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Quando, na avaliação audiológica de um paciente, registram-se variações dos limiares como piora e melhora do limiar tonal de, pelo menos, 15 dB entre audiometrias em uma ou mais frequências, sem diferenças no limiar tonal, e de, pelo menos, 15 dB entre a primeira e a última audiometria, essa perda auditiva é considerada
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A avaliação das respostas comportamentais a estímulos sonoros auditivos de crianças, descrito pela literatura, utiliza níveis de referência das respostas auditivas daquelas sem perda auditiva como parâmetros de avaliação das habilidades auditivas. Portanto, com base nesses níveis de referência, são esperados para crianças de 3 a 6 meses de idade, os seguintes padrões de respostas a sons instrumentais (PR) e os seguintes níveis mínimos de resposta na avaliação de reforço visual com tons puros dBNA (NMR)
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Na avaliação processamento auditivo central, os testes comportamentais dicóticos caracterizam-se por apresentarem estímulos de fala diferentes às duas orelhas simultaneamente ou de maneira sobreposta. O teste dicótico de dígito (TDD) avalia a habilidade auditiva de
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Quando comparado aos limiares auditivos na audiometria tonal, o limiar do reflexo acústico em pacientes com perda auditiva neurossensorial pode sugerir a presença de recrutamento auditivo que corresponde à diferença igual ou inferior à
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Paciente adulto, comparece para avaliação audiológica com queixa de que não ouve bem e que tende a falar em voz alta, porque tem dificuldades em controlar a própria voz. A média dos limiares obtidos constam no quadro a seguir.
Limiares médios entre 500, 1 000 e 4 000 Hz | ||
Orelha direita | Orelha esquerda | |
Via aérea | 50 | 60 |
Via óssea | 35 | 45 |
Ausência de reflexos acústicos. | ||
Além dos limiares apresentados, o teste Weber lateralizou para a orelha direita. O teste Bing audiométrico revelou que não há mudanças no limiar ósseo, nas frequências de 500 e 1000 Hz, nas condições óssea absoluta e óssea relativa.
A partir dos dados constantes no quadro, o fonoaudiólogo pode deduzir que houve provável perda auditiva
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Paciente submetido a um procedimento cirúrgico na laringe teve o nervo laríngeo inferior seccionado no lado direito. Para esse paciente, pode ser indicado um exercício para a reabilitação que consiste em realizar o trabalho vocal
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Nas disfonias neurológicas, os achados da avaliação clínica fonoaudiológica podem sugerir indícios de comprometimentos neurológicos. De acordo com Behlau, quando um paciente neurológico apresenta uma voz muito grave, pode ser indício de
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A literatura com base em Behlau relata que, nas disfonias congênitas por alterações laríngeas, o primeiro sintoma cardinal a ser observado é a obstrução respiratória em que fase é mais evidente e qual é a característica auditiva do estridor. Nessa observação, quando um bebê apresenta estridor inspiratório hiperagudo, combinado com uma prolongada fase expiratória, em frequência grave, sugere obstrução
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Na residência multiprofissional, o fonoaudiólogo residente observou a seguinte avaliação: mulher de 35 anos com queixa de disfonia com relatório sobre as características da lesão laríngea apontando lesão grande de coloração esbranquiçada com limites bem definidos localizados na metade da porção vibratória e observou-se fenda glótica em ampulheta; já a avaliação vocal revelou qualidade vocal rouca-áspera e bitonal com frequência fundamental grave; ataque vocal brusco com degrau de sonoridade; incoordenação pneumofonoarticulatória e, quando solicitado à paciente a manobra vocal de fonação inspiratória, não se evidenciou o ligamento vocal. Pela análise desses dados, o fonoaudiólogo residente pode inferir que essa paciente tem como causa da disfonia:
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Considerada pela literatura como causa de disfonias organofuncionais, o edema de Reinke ocorre por reação natural do tecido ao trauma fonatório associado ao consumo de tabaco por longo tempo. Tem sido descrito como qualidade vocal de um paciente com edema de Reinke,
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