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No dia 15 de novembro de 2017, a obra “Salvator Mundi”,
de Leonardo da Vinci, tornou-se o quadro mais caro vendido em leilões. Incluindo comissões e outras taxas, a obra
foi leiloada por 450,3 milhões de dólares. Dois anos antes,
a obra “As mulheres de Argel (versão 0)”, de Pablo Picasso,
tinha sido leiloada por 179,4 milhões de dólares.
Comparando o preço dessas duas obras, tem-se que o valor da venda do quadro de da Vinci supera o valor do quadro de Picasso em
Comparando o preço dessas duas obras, tem-se que o valor da venda do quadro de da Vinci supera o valor do quadro de Picasso em
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Em 19 de abril de 2019, a BBC News Brasil lançou uma
reportagem indicando que o Ibama deixou de arrecadar
até 20 bilhões de reais em multas por demora na digitalização de processos, segundo Auditoria da Controladoria
Geral da União. Segundo a reportagem:
“Considerando uma hipotética meta de concluir a digitalização dos processos no período de dois anos, seria necessário realizar a preparação e a digitalização de cerca de 190 processos por dia útil de trabalho, o que se mostra inviável, uma vez que os escâneres destinados a essa atividade não são especializados para o tratamento de grande volume de material”. (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47933471. Adaptado)
Supondo que seja feita uma adequação do maquinário destinado a essa tarefa, a fim de que o tempo para essas digitalizações seja reduzido para 5 trimestres, então o novo maquinário terá que ser capaz de digitalizar, por dia útil de trabalho, cerca de
“Considerando uma hipotética meta de concluir a digitalização dos processos no período de dois anos, seria necessário realizar a preparação e a digitalização de cerca de 190 processos por dia útil de trabalho, o que se mostra inviável, uma vez que os escâneres destinados a essa atividade não são especializados para o tratamento de grande volume de material”. (https://www.bbc.com/portuguese/brasil-47933471. Adaptado)
Supondo que seja feita uma adequação do maquinário destinado a essa tarefa, a fim de que o tempo para essas digitalizações seja reduzido para 5 trimestres, então o novo maquinário terá que ser capaz de digitalizar, por dia útil de trabalho, cerca de
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Uma personalidade foi contratada para gravar uma
série de podcasts. Entre gravação e edição, foram gastas
15 horas, sendo que, para cada 1 minuto de gravação,
são necessários 5 minutos de edição. O tempo que essa
personalidade teve que dispor para a gravação dessa
série de podcasts foi de
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O gráfico a seguir mostra os países que mais emitiram dióxido de carbono (CO2) em 2018.

(https://www.bbc.com/portuguese/brasil-50811386)
Considere a média aritmética da quantidade de CO2 emitida pelos três países que mais emitiram CO2. A razão entre essa média e a quantidade de CO2 emitida pelo Brasil, nessa ordem, é um número entre

(https://www.bbc.com/portuguese/brasil-50811386)
Considere a média aritmética da quantidade de CO2 emitida pelos três países que mais emitiram CO2. A razão entre essa média e a quantidade de CO2 emitida pelo Brasil, nessa ordem, é um número entre
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Segundo dados do PNAD, a crise econômica reduziu ou congelou a renda de diversos trabalhadores. A tabela mostra um
comparativo do rendimento habitual médio de trabalhadores de cinco setores:

Tomando o rendimento de 2014 como referência, a maior queda percentual no rendimento habitual médio para o ano de 2019 ocorreu para os trabalhadores

Tomando o rendimento de 2014 como referência, a maior queda percentual no rendimento habitual médio para o ano de 2019 ocorreu para os trabalhadores
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Leia o texto para responder à questão.
Escape room
A regra é só uma: escapar antes que o tempo acabe. Já a
quantidade de usos pedagógicos desse jogo se multiplica na
medida da criatividade dos professores. Febre no exterior – e
opção de lazer que também caiu no gosto dos brasileiros –,
os escape rooms agora desembarcaram nas escolas. Presos
dentro de uma sala misteriosa, cheia de cofres e cadeados,
os alunos têm de resolver juntos uma série de enigmas para
encontrar a chave da liberdade.
Enquanto os problemas podem passar pela Geografia,
Biologia e Matemática, as soluções vêm, necessariamente,
do trabalho em equipe. Nos escapes, não existe um ganhador: ou todos saem ou nada feito. Alunos com espírito de liderança ajudam a coordenar o grupo ao mesmo tempo que
outros trabalham para acalmar os colegas.
Foram três meses quebrando a cabeça – até nas férias
– para que o professor Renato Aruta conseguisse finalmente montar um escape room à altura da perspicácia dos seus
alunos do 3° ano do ensino médio. No dia da atividade, levou
os estudantes para dentro da sala e apenas avisou, solene:
“Vocês têm 30 minutos para sair daí”.
