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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
Os termos “como símbolo a ser transmitido” e “como forma de registro apropriado” ampliam o sentido de “palavra escrita” e de “livro”, respectivamente.
 

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2485987 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A avaliação do escore corporal tem sido utilizada para que se ajustem as práticas de alimentação e de manejo visando maximizar o potencial de produção de leite e minimizar os problemas reprodutivos.
 

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Toda a gestão de estoques está pautada na previsão do consumo do material. A previsão do consumo ou da demanda estabelece estimativas futuras dos itens necessários. As informações básicas que permitem a tomada de decisões podem ser classificadas em duas categorias: quantitativas e qualitativas. (DIAS, 2012, p. 16).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão de estoques permitem afirmar:
A determinação do quê deve permanecer em estoque, de quando ele deve ser reabastecido e quanto desse estoque será necessário para um período predeterminado está entre as principais funções do controle de estoques.
 

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2485155 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O tamanho dos testículos dos reprodutores é uma ferramenta importante para avaliação da sua fertilidade, pois fornece informações fundamentais, como número de espermatozoides produzidos diariamente pelo respectivo reprodutor.
 

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2484957 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A febre aftosa, apesar de provocar feridas nas narinas, não afeta a locomoção.
 

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2484539 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Se uma lata de determinada tinta cobre a superfície de 35m² de parede, é correto afirmar que serão necessárias 4,5 latas para se realizar duas demãos em uma parede de 17,5m de comprimento por 4m de altura.
 

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2484377 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O melhor horário para inseminar uma vaca zebu é logo após o término das manifestações de cio.
 

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2483229 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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As embalagens dos agrotóxicos apresentam faixas coloridas que indicam o grau de toxicidade dos produtos, sendo que as cores legalmente usadas, em ordem de maior toxicidade para menor, são vermelha, amarela, azul e verde.
 

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2482908 Ano: 2014
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Uma mercadoria está sendo vendida por R$ 120,00, porém sofre um desconto de 15% e, uma semana depois, teve um aumento de 15%, de modo que o valor da mercadoria é de R$ 117,30.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
O termo “com os seus semelhantes” complementa o sentido das formas verbais “se comunicar e dialogar”.
 

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