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O nome da rosa (excerto)
Os homens de outrora eram grandes e belos (agora são crianças e anões), mas esse fato é apenas um dos muitos que testemunham a desventura de um mundo que vai envelhecendo. A juventude não quer aprender mais nada, a ciência está em decadência, o mundo inteiro caminha de cabeça para baixo, cegos conduzem outros cegos e os fazem precipitar-se nos abismos, os pássaros se lançam antes de alçar voo, o asno toca lira, os bois dançam. Maria não ama mais a vida contemplativa e Marta não ama mais a vida ativa, Léa é estéril, Raquel tem olhos lúbricos, Catão frequenta os lupanares, Lucrécio vira mulher.
Tudo está desviado do próprio caminho. Sejam dadas graças a Deus por eu, naqueles tempos, ter adquirido de meu mestre a vontade de aprender e o sentido do caminho reto, que se conserva mesmo quando o atalho é tortuoso.
(ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Record, 2009.)
Assinale a alternativa em que a palavra entre parênteses pode ser considerada sinônima da expressão destacada.
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O nome da rosa (excerto)
Os homens de outrora eram grandes e belos (agora são crianças e anões), mas esse fato é apenas um dos muitos que testemunham a desventura de um mundo que vai envelhecendo. A juventude não quer aprender mais nada, a ciência está em decadência, o mundo inteiro caminha de cabeça para baixo, cegos conduzem outros cegos e os fazem precipitar-se nos abismos, os pássaros se lançam antes de alçar voo, o asno toca lira, os bois dançam. Maria não ama mais a vida contemplativa e Marta não ama mais a vida ativa, Léa é estéril, Raquel tem olhos lúbricos, Catão frequenta os lupanares, Lucrécio vira mulher.
Tudo está desviado do próprio caminho. Sejam dadas graças a Deus por eu, naqueles tempos, ter adquirido de meu mestre a vontade de aprender e o sentido do caminho reto, que se conserva mesmo quando o atalho é tortuoso.
(ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Record, 2009.)
Assinale a alternativa que traz uma associação incorreta entre o recurso linguístico destacado e o fragmento transcrito.
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O nome da rosa (excerto)
Os homens de outrora eram grandes e belos (agora são crianças e anões), mas esse fato é apenas um dos muitos que testemunham a desventura de um mundo que vai envelhecendo. A juventude não quer aprender mais nada, a ciência está em decadência, o mundo inteiro caminha de cabeça para baixo, cegos conduzem outros cegos e os fazem precipitar-se nos abismos, os pássaros se lançam antes de alçar voo, o asno toca lira, os bois dançam. Maria não ama mais a vida contemplativa e Marta não ama mais a vida ativa, Léa é estéril, Raquel tem olhos lúbricos, Catão frequenta os lupanares, Lucrécio vira mulher.
Tudo está desviado do próprio caminho. Sejam dadas graças a Deus por eu, naqueles tempos, ter adquirido de meu mestre a vontade de aprender e o sentido do caminho reto, que se conserva mesmo quando o atalho é tortuoso.
(ECO, Umberto. O nome da rosa. Rio de Janeiro: Record, 2009.)
O autor do texto:
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No último quadrinho, a justificativa da fala de Hagar:
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Em “Eu me mato de trabalhar...”, observa-se a figura de linguagem denominada:
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Nos quadrinhos aparecem Hagar e sua esposa, chamada Helga. Todos os recursos citados abaixo contribuem para evidenciar as emoções de Helga, exceto:
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As Mãos, os Pés e o Ventre
Cheios de inveja, os Pés e as Mãos disseram ao Ventre:
– Só você se aproveita dos nossos trabalhos, e não faz outra coisa do que receber nossos ganhos sem ajudar-nos no mínimo que seja. Portanto, escolhe uma destas duas coisas: ou encarregue-se você mesmo da sua manutenção, ou morra de fome.
Ficou, pois, abandonado o Ventre e, não recebendo comida durante muito tempo, foi perdendo seu calor e ficou debilitado, com o que os demais membros do corpo se enfraqueceram também, foram perdendo as forças até que pouco depois todos eles morreram.
Ninguém se basta a si mesmo para tudo.
(ESOPO. As Mãos, os Pés e o Ventre. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 25.)
Qual das afirmações apresentadas abaixo está incorreta?
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As Mãos, os Pés e o Ventre
Cheios de inveja, os Pés e as Mãos disseram ao Ventre:
– Só você se aproveita dos nossos trabalhos, e não faz outra coisa do que receber nossos ganhos sem ajudar-nos no mínimo que seja. Portanto, escolhe uma destas duas coisas: ou encarregue-se você mesmo da sua manutenção, ou morra de fome.
Ficou, pois, abandonado o Ventre e, não recebendo comida durante muito tempo, foi perdendo seu calor e ficou debilitado, com o que os demais membros do corpo se enfraqueceram também, foram perdendo as forças até que pouco depois todos eles morreram.
Ninguém se basta a si mesmo para tudo.
(ESOPO. As Mãos, os Pés e o Ventre. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 25.)
A oração “não recebendo comida durante muito tempo” poderia, sem alteração de sentido, ser substituída por:
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As Mãos, os Pés e o Ventre
Cheios de inveja, os Pés e as Mãos disseram ao Ventre:
– Só você se aproveita dos nossos trabalhos, e não faz outra coisa do que receber nossos ganhos sem ajudar-nos no mínimo que seja. Portanto, escolhe uma destas duas coisas: ou encarregue-se você mesmo da sua manutenção, ou morra de fome.
Ficou, pois, abandonado o Ventre e, não recebendo comida durante muito tempo, foi perdendo seu calor e ficou debilitado, com o que os demais membros do corpo se enfraqueceram também, foram perdendo as forças até que pouco depois todos eles morreram.
Ninguém se basta a si mesmo para tudo.
(ESOPO. As Mãos, os Pés e o Ventre. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 25.)
No terceiro parágrafo, a conjunção “pois” exprime ideia de:
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As Mãos, os Pés e o Ventre
Cheios de inveja, os Pés e as Mãos disseram ao Ventre:
– Só você se aproveita dos nossos trabalhos, e não faz outra coisa do que receber nossos ganhos sem ajudar-nos no mínimo que seja. Portanto, escolhe uma destas duas coisas: ou encarregue-se você mesmo da sua manutenção, ou morra de fome.
Ficou, pois, abandonado o Ventre e, não recebendo comida durante muito tempo, foi perdendo seu calor e ficou debilitado, com o que os demais membros do corpo se enfraqueceram também, foram perdendo as forças até que pouco depois todos eles morreram.
Ninguém se basta a si mesmo para tudo.
(ESOPO. As Mãos, os Pés e o Ventre. In: COSTA, Flávio Moreira da (Org.). Os 100 melhores contos de humor da literatura universal. 3. ed. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001. p. 25.)
O texto lido:
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