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Sabendo que a Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) é uma instituição federal de ensino superior, criada por lei, com personalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, assinale a alternativa que a caracteriza corretamente na administração indireta.
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O servidor público está sujeito ao cumprimento da lei e do bem comum, e deles não se pode desviar, sob pena de se expor à responsabilidade disciplinar, civil e criminal. Assinale a alternativa que corresponde ao princípio da Administração Pública a que se refere a frase anterior.
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Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.
Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.
Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.
(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)
A última frase do terceiro parágrafo:
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Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.
Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.
Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.
(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)
Assinale a alternativa correta.
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Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.
Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.
Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.
(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)
O travessão foi utilizado no primeiro parágrafo para:
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Para os que, assim como eu, amam história, conhecer a Itália é algo a ser feito. Durante minha visita ao país, em julho, pude observar algumas coisas que, além de diferentes, são divertidas – e educativas. Aproveito minha coluna para compartilhar as lições que tirei da viagem.
Relação com o cliente – percebi que italianos têm uma relação com seus clientes que é absolutamente diferente da nossa. Se você for mal atendido por lá, nem pense em gritar e espernear. Os italianos não se constrangem com seus gritos. Falar alguns decibéis acima do volume normal é o usual por lá. Os prestadores de serviço orgulham-se muito do que fazem e, por ali, o cliente tem razão somente quando, de fato, está certo. Não tem essa de “você sabe com quem está falando?”. A lição a ser tirada daí é: nas relações com qualquer pessoa, paute seu comportamento por ações éticas, gentis, respeitosas. Você há de se dar bem em qualquer quadrante do planeta.
Viva a cultura – me emocionei ao cruzar com excursões de crianças e adolescentes por muitos dos museus onde estive. Galeria Uffizi, em Florença, Museu do Vaticano, em Roma, Palácio do Doge, em Veneza. Fiquei admirada com uma mãe passeando pelas ruínas do Fórum Romano cercada pelos quatro filhos, com idade entre 2 e 7 anos, contando a história daquele lugar como se estivesse lendo um livro de histórias infantis. Talvez isso explique por que as pessoas ali têm todas uma relação com beleza, estética, arte e criação.
(LEÃO, Célia. Lições da Itália. Você S/A, São Paulo, edição 196, p. 96, set. 2014.)
A primeira frase do texto permite afirmar que, segundo a autora:
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A Cegonha e a Raposa
Um dia a Raposa convidou a sua amiga Cegonha para jantar. Chegado o tempo, a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja, e incentivava a Cegonha a que comesse. Mas como esta magoava o bico na bandeja e nada conseguia apanhar das papas, regressou faminta ao ninho.
Para se vingar, a Cegonha convidou por sua vez a Raposa e serviu o manjar numa garrafa, de onde comia com o bico e pescoço comprido. A Raposa, não conseguindo meter o focinho na garrafa, regressou a casa morta de fome.
Moral da história: É agradável enganar o enganador e zombar de quem quer zombar de nós, e obrigação dos que zombam e escarnecem sofrerem bem zombarias leves.
(FÁBULAS de Esopo. Tradução e adaptação Carlos Pinheiro. 2012. Disponível em: <https://lerebooks.files.wordpress.com/2013/01/fabulasdeesopo.pdf>. Acesso em: 18 jul. 2015.)
Qual alternativa apresenta os adjetivos que melhor caracterizam, respectivamente, a Raposa e a Cegonha?
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A Cegonha e a Raposa
Um dia a Raposa convidou a sua amiga Cegonha para jantar. Chegado o tempo, a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja, e incentivava a Cegonha a que comesse. Mas como esta magoava o bico na bandeja e nada conseguia apanhar das papas, regressou faminta ao ninho.
Para se vingar, a Cegonha convidou por sua vez a Raposa e serviu o manjar numa garrafa, de onde comia com o bico e pescoço comprido. A Raposa, não conseguindo meter o focinho na garrafa, regressou a casa morta de fome.
Moral da história: É agradável enganar o enganador e zombar de quem quer zombar de nós, e obrigação dos que zombam e escarnecem sofrerem bem zombarias leves.
(FÁBULAS de Esopo. Tradução e adaptação Carlos Pinheiro. 2012. Disponível em: <https://lerebooks.files.wordpress.com/2013/01/fabulasdeesopo.pdf>. Acesso em: 18 jul. 2015.)
A oração “não conseguindo meter o focinho na garrafa” poderia, sem alteração de sentido, ser substituída por:
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A Cegonha e a Raposa
Um dia a Raposa convidou a sua amiga Cegonha para jantar. Chegado o tempo, a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja, e incentivava a Cegonha a que comesse. Mas como esta magoava o bico na bandeja e nada conseguia apanhar das papas, regressou faminta ao ninho.
Para se vingar, a Cegonha convidou por sua vez a Raposa e serviu o manjar numa garrafa, de onde comia com o bico e pescoço comprido. A Raposa, não conseguindo meter o focinho na garrafa, regressou a casa morta de fome.
Moral da história: É agradável enganar o enganador e zombar de quem quer zombar de nós, e obrigação dos que zombam e escarnecem sofrerem bem zombarias leves.
(FÁBULAS de Esopo. Tradução e adaptação Carlos Pinheiro. 2012. Disponível em: <https://lerebooks.files.wordpress.com/2013/01/fabulasdeesopo.pdf>. Acesso em: 18 jul. 2015.)
A que termo se refere o pronome relativo “que” presente em “a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja”?
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A Cegonha e a Raposa
Um dia a Raposa convidou a sua amiga Cegonha para jantar. Chegado o tempo, a ardilosa Raposa preparou para o jantar umas papas que estendeu numa bandeja, e incentivava a Cegonha a que comesse. Mas como esta magoava o bico na bandeja e nada conseguia apanhar das papas, regressou faminta ao ninho.
Para se vingar, a Cegonha convidou por sua vez a Raposa e serviu o manjar numa garrafa, de onde comia com o bico e pescoço comprido. A Raposa, não conseguindo meter o focinho na garrafa, regressou a casa morta de fome.
Moral da história: É agradável enganar o enganador e zombar de quem quer zombar de nós, e obrigação dos que zombam e escarnecem sofrerem bem zombarias leves.
(FÁBULAS de Esopo. Tradução e adaptação Carlos Pinheiro. 2012. Disponível em: <https://lerebooks.files.wordpress.com/2013/01/fabulasdeesopo.pdf>. Acesso em: 18 jul. 2015.)
Todos os ditados populares apresentados a seguir estão relacionados com o enredo da fábula, exceto:
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