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Carcará
Carcará
Lá no Sertão
É um bicho que “avoa” que nem avião
É um pássaro malvado
Tem o bico “volteado” que nem gavião
Carcará
Quando vê roça queimada
Sai voando e cantando
Carcará
Vai fazer sua caçada
Carcará Come “inté” cobra queimada
Mas quando chega o tempo da invernada
No Sertão não tem mais roça queimada
Carcará mesmo assim num passa fome
Os “burrego que nasce” na baixada
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
Carcará é malvado, é valentão
É a águia de lá do meu Sertão
Os “burrego novinho” num pode andar
Ele puxa o “imbigo” “inté” matar
Carcará
Pega, mata e come
Carcará
Num vai morrer de fome
Carcará
Mais coragem do que homem
Carcará
Pega, mata e come
(www.radio.uol.com.br)
Considerando as relações tróficas encontradas no texto da canção, assinale a alternativa que apresenta a correta correlação entre o trecho selecionado e a afirmação que o sucede.
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Papel dirigente dos municípios, segundo o número de assalariados externos aos seus limites territoriais, 2011

A economia de todos os países conhece um processo mais vasto e profundo de internacionalização, mas este tem como base um espaço que é nacional e cuja regulação continua sendo nacional, ainda que guiada em função dos interesses de empresas globais. Essa é a razão pela qual se pode falar legitimamente de espaço nacional da economia internacional. A centralidade política, de certo modo, se fortalece em Brasília, a centralidade econômica se afirma mais fortemente em São Paulo. Todavia, a chamada abertura da economia permite a São Paulo e Brasília exercerem apenas uma “regulação delegada”, isto é, uma regulação cujas “ordens” se situam fora de sua competência territorial e deixam pequena margem para a escolha de caminhos suscetíveis de atribuir, de dentro, um destino ao próprio território nacional.
(Milton Santos e Maria Laura Silveira. O Brasil: território e sociedade no início do século XXI, 2001. Adaptado.)
A condição brasileira de “espaço nacional da economia internacional” e a “regulação delegada” exercida pelas principais metrópoles nacionais se confirmam uma vez que
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No ano de 2014, o Estado de São Paulo vive uma das maiores crises hídricas de sua história. A fim de elevar o nível de água de seus reservatórios, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) contratou a empresa ModClima para promover a indução de chuvas artificiais. A técnica de indução adotada, chamada de bombardeamento de nuvens ou semeadura ou, ainda, nucleação artificial, consiste no lançamento em nuvens de substâncias aglutinadoras que ajudam a formar gotas de água.
(http://exame.abril.com.br. Adaptado.)
Uma das substâncias aglutinadoras que pode ser utilizada para a nucleação artificial de nuvens é o sal iodeto de prata, de fórmula AgI. Utilizando os dados fornecidos na Classificação Periódica dos Elementos, é correto afirmar que o cátion e o ânion do iodeto de prata possuem, respectivamente,
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No gráfico, as curvas 1, 2 e 3 representam a digestão do alimento ao longo do aparelho digestório.

É correto afirmar que as digestões de proteínas, de lipídios e de carboidratos estão representadas, respectivamente, pelas curvas
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No contexto do quadrinho, o termo “can” indica uma ideia de
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A energia contida nos alimentos
Para determinar o valor energético de um alimento, podemos queimar certa quantidade desse produto e, com o calor liberado, aquecer determinada massa de água. Em seguida, mede-se a variação de temperatura sofrida pela água depois que todo o produto foi queimado, e determina-se a quantidade de energia liberada na queima do alimento. Essa é a energia que tal alimento nos fornece se for ingerido.
No rótulo de um pacote de castanha-de-caju, está impressa a tabela a seguir, com informações nutricionais sobre o produto.
| INFORMAÇÃO NUTRICIONAL Porção 15 g | |
| Quantidade por porção | |
| Valor energético | 90 kcal |
| Carboidratos | 4,2 g |
| Proteínas | 3 g |
| Gorduras totais | 7,3 g |
| Gorduras saturadas | 1,5 g |
| Gordura trans | 0 g |
| Fibra alimentar | 1 g |
| Sódio | 45 mg |
(www.brcaju.com.br)
Considere que 150 g de castanha tenham sido queimados e que determinada massa m de água, submetida à chama dessa combustão, tenha sido aquecida de 15 ºC para 87 ºC. Sabendo que o calor específico da água líquida é igual a 1 cal/(g·ºC) e que apenas 60% da energia liberada na combustão tenha efetivamente sido utilizada para aquecer a água, é correto afirmar que a massa m, em gramas, de água aquecida era igual a
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A gente Honório Cota
Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade — de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento — então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:
O passo vagaroso de quem não tem pressa — o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.
Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.
Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.
(Ópera dos mortos, 1970.)
No terceiro parágrafo, a comparação do coronel com uma ave pernalta representa
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Pediatric group advises parents to read to kids
June 26, 2014
By Amy Graff

