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Para a terapia fonoaudiológica nas alterações de fala por disartrias, a literatura, segundo Ortiz (2010), considera como pontos fundamentais para o tratamento os processos motores de respiração, fonação, ressonância, articulação e prosódia. No que diz respeito à respiração, a avaliação fonoaudiológica para determinar condutas deve considerar que alterações na amplitude da respiração podem gerar
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Na avaliação clínica da fala de indivíduos com fissura labiopalatina, a literatura aponta testes complementares de avaliação de ressonância, como o teste em que é solicitada ao paciente a emissão de uma vogal sustentada, sendo utilizadas duas emissões das vogais /i/ e /u/ e de vocábulos dissílabos com o fonema /b/ variando a tonicidade da sílaba. A primeira emissão é realizada normalmente e, na segunda, o fonoaudiólogo pinça as narinas do paciente com o polegar e indicador, fechando-as. Esse teste complementar é chamado de
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As características vocais dos pacientes com disartrias podem ser variáveis dependendo do nervo craniano lesado, de forma que, quando há comprometimento no componente funcional de ressonância afetando o funcionamento do músculo elevador do esfíncter velofaríngeo, pode-se afirmar que o nervo craniano comprometido é o
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Na avaliação fonoaudiológica, paciente com 53 anos, homem, com histórico de acidente vascular cerebral em tronco encefálico apresentou as seguintes características de fala e voz: imprecisão na articulação das consoantes, voz rouca, qualidade vocal tensa-estrangulada, monotonia, hipernasalidade e musculatura de fala comprometida nos níveis fonatório, ressonantal e articulatório. Diante dessas características, o fonoaudiólogo pode inferir que esse paciente tem uma disartria
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Em relação à função nasal, Di Francesco (2003), menciona que as cavidades nasais e paranasais apresentam uma anatomia peculiar, que permite resistência à passagem do ar, ideal para a realização das funções primordiais do nariz. Segundo a autora, há resistência à passagem do ar tanto na respiração nasal quanto na respiração oral em porcentagens diferentes, sendo que
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Dados de literatura referendados em Di Francesco (2003) apontam que a respiração oral é um fator de desestabilização das vias aéreas superiores durante o sono, sendo a apneia do sono comum em crianças, que, por terem o sono desconfortável, apresentam sintomas e características diurnos, tais como:
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De acordo com a literatura, a classificação de Spina para as fissuras labiopalatinas toma como ponto de referência o forame incisivo, portanto, quando a fissura localiza-se posteriormente ao forame incisivo atingindo o palato duro parcialmente, o palato mole e a úvula, é chamada de
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Para efeito de diagnóstico diferencial, as alterações da articulação temporomandibular (ATM), podem ser classificadas segundo os distúrbios articulares definidos como problemas nas estruturas articulares associadas ao disco articular ou superfícies articulares caracterizados por dor articular, limitação dos movimentos, ruídos articulares, dor muscular e, eventualmente, edema pré-auricular. Nesses casos, quando ocorre o deslocamento articular ou a luxação, tem-se, como consequência,
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Segundo a literatura e a prática clínica fonoaudiológicas, é possível considerar que, em casos de pacientes com presença de mordida aberta anterior, ocorram as seguintes alterações de mastigação:
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Para a avaliação fonoaudiológica de paciente com paralisia facial periférica, considere a fase flácida como aquela que aguarda a regeneração do nervo facial e a fase de sequelas após a regeneração do nervo facial. Na fase de sequelas, com relação à avaliação dos movimentos de olhos e lábios, podem ser evidenciados, respectivamente,
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