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Segurança privada em supermercados reproduz racismo no Brasil
A morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças prestadores de serviço do Carrefour, em novembro de 2020, levantou o debate sobre a existência de racismo estrutural no funcionamento do setor de segurança privada no país. Na avaliação de José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, há um olhar seletivo dos vigilantes, quase automático, que se volta contra a população negra. "Ele se sente como sendo o responsável por manter a ordem. No entanto, este conceito de ’ordem’ exclui a pele negra. A reação é o olhar de suspeita, a perseguição pelos corredores, a postura intimidadora e o constrangimento. Isso acontece mesmo se o vigilante for negro, por conta do racismo enraizado na sociedade contra os corpos negros", explica.
O trabalho informal de segurança, realizado normalmente por policiais e chamado de ’bico’, é proibido por lei no Brasil. No entanto, diversos policiais militares e civis complementam a renda desta forma. Outro fato comum de se ouvir quando acontece algum caso de violência que envolva empresas ou prestadores de serviço de segurança, é que os profissionais causadores da agressão são pessoas despreparadas para exercer tal função. No entanto, a pesquisa "Escuta de Policiais e demais profissionais da segurança pública do Brasil", realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e publicada em novembro de 2021, revela que 6% dos policiais entrevistados declararam fazer atividades de segurança privada para complementar a renda.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há aproximadamente 687 mil policiais e bombeiros e 99 mil guardas municipais no Brasil em exercício da função. Logo, o percentual de profissionais que fazem ’bico’ equivale a pelo menos 47 mil policiais, bombeiros e guardas municipais que também trabalham de maneira informal. Dados compilados pela Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) e publicados na 15ª. Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que o setor formal de segurança privada tem reduzido a quantidade de pessoas contratadas nos últimos anos. Em 2018, havia no país 604.746 seguranças privados aptos a exercer a profissão na ativa. Em 2020, esse número foi reduzido para 526.108.
(Texto de Caroline Nunes e Juca Guimarães, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/seguranca-privada-emsupermercados- reproduz-racismo-no-brasil/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Considerando a leitura do texto, pode-se afirmar que, para o Reitor José Vicente, o racismo seria estrutural porque:
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Segurança privada em supermercados reproduz racismo no Brasil
A morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças prestadores de serviço do Carrefour, em novembro de 2020, levantou o debate sobre a existência de racismo estrutural no funcionamento do setor de segurança privada no país. Na avaliação de José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, há um olhar seletivo dos vigilantes, quase automático, que se volta contra a população negra. "Ele se sente como sendo o responsável por manter a ordem. No entanto, este conceito de ’ordem’ exclui a pele negra. A reação é o olhar de suspeita, a perseguição pelos corredores, a postura intimidadora e o constrangimento. Isso acontece mesmo se o vigilante for negro, por conta do racismo enraizado na sociedade contra os corpos negros", explica.
O trabalho informal de segurança, realizado normalmente por policiais e chamado de ’bico’, é proibido por lei no Brasil. No entanto, diversos policiais militares e civis complementam a renda desta forma. Outro fato comum de se ouvir quando acontece algum caso de violência que envolva empresas ou prestadores de serviço de segurança, é que os profissionais causadores da agressão são pessoas despreparadas para exercer tal função. No entanto, a pesquisa "Escuta de Policiais e demais profissionais da segurança pública do Brasil", realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e publicada em novembro de 2021, revela que 6% dos policiais entrevistados declararam fazer atividades de segurança privada para complementar a renda.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há aproximadamente 687 mil policiais e bombeiros e 99 mil guardas municipais no Brasil em exercício da função. Logo, o percentual de profissionais que fazem ’bico’ equivale a pelo menos 47 mil policiais, bombeiros e guardas municipais que também trabalham de maneira informal. Dados compilados pela Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) e publicados na 15ª. Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que o setor formal de segurança privada tem reduzido a quantidade de pessoas contratadas nos últimos anos. Em 2018, havia no país 604.746 seguranças privados aptos a exercer a profissão na ativa. Em 2020, esse número foi reduzido para 526.108.
