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Qual alternativa apresenta uma proposição equivalente à “Não é verdade que os povos Incas, Maias e Astecas conviveram na América do Sul e que o avanço da escrita se deu na América Central”.
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Assinale a alternativa em que apresenta a negação da proposição composta:
[p !$ lor !$ (r !$ land !$ s)] !$ land !$ [(p !$ land !$ r) !$ land !$ s]
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As relações lógicas nas proposições podem ser ocasionadas pelos quantificadores todo e algum e a negação nenhum. Assim, quando se diz que “não é verdade que toda criança está na escola”, é possível afirmar que
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Define-se quantificadores como palavras ou expressões indicadores de quantificação, como existe, algum, todo, cada, pelo menos um, nenhum. Supondo verdade a proposição “todo adulto é responsável", pode-se inferir corretamente que
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Assinale a alternativa que apresenta um caso de proposições compostas que representem uma tautologia, contradição e contingência, respectivamente.
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
No segmento acima, a palavra “velocidade” compõe um campo sintático e semântico com
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
O termo sublinhado no segmento acima exerce a função sintática de
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno”, explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica.
O termo sublinhado no período acima se classifica como
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes”, em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
A respeito do período acima, analise as afirmativas a seguir:
I. No período, há exemplo de linguagem conotativa.
II. A ausência da informação entre parênteses inviabiliza o entendimento do período.
III. A oração subordinada adjetiva se classifica como restritiva.
Assinale
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Missão Gaia: o que novo mapa mais completo já feito da Via Láctea revela
Terremotos em estrelas semelhantes aos que ocorrem na Terra e como é composto o DNA estelar.
Essas são algumas das revelações do novo e mais detalhado mapa da Via Láctea criado a partir de observações da sonda Gaia, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês).
Trata-se da terceira apresentação de informações da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia.
As observações, feitas entre 2014 e 2017, abrangem cerca de dois bilhões de estrelas, que representam cerca de 1% do total da Via Láctea.
Observações anteriores do robô mostraram em grande detalhe o movimento das estrelas.
Agora, os novos dados fornecem mais detalhes sobre a sua composição química, temperatura, cor, massa e idade, bem como a velocidade com que essas estrelas se aproximam e se afastam de nós.
As medições revelam milhares de terremotos estelares (ou "starquakes", em inglês) que são como tsunamis em sua superfície.
Esses eventos inesperados fornecem informações valiosas sobre o funcionamento interno dessas estrelas, que contribuem para uma melhor compreensão da origem, evolução, passado e estrutura de nossa galáxia.
"Starquakes nos ensinam muito sobre estrelas, especialmente sobre seu funcionamento interno", explica Conny Aerts, pesquisadora do projeto da Universidade KU Leuven, na Bélgica. "Gaia é uma mina de ouro para a asterossismologia de estrelas de grande massa."
A composição das estrelas pode fornecer pistas sobre seu local de nascimento e sua posterior jornada e, portanto, sobre a história da Via Láctea. Os dados coletados pela sonda Gaia ajudam a entender essa composição.
Algumas estrelas, por exemplo, têm mais metais pesados do que outras.
"Algumas estrelas da nossa galáxia são compostas por material primordial e outras, como o nosso Sol, contêm matéria enriquecida de gerações anteriores de estrelas", diz o comunicado da ESA.
A nota afirma que as estrelas mais próximas do centro da nossa galáxia são mais ricas em metais do que as mais distantes.
Por outro lado, a sonda Gaia também conseguiu identificar estrelas originárias de outras galáxias que não a nossa, graças à análise de sua composição química.
A missão continuará a coletar dados até 2025 sobre estrelas e outros objetos dentro e fora do sistema solar e além da nossa galáxia.
(https://www1.folha,uol.com.br/ciencia/2022/06/missao-gaia-o-que-novo-mapa-mais-completo-ja-feito-da-via-lactea-revela.shtml.)
Trata-se da terceira apresentação (1) de informações (2) da missão da ESA lançada em 2013, cujo objetivo é criar o mapa mais completo e multidimensional da nossa galáxia (3).
Os termos sublinhados no período acima exercem, respectivamente, no texto, a função sintática de
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