Foram encontradas 60 questões.
O responsável pelo setor de vigilância sanitária de um Hospital, ao analisar o crescimento de uma população de bactérias, levantou a seguinte tabela de dados:
| Quantidade de bactérias |
Tempo após o início do experimento |
| 103 |
0 |
| 2x103 |
1 |
| 4x103 |
2 |
| 8x103 |
3 |
| 16x103 |
4 |
| 32x103 |
5 |
| 64x103 |
6 |
Sabendo-se que o crescimento da população obedece uma função, calcule a quantidade de bactérias existente depois de 21 horas de experimento:
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Sabendo-se que VO2 MÁX., ou volume de oxigênio (O2) máximo é a capacidade máxima do corpo de um indivíduo de transportar e metabolizar oxigênio durante um exercício físico incremental tipicamente feito em uma esteira ergométrica, sendo esta a variável fisiológica que melhor reflete a capacidade aeróbica de um indivíduo. Embora a sigla tenha volume em seu nome, a variável expressa vazão, ou seja, volume por unidade de tempo, geralmente em um intervalo de 1 minuto. É uma grandeza expressa em mililitros de oxigênio por quilograma por minuto (mL/kg·min) de forma relativa ao peso do indivíduo. Mas também é possível utilizar, de forma aproximada, a fórmula apresentada a seguir:
VO2MÁX. = 111 - 0,4F
Sendo F a frequência cardíaca da pessoa submetida ao teste ao final do esforço físico.
Disponível em: http://sportslab.com.br/medicina-esportiva/servicos
-produtos/teste-de-vo2max/ Acesso: 08 abril 2018. (Adaptado).
Considerando que para uma mulher com idade entre 30-39 anos com um bom condicionamento físico o seu VO2MÁX. deve estar entre 34-44 (mL/kg·min), sua frequência cardíaca ao final do esforço físico, deve estar, em batimentos por minuto entre:
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Um hospital municipal está oferecendo cursos de capacitação para os seus funcionários, no entanto, deve-se obedecer a três regras dispostas a seguir:
I. Pelo menos !$ \dfrac {1} {4} !$ das horas do curso devem ser dedicadas à pesquisa.
II. Pelo menos !$ \dfrac {1} {3} !$ das horas do curso devem ser dedicadas as atividades de campo.
III. Pelo menos !$ \dfrac {3} {12} !$ das horas do curso devem ser dedicadas as aulas teóricas em sala de aula.
Se João Carlos escolheu um curso de endemias que tenha, pelo menos, 10 horas de atividades de campo, então esse curso deverá ter uma duração total de no mínimo:
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Dadas as funções f(x) = 4x + 10 e h(x) = 2x – 10j, ocorrerá hof(x) = foh(x) se, e somente se, j for igual a:
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Uma indústria farmacêutica precisa calcular a massa total de determinado medicamento para rotulá-lo.
Sabendo-se que o frasco tem a forma de um cilindro com diâmetro de 3cm, altura de 60mm e 25,74g de massa, estando dentro dele 25 comprimidos na forma de esfera com diâmetro de 6mm e que para cada 1mm³ de medicamento se tem 0,01g, sendo sua massa específica de 0,01g/mm3, calcule a massa total do medicamento mais a da embalagem. (!$ \pi !$ = 3,14)
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De acordo com a gramática tradicional, a oração em destaque (sublinhada) está CORRETAMENTE classificada em:
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As mudanças de grande amplitude que caracterizam a sociedade contemporânea vêm causando um impacto de proporções inéditas no campo educacional, particularmente no que concerne à juventude.
O aumento crescente da demanda por mais escolaridade, a busca por novas formações, a necessidade de percursos curriculares mais flexíveis, a existência de recursos pedagógicos tecnologicamente avançados, o advento da internet e das redes sociais e a comprovada limitação das metodologias mais ortodoxas tornam evidente que a escola, como é hoje, não atende às expectativas e necessidades da juventude brasileira.
Das profissões de 2019, 60% ainda não existem. É preciso preparar nossos jovens para esse mercado.
O conhecimento é o maior insumo do século 21. É ele que determinará o sucesso de um profissional. E o maior centro de distribuição de conhecimento segue sendo a escola.