“Não acredito que ele fez isso com a gente”, pensava
Giovanna C., de 17 anos, uma das “detidas”, enquanto Aruta
monitorava os alunos – e se divertia – por meio de uma câmera instalada na sala. A incredulidade deu lugar ao corre-
-corre e logo a turma entrou no espírito. Quem tinha intimidade com mapas ajudou a desvendar códigos escondidos em
coordenadas geográficas. Fãs da Matemática se debruçaram
sobre cálculos.
Mas o reforço dos conteúdos foi apenas um efeito colateral. “A ideia foi unir características de cada aluno, como
liderança e capacidade de resolver problemas”, explica Aruta.
Para professor e estudantes, conhecer mais o outro revelou boas surpresas: “Tem uma amiga que é bem quietinha.
Nunca imaginei que ela organizaria tudo enquanto estavam
todos nervosos”, exemplifica Luísa P., de 16 anos.
Atividades como os escape rooms se inserem em um contexto de valorização das habilidades socioemocionais, decisivas para a formação dos jovens e o bem-estar na escola.
(Júlia Marques, O Estado de S.Paulo, 18.08.2019. Adaptado)
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- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomesPronomes Demonstrativos
- MorfologiaPronomesPronomes Indefinidos
- Interpretação de Textos
Leia o texto para responder à questão.
Escape room
A regra é só uma: escapar antes que o tempo acabe. Já a
quantidade de usos pedagógicos desse jogo se multiplica na
medida da criatividade dos professores. Febre no exterior – e
opção de lazer que também caiu no gosto dos brasileiros –,
os escape rooms agora desembarcaram nas escolas. Presos
dentro de uma sala misteriosa, cheia de cofres e cadeados,
os alunos têm de resolver juntos uma série de enigmas para
encontrar a chave da liberdade.
Enquanto os problemas podem passar pela Geografia,
Biologia e Matemática, as soluções vêm, necessariamente,
do trabalho em equipe. Nos escapes, não existe um ganhador: ou todos saem ou nada feito. Alunos com espírito de liderança ajudam a coordenar o grupo ao mesmo tempo que
outros trabalham para acalmar os colegas.
Foram três meses quebrando a cabeça – até nas férias
– para que o professor Renato Aruta conseguisse finalmente montar um escape room à altura da perspicácia dos seus
alunos do 3° ano do ensino médio. No dia da atividade, levou
os estudantes para dentro da sala e apenas avisou, solene:
“Vocês têm 30 minutos para sair daí”.
“Não acredito que ele fez isso com a gente”, pensava
Giovanna C., de 17 anos, uma das “detidas”, enquanto Aruta
monitorava os alunos – e se divertia – por meio de uma câmera instalada na sala. A incredulidade deu lugar ao corre-
-corre e logo a turma entrou no espírito. Quem tinha intimidade com mapas ajudou a desvendar códigos escondidos em
coordenadas geográficas. Fãs da Matemática se debruçaram
sobre cálculos.
Mas o reforço dos conteúdos foi apenas um efeito colateral. “A ideia foi unir características de cada aluno, como
liderança e capacidade de resolver problemas”, explica Aruta.
Para professor e estudantes, conhecer mais o outro revelou boas surpresas: “Tem uma amiga que é bem quietinha.
Nunca imaginei que ela organizaria tudo enquanto estavam
todos nervosos”, exemplifica Luísa P., de 16 anos.
Atividades como os escape rooms se inserem em um contexto de valorização das habilidades socioemocionais, decisivas para a formação dos jovens e o bem-estar na escola.
(Júlia Marques, O Estado de S.Paulo, 18.08.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Escape room
A regra é só uma: escapar antes que o tempo acabe. Já a
quantidade de usos pedagógicos desse jogo se multiplica na
medida da criatividade dos professores. Febre no exterior – e
opção de lazer que também caiu no gosto dos brasileiros –,
os escape rooms agora desembarcaram nas escolas. Presos
dentro de uma sala misteriosa, cheia de cofres e cadeados,
os alunos têm de resolver juntos uma série de enigmas para
encontrar a chave da liberdade.
Enquanto os problemas podem passar pela Geografia,
Biologia e Matemática, as soluções vêm, necessariamente,
do trabalho em equipe. Nos escapes, não existe um ganhador: ou todos saem ou nada feito. Alunos com espírito de liderança ajudam a coordenar o grupo ao mesmo tempo que
outros trabalham para acalmar os colegas.
Foram três meses quebrando a cabeça – até nas férias
– para que o professor Renato Aruta conseguisse finalmente montar um escape room à altura da perspicácia dos seus
alunos do 3° ano do ensino médio. No dia da atividade, levou
os estudantes para dentro da sala e apenas avisou, solene:
“Vocês têm 30 minutos para sair daí”.
