Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

A norma-padrão de regência nominal e verbal encontra-se preservada na frase:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 08 e 09.

O Dia dos Namorados acontece todos os anos, e uma nova tendência tem ganhado espaço: o uso da Inteligência Artificial (IA) para escrever cartas de amor. De acordo com um estudo, 30% dos homens pretendem utilizar ferramentas de IA para expressar seus sentimentos românticos.

Embora a ideia de utilizar uma ferramenta de IA para escrever uma carta possa parecer atraente, é uma tática arriscada. Quase metade do grupo entrevistado que uma mensagem produzida por uma máquina, e 27% dos participantes afirmaram que se sentiriam mais confiantes ao utilizar IA para gerar textos. Outros motivos mencionados para usar a IA com essa finalidade foram: falta de tempo (21%), falta de inspiração (21%) e praticidade (10%).

O debate entre a preferência por mensagens românticas escritas por humanos ou máquinas força. Surpreendentemente, dois terços dos adultos (67%) são incapazes de distinguir entre uma carta de amor escrita por IA e uma escrita por um ser humano.

Diante desse cenário, especialistas alertam para os desafios cada vez em identificar a autoria das informações recebidas on-line, seja de uma pessoa seja de uma máquina. Enquanto alguns usos da IA podem ser inofensivos, há cibercriminosos que se aproveitam dessa tecnologia para atividades maliciosas.

(Cristino Melo. Estudo mostra que homens planejam usar IA

para escrever cartas de amor no Dia dos Namorados.

www.mundoconectado.com.br, 09.06.2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se observa ideia de concessão no trecho.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 08 e 09.

O Dia dos Namorados acontece todos os anos, e uma nova tendência tem ganhado espaço: o uso da Inteligência Artificial (IA) para escrever cartas de amor. De acordo com um estudo, 30% dos homens pretendem utilizar ferramentas de IA para expressar seus sentimentos românticos.

Embora a ideia de utilizar uma ferramenta de IA para escrever uma carta possa parecer atraente, é uma tática arriscada. Quase metade do grupo entrevistado que uma mensagem produzida por uma máquina, e 27% dos participantes afirmaram que se sentiriam mais confiantes ao utilizar IA para gerar textos. Outros motivos mencionados para usar a IA com essa finalidade foram: falta de tempo (21%), falta de inspiração (21%) e praticidade (10%).

O debate entre a preferência por mensagens românticas escritas por humanos ou máquinas força. Surpreendentemente, dois terços dos adultos (67%) são incapazes de distinguir entre uma carta de amor escrita por IA e uma escrita por um ser humano.

Diante desse cenário, especialistas alertam para os desafios cada vez em identificar a autoria das informações recebidas on-line, seja de uma pessoa seja de uma máquina. Enquanto alguns usos da IA podem ser inofensivos, há cibercriminosos que se aproveitam dessa tecnologia para atividades maliciosas.

(Cristino Melo. Estudo mostra que homens planejam usar IA

para escrever cartas de amor no Dia dos Namorados.

www.mundoconectado.com.br, 09.06.2023. Adaptado)

As lacunas do texto são, correta e respectivamente, preenchidas por:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de emprego da vírgula.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.

No hall do edifício há sete escaninhos de madeira para a correspondência. Não escrevo cartas e, portanto, raras cartas recebo, mas todas as vezes em que entro em casa ou dela saio não há como deixar de abrir a caixinha e dar uma olhada. Se não há nada para mim, há dois ou três segundos em que me sinto infeliz, despojado de amigos, em uma idade cuja órbita se estira para fora de todas as surpresas. Assim, a própria ausência de novidades se transforma no meu susto cotidiano.

Às vezes, no entanto, a monotonia postal de minha vida é interrompida por uma carta. De amor, não. Carta de casamento, de literato, de morte. Rasgo os envelopes com uma certa fúria trêmula. Procuro nas linhas, a máquina ou manuscritas, uma absurda palavra definitiva, que aclarasse o mundo, mudasse o rumo da minha vida, me fizesse rico, ou louco, feliz para sempre, ou dono de um segredo que fosse terrível e me tornasse, dentro das minhas modestas boas maneiras, o mais sinistro dos homens.