Ao longo da história, a escola foi adaptando-se às novas tecnologias. Num primeiro momento, a educação formal era baseada em aulas expositivas, com o enfoque no discurso do professor. Hoje, temos diversas mídias educacionais. O grande desafio é saber utilizá-las de modo eficiente e permitir que contribuam com as práticas pedagógicas.
Já se fala em quarta revolução industrial. [...]. Essa revolução seria caracterizada pela difusão da internet móvel, o surgimento dos sensores menores, mais poderosos e mais baratos, e pela inteligência artificial e aprendizado da máquina.
O professor deve atualizar-se nas tecnologias inovadoras e se descobrir um facilitador do processo educacional, reinventando um conjunto de ações didático-pedagógicas.
Prevê-se a valorização do ensino técnico-profissional de que o país tanto carece. O ensino médio deve oferecer habilidades e competências aos alunos segundo suas escolhas pessoais e de acordo com as variações do mercado.
É o que faz com sucesso o Sistema S desde a década de 50, com a boa tradição dos seus cursos profissionalizantes. Quando o assunto é tecnologia aplicada à educação, o Sesi, Senai e Senac são pioneiros na formação dos profissionais do futuro. Essas entidades colocam os jovens em contato com a tecnologia desde cedo e contribuem com a formação de adultos mais conectados à inovação.
O Sesi mantém aulas de robótica no currículo de 400 de suas escolas de ensino médio e fundamental.
Há cinco anos, organiza um torneio de robótica para estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas e particulares, desafiados a criar soluções inovadoras e construir robôs com peças de Lego.
É lamentável que, em nosso país, ainda faltem investimentos na qualificação de professores. Faltam também laboratórios e bibliotecas. O Brasil tem cerca de 200 mil escolas, a maioria sem bibliotecas e laboratórios compatíveis. Diante disso, como oferecer a nossos educandos a possibilidade de uma educação de qualidade.
É essencial corrigir essas falhas. As sociedades mais bem-sucedidas economicamente e as que alcançaram os graus mais elevados de bem-estar são as que mais dominam as várias áreas do saber. A questão da educação é estratégica para atingir o estágio de desenvolvimento que almejamos como nação.
NISKIER, Arnaldo. As novas escolas do futuro. Folha de S. Paulo. 29.mar. 2018. Disponível em: https:// www1. folha.
uol.com.br/opiniao/ 2018/03/arnaldo-niskier-as-novas-escolas-do-futuro.shtml Acesso: 9 abril 2018. (Fragmento).
Leia este trecho do texto:
O aumento crescente da demanda por mais escolaridade, a busca por novas formações, a necessidade de percursos curriculares mais flexíveis, a existência de recursos pedagógicos tecnologicamente avançados, o advento da internet e das redes sociais e a comprovada limitação das metodologias mais ortodoxas tornam evidente que a escola, como é hoje, não atende às expectativas e necessidades da juventude brasileira.
Assinale a alternativa em que os termos destacados NÃO podem ser substituídos pelos que estão nos parênteses por alterarem o sentido original.
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As mudanças de grande amplitude que caracterizam a sociedade contemporânea vêm causando um impacto de proporções inéditas no campo educacional, particularmente no que concerne à juventude.
O aumento crescente da demanda por mais escolaridade, a busca por novas formações, a necessidade de percursos curriculares mais flexíveis, a existência de recursos pedagógicos tecnologicamente avançados, o advento da internet e das redes sociais e a comprovada limitação das metodologias mais ortodoxas tornam evidente que a escola, como é hoje, não atende às expectativas e necessidades da juventude brasileira.
Das profissões de 2019, 60% ainda não existem. É preciso preparar nossos jovens para esse mercado.
O conhecimento é o maior insumo do século 21. É ele que determinará o sucesso de um profissional. E o maior centro de distribuição de conhecimento segue sendo a escola.
Ao longo da história, a escola foi adaptando-se às novas tecnologias. Num primeiro momento, a educação formal era baseada em aulas expositivas, com o enfoque no discurso do professor. Hoje, temos diversas mídias educacionais. O grande desafio é saber utilizá-las de modo eficiente e permitir que contribuam com as práticas pedagógicas.
Já se fala em quarta revolução industrial. [...]. Essa revolução seria caracterizada pela difusão da internet móvel, o surgimento dos sensores menores, mais poderosos e mais baratos, e pela inteligência artificial e aprendizado da máquina.
