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O funcionário público como personagem literário ganha destaque na literatura brasileira a partir dos anos 1930. Uma explicação para esse fenômeno está na tematização, por parte dos escritores, das mudanças do papel do Estado brasileiro na constituição do mercado de trabalho assalariado e como agente da modernização do país:
“De 1930 em diante, foram criadas dezenas de comissões, instituições e órgãos de planejamento e/ou de promoção das atividades econômicas, notadamente as ligadas às atividades agrícolas e àquelas voltadas para a industrialização.”
MATTOS, Fernando Augusto Mansor de. A trajetória do emprego público no Brasil desde o início do século XX. Ensaios FEE, v.36, n.1, p.95, jun.2015.
No romance Os ratos, de Dyonélio Machado, o funcionalismo público configura-se como
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Mais de uma vez, o brasileiro Machado de Assis e o português Eça de Queirós foram aproximados porque traçaram linhas de compreensão das suas respectivas sociedades, em um mesmo tempo historicamente situado. Os protagonistas Rubião, de Quincas Borba (1891), e Gonçalo, de A Ilustre Casa de Ramires (1900),
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“O eixo econômico do país, que já havia se deslocado para a zona de mineração, caminhou mais uma vez, deslocando-se em direção às ondulações do planalto paulista, que foram se recobrindo pelo verde escuro dos cafezais. Enquanto outras regiões brasileiras vegetavam ou iniciavam mesmo um processo de decadência econômica, a Província, logo depois estado de São Paulo, apresentava uma ascensão esplêndida e vigorosa.”
PETRONE, Pasquale. As indústrias paulistanas e os fatores de sua expansão. Terra Livre. 1953, p. 27 (Adaptado).
Sobre a industrialização no território brasileiro, é correto afirmar:
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Leia o excerto a seguir de A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo, de Max Weber.
“Temos de nos emancipar da seguinte visão: que se pode deduzir a Reforma das transformações econômicas como algo ‘necessário em termos de desenvolvimento histórico’. Por outro lado, não se deve de forma alguma defender uma tese tão disparatadamente doutrinária que afirmasse que o ‘espírito capitalista’ pôde surgir somente como resultado de determinados influxos da Reforma.
Em face da enorme barafunda de influxos recíprocos entre as bases materiais, as formas de organização social e política e o conteúdo espiritual das épocas culturais da Reforma, procederemos tão-só de modo a examinar de perto se, e em quais pontos, podemos reconhecer determinadas ‘afinidades eletivas’ entre certas formas da fé religiosa e certas formas da ética profissional. Por esse meio serão elucidados o efeito que, em virtude de tais afinidades eletivas, o movimento religioso exerceu sobre o desenvolvimento da cultura material.”
WEBER, Max. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004, p.82-83 (Adaptado).
A partir da ideia expressa no excerto acerca da relação entre o desenvolvimento do capitalismo e alguns elementos da doutrina calvinista, é correto afirmar que
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Migrações e invasões no Império Romano, séculos IV e V.
Disponível em https://www.britannica.com/ (Adaptado).
A análise do mapa permite identificar deslocamentos de povos não romanos caracterizados
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Disponível em https://andertoons.com/math/cartoon/7359/.
Contribui para o efeito de comicidade do cartum a
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Em relação ao plano cartesiano \( Oxy \), é correto afirmar que as equações \( x^2+y^2-4x=-3 \) e \( x^2+y^2-4y=-3 \) representam
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Considere um cilindro C de altura h>0 e cujo raio das circunferências, do topo e da base, é r>0; um cilindro \( C_1 \) cujo raio é igual ao de C e altura igual a \( \large{h \over 2} \); e um cilindro \( C_2 \) com altura h e raio igual a \( \large{r \over 2} \).
Sendo V, \( V_1 \) e \( V_2 \) os volumes e A, \( A_1 \) e \( A_2 \) as áreas laterais dos cilindros C, \( C_1 \) e \( C_2 \), respectivamente, é correto afirmar:
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Um designer de produtos deseja fabricar um vaso para flores conforme a figura a seguir.

Sabe-se que a base e o topo do vaso são uma circunferência de raio R que mede 10 cm, a parte central é uma circunferência de raio r de 5 cm e a medida h mede 12 cm. Qual é a capacidade volumétrica desse vaso em cm3?
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TEXTO PARA A QUESTÃO.
Um artigo publicado em 2018, na Revista Brasileira de Ensino de Física, reporta um curioso estudo sobre a pressão interna de “foguetes de garrafa PET”, propulsionados a partir da reação química entre ácido acético e bicarbonato de sódio.[1] Uma mistura de vinagre (que contém ácido acético, CH3COOH) com bicarbonato de sódio (NaHCO3) produz gás carbônico (CO2) por meio da reação química representada pela seguinte equação:
CH3COOH + NaHCO3 → CH3COONa + CO2 + H2O

A reação ocorre no interior de uma garrafa PET de 2 L de volume útil total, da qual foi retirado todo o ar. Insere-se na garrafa um volume inicial Vvin de vinagre líquido e bicarbonato de sódio, sendo a garrafa posteriormente selada com uma tampa acoplada a um manômetro. A reação produzirá gás carbônico que ocupará um volume VCO2 e exercerá uma pressão PCO2 sobre a tampa da garrafa, medida pelo manômetro, como mostra a figura.
[1] FONSECA et al, RBEF, vol. 40, nº 3, e3504 (2018). Disponível em http://dx.doi.org/10.1590/1806-9126-RBEF- 2017-0340.
Considere agora um outro experimento feito em condições semelhantes, em que o manômetro indica uma pressão de 5 atm e, sem que a pressão no interior da garrafa se altere, ele é cuidadosamente substituído por uma rolha de 10 g de massa e 2 cm de diâmetro (igual ao diâmetro interno do bocal da garrafa). Logo após a rolha ser encaixada no local, ela é expelida devido à pressão interna da garrafa ser maior que a pressão atmosférica.
A aceleração da rolha no momento em que ela é expelida é de, aproximadamente,
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