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Foram encontradas 50 questões.

1573072 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)


O menino e o homem


Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.

E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.

Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.

O maior, porém, ainda estava por se manifestar.


(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)

Considerando o uso de “corre-corre dos diabos”, assinale a afirmativa correta:

 

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1573071 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)


O menino e o homem


Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.

E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.

Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.

O maior, porém, ainda estava por se manifestar.


(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)

No texto, o autor utiliza a expressão “às vezes”. O emprego da crase nessa expressão justifica-se pela mesma razão em:

 

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1573070 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto B (para as questões 7, 8, 9 e 10)


O menino e o homem


Quando chovia, no meu tempo de menino, a casa virava um festival de goteiras. Eram pingos do teto ensopando o soalho de todas as salas e quartos. Seguia-se um corre-corre dos diabos, todo mundo levando e trazendo baldes, bacias, panelas, penicos e o que mais houvesse para aparar a água que caía e para que os vazamentos não se transformassem numa inundação. Os mais velhos ficavam aborrecidos, eu não entendia a razão: aquilo era uma distração das mais excitantes.

E me divertia a valer quando uma nova goteira aparecia… O pessoal correndo para lá e para cá, e esvaziando as vasilhas que transbordavam. Os diferentes ruídos das gotas d'água retinindo no vasilhame, acompanhados do som oco dos passos em atropelo nas tábuas largas do chão, formavam uma alegre melodia, às vezes enriquecida pelas sonoras pancadas do relógio de parede dando horas.

Passado o temporal, meu pai subia ao forro da casa pelo alçapão, o mesmo que usávamos como entrada para a reunião da nossa sociedade secreta. Depois de examinar o telhado, descia, aborrecido. Não conseguia descobrir sequer uma telha quebrada, por onde pudesse penetrar tanta água da chuva, como invariavelmente acontecia. Um mistério a mais, naquela casa cheia de mistérios.

O maior, porém, ainda estava por se manifestar.


(SABINO, F. O menino no espelho. 64. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003)

Assinale a alternativa correta considerando o primeiro período do segundo parágrafo do texto:

 

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1573069 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Assinale a alternativa que apresenta a grafia correta das palavras para completar a frase: “A __________ de uma guerra nuclear provoca uma grande __________ na humanidade e a deixa __________ quanto ao futuro”.

 

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1573068 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto A (para as questões 1, 2, 3, 4 e 5)


Colaboração e confiança


As doenças infecciosas humanas e animais têm desafiado a ciência ao longo dos anos. Os progressos obtidos nos estudos em diferentes campos (microbiologia e imunologia), o desenvolvimento de importantes drogas (antibióticos, por exemplo) e a condução de medidas terapêuticas (a exemplo do saneamento ambiental) asseguraram certo controle à expansão das doenças. A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada, devido, principalmente, aos desafios inerentes ao próprio objeto de estudo, às mutações e variações dos causadores das enfermidades e, também, às condições atuais – o que inclui o aumento da circulação de pessoas, animais, plantas, mercadorias e microrganismos. [...]

Ao investigar as causas de uma doença, suas formas de transmissão, epidemiologia e modulação das respostas imunes e inflamatórias em diferentes processos infecciosos, a Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais – composta por pesquisadores de cinco universidades federais mineiras – busca apresentar avanços às formas de diagnóstico e ao desenvolvimento de novas terapias. [...]

No que concerne às abordagens de pesquisa, o coordenador da Rede, que é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, destaca a busca por melhor entendimento dos mecanismos de defesa do organismo capazes de eliminar ou combater os agentes causadores das doenças. Numa outra linha, há procura pela identificação de variações genéticas nos indivíduos que lhes permitem desenvolver uma característica de resposta imunológica, mais ou menos eficiente, contra os microrganismos. [...]

Sobre o trabalho de investigação desenvolvido pela Rede, o coordenador afirma que a estratégia é a face do futuro: “Lidamos com tantas informações e novidades que uma só pessoa, ou um grupo isolado, não seria capaz, sequer, de acompanhar a bibliografia. Quando reunimos pessoas, congregamos competências e trabalhamos em sociedade, o conhecimento avança”, conclui.


(Adaptado de MANTOVANI, C. A. Colaboração e confiança. Revista Minas faz Ciência, p. 38-40, edição especial 2014.)