Mas as cartas são mensagens pálidas de homens tão desorientados e ignorantes quanto eu. Se muitas vezes falam a linguagem da amizade a um coração triste, sempre me decepcionam porque não trouxeram a única e desconhecida palavra que espero. Sou aquele personagem de um romance inglês, meio ridículo e patético, que retardava de todos os modos o momento de despedir-se dos amigos, na esperança insensata de que um deles alguma vez fosse chamá-lo a um canto e dizer-lhe, clara e duramente, o que era a vida e como se devia viver. Ou como Hélio Pellegrino, que me confessou nunca ter escutado sem emoção a campainha do telefone.

Lembro-me de outras cartas: as que recebi em uma ilha deserta chamada internato; cartas de amor e de amigo... Hoje, são poucas as que chegam até a mim. Ninguém me ama, ninguém me escreve. Com exceção, justiça seja feita, do gerente do banco que, fielmente, pontualmente, pede notícias minhas de três em três meses.

(Paulo Mendes Campos. No hall do edifício. https://cronicabrasileira.org.br, 27.02.1953. Adaptado)

Os vocábulos em destaque tiveram sua posição alterada em relação aos trechos originais. Assinale a alternativa em que tal mudança preserva a norma-padrão de colocação pronominal.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.

No hall do edifício há sete escaninhos de madeira para a correspondência. Não escrevo cartas e, portanto, raras cartas recebo, mas todas as vezes em que entro em casa ou dela saio não há como deixar de abrir a caixinha e dar uma olhada. Se não há nada para mim, há dois ou três segundos em que me sinto infeliz, despojado de amigos, em uma idade cuja órbita se estira para fora de todas as surpresas. Assim, a própria ausência de novidades se transforma no meu susto cotidiano.

Às vezes, no entanto, a monotonia postal de minha vida é interrompida por uma carta. De amor, não. Carta de casamento, de literato, de morte. Rasgo os envelopes com uma certa fúria trêmula. Procuro nas linhas, a máquina ou manuscritas, uma absurda palavra definitiva, que aclarasse o mundo, mudasse o rumo da minha vida, me fizesse rico, ou louco, feliz para sempre, ou dono de um segredo que fosse terrível e me tornasse, dentro das minhas modestas boas maneiras, o mais sinistro dos homens.

Mas as cartas são mensagens pálidas de homens tão desorientados e ignorantes quanto eu. Se muitas vezes falam a linguagem da amizade a um coração triste, sempre me decepcionam porque não trouxeram a única e desconhecida palavra que espero. Sou aquele personagem de um romance inglês, meio ridículo e patético, que retardava de todos os modos o momento de despedir-se dos amigos, na esperança insensata de que um deles alguma vez fosse chamá-lo a um canto e dizer-lhe, clara e duramente, o que era a vida e como se devia viver. Ou como Hélio Pellegrino, que me confessou nunca ter escutado sem emoção a campainha do telefone.

Lembro-me de outras cartas: as que recebi em uma ilha deserta chamada internato; cartas de amor e de amigo... Hoje, são poucas as que chegam até a mim. Ninguém me ama, ninguém me escreve. Com exceção, justiça seja feita, do gerente do banco que, fielmente, pontualmente, pede notícias minhas de três em três meses.

(Paulo Mendes Campos. No hall do edifício. https://cronicabrasileira.org.br, 27.02.1953. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o vocábulo destacado foi empregado, no contexto em que se encontra, em sentido figurado.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.

No hall do edifício há sete escaninhos de madeira para a correspondência. Não escrevo cartas e, portanto, raras cartas recebo, mas todas as vezes em que entro em casa ou dela saio não há como deixar de abrir a caixinha e dar uma olhada. Se não há nada para mim, há dois ou três segundos em que me sinto infeliz, despojado de amigos, em uma idade cuja órbita se estira para fora de todas as surpresas. Assim, a própria ausência de novidades se transforma no meu susto cotidiano.

