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Leia um trecho da biografia de Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson, para responder à questão.
O processo de trocar argumentos e formular ideias em conjunto foi facilitado pelo fato de Leonardo da Vinci frequentar uma corte renascentista como a de Milão. Além de trupe de músicos e artistas performáticos, também estavam na folha de pagamento dos Sforza* arquitetos, engenheiros, matemáticos, pesquisadores da área médica e cientistas de vários campos que ajudaram Leonardo a dar prosseguimento à sua educação e alimentaram sua curiosidade insaciável.
O poeta Bernardo Bellincioni celebrou essa diversa coleção de espécimes: “De artistas, nossa corte está cheia. Atraímos homens de estudo como o mel atrai as abelhas”.
Ideias costumam surgir em pontos de encontro físicos, lugares onde pessoas com interesses diversos se esbarram fortuitamente. Era por isso que Steve Jobs queria que seus edifícios tivessem um átrio central, e foi por isso que o jovem Benjamin Franklin fundou um clube onde as pessoas mais interessantes da Filadélfia se reuniam toda sexta-feira.
Na corte de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci encontrou indivíduos capazes de produzir as fagulhas de uma nova ideia ao pôr em contato suas diferentes paixões.
(Walter Isaacson. Leonardo da Vinci. Tradução de André Czarnobai. Intrínseca, 2017. Adaptado)
*Sforza: família a que pertenciam os governantes de Milão à época.
No século XV, o poeta Bellincioni celebrou com ênfase a diversa coleção de espécimes que circulava pelos palácios de Milão e, com orgulho por sua inclusão naquele seleto grupo, afirmou que a cidade, por sua riqueza, atraía como mel essas renomadas personalidades.
Na frase elaborada com base no texto, as circunstâncias adverbiais de modo e de causa estão presentes, respectivamente, nas expressões:
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Leia um trecho da biografia de Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson, para responder à questão.
O processo de trocar argumentos e formular ideias em conjunto foi facilitado pelo fato de Leonardo da Vinci frequentar uma corte renascentista como a de Milão. Além de trupe de músicos e artistas performáticos, também estavam na folha de pagamento dos Sforza* arquitetos, engenheiros, matemáticos, pesquisadores da área médica e cientistas de vários campos que ajudaram Leonardo a dar prosseguimento à sua educação e alimentaram sua curiosidade insaciável.
O poeta Bernardo Bellincioni celebrou essa diversa coleção de espécimes: “De artistas, nossa corte está cheia. Atraímos homens de estudo como o mel atrai as abelhas”.
Ideias costumam surgir em pontos de encontro físicos, lugares onde pessoas com interesses diversos se esbarram fortuitamente. Era por isso que Steve Jobs queria que seus edifícios tivessem um átrio central, e foi por isso que o jovem Benjamin Franklin fundou um clube onde as pessoas mais interessantes da Filadélfia se reuniam toda sexta-feira.
Na corte de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci encontrou indivíduos capazes de produzir as fagulhas de uma nova ideia ao pôr em contato suas diferentes paixões.
(Walter Isaacson. Leonardo da Vinci. Tradução de André Czarnobai. Intrínseca, 2017. Adaptado)
*Sforza: família a que pertenciam os governantes de Milão à época.
O emprego e a colocação do pronome estão em conformidade com a norma-padrão na alternativa:
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Leia um trecho da biografia de Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson, para responder à questão.
O processo de trocar argumentos e formular ideias em conjunto foi facilitado pelo fato de Leonardo da Vinci frequentar uma corte renascentista como a de Milão. Além de trupe de músicos e artistas performáticos, também estavam na folha de pagamento dos Sforza* arquitetos, engenheiros, matemáticos, pesquisadores da área médica e cientistas de vários campos que ajudaram Leonardo a dar prosseguimento à sua educação e alimentaram sua curiosidade insaciável.
O poeta Bernardo Bellincioni celebrou essa diversa coleção de espécimes: “De artistas, nossa corte está cheia. Atraímos homens de estudo como o mel atrai as abelhas”.
Ideias costumam surgir em pontos de encontro físicos, lugares onde pessoas com interesses diversos se esbarram fortuitamente. Era por isso que Steve Jobs queria que seus edifícios tivessem um átrio central, e foi por isso que o jovem Benjamin Franklin fundou um clube onde as pessoas mais interessantes da Filadélfia se reuniam toda sexta-feira.
Na corte de Ludovico Sforza, Leonardo da Vinci encontrou indivíduos capazes de produzir as fagulhas de uma nova ideia ao pôr em contato suas diferentes paixões.
(Walter Isaacson. Leonardo da Vinci. Tradução de André Czarnobai. Intrínseca, 2017. Adaptado)
*Sforza: família a que pertenciam os governantes de Milão à época.
Pela leitura do texto, conclui-se corretamente que
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
Chegando segunda parte da obra, o leitor notará que os autores procedem uma análise de características como confiabilidade e carisma, na dinâmica entre nós e os mensageiros prontamente aceitamos conselhos.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas dessa frase devem ser preenchidas, respectivamente, por:
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
No trecho do primeiro parágrafo – Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação... –, as expressões destacadas apresentam, respectivamente, ideia de
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
A expressão empregada em sentido figurado está destacada em negrito na alternativa:
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
Assinale a alternativa em que os termos destacados expressam, respectivamente, sentido equivalente aos termos “ignorantes” e “espúria” empregados em – Somos ignorantes em diversas matérias... – e – que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
Considere os trechos do texto.
• Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito.
• Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro.
• ... traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas...
É correto afirmar que os trechos apresentam, respectivamente:
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Leia o texto para responder à questão.
Os mensageiros
Num mundo ideal, julgaríamos cada ideia com base apenas nos argumentos e dados que lhe dão sustentação. Mas não vivemos num mundo ideal. Somos ignorantes em diversas matérias e, mesmo que não fôssemos, não teríamos tempo nem disposição de fazer uma avaliação exaustiva de todas as teses a que somos submetidos diariamente.
Diante disso, o cérebro recorre a heurísticas, que são basicamente truques para tomar decisões sem ter que pensar muito. Um dos mais frequentes é julgar a ideia não por seus méritos, mas pelos de quem a apresenta, o mensageiro.
O livro “Messengers”, de Stephen Martin e Joseph Marks, investiga nossa relação complicada com os mensageiros. Na primeira parte, os autores dissecam os mensageiros “hard”, isto é, aqueles que chamam nossa atenção em virtude de seu status.
Frequentemente, essa é uma boa estratégia. Se você quer conselhos na área da saúde, faz sentido ouvir um médico. Se precisa de informações em finanças, procure um economista ou banqueiro. O problema é que nossos cérebros não se limitam a atribuir status aos especialistas. Eles também se deixam levar por características como fama, riqueza, poder e beleza, que podem atuar de forma espúria para nos convencer de alguma ideia.
Na segunda parte, são avaliados os mensageiros “soft”, que são os que ouvimos não porque ocupem posição de superioridade, mas pelo grau de proximidade que conseguem estabelecer conosco. Muitas vezes aceitamos conselhos de amigos ou parentes mesmo sabendo que eles não são especialistas na questão que nos aflige. Aqui, os autores analisam características como afetuosidade, vulnerabilidade, confiabilidade e carisma.
“Messengers” não traz nenhuma grande novidade, mas traça um bom panorama do problema e vem com toneladas de pesquisas psicológicas cujos resultados são ao mesmo tempo reveladores e desconcertantes.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ helioschwartsman/2019/11/os-mensageiros.shtml. Adaptado)
Assinale a alternativa correta a respeito do conteúdo do texto.
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