrangeiros; liberdade de empresa – é verdade que restrita – para os cidadãos soviéticos. [...] Ao mesmo tempo, recusa qualquer liberdade política ao país: “Os mencheviques continuarão presos”, e anuncia uma depuração do partido, dirigida contra os revolucionários oriundos de outros partidos, isto é, não imbuídos da mentalidade bolchevique.
(Victor Serge. Memórias de um revolucionário, 1987.)
O texto identifica duas características do processo de constituição da União Soviética:
 

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339647 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Desde o final do século 20, toda a engrenagem industrial do mercado musical passa por intensas transformações, como o surgimento e disseminação de novas tecnologias, em grande parte gratuitas, como os arquivos MP3s, as redes de compartilhamento destes arquivos, mecanismos torrents, sites de armazenamento de conteúdo, ferramentas de publicação on-line — tudo à disposição de quem quisesse dividir com os outros suas canções e discos favoritos. A era pósindustrial atingiu toda a indústria do entretenimento, mas o braço da música foi quem mais sofreu, especialmente as grandes gravadoras multinacionais, as chamadas majors, que sofreram um declínio em todas as etapas de seu antigo negócio, ao mesmo tempo em que rapidamente se aperfeiçoavam ferramentas baratas e caseiras de produção que diminuíam a distância entre amadores e profissionais.
A era digital é também chamada de pós-industrial porque confronta o modelo de produção que dominava até o final do século 20. Esse modelo industrial é baseado na repetição, em formatar e embalar. Por trás disso, a ideia é obter a máxima produção — o que, para produtos em geral, funciona muito bem. Quando esses parâmetros são aplicados à arte, a venda do produto (por exemplo, o disco) depende do conteúdo (a canção). A canção que vai resultar nessa “produção máxima” é buscada por meio de um equilíbrio entre criatividade e uma fórmula de sucesso que desperte o interesse do público. Como estudos ainda não conseguiram decifrar como direcionar a criatividade de uma maneira que certamente despertará esse interesse (e maximizará a produção), a opção normalmente costuma ser pela solução mais simples.
“Cada um tem descoberto suas fórmulas e possibilidades, pois tudo tende a ser cada vez menos homogêneo”, opina o baiano Lucas Santtana, que realizou seus discos recentes às próprias custas.“Claro que ainda existe uma distância em relação aos artistas chamados mainstream”, continua. “Mas você muda o tamanho da escala e já está tudo igual em termos de business. A pergunta é se essa geração faz uma música para esse grande mercado ou se ela está formando um novo público. Outra pergunta é se o grande mercado na verdade não passa de uma imposição de uma máfia que dita o que vai ser popular.”
(Galileu, março de 2013. Adaptado.)
Como estudos ainda não conseguiram decifrar como direcionar a criatividade de uma maneira que certamente despertará esse interesse (e maximizará a produção), a opção normalmente costuma ser pela solução mais simples.
O período em destaque apresenta muitos ecos (coincidências de sons de finais de palavras). Uma das formas de evitá-los e tornar a sequência mais fluente seria colocar “conduzir”, “tal”, “quantidade produzida” em lugar de, respectivamente,
 

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336984 Ano: 2013
Disciplina: Física
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Em um show de patinação no gelo, duas garotas de massas iguais giram em movimento circular uniforme em torno de uma haste vertical fixa, perpendicular ao plano horizontal. Duas fitas, F1 e F2 , inextensíveis, de massas desprezíveis e mantidas na horizontal, ligam uma garota à outra, e uma delas à haste. Enquanto as garotas patinam, as fitas, a haste e os centros de massa das garotas mantêm-se num mesmo plano perpendicular ao piso plano e horizontal.
enunciado 1965131-1
Considerando as informações indicadas na figura, que o módulo da força de tração na fita F1 é igual a 120 N e desprezando o atrito e a resistência do ar, é correto afirmar que o módulo da força de tração, em newtons, na fita F2 é igual a
 

