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Foram encontradas 40 questões.

Leia o texto a seguir para responder às questões de números 09 e 10.

Como um material radioativo é usado para dissuadir caçadores de rinocerontes na África do Sul

A África do Sul abriga cerca de 80% da população mundial de rinocerontes brancos, estimada em cerca de 13000 espécies. No entanto, o país tornou-se um foco de caça furtiva, impulsionado pela procura na Ásia, onde os chifres são utilizados na medicina tradicional pelos seus supostos efeitos terapêuticos ou afrodisíacos.

James Larkin, pesquisador da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, colocou “dois pequenos chips radioativos no chifre” de filhotes de rinocerontes brancos, que com um ano de idade pesam quase meia tonelada. O material radioativo “torna o chifre inútil e essencialmente tóxico para consumo humano”, explicou Nithaya Chetty, reitora de Ciências da mesma universidade. O pesquisador acrescentou que a dose de material radioativo é fraca o suficiente para não impactar a saúde do animal ou o meio ambiente.

Além disso, a dose recebida de material radioativo por cada animal é “forte o suficiente para ativar detectores instalados em todo o mundo”, inicialmente “para prevenir o terrorismo nuclear”, explicou Larkin. Os agentes de fronteira muitas vezes carregam detectores de radiação portáteis, além dos milhares de detectores instalados em portos e aeroportos, segundo os cientistas. No mercado clandestino, o preço dos chifres por peso compete com o do ouro ou o da cocaína.

(Redação. O Estado de S.Paulo. 06.07.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que trechos do texto foram reescritos em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de números 09 e 10.

Como um material radioativo é usado para dissuadir caçadores de rinocerontes na África do Sul

A África do Sul abriga cerca de 80% da população mundial de rinocerontes brancos, estimada em cerca de 13000 espécies. No entanto, o país tornou-se um foco de caça furtiva, impulsionado pela procura na Ásia, onde os chifres são utilizados na medicina tradicional pelos seus supostos efeitos terapêuticos ou afrodisíacos.

James Larkin, pesquisador da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, colocou “dois pequenos chips radioativos no chifre” de filhotes de rinocerontes brancos, que com um ano de idade pesam quase meia tonelada. O material radioativo “torna o chifre inútil e essencialmente tóxico para consumo humano”, explicou Nithaya Chetty, reitora de Ciências da mesma universidade. O pesquisador acrescentou que a dose de material radioativo é fraca o suficiente para não impactar a saúde do animal ou o meio ambiente.

Além disso, a dose recebida de material radioativo por cada animal é “forte o suficiente para ativar detectores instalados em todo o mundo”, inicialmente “para prevenir o terrorismo nuclear”, explicou Larkin. Os agentes de fronteira muitas vezes carregam detectores de radiação portáteis, além dos milhares de detectores instalados em portos e aeroportos, segundo os cientistas. No mercado clandestino, o preço dos chifres por peso compete com o do ouro ou o da cocaína.

(Redação. O Estado de S.Paulo. 06.07.2024. Adaptado)

Com base na leitura do texto, é correto concluir que a introdução de material radioativo em chifres de rinocerontes brancos

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de números 05 a 08.

Mãe, acho que nunca escrevi uma carta para você. Procurei, sem sucesso, por alguma correspondência nossa na pasta onde guardo documentos passados. Tampouco fui capaz de encontrar mensagens tuas no meu celular. Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós.

Tenho, no entanto, um vídeo teu, gravado pelo celular em uma viagem a Miami anos atrás, quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo. Filmei você andando pelos corredores de uma loja de departamentos, pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos, completamente absorta na procura por um hidratante que tua amiga havia recomendado, sem saber que aquele permaneceria um dos poucos vestígios mais recentes da tua existência.

Além disso, na minha caixa de entrada, encontrei uma única mensagem que recebi de você, enviada em setembro de 2011, pouco depois de eu ter deixado tua casa e me mudado para outra cidade, quando passei algumas semanas acometido por aquele tipo de melancolia trazida pelas grandes mudanças. No e-mail, você falava sobre solidão. Dizia que momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor, para descobrirmos o que desejamos, para aprender a lidar com as adversidades. Recomendava que eu fosse chorar no banheiro até que o nó na minha garganta fosse desatado e pedia que eu descansasse e confiasse que o dia seguinte, assim como todos os outros em frente, seria diferente.

Releio essa mensagem diversas vezes como um mantra, em busca de algum estado contemplativo em que eu possa sentir tua presença. Examino o endereço do remetente, a data e a hora do envio, na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito. Apego-me a esses parcos registros, as últimas relíquias que guardo de você.

(Gabriel Abreu. Triste não é ao certo a palavra. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada para introduzir uma expressão de modo.

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de números 05 a 08.

Mãe, acho que nunca escrevi uma carta para você. Procurei, sem sucesso, por alguma correspondência nossa na pasta onde guardo documentos passados. Tampouco fui capaz de encontrar mensagens tuas no meu celular. Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós.

Tenho, no entanto, um vídeo teu, gravado pelo celular em uma viagem a Miami anos atrás, quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo. Filmei você andando pelos corredores de uma loja de departamentos, pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos, completamente absorta na procura por um hidratante que tua amiga havia recomendado, sem saber que aquele permaneceria um dos poucos vestígios mais recentes da tua existência.