Assinale a alternativa correta:

 

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1573067 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto A (para as questões 1, 2, 3, 4 e 5)


Colaboração e confiança


As doenças infecciosas humanas e animais têm desafiado a ciência ao longo dos anos. Os progressos obtidos nos estudos em diferentes campos (microbiologia e imunologia), o desenvolvimento de importantes drogas (antibióticos, por exemplo) e a condução de medidas terapêuticas (a exemplo do saneamento ambiental) asseguraram certo controle à expansão das doenças. A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada, devido, principalmente, aos desafios inerentes ao próprio objeto de estudo, às mutações e variações dos causadores das enfermidades e, também, às condições atuais – o que inclui o aumento da circulação de pessoas, animais, plantas, mercadorias e microrganismos. [...]

Ao investigar as causas de uma doença, suas formas de transmissão, epidemiologia e modulação das respostas imunes e inflamatórias em diferentes processos infecciosos, a Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais – composta por pesquisadores de cinco universidades federais mineiras – busca apresentar avanços às formas de diagnóstico e ao desenvolvimento de novas terapias. [...]

No que concerne às abordagens de pesquisa, o coordenador da Rede, que é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, destaca a busca por melhor entendimento dos mecanismos de defesa do organismo capazes de eliminar ou combater os agentes causadores das doenças. Numa outra linha, há procura pela identificação de variações genéticas nos indivíduos que lhes permitem desenvolver uma característica de resposta imunológica, mais ou menos eficiente, contra os microrganismos. [...]

Sobre o trabalho de investigação desenvolvido pela Rede, o coordenador afirma que a estratégia é a face do futuro: “Lidamos com tantas informações e novidades que uma só pessoa, ou um grupo isolado, não seria capaz, sequer, de acompanhar a bibliografia. Quando reunimos pessoas, congregamos competências e trabalhamos em sociedade, o conhecimento avança”, conclui.


(Adaptado de MANTOVANI, C. A. Colaboração e confiança. Revista Minas faz Ciência, p. 38-40, edição especial 2014.)

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação incorreta:

 

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1573066 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto A (para as questões 1, 2, 3, 4 e 5)


Colaboração e confiança


As doenças infecciosas humanas e animais têm desafiado a ciência ao longo dos anos. Os progressos obtidos nos estudos em diferentes campos (microbiologia e imunologia), o desenvolvimento de importantes drogas (antibióticos, por exemplo) e a condução de medidas terapêuticas (a exemplo do saneamento ambiental) asseguraram certo controle à expansão das doenças. A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada, devido, principalmente, aos desafios inerentes ao próprio objeto de estudo, às mutações e variações dos causadores das enfermidades e, também, às condições atuais – o que inclui o aumento da circulação de pessoas, animais, plantas, mercadorias e microrganismos. [...]

Ao investigar as causas de uma doença, suas formas de transmissão, epidemiologia e modulação das respostas imunes e inflamatórias em diferentes processos infecciosos, a Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais – composta por pesquisadores de cinco universidades federais mineiras – busca apresentar avanços às formas de diagnóstico e ao desenvolvimento de novas terapias. [...]

No que concerne às abordagens de pesquisa, o coordenador da Rede, que é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, destaca a busca por melhor entendimento dos mecanismos de defesa do organismo capazes de eliminar ou combater os agentes causadores das doenças. Numa outra linha, há procura pela identificação de variações genéticas nos indivíduos que lhes permitem desenvolver uma característica de resposta imunológica, mais ou menos eficiente, contra os microrganismos. [...]

Sobre o trabalho de investigação desenvolvido pela Rede, o coordenador afirma que a estratégia é a face do futuro: “Lidamos com tantas informações e novidades que uma só pessoa, ou um grupo isolado, não seria capaz, sequer, de acompanhar a bibliografia. Quando reunimos pessoas, congregamos competências e trabalhamos em sociedade, o conhecimento avança”, conclui.


(Adaptado de MANTOVANI, C. A. Colaboração e confiança. Revista Minas faz Ciência, p. 38-40, edição especial 2014.)

Considerando o trecho “A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada”, é correto afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1573065 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto A (para as questões 1, 2, 3, 4 e 5)


Colaboração e confiança


As doenças infecciosas humanas e animais têm desafiado a ciência ao longo dos anos. Os progressos obtidos nos estudos em diferentes campos (microbiologia e imunologia), o desenvolvimento de importantes drogas (antibióticos, por exemplo) e a condução de medidas terapêuticas (a exemplo do saneamento ambiental) asseguraram certo controle à expansão das doenças. A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada, devido, principalmente, aos desafios inerentes ao próprio objeto de estudo, às mutações e variações dos causadores das enfermidades e, também, às condições atuais – o que inclui o aumento da circulação de pessoas, animais, plantas, mercadorias e microrganismos. [...]

