Foram encontradas 60 questões.
- Biologia CelularCitologiaCiclo CelularNúcleo interfásico e código genético
- Moléculas, células e tecidos
Observe a imagem a seguir:

Classifique corretamente a estrutura 1 e os segmentos 2 e 3 destacados no esquema, respectivamente.
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Um experimento simples realizado nas aulas de ciências do
ensino básico para extração do DNA é descrito a seguir:
• Material: - 1 saco plástico tipo ziploc; - 1 morango; - 10 mL de solução de extração de DNA (preparo a seguir); - 1 filtro de papel com funil; - Álcool etílico gelado (pode ser álcool 70º g.l.); - 1 tubo de ensaio limpo; - 1 palito de madeira para manicure.
• Solução de extração de DNA (suficiente para 100 grupos): - 50 mL de detergente sem corantes; - 15 gramas de NaCl (sal de cozinha) = 2 colheres de chá; - 900 mL de água (H2O), de preferência mineral.
• Método: - Coloque um morango em um saco ziploc; - Esmague o morango com o punho por, no mínimo, 2 minutos; - Adicione a solução de extração ao conteúdo do saco; - Misture tudo, apertando com as mãos, por 1 minuto; - Derrame o extrato no aparato filtrante e deixe filtrar diretamente dentro do tubo; - Derrame devagar o álcool gelado no tubo, até que o encha até a metade; - Mergulhe o pau-de-laranjeira dentro do tubo no local onde a camada de álcool faz contato com a camada de extrato; - Mantenha o tubo ao nível dos olhos para ver o que está acontecendo.
Os componentes do protocolo que rompem a parede celular, a membrana plasmática e possibilitam a precipitação do DNA são, respectivamente,
• Material: - 1 saco plástico tipo ziploc; - 1 morango; - 10 mL de solução de extração de DNA (preparo a seguir); - 1 filtro de papel com funil; - Álcool etílico gelado (pode ser álcool 70º g.l.); - 1 tubo de ensaio limpo; - 1 palito de madeira para manicure.
• Solução de extração de DNA (suficiente para 100 grupos): - 50 mL de detergente sem corantes; - 15 gramas de NaCl (sal de cozinha) = 2 colheres de chá; - 900 mL de água (H2O), de preferência mineral.
• Método: - Coloque um morango em um saco ziploc; - Esmague o morango com o punho por, no mínimo, 2 minutos; - Adicione a solução de extração ao conteúdo do saco; - Misture tudo, apertando com as mãos, por 1 minuto; - Derrame o extrato no aparato filtrante e deixe filtrar diretamente dentro do tubo; - Derrame devagar o álcool gelado no tubo, até que o encha até a metade; - Mergulhe o pau-de-laranjeira dentro do tubo no local onde a camada de álcool faz contato com a camada de extrato; - Mantenha o tubo ao nível dos olhos para ver o que está acontecendo.
Os componentes do protocolo que rompem a parede celular, a membrana plasmática e possibilitam a precipitação do DNA são, respectivamente,
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O heredograma que melhor representa o padrão de herança da fibrose cística é:

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A fibrose cística é uma doença genética com herança
autossômica recessiva que compromete a qualidade de vida
dos pacientes que apresentam espessamento do muco das
vias aéreas pela redução de trocas de Cl
- entre o meio externo
e interno da célula, o que leva ao desenvolvimento de
pneumonias recorrentes. Dentre as mutações no gene CFTR,
que codifica o transportador de Cl
-
, a deleção de um
nucleotídeo (G) representada a seguir é uma das que
repercute em piores prognósticos da doença.

No caso de haver a deleção de um nucleotídeo, nos dois alelos do gene CFTR, conforme detalhado no texto, a célula passará a apresentar a seguinte configuração dos receptores de Cl - :
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A fibrose cística é uma doença genética com herança
autossômica recessiva que compromete a qualidade de vida
dos pacientes que apresentam espessamento do muco das
vias aéreas pela redução de trocas de Cl
- entre o meio externo
e interno da célula, o que leva ao desenvolvimento de
pneumonias recorrentes. Dentre as mutações no gene CFTR,
que codifica o transportador de Cl
-
, a deleção de um
nucleotídeo (G) representada a seguir é uma das que
repercute em piores prognósticos da doença.