Além disso, na minha caixa de entrada, encontrei uma única mensagem que recebi de você, enviada em setembro de 2011, pouco depois de eu ter deixado tua casa e me mudado para outra cidade, quando passei algumas semanas acometido por aquele tipo de melancolia trazida pelas grandes mudanças. No e-mail, você falava sobre solidão. Dizia que momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor, para descobrirmos o que desejamos, para aprender a lidar com as adversidades. Recomendava que eu fosse chorar no banheiro até que o nó na minha garganta fosse desatado e pedia que eu descansasse e confiasse que o dia seguinte, assim como todos os outros em frente, seria diferente.

Releio essa mensagem diversas vezes como um mantra, em busca de algum estado contemplativo em que eu possa sentir tua presença. Examino o endereço do remetente, a data e a hora do envio, na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito. Apego-me a esses parcos registros, as últimas relíquias que guardo de você.

(Gabriel Abreu. Triste não é ao certo a palavra. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de concordância e de emprego dos pronomes.

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de números 05 a 08.

Mãe, acho que nunca escrevi uma carta para você. Procurei, sem sucesso, por alguma correspondência nossa na pasta onde guardo documentos passados. Tampouco fui capaz de encontrar mensagens tuas no meu celular. Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós.

Tenho, no entanto, um vídeo teu, gravado pelo celular em uma viagem a Miami anos atrás, quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo. Filmei você andando pelos corredores de uma loja de departamentos, pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos, completamente absorta na procura por um hidratante que tua amiga havia recomendado, sem saber que aquele permaneceria um dos poucos vestígios mais recentes da tua existência.

Além disso, na minha caixa de entrada, encontrei uma única mensagem que recebi de você, enviada em setembro de 2011, pouco depois de eu ter deixado tua casa e me mudado para outra cidade, quando passei algumas semanas acometido por aquele tipo de melancolia trazida pelas grandes mudanças. No e-mail, você falava sobre solidão. Dizia que momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor, para descobrirmos o que desejamos, para aprender a lidar com as adversidades. Recomendava que eu fosse chorar no banheiro até que o nó na minha garganta fosse desatado e pedia que eu descansasse e confiasse que o dia seguinte, assim como todos os outros em frente, seria diferente.

Releio essa mensagem diversas vezes como um mantra, em busca de algum estado contemplativo em que eu possa sentir tua presença. Examino o endereço do remetente, a data e a hora do envio, na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito. Apego-me a esses parcos registros, as últimas relíquias que guardo de você.

(Gabriel Abreu. Triste não é ao certo a palavra. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. Adaptado)

Considere os trechos a seguir.

  1. Filmei você andando pelos corredores [...] completamente absorta na procura por um hidratante... (2º parágrafo)
  2. Apego-me a esses parcos registros... (4º parágrafo)

No contexto em que foram empregadas, as palavras em destaque podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de números 05 a 08.

Mãe, acho que nunca escrevi uma carta para você. Procurei, sem sucesso, por alguma correspondência nossa na pasta onde guardo documentos passados. Tampouco fui capaz de encontrar mensagens tuas no meu celular. Não há, ao que parece, nenhum registro de comunicação entre nós.

Tenho, no entanto, um vídeo teu, gravado pelo celular em uma viagem a Miami anos atrás, quando a tecnologia daquele tipo de registro ainda era algo novo. Filmei você andando pelos corredores de uma loja de departamentos, pedindo que eu traduzisse os rótulos dos produtos, completamente absorta na procura por um hidratante que tua amiga havia recomendado, sem saber que aquele permaneceria um dos poucos vestígios mais recentes da tua existência.

Além disso, na minha caixa de entrada, encontrei uma única mensagem que recebi de você, enviada em setembro de 2011, pouco depois de eu ter deixado tua casa e me mudado para outra cidade, quando passei algumas semanas acometido por aquele tipo de melancolia trazida pelas grandes mudanças. No e-mail, você falava sobre solidão. Dizia que momentos como aquele podiam ser oportunos para nos conhecermos melhor, para descobrirmos o que desejamos, para aprender a lidar com as adversidades. Recomendava que eu fosse chorar no banheiro até que o nó na minha garganta fosse desatado e pedia que eu descansasse e confiasse que o dia seguinte, assim como todos os outros em frente, seria diferente.

Releio essa mensagem diversas vezes como um mantra, em busca de algum estado contemplativo em que eu possa sentir tua presença. Examino o endereço do remetente, a data e a hora do envio, na esperança de que desse conjunto de dados possa emanar alguma centelha do teu espírito. Apego-me a esses parcos registros, as últimas relíquias que guardo de você.

(Gabriel Abreu. Triste não é ao certo a palavra. São Paulo: Companhia das Letras, 2023. Adaptado)

Na carta que escreve a sua mãe, o narrador

 

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Leia a tira a seguir para responder às questões de números 01 a 04.

Enunciado 4213283-1

(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

No trecho — Esse deve ser o tal indicador de desemprego... — (4º quadro), o verbo destacado exprime

 

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Leia a tira a seguir para responder às questões de números 01 a 04.

Enunciado 4213282-1

(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

É correto afirmar que, na tira, foi empregada em sentido figurado a expressão

 

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Leia a tira a seguir para responder às questões de números 01 a 04.

Enunciado 4213281-1

(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

É correto afirmar que o humor da tira decorre, sobretudo,

 

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Leia a tira a seguir para responder às questões de números 01 a 04.

Enunciado 4213280-1

(Quino, Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2008)

No 4º quadro, a lacuna pode ser corretamente preenchida, em conformidade com a norma-padrão de regência, por:

 

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