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Foram encontradas 40 questões.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

I. Este menino é .............-educado, não sei ...................

II. O governo Federal está realizando o .................da população.

III. Famílias ucranianas .......................para nossa região, fugindo da guerra em seu país.

IV. Sua abordagem está ligada.............. princípios fundamentados na ciência.

 

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3190942 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO
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A dieta da longevidade

André Sollitto e Cilene Pereira Revista Veja, 1º. de junho de 2022

Até hoje, a maioria das investigações associando alimentação e longevidade atinha-se às propriedades nutritivas de alimentos que poderiam ajudar na prevenção de doenças, especialmente as crônicas, as que mais matam no mundo. Assim, soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração, que do azeite de oliva ganha-se o melhor tipo de gordura, que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes e que os alimentos integrais superam de goleada os refinados. Também concluiu-se que reduzir em média 30% a ingestão de calorias é uma boa medida. Mas ninguém tinha ideia de que organizar o consumo disso tudo de acordo com o relógio biológico é tão importante quanto a escolha dos alimentos. A pesquisa deixou isso evidente. A revisão mostrou que as refeições devem ser feitas em um período concentrado de onze a doze horas. Depois disso, mais nada.

Em seu trabalho, Valter Longo e Rozalyn Anderson foram mais longe na abordagem. Eles propuseram que a cada dois ou três meses as pessoas tirem cinco dias para fazer um jejum, entendendo-se por isso uma ingestão focada em legumes e verduras e bastante líquido. Na explicação de Longo, a ação promove uma espécie de liga-desliga nos processos metabólicos, permitindo a melhora nas funções do organismo e a redução de fatores de risco para enfermidades crônicas.

Assinale o que for correto em relação a aspectos sintáticos e morfológicos do período a seguir, destacado do texto.

“... soube-se... que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes...”

 

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A dieta da longevidade

André Sollitto e Cilene Pereira Revista Veja, 1º. de junho de 2022

Até hoje, a maioria das investigações associando alimentação e longevidade atinha-se às propriedades nutritivas de alimentos que poderiam ajudar na prevenção de doenças, especialmente as crônicas, as que mais matam no mundo. Assim, soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração, que do azeite de oliva ganha-se o melhor tipo de gordura, que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes e que os alimentos integrais superam de goleada os refinados. Também concluiu-se que reduzir em média 30% a ingestão de calorias é uma boa medida. Mas ninguém tinha ideia de que organizar o consumo disso tudo de acordo com o relógio biológico é tão importante quanto a escolha dos alimentos. A pesquisa deixou isso evidente. A revisão mostrou que as refeições devem ser feitas em um período concentrado de onze a doze horas. Depois disso, mais nada.

Em seu trabalho, Valter Longo e Rozalyn Anderson foram mais longe na abordagem. Eles propuseram que a cada dois ou três meses as pessoas tirem cinco dias para fazer um jejum, entendendo-se por isso uma ingestão focada em legumes e verduras e bastante líquido. Na explicação de Longo, a ação promove uma espécie de liga-desliga nos processos metabólicos, permitindo a melhora nas funções do organismo e a redução de fatores de risco para enfermidades crônicas.

Analise as alternativas a seguir quanto à acentuação gráfica e assinale a correta.

 

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A dieta da longevidade

André Sollitto e Cilene Pereira Revista Veja, 1º. de junho de 2022

Até hoje, a maioria das investigações associando alimentação e longevidade atinha-se às propriedades nutritivas de alimentos que poderiam ajudar na prevenção de doenças, especialmente as crônicas, as que mais matam no mundo. Assim, soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração, que do azeite de oliva ganha-se o melhor tipo de gordura, que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes e que os alimentos integrais superam de goleada os refinados. Também concluiu-se que reduzir em média 30% a ingestão de calorias é uma boa medida. Mas ninguém tinha ideia de que organizar o consumo disso tudo de acordo com o relógio biológico é tão importante quanto a escolha dos alimentos. A pesquisa deixou isso evidente. A revisão mostrou que as refeições devem ser feitas em um período concentrado de onze a doze horas. Depois disso, mais nada.

Em seu trabalho, Valter Longo e Rozalyn Anderson foram mais longe na abordagem. Eles propuseram que a cada dois ou três meses as pessoas tirem cinco dias para fazer um jejum, entendendo-se por isso uma ingestão focada em legumes e verduras e bastante líquido. Na explicação de Longo, a ação promove uma espécie de liga-desliga nos processos metabólicos, permitindo a melhora nas funções do organismo e a redução de fatores de risco para enfermidades crônicas.

Assinale a alternativa que contém uma observação correta sobre a sintaxe desta frase:

“...soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração...”

 

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3190926 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO
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A dieta da longevidade

André Sollitto e Cilene Pereira Revista Veja, 1º. de junho de 2022

Até hoje, a maioria das investigações associando alimentação e longevidade atinha-se às propriedades nutritivas de alimentos que poderiam ajudar na prevenção de doenças, especialmente as crônicas, as que mais matam no mundo. Assim, soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração, que do azeite de oliva ganha-se o melhor tipo de gordura, que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes e que os alimentos integrais superam de goleada os refinados. Também concluiu-se que reduzir em média 30% a ingestão de calorias é uma boa medida. Mas ninguém tinha ideia de que organizar o consumo disso tudo de acordo com o relógio biológico é tão importante quanto a escolha dos alimentos. A pesquisa deixou isso evidente. A revisão mostrou que as refeições devem ser feitas em um período concentrado de onze a doze horas. Depois disso, mais nada.

