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Foram encontradas 85 questões.

2480124 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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A adoção de computação em aglomerado (Cluster), para distribuição das requisições entre os diversos servidores membros do Cluster Web, é uma das alternativas utilizadas para melhorar o desempenho de sites Web com elevadas cargas de requisições. Isso permite, entre outras coisas, atender um número maior de clientes concorrentes, o que não aconteceria, se fosse utilizado o suporte de um único servidor desse cluster.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
O enunciador do texto considera a necessidade de comunicação humana como possivelmente a maior causa do desenvolvimento e do aperfeiçoamento do saber humano.
 

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2480041 Ano: 2014
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Integrar sistemas operacionais Windows a sistemas Unix é necessário para prover, entre outras coisas, autenticação única para seus usuários em sistemas hospedados em diversas plataformas. Para isso, as únicas opções são o modo de compatibilidade com o antigo NTLM (NT LAN Manager) e o atual Kerberos, não sendo possível utilizar a autenticação LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) por ser proprietária do Active Directory e incompatível com os sistemas Unix.
 

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TEXTO:
A determinação de se comunicar e dialogar com os seus semelhantes pode ter sido uma motivação primordial para a evolução da espécie humana. Determinação aperfeiçoada no decorrer da história até a predominância da palavra escrita, como símbolo a ser transmitido, e do livro, como forma de registro apropriado.
Em sua introdução ao livro Por que ler os clássicos?, o escritor Italo Calvino analisa inúmeras razões pelas quais as pessoas justificam a legitimidade dos textos clássicos. Sua conclusão parece singela, mas sugestiva: “A única razão que se pode apresentar é que ler os clássicos é melhor do que não ler os clássicos”. Resulta daí que uma característica associada ao clássico pode ser sua capacidade de continuar se comunicando com as gerações posteriores.
De fato, parecemos ser fascinados por histórias. O ser humano parece ter se moldado, um pouco, a partir da necessidade de ouvir e narrar seus feitos, experiências e histórias. Herança, certamente, dos tempos em que o poder – e a responsabilidade – pela transmissão dos ensinamentos, tradições e acontecimentos da comunidade se configurava questão de sobrevivência e estava nas mãos de alguns sábios.
Por isso, ao longo de incontáveis anos, diferentes povos em diversas etapas da civilização reuniram-se ao redor de uma fogueira – centro do espaço público desses tempos – para compartilhar o exercício mágico de decifrar os perigos e os encantamentos do mundo.
Somos fascinados por aqueles que sabem contar histórias. Por certo, reconhecemos sua capacidade inventiva, espécie de dom sobrenatural, capaz de dar forma, densidade e conteúdo aos sinais invisíveis daquilo que não ousamos imaginar. Capaz de dar sentido às escolhas e ordenar as incertezas vinculadas ao destino. Capaz de extrair poesia do improvável, como Mario Quintana, ao sugerir que “a mentira é uma verdade que se esqueceu de acontecer”.
MIRANDA, D. S. de. Fascinação pela palavra. In: NOVAES, T. (org.)
Tertúlia: o autor como leitor. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2013. p.11-12. Adaptado.
Conforme o autor do texto, a palavra pode deformar ou obscurecer a realidade histórica, a depender do tratamento que se der aos acontecimentos.
 