Reading Go Dog Go to your 6 month old might seem like wasted time because she’s more likely to eat the book than help you turn the pages, but a statement released by the American Academy of Pediatrics (AAP) this week says reading in the early years is essential. Reading out loud gets parents talking to their babies and the sound of an adult’s voice stimulates that tiny yet rapidly growing brain. In the statement, the academy advises pediatricians to tell parents to read books to their children from birth.
Reading regularly with young children stimulates optimal patterns of brain development and strengthens parent-child relationships at a critical time in child development, which, in turn, builds language, literacy, and social-emotional skills that last a lifetime. Research shows that a child’s brain develops faster between 0 and 3 than at any other time in life, making the early years a critical time for babies to hear rich oral language. The more words children hear directed at them by parents and caregivers, the more they learn.
While many babies are read Goodnight Moon and The Very Hungry Caterpillar every night before bed, others never get a chance to “pat the bunny.” Studies reveal that children from low-income, less-educated families have significantly fewer books than their more affluent peers. By age 4, children in poverty hear 30 million fewer words than those in higher-income households. These dramatic gaps result in significant learning disadvantages that persist into adulthood. The AAP hopes the new guidelines will encourage all parents to start reading from day one.
Research shows that when pediatricians talk with parents about reading, moms and dads are more likely to fill their home with books and read. Also, to help get more parents reading, the AAP is partnering with organizations such as Scholastic and Too Small to Fail to help get reading materials to new families who need books the most.
This is the first time the AAP has made a recommendation on children’s literary education and it seems the timing might be just right as more and more parents are leaning on screens and electronic gadget to occupy their babies. “The reality of today’s world is that we’re competing with portable digital media,” Dr. Alanna Levine, a pediatrician in Orangeburg, N.Y., told The New York Times. “So you really want to arm parents with tools and rationale behind it about why it’s important to stick to the basics of things like books.”
(http://blog.seattlepi.com. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “which, in turn, builds language”, a expressão em destaque equivale, em português, a
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O Brasil colonial foi organizado como uma empresa comercial resultante de uma aliança entre a burguesia mercantil, a Coroa e a nobreza. Essa aliança refletiu-se numa política de terras que incorporou concepções rurais tanto feudais como mercantis.
(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República, 1987.)
A afirmação de que “O Brasil colonial foi organizado como uma empresa comercial resultante de uma aliança entre a burguesia mercantil, a Coroa e a nobreza” indica que a colonização portuguesa do Brasil
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Projeto no Iraque reduz a idade mínima de casamento para xiitas mulheres para 9 anos. Xiitas iraquianas, caso o texto seja aprovado, só poderão sair de casa com autorização do marido e deverão estar sempre disponíveis para relações sexuais. Esse tipo de notícia coloca em xeque os ungidos multiculturalistas ocidentais. Como, segundo estes, não há culturas atrasadas mas apenas “diferentes”, e porque a democracia, entendida apenas como escolha da maioria, é um valor absoluto, por que condenar quando a maioria de um povo escolhe por voto a sharia*? Chegamos ao impasse dos multiculturalistas: aceitam que cada cultura seja “apenas diferente” e que, portanto, não há bárbaros, ou constatam o óbvio, ou seja, que certas sociedades ainda vivem presas a valores abjetos, que ignoram completamente as liberdades básicas dos indivíduos. Qual vai ser a opção?
(Rodrigo Constantino. “Pedofilia? No Iraque islâmico é permitido por lei!”. www.veja.com.br, 02.05.2014. Adaptado.)
*Sharia: lei islâmica. Para o autor, o conflito suscitado opõe essencialmente
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