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Transgênicos na lupa
Entre 1998 e 2019, a CTNBio aprovou 152 produtos geneticamente modificados no Brasil, sendo a agricultura um dos segmentos da economia mais beneficiados. É praticamente impossível para um brasileiro não consumir ao menos algum derivado de planta geneticamente modificada todos os dias.
A visão de que é possível utilizar transgênicos com segurança é compartilhada pela maioria dos membros da CTNBio, mas a questão não está pacificada, apesar do consumo desses alimentos não ter causado nenhum malefício à saúde nesses 25 anos.
Quando se transfere um gene para outro organismo, isso pode afetar outras expressões além das características pretendidas e ter consequências de longo prazo, que precisam ser monitoradas.
Ao contrário do que se prometia, os transgênicos não reduziram o uso de agroquímicos na agricultura, ao contrário hoje há plantas transgênicas resistentes a vários herbicidas e o lançamento no solo de misturas tóxicas sobre as quais há pouca informação.
O uso de transgênicos pode produzir impactos que ainda não são mensurados. Por exemplo, a presença de um gene inseticida que mata lagartas em um cultivar de milhões de hectares, leva à morte as lagartas e seus predadores, após um período as lagartas podem adquirir resistência e encontrar um ambiente com poucos predadores.
Economicamente, para pequenos produtores, comprar sementes transgênicas impõe um custo adicional que não é compensado por um aumento de rendimento.
Entretanto, uma das atribuições da CTNBio é acompanhar a evolução das tecnologias e propor normas adequadas para novas realidades.
Revista Pesquisa FAPESP. Ed. 303. Maio/2021 (adaptado).
Segundo o texto, a introdução de plantas geneticamente modificadas na agricultura de larga escala traz debates importantes sobre a segurança dos alimentos e impactos socioambientais como:
Entre 1998 e 2019, a CTNBio aprovou 152 produtos geneticamente modificados no Brasil, sendo a agricultura um dos segmentos da economia mais beneficiados. É praticamente impossível para um brasileiro não consumir ao menos algum derivado de planta geneticamente modificada todos os dias.
A visão de que é possível utilizar transgênicos com segurança é compartilhada pela maioria dos membros da CTNBio, mas a questão não está pacificada, apesar do consumo desses alimentos não ter causado nenhum malefício à saúde nesses 25 anos.
Quando se transfere um gene para outro organismo, isso pode afetar outras expressões além das características pretendidas e ter consequências de longo prazo, que precisam ser monitoradas.
Ao contrário do que se prometia, os transgênicos não reduziram o uso de agroquímicos na agricultura, ao contrário hoje há plantas transgênicas resistentes a vários herbicidas e o lançamento no solo de misturas tóxicas sobre as quais há pouca informação.
O uso de transgênicos pode produzir impactos que ainda não são mensurados. Por exemplo, a presença de um gene inseticida que mata lagartas em um cultivar de milhões de hectares, leva à morte as lagartas e seus predadores, após um período as lagartas podem adquirir resistência e encontrar um ambiente com poucos predadores.
Economicamente, para pequenos produtores, comprar sementes transgênicas impõe um custo adicional que não é compensado por um aumento de rendimento.
Entretanto, uma das atribuições da CTNBio é acompanhar a evolução das tecnologias e propor normas adequadas para novas realidades.
Revista Pesquisa FAPESP. Ed. 303. Maio/2021 (adaptado).