Em seu trabalho, Valter Longo e Rozalyn Anderson foram mais longe na abordagem. Eles propuseram que a cada dois ou três meses as pessoas tirem cinco dias para fazer um jejum, entendendo-se por isso uma ingestão focada em legumes e verduras e bastante líquido. Na explicação de Longo, a ação promove uma espécie de liga-desliga nos processos metabólicos, permitindo a melhora nas funções do organismo e a redução de fatores de risco para enfermidades crônicas.

A coesão do texto é construída, principalmente, a partir do (a)

 

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A dieta da longevidade

André Sollitto e Cilene Pereira Revista Veja, 1º. de junho de 2022

Até hoje, a maioria das investigações associando alimentação e longevidade atinha-se às propriedades nutritivas de alimentos que poderiam ajudar na prevenção de doenças, especialmente as crônicas, as que mais matam no mundo. Assim, soube-se que das frutas vermelhas obtêm-se vitamina C e compostos protetores do coração, que do azeite de oliva ganha-se o melhor tipo de gordura, que as proteínas vegetais são sempre melhores do que as fornecidas por carnes e que os alimentos integrais superam de goleada os refinados. Também concluiu-se que reduzir em média 30% a ingestão de calorias é uma boa medida. Mas ninguém tinha ideia de que organizar o consumo disso tudo de acordo com o relógio biológico é tão importante quanto a escolha dos alimentos. A pesquisa deixou isso evidente. A revisão mostrou que as refeições devem ser feitas em um período concentrado de onze a doze horas. Depois disso, mais nada.

Em seu trabalho, Valter Longo e Rozalyn Anderson foram mais longe na abordagem. Eles propuseram que a cada dois ou três meses as pessoas tirem cinco dias para fazer um jejum, entendendo-se por isso uma ingestão focada em legumes e verduras e bastante líquido. Na explicação de Longo, a ação promove uma espécie de liga-desliga nos processos metabólicos, permitindo a melhora nas funções do organismo e a redução de fatores de risco para enfermidades crônicas.

Analise o primeiro período do texto acima e assinale a alternativa correta.

 

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3190916 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: UNICENTRO
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Notícia de jornal

(Fernando Sabino)

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome.

Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Analise as alternativas abaixo e assinale a correta em relação à pontuação do período que segue.

“Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha, foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.”

 

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Notícia de jornal

(Fernando Sabino)

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome.

Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

A repetição da expressão “morreu de fome” no texto pode ser considerada um recurso estilístico ou figura de linguagem denominado

 

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Notícia de jornal

(Fernando Sabino)

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome.

Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

No texto, qual o significado das seguintes palavras: proscrito, presumível, alçada, escarmento? Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, esses significados.

 

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Notícia de jornal

(Fernando Sabino)

Leio no jornal a notícia de que um homem morreu de fome. Um homem de cor branca, trinta anos presumíveis, pobremente vestido, morreu de fome, sem socorros, em pleno centro da cidade, permanecendo deitado na calçada durante setenta e duas horas, para finalmente morrer de fome.

Morreu de fome.

Depois de insistentes pedidos de comerciantes, uma ambulância do Pronto Socorro e uma radiopatrulha foram ao local, mas regressaram sem prestar auxílio ao homem, que acabou morrendo de fome.

Um homem que morreu de fome. O comissário de plantão (um homem) afirmou que o caso (morrer de fome) era alçada da Delegacia de Mendicância, especialista em homens que morrem de fome. E o homem morreu de fome.

O corpo do homem que morreu de fome foi recolhido ao Instituto Médico Legal sem ser identificado. Nada se sabe dele, senão que morreu de fome. Um homem morre de fome em plena rua, entre centenas de passantes. Um homem caído na rua. Um bêbado. Um vagabundo. Um mendigo, um anormal, um tarado, um pária, um marginal, um proscrito, um bicho, uma coisa – não é homem. E os outros homens cumprem seu destino de passantes, que é o de passar. Durante setenta e duas horas todos passam, ao lado do homem que morre de fome, com um olhar de nojo, desdém, inquietação e até mesmo piedade, ou sem olhar nenhum, e o homem continua morrendo de fome, sozinho, isolado, perdido entre os homens, sem socorro e sem perdão.

Não é de alçada do comissário, nem do hospital, nem da radiopatrulha, por que haveria de ser da minha alçada? Que é que eu tenho com isso? Deixa o homem morrer de fome.

E o homem morre de fome. De trinta anos presumíveis. Pobremente vestido. Morreu de fome, diz o jornal. Louve-se a insistência dos comerciantes, que jamais morrerão de fome, pedindo providências às autoridades. As autoridades nada mais puderam fazer senão remover o corpo do homem. Deviam deixar que apodrecesse, para escarmento dos outros homens. Nada mais puderam fazer senão esperar que morresse de fome.

E ontem, depois de setenta e duas horas de inanição em plena rua, no centro mais movimentado da cidade do Rio de Janeiro, um homem morreu de fome.

Morreu de fome.

Sobre o texto, considere as afirmações abaixo.

I. O texto expõe a indignação do autor sobre a fome no mundo.

II. O texto evidencia falta de sensibilidade de boa parte da sociedade frente à miséria e o desamparo das pessoas em situação de rua.

III. A mensagem expressa a intenção da sociedade de se criar um órgão próprio para cuidar dos que morrem de fome.

IV. O autor apresenta o absurdo que é a naturalização da morte em plena cidade movimentada, à luz do dia e diante do público, que não se comove.

Agora, assinale o que estiver correto sobre as questões I a IV.

 

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