“Não acredito que ele fez isso com a gente”, pensava
Giovanna C., de 17 anos, uma das “detidas”, enquanto Aruta
monitorava os alunos – e se divertia – por meio de uma câmera instalada na sala. A incredulidade deu lugar ao corre-
-corre e logo a turma entrou no espírito. Quem tinha intimidade com mapas ajudou a desvendar códigos escondidos em
coordenadas geográficas. Fãs da Matemática se debruçaram
sobre cálculos.
Mas o reforço dos conteúdos foi apenas um efeito colateral. “A ideia foi unir características de cada aluno, como
liderança e capacidade de resolver problemas”, explica Aruta.
Para professor e estudantes, conhecer mais o outro revelou boas surpresas: “Tem uma amiga que é bem quietinha.
Nunca imaginei que ela organizaria tudo enquanto estavam
todos nervosos”, exemplifica Luísa P., de 16 anos.
Atividades como os escape rooms se inserem em um contexto de valorização das habilidades socioemocionais, decisivas para a formação dos jovens e o bem-estar na escola.
(Júlia Marques, O Estado de S.Paulo, 18.08.2019. Adaptado)
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Leia um trecho do romance A cidade de Ulisses, de Teolinda
Gersão, para responder à questão.
Assim que a professora de pintura entrou em nossa casa,
uma nova época se inaugurou.
A vida da minha mãe ficou de repente preenchida, pareceu ganhar magicamente um rumo. Pintar ocupava-lhe os
dias de tal modo que começou a usar um despertador, cujo
alarme tocava um pouco antes de o meu pai chegar. Então,
apressava-se a arrumar tudo, despia a bata e, ao bater do
meio-dia, sentava-se na sala a esperá-lo. Como se sempre
lá tivesse estado, com o coração a bater da correria pela
escada.
Até que um dia o meu pai achou que podia economizar
esse dinheiro, a professora foi dispensada e minha mãe continuou a pintar, por sua conta e risco.
Fascinado, eu exigi desde o início partilhar essa expedição com ela. O tempo que passei naquele sótão foi de longe
o mais feliz da minha infância.
A ideia que guardo é a da casa como um espaço dividido,
o espaço ameaçador do meu pai e o mundo aventuroso e secreto de minha mãe. Passava-se de um para o outro através
da escada: o sótão era um lugar ilimitado, como se boiasse
no ar ou assentasse nas nuvens. A minha mãe estendia na
mesa uma folha de papel e punha ao meu alcance lápis de
cor, pincéis e tintas.
Então tudo começava a ser possível: bastava eu querer
e uma coisa aparecia: o sol, um pássaro, uma árvore, uma
folha. Ela dizia sim, e sorria. Éramos cúmplices e partilhávamos um poder mágico. Estávamos no centro do mundo, e ele
obedecia. Fazíamos o sol subir no horizonte, púnhamos um
carro na estrada, um moinho num monte, pessoas acenando
das janelas. Tudo o que quiséssemos acontecia. Tudo.
(A cidade de Ulisses. Oficina Raquel, 2017. Adaptado)
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Leia um trecho do romance A cidade de Ulisses, de Teolinda
Gersão, para responder à questão.
Assim que a professora de pintura entrou em nossa casa,
uma nova época se inaugurou.
A vida da minha mãe ficou de repente preenchida, pareceu ganhar magicamente um rumo. Pintar ocupava-lhe os
dias de tal modo que começou a usar um despertador, cujo
alarme tocava um pouco antes de o meu pai chegar. Então,
apressava-se a arrumar tudo, despia a bata e, ao bater do
meio-dia, sentava-se na sala a esperá-lo. Como se sempre
lá tivesse estado, com o coração a bater da correria pela
escada.
Até que um dia o meu pai achou que podia economizar
esse dinheiro, a professora foi dispensada e minha mãe continuou a pintar, por sua conta e risco.
Fascinado, eu exigi desde o início partilhar essa expedição com ela. O tempo que passei naquele sótão foi de longe
o mais feliz da minha infância.
A ideia que guardo é a da casa como um espaço dividido,
o espaço ameaçador do meu pai e o mundo aventuroso e secreto de minha mãe. Passava-se de um para o outro através
da escada: o sótão era um lugar ilimitado, como se boiasse
no ar ou assentasse nas nuvens. A minha mãe estendia na
mesa uma folha de papel e punha ao meu alcance lápis de
cor, pincéis e tintas.
Então tudo começava a ser possível: bastava eu querer
e uma coisa aparecia: o sol, um pássaro, uma árvore, uma
folha. Ela dizia sim, e sorria. Éramos cúmplices e partilhávamos um poder mágico. Estávamos no centro do mundo, e ele
obedecia. Fazíamos o sol subir no horizonte, púnhamos um
carro na estrada, um moinho num monte, pessoas acenando
das janelas. Tudo o que quiséssemos acontecia. Tudo.
(A cidade de Ulisses. Oficina Raquel, 2017. Adaptado)
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