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Foram encontradas 85 questões.

2486568 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
Esquema de obtenção do N2 e O2.
Enunciado 2836753-1
Considerando o esquema que representa a obtenção do nitrogênio e do oxigênio, a partir do ar atmosférico, é correto afirmar que o ar, após ser purificado, é liquefeito por compressão e resfriamento e, em seguida, os gases são separados pelo processo de destilação fracionada.
 

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2485908 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
Enunciado 2825214-1
O policloreto de vinila, PVC, é obtido a partir da polimerização do cloroeteno, representada pela equação química e a incineração do polímero produz substâncias químicas tóxicas à saúde e ao meio ambiente.
 

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2485865 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB

A cromatografia é um método físico-químico de separação em que compostos de uma amostra são separados de acordo com as suas diferentes interações com a fase estacionária e a fase móvel. Assim, considerando que o coeficiente de partição, relação entre a concentração na fase estacionária e na fase móvel, Kd, é igual a 3,0 e a concentração de um determinado composto na fase estacionária é 15,0 mg L–1, a concentração desse composto na fase móvel é de 45,0mg L–1.

 

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2485705 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
!$ HNO_2(aq) + OH^-(aq) \rightleftharpoons NO_{2}^{-} (aq) + H_2 O ( \ell) !$
A adição de íons nitrito ao sistema em equilíbrio, representado pela equação química, leva à produção de íons hidróxido, base conjugada da água na reação química.
 

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Toda a gestão de estoques está pautada na previsão do consumo do material. A previsão do consumo ou da demanda estabelece estimativas futuras dos itens necessários. As informações básicas que permitem a tomada de decisões podem ser classificadas em duas categorias: quantitativas e qualitativas. (DIAS, 2012, p. 16).
A análise do texto e os conhecimentos sobre gestão de estoques permitem afirmar:
A determinação do quê deve permanecer em estoque, de quando ele deve ser reabastecido e quanto desse estoque será necessário para um período predeterminado está entre as principais funções do controle de estoques.
 

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2483602 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
As substâncias constituídas por íons redutores, a exemplo de percloratos, !$ CIO_{4}^{-} !$, cromatos, !$ CrO_{4}^{2-} !$ , e permanganatos, !$ MnO_{4}^{-} !$, podem ser estocadas na mesma área que os combustíveis e as substâncias orgânicas.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
O termo “com os seus semelhantes” complementa o sentido das formas verbais “se comunicar e dialogar”.
 

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TEXTO:
Cada pessoa é um universo imenso. A clássica frase “nenhum homem é uma ilha” continua valendo. Ela faz parte de um poema bastante conhecido do britânico John Donne. Mas, de outro lado, se nenhum homem é uma ilha, cada homem e cada mulher é um mundo. Um mundo de ideias, de sonhos, de percepções, de desejos. E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada. Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa. Porque conhecer uma nova pessoa significa conhecer um dos modos de ser humano, uma das maneiras de viver a história, uma das formas de se organizar a vida.
A outra pessoa me inspira a pensar de outro modo, ela pode contrapor-se a ideias que eu carregue ou afirmar pensamentos que eu adote. Desse ponto de vista, conhecer, mesmo que não signifique aprofundar essa relação, manter uma amizade – dado que amizade é algo muito mais sério – me deixa predisposto a prestar atenção em quem não é como eu, em quem não me repete, em alguém que é de fato outra pessoa. Isso me ajuda a viajar por novos modos de ser humano, a viajar por novos mundos.
Se ninguém é uma ilha, nenhum e nenhuma de nós deixamos de ser um mundo em si e, nesse sentido, para que possamos construir uma realidade mais rica, um dia em que se conhece outra pessoa é um dia que nos enriquece.
CORTELLA, M. S. Conhecer pessoas. Pensar nos faz bem!: 2. família
, carreira, convivência e ética. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Ferraz & Cortella, 2013. p. 24.
O período “Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa.” é formado por subordinação.
 

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Art. 21: A Unilab contará com um Comitê Consultivo Internacional, com o objetivo de analisar e avaliar o desempenho e os projetos da Universidade, assessorar a instituição na definição de políticas de longo e médio prazo, de estratégias institucionais... (ESTATUTO da Unilab).
Relativamente a esse Comitê, é possível afirmar:
Será composto por cinco membros, selecionados entre importantes lideranças acadêmicas de vários países, com experiências relevantes e destaque no contexto educacional.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
De acordo com o pensamento de Italo Calvino, referido no texto, a leitura proporciona ao homem uma coexistência de tempos na memória, o que constitui, segundo o autor, uma forma de apreender o mundo.
 

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