(Texto de Caroline Nunes e Juca Guimarães, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/seguranca-privada-emsupermercados- reproduz-racismo-no-brasil/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Na frase "Ele se sente como sendo o responsável por manter a ’ordem’. No entanto, este conceito de ’ordem’ exclui a pele negra.", observa-se uma figura de linguagem conhecida como:
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Segurança privada em supermercados reproduz racismo no Brasil
A morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças prestadores de serviço do Carrefour, em novembro de 2020, levantou o debate sobre a existência de racismo estrutural no funcionamento do setor de segurança privada no país. Na avaliação de José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, há um olhar seletivo dos vigilantes, quase automático, que se volta contra a população negra. "Ele se sente como sendo o responsável por manter a ordem. No entanto, este conceito de ’ordem’ exclui a pele negra. A reação é o olhar de suspeita, a perseguição pelos corredores, a postura intimidadora e o constrangimento. Isso acontece mesmo se o vigilante for negro, por conta do racismo enraizado na sociedade contra os corpos negros", explica.
O trabalho informal de segurança, realizado normalmente por policiais e chamado de ’bico’, é proibido por lei no Brasil. No entanto, diversos policiais militares e civis complementam a renda desta forma. Outro fato comum de se ouvir quando acontece algum caso de violência que envolva empresas ou prestadores de serviço de segurança, é que os profissionais causadores da agressão são pessoas despreparadas para exercer tal função. No entanto, a pesquisa "Escuta de Policiais e demais profissionais da segurança pública do Brasil", realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e publicada em novembro de 2021, revela que 6% dos policiais entrevistados declararam fazer atividades de segurança privada para complementar a renda.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há aproximadamente 687 mil policiais e bombeiros e 99 mil guardas municipais no Brasil em exercício da função. Logo, o percentual de profissionais que fazem ’bico’ equivale a pelo menos 47 mil policiais, bombeiros e guardas municipais que também trabalham de maneira informal. Dados compilados pela Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) e publicados na 15ª. Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que o setor formal de segurança privada tem reduzido a quantidade de pessoas contratadas nos últimos anos. Em 2018, havia no país 604.746 seguranças privados aptos a exercer a profissão na ativa. Em 2020, esse número foi reduzido para 526.108.
(Texto de Caroline Nunes e Juca Guimarães, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/seguranca-privada-emsupermercados- reproduz-racismo-no-brasil/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) No mesmo texto da questão anterior, o sintagma DO CARREFOUR, em termos de relações sintáticas:
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Segurança privada em supermercados reproduz racismo no Brasil
A morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças prestadores de serviço do Carrefour, em novembro de 2020, levantou o debate sobre a existência de racismo estrutural no funcionamento do setor de segurança privada no país. Na avaliação de José Vicente, reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, há um olhar seletivo dos vigilantes, quase automático, que se volta contra a população negra. "Ele se sente como sendo o responsável por manter a ordem. No entanto, este conceito de ’ordem’ exclui a pele negra. A reação é o olhar de suspeita, a perseguição pelos corredores, a postura intimidadora e o constrangimento. Isso acontece mesmo se o vigilante for negro, por conta do racismo enraizado na sociedade contra os corpos negros", explica.
O trabalho informal de segurança, realizado normalmente por policiais e chamado de ’bico’, é proibido por lei no Brasil. No entanto, diversos policiais militares e civis complementam a renda desta forma. Outro fato comum de se ouvir quando acontece algum caso de violência que envolva empresas ou prestadores de serviço de segurança, é que os profissionais causadores da agressão são pessoas despreparadas para exercer tal função. No entanto, a pesquisa "Escuta de Policiais e demais profissionais da segurança pública do Brasil", realizada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e publicada em novembro de 2021, revela que 6% dos policiais entrevistados declararam fazer atividades de segurança privada para complementar a renda.
De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública e com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há aproximadamente 687 mil policiais e bombeiros e 99 mil guardas municipais no Brasil em exercício da função. Logo, o percentual de profissionais que fazem ’bico’ equivale a pelo menos 47 mil policiais, bombeiros e guardas municipais que também trabalham de maneira informal. Dados compilados pela Fenavist (Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores) e publicados na 15ª. Edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam que o setor formal de segurança privada tem reduzido a quantidade de pessoas contratadas nos últimos anos. Em 2018, havia no país 604.746 seguranças privados aptos a exercer a profissão na ativa. Em 2020, esse número foi reduzido para 526.108.
