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Disponível em: <//noticias.bol.uol.com.br/fotos/imagens-do-dia/2015/10/01/a-reforma-ortografica-e-os-quadrinhos.htm?fotoNav=1#fotoNav=5>.
Acesso em: 30 nov. 2016.
A avaliação que o locutor 2 faz é que o locutor 1 é um falante que não aprendeu as regras da língua, porque ele
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Acesso em: 30 nov. 2016.
Ao se autodeclarar “um visonário!”, com relação ao emprego do trema, o locutor demonstra
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Acesso em: 30 nov. 2016.
No quadro 2, no enunciado “Sou um visionário! Já aplicava o acordo ortográfico antes mesmo dele ser assinado”, o emprego do pronome 'dele', nesse contexto linguístico,
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Acesso em: 30 nov. 2016.
Da perspectiva da variação linguística, do Texto, inferese que
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Amazonas: lenda ou realidade?
As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
PEREIRA, Patrícia. Superinteressante. 31 out. 2016. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/historia/amazonas-lenda-ou-realidade/>. Acesso em: 30 nov. 2016.
No enunciado “Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito”, a segunda oração tem a função de informar
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Amazonas: lenda ou realidade?
As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
PEREIRA, Patrícia. Superinteressante. 31 out. 2016. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/historia/amazonas-lenda-ou-realidade/>. Acesso em: 30 nov. 2016.
No trecho “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”, no terceiro parágrafo, a progressão do texto é construída por meio da
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Amazonas: lenda ou realidade?
As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
PEREIRA, Patrícia. Superinteressante. 31 out. 2016. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/historia/amazonas-lenda-ou-realidade/>. Acesso em: 30 nov. 2016.
Na expressão “a que não tem seio”, no terceiro parágrafo, o referente indicado pelo artigo 'a' pode ser recuperado, no texto, por um processo de
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Amazonas: lenda ou realidade?
As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
PEREIRA, Patrícia. Superinteressante. 31 out. 2016. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/historia/amazonas-lenda-ou-realidade/>. Acesso em: 30 nov. 2016.
Do trecho “Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas”, pressupõe-se que
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As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
PEREIRA, Patrícia. Superinteressante. 31 out. 2016. Disponível em:
<http://super.abril.com.br/historia/amazonas-lenda-ou-realidade/>. Acesso em: 30 nov. 2016.
O emprego do pronome 'nossas', na expressão “nossas icamiabas”, no trecho “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas”, no terceiro parágrafo, constrói sentimento de
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As índias brasileiras icamiabas eram parecidas com as amazonas da mitologia grega. Elas viviam sem homens e defendiam-se com arcos e flechas.
O nome Amazonas, que batiza o maior estado do Brasil e um dos maiores rios do mundo, tem sua origem em uma lenda grega que veio parar em terras brasileiras. Quando expedicionários europeus, liderados pelo espanhol Francisco Orellana, chegaram à região que hoje pertence à Amazônia, em 12 de fevereiro de 1542, encontraram um grupo de índias guerreiras. Segundo os relatos, elas lutavam nuas e viviam em tribos isoladas, sem homens. Eram chamadas pelos índios de icamiabas. Por seus costumes, elas lembravam as lendárias amazonas da mitologia grega, que viviam na Ásia Menor, e logo foi feita a associação entre elas.
As icamiabas eram mulheres altas, musculosas, de pele clara, cabelos compridos e negros, como descreveu o frei espanhol Gaspar de Carvajal, que fazia parte da expedição de Orellana. Ele disse tê-las visto às margens do rio Nhamundá, na divisa dos estados do Pará e do Amazonas. As índias não permitiam a presença de homens na tribo e, para afastá-los, lutavam com arcos e flechas. Diz a lenda que, para se tornarem exímias arqueiras, arrancavam o seio direito. “A versão mais aceita era que elas atavam o seio direito com uma faixa, parecendo assim que não tinham um dos seios”, diz a historiadora e especialista em folclore Rosane Volpatto.
A palavra icamiaba significa “a que não tem seio”, segundo o estudioso João Barbosa Rodrigues. Essa versão encontra respaldo na lenda grega que dizia que as amazonas queimavam o peito das meninas ainda crianças para que não atrapalhasse o lançamento da flecha. “Essa história não tem nada a ver com nossas icamiabas. Sem seio são as amazonas asiáticas, não as brasileiras”, afirma o indigenista João Américo Peret. Para Rosane, “é pouco provável que as índias inutilizassem um seio, porque amavam como mulheres, defendiam-se como guerreiras e multiplicavam-se como mães”.
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O significado do nome icamiabas, que denomina as guerreiras brasileiras, no terceiro parágrafo do texto, tem a função de
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