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Foram encontradas 50 questões.

4045970 Ano: 2026
Disciplina: Biomedicina
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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O modelo biomédico tradicional é caracterizado, principalmente, por
 

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4045969 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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A epidemiologia utiliza diferentes medidas para analisar a ocorrência das doenças na população.
A incidência é um indicador importante porque
 

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4045968 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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O sistema público de saúde previsto na Constituição Federal: Título VIII, Capítulo II, Seção II (Da Saúde) deve obedecer a diretrizes específicas, como:
 

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4045967 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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A Lei nº 8.142/1990 estabelece mecanismos de participação da sociedade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Considerando suas determinações, a forma institucional que garante a atuação permanente da comunidade na formulação, deliberação e controle das políticas públicas de saúde ocorre por meio de
 

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4045966 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Segundo o art. 18 da Lei Federal no 8.080/1990, a direção municipal deve executar serviços em diversas áreas como
 

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4045965 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água ________ mulher. Ela aproximava-se de hora  ________ hora, receando que ele tivesse chegado ________  situação de transe supremo; depois ia de novo atirar-se ________  uma parte da casa, onde ficava como desfalecida.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

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4045964 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Na frase do 8º parágrafo “O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar.”, a expressão destacada expressa circunstância de modo, assim como o termo destacado em:
 

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4045963 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência e de colocação pronominal.
 

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4045962 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

Considere as passagens:

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. (2º parágrafo)

• Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta. (6ºparágrafo)

Sem prejuízo ao sentido original, os termos destacados podem ser substituídos, correta e respectivamente, por:
 

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4045961 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: UNIFESP
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Leia o texto para responder à questão.

Repetidas vezes Barreda, devorado pela febre, pediu água. A mulher aproximava-se de momento a momento, receando ser chegado o transe supremo; depois ia de novo atirar-se a um canto, onde ficava como desfalecida.

Vendo Manuel o desamparo em que estava o enfermo, pelo desespero da mulher e medo que inspirava a outros o contágio da moléstia, não teve ânimo de retirar-se naquele instante. Custava, porém, à sua natureza enérgica assistir impassível ao sofrimento de uma criatura, sem tentar um esforço qualquer para salvá-la.

Veio-lhe de repente à lembrança um caso que ouvira a seu pai. Saiu fora, montou a cavalo, e pouco depois voltou com um novilho, que laçara e prendeu ao lado da casa, na estaca do curral ou mangueira.

O enfermo passara do torpor à excessiva inquietação.

— Tire a roupa de seu marido, que eu já volto. Vou buscar um remédio que há de fazer lhe bem.

Abatido o novilho com uma pancada na nuca, em um instante Manuel esfolou-o ainda meio vivo; e correndo à casa, envolveu o corpo do enfermo na pele tépida e sangrenta.

Feito o quê, esperou pelo resultado, assando na brasa um pedaço da carne do novilho para matar a fome.

Seu pai muitas vezes lhe contara que, na campanha da Cisplatina, o capitão de uma companhia caíra doente com uma febre de cavalo. O cirurgião do regimento empregara em vão todos os meios para fazê-lo suar. Pela manhã quando se carneava uma rês, dissera ele a rir, vendo arregaçar o couro: “Que bom lençol! Se me tivesse lembrado, embrulharia em um desses o capitão. Não há febre que resista a semelhante cáustico”.

O que o cirurgião não pudera fazer, acabava o gaúcho de pôr em prática.

Ou fosse pela energia do remédio, ou pelo vigor da organização, operou-se na enfermidade uma crise salutar, manifestando-se durante a noite reação franca, anunciada por abundantes suores; de madrugada remitiu a febre, e Barreda caiu num sono profundo.

Manuel passou a noite, como o dia, fazendo o ofício de enfermeiro. Apenas deixava o aposento do doente para ir ver seus amigos, a baia e os outros animais a quem havia acomodado no potreiro, tendo o cuidado de fazer com um molho de trevo seco uma cama bem macia para o poldrinho*.

(José de Alencar. O Gaúcho. Em: https://domainpublic.wordpress.com/)

* potro

De acordo com o texto, a decisão de Manuel,
 

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