(Texto de Caroline Nunes e Juca Guimarães, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/seguranca-privada-emsupermercados- reproduz-racismo-no-brasil/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Na sentença "A morte de João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças prestadores de serviço do Carrefour, em novembro de 2020, levantou o debate sobre a existência de racismo estrutural no funcionamento do setor de segurança privada no país.", existem:
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Fornecedora da Nestlé segue aterrorizando quilombolas no nordeste do Pará
Após audiência de conciliação, a Agropalma segue vigiando quilombolas. A empresa tem histórico de desrespeito aos direitos humanos, fraudes cartoriais, grilagem de terras, contaminações por efluentes agrícolas e condenações judiciais. A situação das comunidades quilombolas do município de Acará (PA) permanece crítica. Mesmo após a realização de uma audiência de conciliação entre os quilombolas e a Agropalma S.A, em 17 de fevereiro, convocada pela Justiça estadual paraense, quilombolas relatam que seguranças armados contratados pela empresa continuam vigiandoos, em vias públicas como estradas e nas comunidades onde vivem.
"Mesmo que a gente esteja fora da área da Agropalma, eles continuam vigiando a comunidade 24 horas por dia. Eles colocam os seguranças pra ficar na estrada observando quem passa pela estrada ou não", afirma Joaquim Pimenta, liderança quilombola.
Após a audiência de conciliação, os quilombolas saíram das terras sob posse da Agropalma e foram para a comunidade da Balsa, onde reclamam da constante vigilância dos seguranças da empresa. Na audiência, a Agropalma se comprometeu a tapar as valas que impediam o acesso ao antigo cemitério de Nossa Senhora da Batalha, e também a fechar, em até 60 dias, as valas construídas ao redor da Vila Palmares, que haviam sitiado os quilombolas.
Joaquim afirma que os quilombolas "continuam temendo por um conflito. Eles [seguranças] estão armados com armas de grosso calibre. Eles estão configurando um conflito contra a comunidade, que não pode andar armada, mas eles podem andar com cada monstro de espingarda. E a gente continua vivendo o mesmo terror que estava lá dentro. Só que agora com essa vigilância ao acesso à comunidade pela estrada, que é de livre acesso".
"Nós fizemos um acordo judicial, onde a Agropalma tinha que tirar todos os obstáculos, sem exceção, e deixasse o caminho livre para Nossa Senhora da Batalha, e não criar nenhum tipo de constrangimento para os quilombolas acessarem o rio, o cemitério", relata a liderança quilombola, referindo-se à audiência de conciliação. Entretanto, "esse obstáculo não saiu. Os seguranças continuam no mesmo lugar de anteriormente", afirma.
(Texto de Fábio Zuker, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/fornecedora-da-nestle-segue-aterrorizandoquilombolas- no-nordeste-do-para/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) TAMBÉM e ACESSAREM tem, respectivamente, o seguinte número de fonemas:
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Fornecedora da Nestlé segue aterrorizando quilombolas no nordeste do Pará
Após audiência de conciliação, a Agropalma segue vigiando quilombolas. A empresa tem histórico de desrespeito aos direitos humanos, fraudes cartoriais, grilagem de terras, contaminações por efluentes agrícolas e condenações judiciais. A situação das comunidades quilombolas do município de Acará (PA) permanece crítica. Mesmo após a realização de uma audiência de conciliação entre os quilombolas e a Agropalma S.A, em 17 de fevereiro, convocada pela Justiça estadual paraense, quilombolas relatam que seguranças armados contratados pela empresa continuam vigiandoos, em vias públicas como estradas e nas comunidades onde vivem.
"Mesmo que a gente esteja fora da área da Agropalma, eles continuam vigiando a comunidade 24 horas por dia. Eles colocam os seguranças pra ficar na estrada observando quem passa pela estrada ou não", afirma Joaquim Pimenta, liderança quilombola.
Após a audiência de conciliação, os quilombolas saíram das terras sob posse da Agropalma e foram para a comunidade da Balsa, onde reclamam da constante vigilância dos seguranças da empresa. Na audiência, a Agropalma se comprometeu a tapar as valas que impediam o acesso ao antigo cemitério de Nossa Senhora da Batalha, e também a fechar, em até 60 dias, as valas construídas ao redor da Vila Palmares, que haviam sitiado os quilombolas.
Joaquim afirma que os quilombolas "continuam temendo por um conflito. Eles [seguranças] estão armados com armas de grosso calibre. Eles estão configurando um conflito contra a comunidade, que não pode andar armada, mas eles podem andar com cada monstro de espingarda. E a gente continua vivendo o mesmo terror que estava lá dentro. Só que agora com essa vigilância ao acesso à comunidade pela estrada, que é de livre acesso".