O professor deve atualizar-se nas tecnologias inovadoras e se descobrir um facilitador do processo educacional, reinventando um conjunto de ações didático-pedagógicas.
Prevê-se a valorização do ensino técnico-profissional de que o país tanto carece. O ensino médio deve oferecer habilidades e competências aos alunos segundo suas escolhas pessoais e de acordo com as variações do mercado.
É o que faz com sucesso o Sistema S desde a década de 50, com a boa tradição dos seus cursos profissionalizantes. Quando o assunto é tecnologia aplicada à educação, o Sesi, Senai e Senac são pioneiros na formação dos profissionais do futuro. Essas entidades colocam os jovens em contato com a tecnologia desde cedo e contribuem com a formação de adultos mais conectados à inovação.
O Sesi mantém aulas de robótica no currículo de 400 de suas escolas de ensino médio e fundamental.
Há cinco anos, organiza um torneio de robótica para estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas e particulares, desafiados a criar soluções inovadoras e construir robôs com peças de Lego.
É lamentável que, em nosso país, ainda faltem investimentos na qualificação de professores. Faltam também laboratórios e bibliotecas. O Brasil tem cerca de 200 mil escolas, a maioria sem bibliotecas e laboratórios compatíveis. Diante disso, como oferecer a nossos educandos a possibilidade de uma educação de qualidade.
É essencial corrigir essas falhas. As sociedades mais bem-sucedidas economicamente e as que alcançaram os graus mais elevados de bem-estar são as que mais dominam as várias áreas do saber. A questão da educação é estratégica para atingir o estágio de desenvolvimento que almejamos como nação.
NISKIER, Arnaldo. As novas escolas do futuro. Folha de S. Paulo. 29.mar. 2018. Disponível em: https:// www1. folha.
uol.com.br/opiniao/ 2018/03/arnaldo-niskier-as-novas-escolas-do-futuro.shtml Acesso: 9 abril 2018. (Fragmento).
Assinale a afirmativa que PODE ser comprovada no texto.
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As mudanças de grande amplitude que caracterizam a sociedade contemporânea vêm causando um impacto de proporções inéditas no campo educacional, particularmente no que concerne à juventude.
O aumento crescente da demanda por mais escolaridade, a busca por novas formações, a necessidade de percursos curriculares mais flexíveis, a existência de recursos pedagógicos tecnologicamente avançados, o advento da internet e das redes sociais e a comprovada limitação das metodologias mais ortodoxas tornam evidente que a escola, como é hoje, não atende às expectativas e necessidades da juventude brasileira.
Das profissões de 2019, 60% ainda não existem. É preciso preparar nossos jovens para esse mercado.
O conhecimento é o maior insumo do século 21. É ele que determinará o sucesso de um profissional. E o maior centro de distribuição de conhecimento segue sendo a escola.
Ao longo da história, a escola foi adaptando-se às novas tecnologias. Num primeiro momento, a educação formal era baseada em aulas expositivas, com o enfoque no discurso do professor. Hoje, temos diversas mídias educacionais. O grande desafio é saber utilizá-las de modo eficiente e permitir que contribuam com as práticas pedagógicas.
Já se fala em quarta revolução industrial. [...]. Essa revolução seria caracterizada pela difusão da internet móvel, o surgimento dos sensores menores, mais poderosos e mais baratos, e pela inteligência artificial e aprendizado da máquina.
O professor deve atualizar-se nas tecnologias inovadoras e se descobrir um facilitador do processo educacional, reinventando um conjunto de ações didático-pedagógicas.
Prevê-se a valorização do ensino técnico-profissional de que o país tanto carece. O ensino médio deve oferecer habilidades e competências aos alunos segundo suas escolhas pessoais e de acordo com as variações do mercado.
É o que faz com sucesso o Sistema S desde a década de 50, com a boa tradição dos seus cursos profissionalizantes. Quando o assunto é tecnologia aplicada à educação, o Sesi, Senai e Senac são pioneiros na formação dos profissionais do futuro. Essas entidades colocam os jovens em contato com a tecnologia desde cedo e contribuem com a formação de adultos mais conectados à inovação.
O Sesi mantém aulas de robótica no currículo de 400 de suas escolas de ensino médio e fundamental.
Há cinco anos, organiza um torneio de robótica para estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas e particulares, desafiados a criar soluções inovadoras e construir robôs com peças de Lego.
