Foram encontradas 40 questões.
Leia a tira.
(O Estado de S.Paulo, 7 de outubro de 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.
(O Estado de S.Paulo, 7 de outubro de 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.
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Leia a fábula.
A raposa e as uvas
Uma raposa estava com muita fome. Foi quando viu uma parreira cheia de lindos cachos de uva. Imediatamente começou __________ dar pulos para ver se pegava as uvas. Mas a grade era muito alta e, por mais que pulasse, a raposa não ______ alcançava. – Estão verdes
– disse, com ar de desprezo.
E já ia seguindo o seu caminho, quando ouviu um pequeno ruído. Pensando que era uma uva caindo, deu um pulo para abocanhá-la. Era apenas uma folha, e a raposa foi-se embora, olhando disfarçadamente para os lados. Precisava ter certeza __________ ninguém percebera que queria as uvas.
Também é assim com as pessoas: quando não podem ter o que desejam, fingem que não o desejam.
(12 fábulas de Esopo. Trad. por Fernanda Lopes de Almeida. São Paulo: Ática, 1994. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
A raposa e as uvas
Uma raposa estava com muita fome. Foi quando viu uma parreira cheia de lindos cachos de uva. Imediatamente começou __________ dar pulos para ver se pegava as uvas. Mas a grade era muito alta e, por mais que pulasse, a raposa não ______ alcançava. – Estão verdes
– disse, com ar de desprezo.
E já ia seguindo o seu caminho, quando ouviu um pequeno ruído. Pensando que era uma uva caindo, deu um pulo para abocanhá-la. Era apenas uma folha, e a raposa foi-se embora, olhando disfarçadamente para os lados. Precisava ter certeza __________ ninguém percebera que queria as uvas.
Também é assim com as pessoas: quando não podem ter o que desejam, fingem que não o desejam.
(12 fábulas de Esopo. Trad. por Fernanda Lopes de Almeida. São Paulo: Ática, 1994. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas.
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Leia o texto para responder à questão.
Cuidado!
Se você viu o título desta coluna e imaginou ler um alerta
importante, acertou... mas só pela metade. Existe algo que
merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
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Se você viu o título desta coluna e imaginou ler um alerta
importante, acertou... mas só pela metade. Existe algo que
merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
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merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
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Cuidado!
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importante, acertou... mas só pela metade. Existe algo que
merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
• Se você viu o título desta coluna e imaginou ler um alerta importante... (1º parágrafo)
• ... acertou ... mas só pela metade. (1º parágrafo)
• Portanto, cuidado com o cuidado. (4º parágrafo)
As palavras em destaque foram empregadas nos trechos para estabelecer, respectivamente, ideias de
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assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
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Se você viu o título desta coluna e imaginou ler um alerta
importante, acertou... mas só pela metade. Existe algo que
merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
cuidado com o cuidado.
(Ricardo Amorim, O Estado de S.Paulo, 24 de julho de 2024. Adaptado)
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importante, acertou... mas só pela metade. Existe algo que
merece, sem dúvida, nossa atenção especial. Estou falando
de cuidado, a gentileza com as pessoas, a responsabilidade
assumida com alguém ou o carinho e a atenção de fazer o
melhor que podemos fazer.
No meu trabalho, equilibrar arrojo com cautela em relação às informações é essencial para prover conteúdo e análises bem fundamentados, úteis, atualizados e práticos. Esse
zelo com o que faço é mais do que uma mera questão de
profissionalismo. É respeito com quem dedica tempo e atenção para consumir o conteúdo que produzo. O cuidado que
coloco em cada palestra, em cada post em minhas redes sociais é percebido e valorizado. E isso se reflete na confiança
que as pessoas depositam em mim. O maior valor do cuidado
é interno, não externo. Ou seja, quem cuida do que faz cuida,
acima de tudo, de si próprio. Fazer com cuidado traz um sentimento de missão cumprida, de fazer a sua parte.
Empresas que abraçam os princípios – cuidado com o
meio ambiente, com a sociedade e com as próprias empresas – não só contribuem para um mundo melhor, mas também inspiram mais confiança e admiração de clientes. Vivemos um paradoxo interessante: enquanto os valores nas
empresas se consolidam, vemos uma nova geração entrando
no mercado de trabalho com uma esperança quase cega na
tecnologia, especialmente na inteligência artificial. Muitos jovens imaginam que, como a inteligência artificial poderá fazer
“tudo”, eles não precisam se dedicar com o mesmo empenho
a realizar e aprender tarefas que ficarão obsoletas.
Ledo engano. A inteligência artificial veio para ficar e mudar nossa forma de viver e trabalhar, mas o cuidado, o capricho e a dedicação são exatamente os elementos humanos
que não serão substituídos por máquinas. São a atenção aos
detalhes, a responsabilidade e a gentileza que fazem toda a
diferença tanto na vida profissional quanto na pessoal. O que
não vai mudar, independentemente de qualquer revolução
tecnológica, o que nunca perde o valor é o cuidado. Portanto,
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Leia a tira.
(O Estado de S.Paulo, 02 de outubro de 2024)
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que seu humor se deve ao fato de
(O Estado de S.Paulo, 02 de outubro de 2024)
A partir da leitura da tira, é correto afirmar que seu humor se deve ao fato de
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