"Nós fizemos um acordo judicial, onde a Agropalma tinha que tirar todos os obstáculos, sem exceção, e deixasse o caminho livre para Nossa Senhora da Batalha, e não criar nenhum tipo de constrangimento para os quilombolas acessarem o rio, o cemitério", relata a liderança quilombola, referindo-se à audiência de conciliação. Entretanto, "esse obstáculo não saiu. Os seguranças continuam no mesmo lugar de anteriormente", afirma.
(Texto de Fábio Zuker, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/fornecedora-da-nestle-segue-aterrorizandoquilombolas- no-nordeste-do-para/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Na sentença "Na audiência, a Agropalma se comprometeu a tapar as valas que impediam o acesso ao antigo cemitério de Nossa Senhora da Batalha, e também a fechar, em até 60 dias, as valas construídas ao redor da Vila Palmares, QUE haviam sitiado os quilombolas.", a função sintática exercida pelo pronome corresponde à função de :
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Fornecedora da Nestlé segue aterrorizando quilombolas no nordeste do Pará
Após audiência de conciliação, a Agropalma segue vigiando quilombolas. A empresa tem histórico de desrespeito aos direitos humanos, fraudes cartoriais, grilagem de terras, contaminações por efluentes agrícolas e condenações judiciais. A situação das comunidades quilombolas do município de Acará (PA) permanece crítica. Mesmo após a realização de uma audiência de conciliação entre os quilombolas e a Agropalma S.A, em 17 de fevereiro, convocada pela Justiça estadual paraense, quilombolas relatam que seguranças armados contratados pela empresa continuam vigiandoos, em vias públicas como estradas e nas comunidades onde vivem.
"Mesmo que a gente esteja fora da área da Agropalma, eles continuam vigiando a comunidade 24 horas por dia. Eles colocam os seguranças pra ficar na estrada observando quem passa pela estrada ou não", afirma Joaquim Pimenta, liderança quilombola.
Após a audiência de conciliação, os quilombolas saíram das terras sob posse da Agropalma e foram para a comunidade da Balsa, onde reclamam da constante vigilância dos seguranças da empresa. Na audiência, a Agropalma se comprometeu a tapar as valas que impediam o acesso ao antigo cemitério de Nossa Senhora da Batalha, e também a fechar, em até 60 dias, as valas construídas ao redor da Vila Palmares, que haviam sitiado os quilombolas.
Joaquim afirma que os quilombolas "continuam temendo por um conflito. Eles [seguranças] estão armados com armas de grosso calibre. Eles estão configurando um conflito contra a comunidade, que não pode andar armada, mas eles podem andar com cada monstro de espingarda. E a gente continua vivendo o mesmo terror que estava lá dentro. Só que agora com essa vigilância ao acesso à comunidade pela estrada, que é de livre acesso".
"Nós fizemos um acordo judicial, onde a Agropalma tinha que tirar todos os obstáculos, sem exceção, e deixasse o caminho livre para Nossa Senhora da Batalha, e não criar nenhum tipo de constrangimento para os quilombolas acessarem o rio, o cemitério", relata a liderança quilombola, referindo-se à audiência de conciliação. Entretanto, "esse obstáculo não saiu. Os seguranças continuam no mesmo lugar de anteriormente", afirma.
(Texto de Fábio Zuker, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/fornecedora-da-nestle-segue-aterrorizandoquilombolas- no-nordeste-do-para/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Na sentença "Eles estão configurando um conflito contra a comunidade, QUE não pode andar armada, mas eles podem andar com cada monstro de espingarda. ", assinale a palavra que funciona como referente do pronome QUE:
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Fornecedora da Nestlé segue aterrorizando quilombolas no nordeste do Pará
Após audiência de conciliação, a Agropalma segue vigiando quilombolas. A empresa tem histórico de desrespeito aos direitos humanos, fraudes cartoriais, grilagem de terras, contaminações por efluentes agrícolas e condenações judiciais. A situação das comunidades quilombolas do município de Acará (PA) permanece crítica. Mesmo após a realização de uma audiência de conciliação entre os quilombolas e a Agropalma S.A, em 17 de fevereiro, convocada pela Justiça estadual paraense, quilombolas relatam que seguranças armados contratados pela empresa continuam vigiandoos, em vias públicas como estradas e nas comunidades onde vivem.