É lamentável que, em nosso país, ainda faltem investimentos na qualificação de professores. Faltam também laboratórios e bibliotecas. O Brasil tem cerca de 200 mil escolas, a maioria sem bibliotecas e laboratórios compatíveis. Diante disso, como oferecer a nossos educandos a possibilidade de uma educação de qualidade.
É essencial corrigir essas falhas. As sociedades mais bem-sucedidas economicamente e as que alcançaram os graus mais elevados de bem-estar são as que mais dominam as várias áreas do saber. A questão da educação é estratégica para atingir o estágio de desenvolvimento que almejamos como nação.
NISKIER, Arnaldo. As novas escolas do futuro. Folha de S. Paulo. 29.mar. 2018. Disponível em: https:// www1. folha.
uol.com.br/opiniao/ 2018/03/arnaldo-niskier-as-novas-escolas-do-futuro.shtml Acesso: 9 abril 2018. (Fragmento).
São ideias defendidas pelo autor, EXCETO:
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As mudanças de grande amplitude que caracterizam a sociedade contemporânea vêm causando um impacto de proporções inéditas no campo educacional, particularmente no que concerne à juventude.
O aumento crescente da demanda por mais escolaridade, a busca por novas formações, a necessidade de percursos curriculares mais flexíveis, a existência de recursos pedagógicos tecnologicamente avançados, o advento da internet e das redes sociais e a comprovada limitação das metodologias mais ortodoxas tornam evidente que a escola, como é hoje, não atende às expectativas e necessidades da juventude brasileira.
Das profissões de 2019, 60% ainda não existem. É preciso preparar nossos jovens para esse mercado.
O conhecimento é o maior insumo do século 21. É ele que determinará o sucesso de um profissional. E o maior centro de distribuição de conhecimento segue sendo a escola.
Ao longo da história, a escola foi adaptando-se às novas tecnologias. Num primeiro momento, a educação formal era baseada em aulas expositivas, com o enfoque no discurso do professor. Hoje, temos diversas mídias educacionais. O grande desafio é saber utilizá-las de modo eficiente e permitir que contribuam com as práticas pedagógicas.
Já se fala em quarta revolução industrial. [...]. Essa revolução seria caracterizada pela difusão da internet móvel, o surgimento dos sensores menores, mais poderosos e mais baratos, e pela inteligência artificial e aprendizado da máquina.
O professor deve atualizar-se nas tecnologias inovadoras e se descobrir um facilitador do processo educacional, reinventando um conjunto de ações didático-pedagógicas.
Prevê-se a valorização do ensino técnico-profissional de que o país tanto carece. O ensino médio deve oferecer habilidades e competências aos alunos segundo suas escolhas pessoais e de acordo com as variações do mercado.
É o que faz com sucesso o Sistema S desde a década de 50, com a boa tradição dos seus cursos profissionalizantes. Quando o assunto é tecnologia aplicada à educação, o Sesi, Senai e Senac são pioneiros na formação dos profissionais do futuro. Essas entidades colocam os jovens em contato com a tecnologia desde cedo e contribuem com a formação de adultos mais conectados à inovação.
O Sesi mantém aulas de robótica no currículo de 400 de suas escolas de ensino médio e fundamental.
Há cinco anos, organiza um torneio de robótica para estudantes de 9 a 16 anos, de escolas públicas e particulares, desafiados a criar soluções inovadoras e construir robôs com peças de Lego.
É lamentável que, em nosso país, ainda faltem investimentos na qualificação de professores. Faltam também laboratórios e bibliotecas. O Brasil tem cerca de 200 mil escolas, a maioria sem bibliotecas e laboratórios compatíveis. Diante disso, como oferecer a nossos educandos a possibilidade de uma educação de qualidade.
É essencial corrigir essas falhas. As sociedades mais bem-sucedidas economicamente e as que alcançaram os graus mais elevados de bem-estar são as que mais dominam as várias áreas do saber. A questão da educação é estratégica para atingir o estágio de desenvolvimento que almejamos como nação.
NISKIER, Arnaldo. As novas escolas do futuro. Folha de S. Paulo. 29.mar. 2018. Disponível em: https:// www1. folha.
uol.com.br/opiniao/ 2018/03/arnaldo-niskier-as-novas-escolas-do-futuro.shtml Acesso: 9 abril 2018. (Fragmento).
A tese defendida pelo autor do texto é a de que:
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