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Foram encontradas 50 questões.

3488565 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Enunciado 4044455-1

Para comemorar o Dia Internacional dos Povos Indígenas, o artista Adilson Dias, de ascen-dência Tupinambá, lan-çou nos serviços de streaming o clipe “A Nossa Casa em Jogo”. O projeto “Okaeté”, que em Tupi-Guarani significa “a verdadeira casa”, é um emocionante jogo de futebol em campo redondo com jogadores indígenas, batizado pelo artista de Futeoka, com 4 traves e duas bolas. No videoarte, a preservação do Planeta Terra é o grande grito de gol, ressaltando a união e a criatividade dos povos originários na proteção de seus territórios. (Adaptado de von BORELL, G. Projeto OKAETÉ mostra em clipe futebol jogado por indígenas em campo redondo. 05/08/2023. Cansei de Ser Pop – CSP, cultura, arte e entretenimento.)

O nome futeoka é

 

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3488564 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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O Assojaba Tupinambá (Manto Tupinambá) é uma vestimenta sagrada, utilizada em rituais e feita com penas de aves nativas. Os mantos foram levados do Brasil no período colonial. O Museu Nacional da Dinamarca anunciou a doação do manto tupinambá ao Museu Nacional no Rio de Janeiro até o final de 2023.

Enunciado 4044454-1

Glicéria Tupinambá com o manto que recriou.

Glicéria (ou Célia) Tupinambá, artista e professora da aldeia Serra do Padeiro, na Terra Indígena Tupinambá de Olivença (BA), conta que o manto recriado por ela também era usado por mulheres “que faziam os partos, que faziam a iniciação da menina moça pra virar mulher e, em vez de ser pajé, elas eram as majés”. E explica: “Esse manto traz a linguagem do despertar da mulher indígena. Eu vou trazer a majé porque ela foi invisibilizada, foi apagada da história”. (Adaptado de GONÇALVES, A.C. O Manto Tupinambá. Espaço do Conhecimento. UFMG. Acesso em: 08/08/2023.)

Indo além do valor histórico do manto, o objetivo da recriação artística de Glicéria Tupinambá é

 

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3488563 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Texto comum à questão.

Dá para falar em feminismo indígena? É preciso lembrar que os povos indígenas são mais de 300 – um grupo com diferentes culturas, línguas, costumes, origens e características. Pensar essas populações, sem reconhecer essa diversidade, é reproduzir um olhar colonizador e violento. E é justamente por isso que a ativista indígena Taily Terena discorda de um possível conceito de feminismo indígena, porque esse feminismo partiria da ideia de que todas as mulheres indígenas enfrentam as mesmas dificuldades e lutam por pautas iguais. Entre as principais reivindicações das Mulheres Indígenas está a demarcação de Terras. No lugar de “feminismo indígena”, Taily Terena prefere “Luta das Mulheres Indígenas” – bastante difundido entre mulheres indígenas de diferentes culturas. É a mulher indígena que assume o papel de guardiã do território e passa a ser responsável não só pela defesa de seus povos, mas também pelo funcionamento de toda a comunidade. (Adaptado de SOUZA, N. Por que feminismo não é suficiente pra luta das mulheres indígenas? Revista AzMina, 24/10/2022.)

Entre as reivindicações das mulheres indígenas, destaca-se

 

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3488562 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Texto comum à questão.

Dá para falar em feminismo indígena? É preciso lembrar que os povos indígenas são mais de 300 – um grupo com diferentes culturas, línguas, costumes, origens e características. Pensar essas populações, sem reconhecer essa diversidade, é reproduzir um olhar colonizador e violento. E é justamente por isso que a ativista indígena Taily Terena discorda de um possível conceito de feminismo indígena, porque esse feminismo partiria da ideia de que todas as mulheres indígenas enfrentam as mesmas dificuldades e lutam por pautas iguais. Entre as principais reivindicações das Mulheres Indígenas está a demarcação de Terras. No lugar de “feminismo indígena”, Taily Terena prefere “Luta das Mulheres Indígenas” – bastante difundido entre mulheres indígenas de diferentes culturas. É a mulher indígena que assume o papel de guardiã do território e passa a ser responsável não só pela defesa de seus povos, mas também pelo funcionamento de toda a comunidade. (Adaptado de SOUZA, N. Por que feminismo não é suficiente pra luta das mulheres indígenas? Revista AzMina, 24/10/2022.)

De acordo com a ativista indígena Taily Terena, não há um feminismo indígena porque

 

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3488561 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Em seu discurso de posse, a Ministra Sônia Guajajara afirma: "Eu não estou aqui sozinha, eu estou aqui com a força da nossa ancestralidade". A ativista indígena Jamille Anahata destaca o fato de que a Ministra lembra, com sabedoria, que não chegou ali sozinha e não está ali sozinha. Está ali com a força dos encantados e de todos aqueles que vieram antes:

Enunciado 4044450-1

Constituição Federal ganha versão em nheengatu. Foto de Brenno Carvalho. EXTRA, 17/07/2023.)

Quitéria Binga (Povo Pankararu, final de 1970), liderança na Assembleia Constituinte de 1988.