"Mesmo que a gente esteja fora da área da Agropalma, eles continuam vigiando a comunidade 24 horas por dia. Eles colocam os seguranças pra ficar na estrada observando quem passa pela estrada ou não", afirma Joaquim Pimenta, liderança quilombola.
Após a audiência de conciliação, os quilombolas saíram das terras sob posse da Agropalma e foram para a comunidade da Balsa, onde reclamam da constante vigilância dos seguranças da empresa. Na audiência, a Agropalma se comprometeu a tapar as valas que impediam o acesso ao antigo cemitério de Nossa Senhora da Batalha, e também a fechar, em até 60 dias, as valas construídas ao redor da Vila Palmares, que haviam sitiado os quilombolas.
Joaquim afirma que os quilombolas "continuam temendo por um conflito. Eles [seguranças] estão armados com armas de grosso calibre. Eles estão configurando um conflito contra a comunidade, que não pode andar armada, mas eles podem andar com cada monstro de espingarda. E a gente continua vivendo o mesmo terror que estava lá dentro. Só que agora com essa vigilância ao acesso à comunidade pela estrada, que é de livre acesso".
"Nós fizemos um acordo judicial, onde a Agropalma tinha que tirar todos os obstáculos, sem exceção, e deixasse o caminho livre para Nossa Senhora da Batalha, e não criar nenhum tipo de constrangimento para os quilombolas acessarem o rio, o cemitério", relata a liderança quilombola, referindo-se à audiência de conciliação. Entretanto, "esse obstáculo não saiu. Os seguranças continuam no mesmo lugar de anteriormente", afirma.
(Texto de Fábio Zuker, disponível em https://ojoioeotrigo.com.br/2022/03/fornecedora-da-nestle-segue-aterrorizandoquilombolas- no-nordeste-do-para/. Adaptado.)
(URCA/2022.1) Analise o emprego do pronome relativo destacado e assinale a alternativa correta:
I. Após a audiência de conciliação, os quilombolas saíram das terras sob posse da Agropalma e foram para a comunidade da Balsa, ONDE reclamam da constante vigilância dos seguranças da empresa.
II. Nós fizemos um acordo judicial, ONDE a Agropalma tinha que tirar todos os obstáculos, sem exceção, e deixasse o caminho livre para Nossa Senhora da Batalha.
III. [...] seguranças armados contratados pela empresa continuam vigiando-os, em vias públicas como estradas e nas comunidades ONDE vivem.
O emprego do pronome está
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(URCA/2022.1) Um país contraiu, em 1862, um empréstimo de 1 milhão de dólares, para pagar em cem anos, com taxa de juros de 8% ao ano. Por problemas de balança comercial, nada foi pago até hoje, e a dívida foi sendo “rolada”, com capitalização anual dos juros. Qual dos valores abaixo está mais próximo do valor da dívida em 2022? Para os cálculos adote (1; 09)8 !$ \approx !$ 2:
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!$ \bullet !$ O ácido fosfórico é uma substância muito utilizada em diversas áreas, a exemplo das indústrias alimentícias, farmacêuticas e químicas. É comumente utilizada em alimentos, como acidulantes e estabilizantes, bem como na produção de antibióticos, insulinas e outros produtos farmacêuticos, até na fabricação de fertilizantes agrícolas ou mesmo na produção de carvão, dentre outros. Esse ácido pode ser obtido por diferentes processos em escala industrial, incluindo a reação de rochas, que contém apatita, com H2SO4 formando o H3PO4 e outros compostos como H2S!$ i !$F6 e CaSO4. Também, pode ser obtido pela queima do fósforo formando P4O10 que depois sofre hidrólise para não formá-lo.
A partir das informações acima e sobre os elementos P e S, responda a questão.
(URCA/2022.1) Sobre os átomos, considere as afirmativas a seguir e abaixo marque a alternativa que corresponde APENAS às afirmações corretas.
I. Os números quânticos do elétron mais energético do P são !$ n=3,\,l=1,\,m=+1,\,s=+\dfrac{1}{2} !$
II. As espécies representadas por 31p e 32p são isóbaros por possuírem mesmo número de prótons.
III. A composição percentual em massa do P4O10 e do H3PO4 são de 31,61% para P, 3,09% para H e 65,31% para O, em relação ao ácido, e 43,64% para P e 56,36% para O, em relação ao óxido.
IV. O fósforo tem dois alótropos: branco e vermelho.
As diferenças entre eles são na quantidade de átomos nas moléculas e na geometria.
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