Ao investigar as causas de uma doença, suas formas de transmissão, epidemiologia e modulação das respostas imunes e inflamatórias em diferentes processos infecciosos, a Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais – composta por pesquisadores de cinco universidades federais mineiras – busca apresentar avanços às formas de diagnóstico e ao desenvolvimento de novas terapias. [...]

No que concerne às abordagens de pesquisa, o coordenador da Rede, que é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, destaca a busca por melhor entendimento dos mecanismos de defesa do organismo capazes de eliminar ou combater os agentes causadores das doenças. Numa outra linha, há procura pela identificação de variações genéticas nos indivíduos que lhes permitem desenvolver uma característica de resposta imunológica, mais ou menos eficiente, contra os microrganismos. [...]

Sobre o trabalho de investigação desenvolvido pela Rede, o coordenador afirma que a estratégia é a face do futuro: “Lidamos com tantas informações e novidades que uma só pessoa, ou um grupo isolado, não seria capaz, sequer, de acompanhar a bibliografia. Quando reunimos pessoas, congregamos competências e trabalhamos em sociedade, o conhecimento avança”, conclui.


(Adaptado de MANTOVANI, C. A. Colaboração e confiança. Revista Minas faz Ciência, p. 38-40, edição especial 2014.)

Sobre a palavra “microrganismo”, é correto afirmar que:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1573064 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Texto A (para as questões 1, 2, 3, 4 e 5)


Colaboração e confiança


As doenças infecciosas humanas e animais têm desafiado a ciência ao longo dos anos. Os progressos obtidos nos estudos em diferentes campos (microbiologia e imunologia), o desenvolvimento de importantes drogas (antibióticos, por exemplo) e a condução de medidas terapêuticas (a exemplo do saneamento ambiental) asseguraram certo controle à expansão das doenças. A erradicação dos males, contudo, ainda está longe de ser alcançada, devido, principalmente, aos desafios inerentes ao próprio objeto de estudo, às mutações e variações dos causadores das enfermidades e, também, às condições atuais – o que inclui o aumento da circulação de pessoas, animais, plantas, mercadorias e microrganismos. [...]

Ao investigar as causas de uma doença, suas formas de transmissão, epidemiologia e modulação das respostas imunes e inflamatórias em diferentes processos infecciosos, a Rede de Pesquisa em Doenças Infecciosas Humanas e Animais – composta por pesquisadores de cinco universidades federais mineiras – busca apresentar avanços às formas de diagnóstico e ao desenvolvimento de novas terapias. [...]

No que concerne às abordagens de pesquisa, o coordenador da Rede, que é professor da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, destaca a busca por melhor entendimento dos mecanismos de defesa do organismo capazes de eliminar ou combater os agentes causadores das doenças. Numa outra linha, há procura pela identificação de variações genéticas nos indivíduos que lhes permitem desenvolver uma característica de resposta imunológica, mais ou menos eficiente, contra os microrganismos. [...]

Sobre o trabalho de investigação desenvolvido pela Rede, o coordenador afirma que a estratégia é a face do futuro: “Lidamos com tantas informações e novidades que uma só pessoa, ou um grupo isolado, não seria capaz, sequer, de acompanhar a bibliografia. Quando reunimos pessoas, congregamos competências e trabalhamos em sociedade, o conhecimento avança”, conclui.


(Adaptado de MANTOVANI, C. A. Colaboração e confiança. Revista Minas faz Ciência, p. 38-40, edição especial 2014.)

De acordo com o texto, é correto afirmar que:

 

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1573093 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UNIFEI
Orgão: UNIFEI

Analise as afirmações apresentadas a seguir:

I) O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente.

II) O memorando configura uma forma de comunicação eminentemente interna.

III) Os despachos ao memorando não devem ser dados no próprio documento ou em folha de continuação.

IV) A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautar-se pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos.

V) O aviso e o memorando são modalidades de comunicação oficial idênticas.

Considerando o conceito de memorando, assinale a alternativa que apresenta as afirmações incorretas.

Questão Anulada

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