Maninha Xukuru Kariri (Etelvina Santana da Silva), uma das criadoras da Articulação dos Povos do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme).

Tuyra Kayapó, desde os anos 1980, contra a hidrelétrica de Belo Monte e uma das lideranças da Marcha das Mulheres Indígenas.

Sineia Wapichana, liderança do Conselho Indígena de Roraima – pelo enfrentamento das mudanças climáticas.

Cacique Pequena (Povo Jenipapo-Kanindé, Ceará), promoveu o reconhecimento de seu povo e a delimitação da terra (ainda não homologada). (Adaptado de Jamille Anahata, manauara, ativista indígena, poeta, pesquisadora de Relações Raciais. O futuro é ancestral: às que vieram antes de nós. Revista AzMina. 06/02/2023.)

Considerando o que disse Sônia Guajajara na posse, Jamille Anahata expõe suas ideias sobre

 

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3488560 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Meu primeiro contato com fotografia foi com uma máquina Love, com filme acoplado e descartável. Foi amor à primeira vista, com quem pude assassinar toda a comunidade, clique após clique, até acabar a munição. Foi um amigo da família em viagem para Manaus que a levou para revelar e ampliar as fotografias; meses depois chegaram as tão esperadas fotos e todos os fotografados estavam com suas cabeças cortadas na fotografia. Erro engraçado e tétrico. Motivo de risos dos mais jovens e de ira dos mais velhos. Uma parte deles havia sido roubada: decapitação fotográfica. Registros descartáveis, como a Love. (Adaptado de Denilson Baniwa, Ficções coloniais (ou finjam que não estou aqui). Assessoria de Comunicação. Ministério dos Povos Indígenas. FUNAI, 31/05/2023.)

Em seu depoimento sobre sua primeira experiência como fotógrafo, o autor se apoia em

 

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3488559 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Observe a imagem a seguir.

Enunciado 4044448-1

(Disponível em: https://instagram.com/filosofia_arte_literatura. Acesso em: 08/08/2023.)

Considere a frase “Ficar sem arte sufoca”. O uso dos parênteses na frase escrita no cartaz tem o efeito de

 

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3488558 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Texto comum à questão.

Apresenta-se, a seguir, um trecho de um artigo acadêmico que analisa a obra “Ajuricaba”, uma história em quadrinhos (HQ) criada por Ademar Vieira.

“O protagonista da história, Ajuricaba, da etnia Manao, é apresentado como um herói destemido, valente, justo e defensor incansável das liberdades e prerrogativas dos ameríndios do Rio Negro frente às arbitrariedades lusitanas. Um dos episódios emblemáticos em que se pode observar as qualidades mencionadas acima se dá nas primeiras páginas da HQ: o protagonista liberta uma anta das garras de uma sucuri (...). A facilidade com que realiza a ação é comparável aos atos dos grandes heróis das epopeias clássicas. A força e bravura do Manao dialogam, ainda, com outro personagem indígena, idealizado no romantismo nacional: Peri, protagonista do romance O Guarani (1857), de José de Alencar. No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.” (Adaptado de DIAZ, R. Q. Fórum Lit. Bras. Contemporânea, Rio de Janeiro, 14(28), p. 138-158, dez. 2022.)

Assinale a alternativa que mantém o mesmo sentido desta frase: “No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.”

 

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3488557 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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Texto comum à questão.

Apresenta-se, a seguir, um trecho de um artigo acadêmico que analisa a obra “Ajuricaba”, uma história em quadrinhos (HQ) criada por Ademar Vieira.

“O protagonista da história, Ajuricaba, da etnia Manao, é apresentado como um herói destemido, valente, justo e defensor incansável das liberdades e prerrogativas dos ameríndios do Rio Negro frente às arbitrariedades lusitanas. Um dos episódios emblemáticos em que se pode observar as qualidades mencionadas acima se dá nas primeiras páginas da HQ: o protagonista liberta uma anta das garras de uma sucuri (...). A facilidade com que realiza a ação é comparável aos atos dos grandes heróis das epopeias clássicas. A força e bravura do Manao dialogam, ainda, com outro personagem indígena, idealizado no romantismo nacional: Peri, protagonista do romance O Guarani (1857), de José de Alencar. No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.” (Adaptado de DIAZ, R. Q. Fórum Lit. Bras. Contemporânea, Rio de Janeiro, 14(28), p. 138-158, dez. 2022.)

Para o autor do artigo, “Ajuricaba” se destaca pela

 

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3488556 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UNICAMP
Orgão: UNICAMP
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“Palavras são estradas. É com elas que conectamos os pontos entre o presente e um passado que não podemos mais acessar. (...) Palavras eram o presente que meu pai trazia de caminhão em minha infância. Elas ressoavam isoladas – boleia, transamazônica, carreta, rodovia, pororoca, Belém, saudades –, ou então formavam narrativas sobre um mundo que parecia grande demais. Eu tinha que imaginá-las com todas as cores, gravá-las na memória, me agarrar a elas, pois logo meu pai iria embora para voltar só dali a quarenta, cinquenta dias.” (BORTOLUCI, J. H. O que é meu. São Paulo: Fósforo, p. 10, 2023.)

No excerto apresentado, o autor explora os múltiplos sentidos dos termos

 

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