Foram encontradas 90 questões.
Leia a fábula “O morcego e as doninhas” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?) para responder a questão.
Um morcego caiu no chão e foi capturado por uma doninha1. Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.
– Não posso soltá-lo – respondeu a doninha –, pois sou, por natureza, inimiga de todos os pássaros.
– Não sou um pássaro – alegou o morcego. – Sou um rato.
E assim ele conseguiu escapar.
Mais tarde, ao cair de novo e ser capturado por outra doninha, ele suplicou a esta que não o devorasse. Como a doninha lhe disse que odiava todos os ratos, ele afirmou que não era um rato, mas um morcego. E de novo conseguiu escapar. Foi assim que, por duas vezes, lhe bastou mudar de nome para ter a vida salva.
(Fábulas, 2013.)
1 doninha: pequeno mamífero carnívoro, de corpo longo e esguio e de patas curtas (também conhecido como furão).
“Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.” (1º parágrafo)
Em relação à oração que a sucede, a oração destacada tem sentido de
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Entre os motivos do pioneirismo português nas navegações oceânicas dos séculos XV e XVI, podem-se citar
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Examine a iluminura extraída do manuscrito Al-Maqamat, de Abu Muhammed al-Kasim al-Hariri, 1237.

(http://gallica.bnf.fr)
A imagem pode ser associada à tradição dos conhecimentos desenvolvidos no mundo árabe-islâmico durante a Idade Média e revela
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Leia a charge para responder a questão.

“If you stop smoking now, you will add three years to your life. Since you are a lawyer, that’s about six thousand billable hours.”
(www.cartoonstock.com)
Na charge, o médico
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Na cobra do milharal, os alelos A/a e B/b regulam a coloração da pele. O pigmento preto é determinado pelo alelo dominante A, enquanto o alelo recessivo a não produz esse pigmento. O pigmento laranja é determinado pelo alelo dominante B, enquanto o alelo b não produz esse pigmento. A cobra selvagem produz os pigmentos preto e laranja. Cobras pretas produzem apenas pigmento preto. Cobras laranja produzem apenas pigmento laranja. Existem ainda cobras albinas, que não produzem os dois pigmentos. As figuras apresentam os quatro fenótipos possíveis de coloração da pele.

Assinale a alternativa na qual os genótipos representam, respectivamente, uma cobra selvagem e uma cobra albina.
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Entre os eventos políticos e culturais que marcaram a década de 1960, podem-se citar:
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É necessário adotar estratégias globais que visem a um aprimoramento técnico-científico, educacional e do desenvolvimento econômico-social, tendo como ponto de convergência os interesses maiores da humanidade, quais sejam, a melhoria geral da qualidade de vida e a recuperação e a preservação da natureza. Nesse sentido, há a necessidade crescente de utilizar os resíduos sólidos, líquidos e gasosos como recursos que devem ser reaproveitados.
(Jurandyr L. S. Ross. Geografia do Brasil, 2005. Adaptado.)
De acordo com o texto, uma razão para o reaproveitamento dos resíduos seria
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Examine a tira do cartunista André Dahmer.

(Vida e obra de Terêncio Horto, 2014.)
O personagem retratado revela um temperamento
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Leia o texto para responder a questão.
Disparity in life spans of the rich and the poor is growing
Sabrina Tavernise
February 12, 2016

Patients at the Free Clinic in Newton, N.J. Researchers
debate whether expanding access to health care will shrink the
gap in life expectancy between the rich and the poor.
Experts have long known that rich people generally live longer than poor people. But a growing body of data shows a more disturbing pattern: Despite big advances in medicine, technology and education, the longevity gap between high-income and low-income Americans has been widening sharply.
The poor are losing ground not only in income, but also in years of life, the most basic measure of well-being. In the early 1970s, a 60-year-old man in the top half of the earnings ladder could expect to live 1.2 years longer than a man of the same age in the bottom half, according to an analysis by the Social Security Administration. Fast-forward to 2001, and he could expect to live 5.8 years longer than his poorer counterpart.
New research released this month contains even more jarring numbers. Looking at the extreme ends of the income spectrum, economists at the Brookings Institution found that for men born in 1920, there was a six-year difference in life expectancy between the top 10 percent of earners and the bottom 10 percent. For men born in 1950, that difference had more than doubled, to 14 years. For women, the gap grew to 13 years, from 4.7 years. “There has been this huge spreading out,” said Gary Burtless, one of the authors of the study.
The growing chasm is alarming policy makers, and has surfaced in the presidential campaign. During a Democratic debate, Senator Bernie Sanders and Hillary Clinton expressed concern over shortening life spans for some Americans. “This may be the next frontier of the inequality discussion,” said Peter Orszag, a former Obama administration official now at Citigroup, who was among the first to highlight the pattern. The causes are still being investigated, but public health researchers say that deep declines in smoking among the affluent and educated may partly explain the difference.
Overall, according to the Brookings study, life expectancy for the bottom 10 percent of wage earners improved by just 3 percent for men born in 1950 compared with those born in 1920. For the top 10 percent, though, it jumped by about 28 percent. (The researchers used a common measure – life expectancy at age 50 – and included data from 1984 to 2012.)
(www.nytimes.com. Adaptado.)
According to the first paragraph,
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O fluxo de seiva bruta nas plantas está diretamente associado à abertura e ao fechamento dos estômatos. O aumento do fluxo de seiva bruta ao longo do caule é favorecido por
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