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Foram encontradas 60 questões.

2877535 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Qual alternativa apresenta uma proposição equivalente à “Não é verdade que os povos Incas, Maias e Astecas conviveram na América do Sul e que o avanço da escrita se deu na América Central”.

 

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2877534 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Assinale a alternativa em que apresenta a negação da proposição composta:

[p !$ lor !$ (r !$ land !$ s)] !$ land !$ [(p !$ land !$ r) !$ land !$ s]

 

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2877533 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

As relações lógicas nas proposições podem ser ocasionadas pelos quantificadores todo e algum e a negação nenhum. Assim, quando se diz que “não é verdade que toda criança está na escola”, é possível afirmar que

 

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2877532 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Define-se quantificadores como palavras ou expressões indicadores de quantificação, como existe, algum, todo, cada, pelo menos um, nenhum. Supondo verdade a proposição “todo adulto é responsável", pode-se inferir corretamente que

 

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2877530 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Assinale a alternativa que apresenta um caso de proposições compostas que representem uma tautologia, contradição e contingência, respectivamente.

 

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2877512 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

No segmento acima, a palavra “velocidade” compõe um campo sintático e semântico com

 

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2877511 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

O termo sublinhado no segmento acima exerce a função sintática de

 

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2877510 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno”, explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica.

O termo sublinhado no período acima se classifica como

 

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2877509 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes”, em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:

I. No período, há exemplo de linguagem conotativa.

II. A ausência da informação entre parênteses inviabiliza o entendimento do período.

III. A oração subordinada adjetiva se classifica como restritiva.

Assinale

 

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2877508 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UNILAB

Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela

Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.

Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).

Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.

As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.

Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.

Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.

As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.

Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.

"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."

A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.

Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.

"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.

A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.

Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.

A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.

(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)

Trata-se da terceira apresentação (1) de informações (2) da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia (3).

Os termos sublinhados no período acima exercem, respectivamente, no texto, a função sintática de

 

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