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322750 Ano: 2013
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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How can consumers find out if a corporation is “greenwashing” environmentally unsavory practices?
June 29, 2013
Another involves what Greenpeace calls “ad bluster”: using targeted advertising or public relations to exaggerate a green achievement so as to divert attention from actual environmental problems – or spending more money bragging about green behavior than on actual deeds. In some cases, companies may boast about corporate green commitments while lobbying behind the scenes against environmental laws.
In essence, greenwashing involves falsely conveying to consumers that a given product, service, company or institution factors environmental responsibility into its offerings and/or operations. CorpWatch, a non-profit organization dedicated to keeping tabs on the social responsibility (or lack thereof) of U.S.-based companies, characterizes greenwashing as “the phenomena of socially and environmentally destructive corporations, attempting to preserve and expand their markets or power by posing as friends of the environment.”
One of the groups leading the charge against greenwashing is Greenpeace. “Corporations are falling all over themselves,” reports the group, “to demonstrate that they are environmentally conscious. The average citizen is finding it more and more difficult to tell the difference between those companies genuinely dedicated to making a difference and those that are using a green curtain to conceal dark motives.”
Greenpeace launched its Stop Greenwash campaign in 2009 to call out bad actors and help consumers make better choices. The most common greenwashing strategy, the group says, is when a company touts an environmental program or product while its core business is inherently polluting or unsustainable.
Another involves what Greenpeace calls “ad bluster”: using targeted advertising or public relations to exaggerate a green achievement so as to divert attention from actual environmental problems – or spending more money bragging about green behavior than on actual deeds. In some cases, companies may boast about corporate green commitments while lobbying behind the scenes against environmental laws.
Greenpeace also urges vigilance about green claims that brag about something the law already requires: “For example, if an industry or company has been forced to change a product, clean up its pollution or protect an endangered species, then uses Public Relations campaigns to make such action look proactive or voluntary.”
For consumers, the best way to avoid getting “greenwashed” is to be educated about who is truly green and who is just trying to look that way to make more money. Look beyond advertising claims, read ingredient lists or ask employees about the real information on their company’s environmental commitment. Also, look for labels that show if a given offering has been inspected by a reliable third-party. For example, the U.S. Department of Agriculture’s Certified Organic label can only go on products that meet the federal government’s organic standard. Just because a label says “made with organic ingredients” or “all-natural” does not mean the product qualifies as Certified Organic, so be sure to look beyond the hype.
(www.scientificamerican.com. Adaptado.)
According to the text, Greenpeace
 

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276407 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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A alma das cousas somos nós...
Dentro do eterno giro universal
Das cousas, tudo vai e volta à alma da gente,
Mas, se nesse vaivém tudo parece igual
Nada mais, na verdade,
Nunca mais se repete exatamente...
Sim, as cousas são sempre as mesmas na corrente
Que no-las leva e traz, num círculo fatal;
O que varia é o espírito que as sente
Que é imperceptivelmente desigual,
Que sempre as vive diferentemente,
E, assim, a vida é sempre inédita, afinal...
Estado de alma em fuga pelas horas,
Tons esquivos e trêmulos, nuanças
Suscetíveis, sutis, que fogem no Íris
Da sensibilidade furta-cor...
E a nossa alma é a expressão fugitiva das cousas
E a vida somos nós, que sempre somos outros!...
Homem inquieto e vão que não repousas!
Para e escuta:
Se as cousas têm espírito, nós somos
Esse espírito efêmero das cousas,
Volúvel e diverso,
Variando, instante a instante, intimamente,
E eternamente,
Dentro da indiferença do Universo!...
(Luz mediterrânea, 1965.)
Uma leitura atenta do poema permite concluir que seu título representa
 

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274700 Ano: 2013
Disciplina: Geografia
Banca: VUNESP
Orgão: UNESP
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Considere o mapa das bacias hidrográficas brasileiras e analise o gráfico das condições hídricas de uma dessas bacias.
enunciado 1951946-1
enunciado 1951946-2
* Situação atual da bacia hidrográfica X, avaliada a partir das condições hídricas demanda/disponibilidade apresentadas por cada trecho da malha fluvial.
(http://conjuntura.ana.gov.br. Adaptado.)
Considerando conhecimentos sobre a situação atual de uso, ocupação demográfica, disponibilidade hídrica e degradação das bacias hidrográficas brasileiras, é correto afirmar que a bacia X se refere à
 

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