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TEXTO:
Cada pessoa é um universo imenso. A clássica frase “nenhum homem é uma ilha” continua valendo. Ela faz parte de um poema bastante conhecido do britânico John Donne. Mas, de outro lado, se nenhum homem é uma ilha, cada homem e cada mulher é um mundo. Um mundo de ideias, de sonhos, de percepções, de desejos. E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada. Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa. Porque conhecer uma nova pessoa significa conhecer um dos modos de ser humano, uma das maneiras de viver a história, uma das formas de se organizar a vida.
A outra pessoa me inspira a pensar de outro modo, ela pode contrapor-se a ideias que eu carregue ou afirmar pensamentos que eu adote. Desse ponto de vista, conhecer, mesmo que não signifique aprofundar essa relação, manter uma amizade – dado que amizade é algo muito mais sério – me deixa predisposto a prestar atenção em quem não é como eu, em quem não me repete, em alguém que é de fato outra pessoa. Isso me ajuda a viajar por novos modos de ser humano, a viajar por novos mundos.
Se ninguém é uma ilha, nenhum e nenhuma de nós deixamos de ser um mundo em si e, nesse sentido, para que possamos construir uma realidade mais rica, um dia em que se conhece outra pessoa é um dia que nos enriquece.
CORTELLA, M. S. Conhecer pessoas. Pensar nos faz bem!: 2. família
, carreira, convivência e ética. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Ferraz & Cortella, 2013. p. 24.
Quanto à composição do texto, nota-se que predomina a sequência de fatos reais, envolvendo personagens, com referências a tempo e lugar.
 

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2479466 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Se um trabalho de impressão demora 6h a certa velocidade, em uma impressora com uma velocidade 25% maior o tempo gasto cairia para 4h30min.
 

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2479112 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Em sistemas Unix com duas ou mais interfaces de rede, durante o processo de configuração de um servidor DHCP, caso não haja tratamento automático ativo para seleção da interface correta para resposta, é importante especificar, nos arquivos de configuração, em que interface o serviço deve escutar e realizar a oferta de endereços e, caso seja em mais de uma interface, que escopos de distribuição devem ser distribuídos para cada uma delas.
 

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TEXTO:
Cada pessoa é um universo imenso. A clássica frase “nenhum homem é uma ilha” continua valendo. Ela faz parte de um poema bastante conhecido do britânico John Donne. Mas, de outro lado, se nenhum homem é uma ilha, cada homem e cada mulher é um mundo. Um mundo de ideias, de sonhos, de percepções, de desejos. E por mais que essa ideia pareça romântica, ela não pode ser descartada. Samuel Johnson, escritor britânico do século XVIII, considerava perdido o dia em que não conhecia uma nova pessoa. Porque conhecer uma nova pessoa significa conhecer um dos modos de ser humano, uma das maneiras de viver a história, uma das formas de se organizar a vida.
A outra pessoa me inspira a pensar de outro modo, ela pode contrapor-se a ideias que eu carregue ou afirmar pensamentos que eu adote. Desse ponto de vista, conhecer, mesmo que não signifique aprofundar essa relação, manter uma amizade – dado que amizade é algo muito mais sério – me deixa predisposto a prestar atenção em quem não é como eu, em quem não me repete, em alguém que é de fato outra pessoa. Isso me ajuda a viajar por novos modos de ser humano, a viajar por novos mundos.
Se ninguém é uma ilha, nenhum e nenhuma de nós deixamos de ser um mundo em si e, nesse sentido, para que possamos construir uma realidade mais rica, um dia em que se conhece outra pessoa é um dia que nos enriquece.
CORTELLA, M. S. Conhecer pessoas. Pensar nos faz bem!: 2. família
, carreira, convivência e ética. Petrópolis: Vozes; São Paulo: Ferraz & Cortella, 2013. p. 24.
O texto em apreço tem como finalidade dar uma resposta pontual a uma questão, também pontual, que está incomodando na contemporaneidade.
 

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2478757 Ano: 2014
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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Servlets e applets são programas escritos na linguagem de programação Java. Uma das diferenças entre eles é que o primeiro é executado no browser do cliente, enquanto o segundo, no servidor.
 

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2478659 Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: UFBA
Orgão: UNILAB
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O uso de Firewalls, com base em filtragem de pacote, com endereços IP e portas de comunicação relacionadas, protege a rede contra qualquer tipo de ataque, inclusive os ataques com base em vulnerabilidades existentes na camada de aplicação.
 

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