Segundo o texto, a introdução de plantas geneticamente modificadas na agricultura de larga escala traz debates importantes sobre a segurança dos alimentos e impactos socioambientais como:
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Células eucarióticas e procarióticas possuem componentes
semelhantes, presentes nas duas classes celulares tais como
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A genética forense é a área da biologia forense que analisa
vestígios e utiliza preceitos da hereditariedade e de técnicas
da biologia molecular com a finalidade de buscar, por meio da
comparação das amostras questionadas e conhecidas, a
compatibilidade e o possível vínculo de parentesco genético
existente. Uma amostra de sangue foi retirada de uma cena
de crime, onde investiga-se o sexo biológico da vítima e sua
relação com uma possível mãe. Para os testes genéticos, é
interessante verificar, respectivamente, a
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Um paciente felino sem raça definida, macho, de cinco meses
de idade foi atendido apresentando sinais progressivos de
ataxia cerebelar e tremor de intenção. O paciente havia sido
adotado três meses antes e na ocasião já apresentava um leve
tremor de cabeça. Não havia informações sobre os pais ou
irmãos de ninhada. Realizou-se a investigação para doenças
inflamatórias/infecciosas através de exames de sangue e
análise do líquido cerebroespinhal, porém nenhuma causa
pôde ser identificada. Após quase dois meses desde o
atendimento inicial, a despeito do tratamento, o paciente
continuava a apresentar sinais neurológicos progressivos,
incluindo ataxia cerebelar e proprioceptiva, tremor de
intenção, tendência a cair, resposta à ameaça ausente
bilateralmente, reflexo oculocefálico ausente bilateralmente e
déficits proprioceptivos nos quatro membros, sendo então
eutanasiado. O exame post mortem foi realizado, revelando
tumefação neuronal com intensa vacuolização citoplasmática
e moderada formação de esferoides axonais. Também foi
observada vacuolização citoplasmática em células dos rins e
do fígado. Tais achados justificam o quadro neurológico do
paciente, sendo compatíveis com doenças de acúmulo - um
grupo de doenças degenerativas raras, de causa genética,
caracterizadas por deficiências enzimáticas que geram
acúmulo de substrato não digerido dentro das células, e
consequente morte celular. A organela com função
prejudicada na condição relatada é o
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Essa empresa nos EUA é especializada na clonagem de
cachorros — e gera polêmica
Segundo a revista New Yorker, desde 2005, mais de dois mil cães foram clonados com sucesso. Biologicamente, sua genética não é tão diferente de vacas ou ovelhas, mas em aspectos a clonagem de animais de estimação é muito mais simbólica. Afinal, o cão doméstico é visto pela maioria dos donos quase como um indivíduo, com personalidade e peculiaridades.
Nos EUA, a empresa que tem essa tecnologia patenteada é a ViaGen. O site da empresa informa que um cão clonado “é simplesmente um gêmeo genético do seu cão, nascido posteriormente”.
A afirmação desperta debates. Muitos enxergam isso como um discurso de vendas que explora donos de cães em luto que não querem ficar sem seu melhor companheiro. Temos um caso famoso disso, inclusive: do presidente da Argentina, Javier Milei.
Segundo "Loco", a biografia não autorizada de Milei (2023), do jornalista Juan Luis González, o presidente não aceita a morte de seu mastim inglês Conan e se refere a ele como um de seus "cinco" cachorros, que costuma chamar de filhos. Seus outros quatro cães são clones de Conan que Milei mandou fazer nos Estados Unidos, na ViaGen.
https://exame.com/negocios/essa-empresa-nos-eua-e-especializada-naclonagem-de-cachorros-e-gera-polemica/
Não é possível garantir que todas as características do animal original estejam presentes no animal clone por que
Segundo a revista New Yorker, desde 2005, mais de dois mil cães foram clonados com sucesso. Biologicamente, sua genética não é tão diferente de vacas ou ovelhas, mas em aspectos a clonagem de animais de estimação é muito mais simbólica. Afinal, o cão doméstico é visto pela maioria dos donos quase como um indivíduo, com personalidade e peculiaridades.
Nos EUA, a empresa que tem essa tecnologia patenteada é a ViaGen. O site da empresa informa que um cão clonado “é simplesmente um gêmeo genético do seu cão, nascido posteriormente”.
A afirmação desperta debates. Muitos enxergam isso como um discurso de vendas que explora donos de cães em luto que não querem ficar sem seu melhor companheiro. Temos um caso famoso disso, inclusive: do presidente da Argentina, Javier Milei.
Segundo "Loco", a biografia não autorizada de Milei (2023), do jornalista Juan Luis González, o presidente não aceita a morte de seu mastim inglês Conan e se refere a ele como um de seus "cinco" cachorros, que costuma chamar de filhos. Seus outros quatro cães são clones de Conan que Milei mandou fazer nos Estados Unidos, na ViaGen.
https://exame.com/negocios/essa-empresa-nos-eua-e-especializada-naclonagem-de-cachorros-e-gera-polemica/
Não é possível garantir que todas as características do animal original estejam presentes no animal clone por que
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