Às vezes, no entanto, a monotonia postal de minha vida é interrompida por uma carta. De amor, não. Carta de casamento, de literato, de morte. Rasgo os envelopes com uma certa fúria trêmula. Procuro nas linhas, a máquina ou manuscritas, uma absurda palavra definitiva, que aclarasse o mundo, mudasse o rumo da minha vida, me fizesse rico, ou louco, feliz para sempre, ou dono de um segredo que fosse terrível e me tornasse, dentro das minhas modestas boas maneiras, o mais sinistro dos homens.

Mas as cartas são mensagens pálidas de homens tão desorientados e ignorantes quanto eu. Se muitas vezes falam a linguagem da amizade a um coração triste, sempre me decepcionam porque não trouxeram a única e desconhecida palavra que espero. Sou aquele personagem de um romance inglês, meio ridículo e patético, que retardava de todos os modos o momento de despedir-se dos amigos, na esperança insensata de que um deles alguma vez fosse chamá-lo a um canto e dizer-lhe, clara e duramente, o que era a vida e como se devia viver. Ou como Hélio Pellegrino, que me confessou nunca ter escutado sem emoção a campainha do telefone.

Lembro-me de outras cartas: as que recebi em uma ilha deserta chamada internato; cartas de amor e de amigo... Hoje, são poucas as que chegam até a mim. Ninguém me ama, ninguém me escreve. Com exceção, justiça seja feita, do gerente do banco que, fielmente, pontualmente, pede notícias minhas de três em três meses.

(Paulo Mendes Campos. No hall do edifício. https://cronicabrasileira.org.br, 27.02.1953. Adaptado)

No trecho “… três segundos em que me sinto infeliz, despojado de amigos, em uma idade cuja órbita se estira para fora de todas as surpresas. Assim, a própria ausência de novidades se transforma no meu susto cotidiano” (1º parágrafo), os vocábulos destacados apresentam, no contexto em que foram empregados, respectivamente, como sinônimo e antônimo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 06.

No hall do edifício há sete escaninhos de madeira para a correspondência. Não escrevo cartas e, portanto, raras cartas recebo, mas todas as vezes em que entro em casa ou dela saio não há como deixar de abrir a caixinha e dar uma olhada. Se não há nada para mim, há dois ou três segundos em que me sinto infeliz, despojado de amigos, em uma idade cuja órbita se estira para fora de todas as surpresas. Assim, a própria ausência de novidades se transforma no meu susto cotidiano.

Às vezes, no entanto, a monotonia postal de minha vida é interrompida por uma carta. De amor, não. Carta de casamento, de literato, de morte. Rasgo os envelopes com uma certa fúria trêmula. Procuro nas linhas, a máquina ou manuscritas, uma absurda palavra definitiva, que aclarasse o mundo, mudasse o rumo da minha vida, me fizesse rico, ou louco, feliz para sempre, ou dono de um segredo que fosse terrível e me tornasse, dentro das minhas modestas boas maneiras, o mais sinistro dos homens.

Mas as cartas são mensagens pálidas de homens tão desorientados e ignorantes quanto eu. Se muitas vezes falam a linguagem da amizade a um coração triste, sempre me decepcionam porque não trouxeram a única e desconhecida palavra que espero. Sou aquele personagem de um romance inglês, meio ridículo e patético, que retardava de todos os modos o momento de despedir-se dos amigos, na esperança insensata de que um deles alguma vez fosse chamá-lo a um canto e dizer-lhe, clara e duramente, o que era a vida e como se devia viver. Ou como Hélio Pellegrino, que me confessou nunca ter escutado sem emoção a campainha do telefone.

Lembro-me de outras cartas: as que recebi em uma ilha deserta chamada internato; cartas de amor e de amigo... Hoje, são poucas as que chegam até a mim. Ninguém me ama, ninguém me escreve. Com exceção, justiça seja feita, do gerente do banco que, fielmente, pontualmente, pede notícias minhas de três em três meses.

(Paulo Mendes Campos. No hall do edifício. https://cronicabrasileira.org.br, 27.02.1953. Adaptado)

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o narrador

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3167787-1

(Bill Waterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 24.12.2023)

Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com as informações da tira e a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia a tira para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 3167786-1

(Bill Waterson. O melhor de Calvin. www.estadao.com.br, 24.12.2023)

A partir do diálogo entre o garoto e o pai, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas