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Suicidio, la segunda causa de muerte en adolescentes argentinos
En Argentina el suicido es actualmente la segunda causa de muerte en los adolescentes, según datos de Unicef, por lo que se convirtió en una problemática que cada vez se vuelve más preocupante. Según el último informe del Ministerio de Salud de la Nación, los jóvenes de entre 15 y 19 años son quienes están más inclinados a estas conductas. Si bien es cierto que el suicidio es un fenómeno multifactorial, es decir, que no tiene una única causa, se pueden observar algunas situaciones de riesgo que predisponen a un adolescente a tener pensamientos suicidas.
Están presentes los problemas familiares, el acoso escolar, la depresión, luchas con su identidad sexual, la ansiedad y el consumo de drogas, entre las muchas causas por las que un adolescente llega a una situación límite. Los adolescentes, comúnmente creen que la mejor forma que tienen para expresar sus emociones, lo que viven y sienten es su propio cuerpo. Por eso muchas veces se autolesionan, viven situaciones de bulimia o anorexia, y quienes se sienten atrapados en una situación difícil, pueden tener la sensación de no tener más opciones que quitarse la vida.
La realidad es que ellos no quieren terminar con sus vidas, quieren terminar con sus problemas, y creen que quitándose la vida lo van a lograr. Es fundamental que como sociedad podamos tomar medidas preventivas para poder observar con anticipación posibles conductas disruptivas. Es necesario tener mucho más en cuenta la educación sobre la salud mental en las escuelas, teniendo en cuenta todos los problemas que un adolescente vive. Las escuelas que trabajan en espacios de convivencias junto con los estudiantes suelen tener mucha mejor respuesta de ellos ante situaciones de crisis, ya que para los adolescentes el grupo de pares es muy importante.
Es muy valioso también que las familias estén presentes. Muchas veces, algunas problemáticas adolescentes se ven como temas menores porque “es cosa de chicos” y realmente para ellos es su vida, en especial cuando se trata de problemas relacionales con sus pares. No hay problemas “menores”. Es trascendental escucharlos, ya que generalmente frente a la idea suicida se dan señales verbales.
Además, es importante que se creen espacios en donde se puedan abordar estas problemáticas de forma más abierta, sin tabúes ni juzgamientos. Se puede hablar de suicidio, existe el mito de que no se puede decir esa palabra, ya que eso puede alentarlos a hacerlo, y esto hace, muchas veces, que haya cosas que no se hablen abiertamente, que queden bajo la niebla y no se puedan mencionar. Cuando algo se habla abiertamente hay menos posibilidades de interpretaciones personales, y es sano para alcanzar una mejor comunicación.
Adaptado de https://www.perfil.com/noticias/opinion/suicidio-la-segunda-causa-de-muerte-en-adolescentes-argentinos.phtml. Accedido en 20 feb de 2024.
“Si bien es cierto que el suicidio es un fenómeno multifactorial”
Una otra forma de escribir este fragmento sin pérdidas de sentido en el texto original es:
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O aparelho cardiovascular humano é formado pelo coração e por vasos sanguíneos - artérias, veias e capilares - que podem ser diferenciados entre si, dentre outros parâmetros, pela sua composição histológica. Os capilares, por exemplo, são vasos que possibilitam tanto a chegada de nutrientes aos tecidos, quanto a remoção de resíduos desses para o sangue.
As trocas observadas ao nível dos capilares são possíveis pelo fato de esses vasos sanguíneos apresentarem a seguinte composição histológica:
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Disponível em: https://www.reddit.com/. Acesso em 22 jan. 2024.
A partir da análise do mapa, a pirâmide populacional do país com a dinâmica demográfica apresentada possui, aproximadamente, o seguinte formato:
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A fórmula estrutural a seguir representa a molécula de um agente químico associado ao desenvolvimento de câncer.

Essa molécula pertence à seguinte função orgânica:
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O Complexo de Deus
Em novembro de 2009, Lloyd Blankfein, presidente da Goldman Sachs, dirigiu-se a um jornalista do The Sunday Times, quando este o abordava já no final de uma maratona de trabalho. Depois de uma troca de questões e respostas, Lloyd teria afirmado que era apenas um banqueiro a “fazer o trabalho de Deus”. O fato de a frase ter sido descontextualizada do resto da entrevista não evitou que, nos dias seguintes, a discussão pública aquecesse sobre o uso da expressão, provavelmente amplificada por ter vindo do presidente de uma das mais poderosas instituições financeiras do planeta e ter sido proferida em plena crise financeira de 2008-2010. Mas, independentemente do contexto que pode ser evocado para justificar o que foi dito, parece ser inegável que a fala também reflete uma forma de olhar para o mundo, assente na crença de que alguns estão acima de todos os outros, incluindo a Lei, e ignorando por completo o vexame público. Outro exemplo é a expressão “em nome de Deus”, que tem sido utilizada diante de multidões em alguns países do mundo. Tal crença e forma de pensar tem sido designada Complexo de Deus.
Apesar de semelhantes, o Complexo de Deus e o Transtorno de Personalidade Narcisística são condições distintas. De acordo com Skodol (2018), o Transtorno de Personalidade Narcisística é caracterizado por ser um “padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia”. Trata-se de uma alteração da personalidade em que a pessoa superestima o seu próprio valor, implicando a subestimação do valor dos outros. Acha-se superior, melhor e especial. A arrogância, a necessidade constante de admiração, a falta de empatia e a desumanização dos pares são outros predicados observados nesses pacientes.
O termo Complexo de Deus foi cunhado pelo neuropsiquiatra Ernest Jones, conhecido por ter sido o biógrafo oficial de Sigmund Freud. O Complexo descreve a crença de que se é Deus. Essa crença não deve ser vista como o produto de uma grave alienação, alucinação ou perturbação mental, como no caso do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas antes como um atributo relativo à anormalidade na personalidade e no sistema de valores da pessoa. Desse modo, o Complexo de Deus pode ser especialmente notório em pessoas com um imenso poder, que acreditam ser quase oniscientes e onipotentes e que pensam estar acima de tudo e todos. Claro que pessoas com muito menos poder e em posições muito mais modestas na sociedade podem exibir estas mesmíssimas crenças e sistemas de valores.
Pode parecer uma contradição, mas o Complexo de Deus tem como efeito colateral a redução da complexidade da realidade, na medida em que força tal complexidade a se encaixar numa visão simplificada dessa realidade elaborada e construída pelo Homem que crê ser Deus. Esse argumento foi apresentado pelo economista Tim Harford, numa palestra em 2011, em que também explica a mentalidade do Complexo deste modo: “não quero que contestem as minhas opiniões, não querem que testem as minhas conclusões”. Logo, o Complexo de Deus é um fenômeno… complexo.
Em primeiro lugar, deve ficar entendido que ter o Complexo de Deus não é impeditivo de ser bem ou malsucedido, nem de ocupar posições de poder e influência nas sociedades e nas empresas. No seu livro de 2015, Leadership BS, Jeffrey Pfeffer faz notar que muitos líderes e gestores de sucesso por todo o mundo revelam traços marcadamente narcisísticos, a que se podem juntar outros elementos deletérios como a arrogância, a perversão e o desprezo pelos outros. Ou seja, o líder narcisista (e não se está tratando aqui do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas sim do narcisismo) com um Complexo de Deus pode ter sucesso, como aliás fica demonstrado com alguns casos de políticos mundiais contemporâneos.
Em segundo lugar, o Complexo de Deus pode ser mais frequente – e normal – do que se imagina. Pode, quiçá, ser até essencial para a sobrevivência e desenvolvimento humano, dado que estimula a autoconfiança e a autoimagem. A psicóloga Julia Shaw defende a ideia da função adaptativa que a maldade tem nos seres humanos. Se a maldade pode ter um papel importante na adaptação humana, poderá o mesmo ser dito do Complexo de Deus? Se assim for, então caberá à investigação futura compreender melhor o fenômeno, explicando os mecanismos cognitivo-personalísticos que subjazem à crença de ser celestial.
E em terceiro lugar, o Complexo de Deus pode manifestar-se em organizações humanas, e não apenas em indivíduos. Isto significa que também sociedades, instituições, corporações, ou grupos, podem padecer do Complexo de Deus, acreditando que a sua obra e a sua existência estão acima de qualquer julgamento, e que as suas atividades e decisões são a referência para a vida dos demais. Para essas organizações, admitir o erro está fora de questão, e a crítica é rejeitada; aliás, a crítica pode até ser vista como um ato infame, por organizações com uma natureza mais déspota.
Por fim, o Complexo de Deus é um dos mecanismos que intervém na construção de mundos imaginados, negando a realidade objetiva externa e subjugando a existência dos demais à vontade do homem-que-se-julga-Deus. Pode estar também na base de boa parte dos problemas modernos, como a discriminação, o totalitarismo, o racismo, a xenofobia, o terrorismo, bem como em outras manifestações de extremismo. Mas é, acima de tudo, um impedimento à evolução de indivíduos ou de sistemas humanos. Cabe aos Homens compreender o Complexo de Deus. Mas também lhes cabe cuidar para que indivíduos ou organizações humanas com a mentalidade de Deus desçam à Terra. De uma forma ou de outra.
GOMES, Jorge. O complexo de Deus. In: A Pátria: Jornal da Sociedade Científica de Língua Portuguesa. 21 ago. 2020. Disponível em: https://apatria. org/sociedade/o-complexo-de-deus/. Acesso em: 04 jan. 2024. ISSN 2184-2957. Adaptado.
No trecho “Logo, o Complexo de Deus é um fenômeno… complexo.” (quarto parágrafo), o uso das reticências demarca:
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O Complexo de Deus
Em novembro de 2009, Lloyd Blankfein, presidente da Goldman Sachs, dirigiu-se a um jornalista do The Sunday Times, quando este o abordava já no final de uma maratona de trabalho. Depois de uma troca de questões e respostas, Lloyd teria afirmado que era apenas um banqueiro a “fazer o trabalho de Deus”. O fato de a frase ter sido descontextualizada do resto da entrevista não evitou que, nos dias seguintes, a discussão pública aquecesse sobre o uso da expressão, provavelmente amplificada por ter vindo do presidente de uma das mais poderosas instituições financeiras do planeta e ter sido proferida em plena crise financeira de 2008-2010. Mas, independentemente do contexto que pode ser evocado para justificar o que foi dito, parece ser inegável que a fala também reflete uma forma de olhar para o mundo, assente na crença de que alguns estão acima de todos os outros, incluindo a Lei, e ignorando por completo o vexame público. Outro exemplo é a expressão “em nome de Deus”, que tem sido utilizada diante de multidões em alguns países do mundo. Tal crença e forma de pensar tem sido designada Complexo de Deus.
Apesar de semelhantes, o Complexo de Deus e o Transtorno de Personalidade Narcisística são condições distintas. De acordo com Skodol (2018), o Transtorno de Personalidade Narcisística é caracterizado por ser um “padrão generalizado de grandiosidade, necessidade de adulação e falta de empatia”. Trata-se de uma alteração da personalidade em que a pessoa superestima o seu próprio valor, implicando a subestimação do valor dos outros. Acha-se superior, melhor e especial. A arrogância, a necessidade constante de admiração, a falta de empatia e a desumanização dos pares são outros predicados observados nesses pacientes.
O termo Complexo de Deus foi cunhado pelo neuropsiquiatra Ernest Jones, conhecido por ter sido o biógrafo oficial de Sigmund Freud. O Complexo descreve a crença de que se é Deus. Essa crença não deve ser vista como o produto de uma grave alienação, alucinação ou perturbação mental, como no caso do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas antes como um atributo relativo à anormalidade na personalidade e no sistema de valores da pessoa. Desse modo, o Complexo de Deus pode ser especialmente notório em pessoas com um imenso poder, que acreditam ser quase oniscientes e onipotentes e que pensam estar acima de tudo e todos. Claro que pessoas com muito menos poder e em posições muito mais modestas na sociedade podem exibir estas mesmíssimas crenças e sistemas de valores.
Pode parecer uma contradição, mas o Complexo de Deus tem como efeito colateral a redução da complexidade da realidade, na medida em que força tal complexidade a se encaixar numa visão simplificada dessa realidade elaborada e construída pelo Homem que crê ser Deus. Esse argumento foi apresentado pelo economista Tim Harford, numa palestra em 2011, em que também explica a mentalidade do Complexo deste modo: “não quero que contestem as minhas opiniões, não querem que testem as minhas conclusões”. Logo, o Complexo de Deus é um fenômeno… complexo.
Em primeiro lugar, deve ficar entendido que ter o Complexo de Deus não é impeditivo de ser bem ou malsucedido, nem de ocupar posições de poder e influência nas sociedades e nas empresas. No seu livro de 2015, Leadership BS, Jeffrey Pfeffer faz notar que muitos líderes e gestores de sucesso por todo o mundo revelam traços marcadamente narcisísticos, a que se podem juntar outros elementos deletérios como a arrogância, a perversão e o desprezo pelos outros. Ou seja, o líder narcisista (e não se está tratando aqui do Transtorno de Personalidade Narcisística, mas sim do narcisismo) com um Complexo de Deus pode ter sucesso, como aliás fica demonstrado com alguns casos de políticos mundiais contemporâneos.
Em segundo lugar, o Complexo de Deus pode ser mais frequente – e normal – do que se imagina. Pode, quiçá, ser até essencial para a sobrevivência e desenvolvimento humano, dado que estimula a autoconfiança e a autoimagem. A psicóloga Julia Shaw defende a ideia da função adaptativa que a maldade tem nos seres humanos. Se a maldade pode ter um papel importante na adaptação humana, poderá o mesmo ser dito do Complexo de Deus? Se assim for, então caberá à investigação futura compreender melhor o fenômeno, explicando os mecanismos cognitivo-personalísticos que subjazem à crença de ser celestial.
E em terceiro lugar, o Complexo de Deus pode manifestar-se em organizações humanas, e não apenas em indivíduos. Isto significa que também sociedades, instituições, corporações, ou grupos, podem padecer do Complexo de Deus, acreditando que a sua obra e a sua existência estão acima de qualquer julgamento, e que as suas atividades e decisões são a referência para a vida dos demais. Para essas organizações, admitir o erro está fora de questão, e a crítica é rejeitada; aliás, a crítica pode até ser vista como um ato infame, por organizações com uma natureza mais déspota.
Por fim, o Complexo de Deus é um dos mecanismos que intervém na construção de mundos imaginados, negando a realidade objetiva externa e subjugando a existência dos demais à vontade do homem-que-se-julga-Deus. Pode estar também na base de boa parte dos problemas modernos, como a discriminação, o totalitarismo, o racismo, a xenofobia, o terrorismo, bem como em outras manifestações de extremismo. Mas é, acima de tudo, um impedimento à evolução de indivíduos ou de sistemas humanos. Cabe aos Homens compreender o Complexo de Deus. Mas também lhes cabe cuidar para que indivíduos ou organizações humanas com a mentalidade de Deus desçam à Terra. De uma forma ou de outra.
GOMES, Jorge. O complexo de Deus. In: A Pátria: Jornal da Sociedade Científica de Língua Portuguesa. 21 ago. 2020. Disponível em: https://apatria. org/sociedade/o-complexo-de-deus/. Acesso em: 04 jan. 2024. ISSN 2184-2957. Adaptado.
No trecho “Para essas organizações, admitir o erro está fora de questão, e a crítica é rejeitada; aliás, a crítica pode até ser vista como um ato infame, por organizações com uma natureza mais déspota.”, o termo em destaque aliás tem a função textual-discursiva de:
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A passagem de substâncias através das membranas celulares envolve vários mecanismos. Existe um tipo de transporte celular em que ocorre o englobamento de partículas muito grandes, como microrganismos ou restos de outras células. Nesses casos, a membrana plasmática sofre evaginações (projeções) que englobam a partícula, formando uma vesícula.
Sabe-se que, em organismos unicelulares, como os protozoários, esse mecanismo de englobamento é utilizado para alimentação.
No entanto, em organismos pluricelulares, esse tipo de transporte apresenta a seguinte função:
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Suicidio, la segunda causa de muerte en adolescentes argentinos
En Argentina el suicido es actualmente la segunda causa de muerte en los adolescentes, según datos de Unicef, por lo que se convirtió en una problemática que cada vez se vuelve más preocupante. Según el último informe del Ministerio de Salud de la Nación, los jóvenes de entre 15 y 19 años son quienes están más inclinados a estas conductas. Si bien es cierto que el suicidio es un fenómeno multifactorial, es decir, que no tiene una única causa, se pueden observar algunas situaciones de riesgo que predisponen a un adolescente a tener pensamientos suicidas.
Están presentes los problemas familiares, el acoso escolar, la depresión, luchas con su identidad sexual, la ansiedad y el consumo de drogas, entre las muchas causas por las que un adolescente llega a una situación límite. Los adolescentes, comúnmente creen que la mejor forma que tienen para expresar sus emociones, lo que viven y sienten es su propio cuerpo(a). Por eso muchas veces se autolesionan, viven situaciones de bulimia o anorexia, y quienes se sienten atrapados en una situación difícil, pueden tener la sensación de no tener más opciones que quitarse la vida.
La realidad es que ellos no quieren terminar con sus vidas, quieren terminar con sus problemas, y creen que quitándose la vida lo van a lograr. Es fundamental que como sociedad podamos tomar medidas preventivas para poder observar con anticipación posibles conductas disruptivas(b). Es necesario tener mucho más en cuenta la educación sobre la salud mental en las escuelas, teniendo en cuenta todos los problemas que un adolescente vive. Las escuelas que trabajan en espacios de convivencias junto con los estudiantes suelen tener mucha mejor respuesta de ellos ante situaciones de crisis(c), ya que para los adolescentes el grupo de pares es muy importante.
Es muy valioso también que las familias estén presentes. Muchas veces, algunas problemáticas adolescentes se ven como temas menores porque “es cosa de chicos” y realmente para ellos es su vida, en especial cuando se trata de problemas relacionales con sus pares. No hay problemas “menores”. Es trascendental escucharlos, ya que generalmente frente a la idea suicida se dan señales verbales.
Además, es importante que se creen espacios en donde se puedan abordar estas problemáticas de forma más abierta, sin tabúes ni juzgamientos. Se puede hablar de suicidio, existe el mito de que no se puede decir esa palabra, ya que eso puede alentarlos a hacerlo, y esto hace, muchas veces, que haya cosas que no se hablen abiertamente, que queden bajo la niebla y no se puedan mencionar. Cuando algo se habla abiertamente hay menos posibilidades de interpretaciones personales(d), y es sano para alcanzar una mejor comunicación.
Adaptado de https://www.perfil.com/noticias/opinion/suicidio-la-segunda-causa-de-muerte-en-adolescentes-argentinos.phtml. Accedido en 20 feb de 2024.
Un momento del texto en que aparece un juicio de valor del autor del texto se encuentra en:
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Suicide
Every year, 703 000 people take their own lives and there are many more who attempt suicide. Actually, every suicide is a tragedy that affects families, communities and entire countries and has long-lasting effects on the people left behind(a). Suicide does not just occur in high-income countries but is a global phenomenon in all regions of the world. Over 77% of global suicides, for example, occurred in low and middle-income countries in 2019. However, they may be preventable with timely, evidence-based and often low-cost interventions(b). For national responses to be effective, a comprehensive multisectoral suicide prevention strategy is needed.
While the link between suicide and mental disorders (in particular, depression, alcohol use disorders and a previous suicide attempt) is well established in high-income countries, many suicides happen impulsively in moments of crisis with a breakdown in the ability to deal with life stresses, such as financial problems, relationship break-ups or chronic pain and illnesses.
Suicide prevention efforts require familiarity with these aspects, as well as coordination and collaboration among multiple sectors of society, including the health sector and other sectors such as education, labour, agriculture, business, justice, law, defence, politics, and the media. Thus, these efforts must be comprehensive and integrated as no single approach alone can make an impact on an issue as complex as suicide(c).
Suicide is one of the priority conditions in the WHO Mental Health Gap Action Programme (mhGAP) launched in 2008. This programme provides evidence-based technical guidance to scale up service provision and care in countries for mental, neurological and substance use disorders. Besides, the suicide mortality rate is an indicator of target 3.4 of the Sustainable Development Goals. Ultimately, its aim is to reduce by one third premature mortality from noncommunicable diseases through prevention and treatment, by 2030, promoting mental health and well-being.(d)
Adapted from: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/suicide Accessed 5 February 2022.
One of the sentences below introduces “contrast”:
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Disponível em: https://missilethreat.csis.org/. Acesso em 29 jan. 2024.
A forma da área de alcance dos mísseis leva à inferência de que a projeção cartográfica utilizada para elaborar o mapa-base foi:
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