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O principal resultado do modelo Mundell-Fleming mostra que as políticas Fiscal e Monetária em uma pequena economia aberta depende do regime cambial, se as taxas são fixas ou flutuantes. Sobre os efeitos dessas políticas sobre o nível de renda do país (Y), a taxa de câmbio (e) e sobre a conta-corrente (XN), analise as afirmativas a seguir.
I. Uma Política Fiscal Expansionista com regime cambial flutuante aumenta a renda (Y) e a taxa de câmbio (e), mas reduz a conta-corrente (XN).
II. Uma Política Fiscal Expansionista com regime cambial flutuante não produz efeito sobre renda (Y), aumenta a taxa de câmbio (e) e reduz a conta-corrente (XN).
III. Uma Política Monetária Expansionista com regime de Câmbio Fixo não produz efeito sobre a renda (Y), a taxa de câmbio (e) e a conta-corrente (XN).
IV. Uma Política Monetária Expansionista com regime de Câmbio Fixo não produz efeito sobre a renda (Y) e a taxa de câmbio (e), mas aumenta a conta-corrente (XN).
V. Uma Política Fiscal Expansionista com regime de Câmbio Fixo não produz efeito sobre a renda (Y), mas afeta a taxa de câmbio (e) e a conta-corrente (XN).
Assinale a alternativa CORRETA.
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I. Em uma economia fechada, o Produto Nacional Bruto (PNB) é diferente do Produto Interno Bruto (PIB).
II. O cálculo do deflator implícito do PIB é dado pela razão entre PIB e Produto Interno Líquido.
III. O PNB pode ser calculado pela subtração dos impostos diretos e a depreciação do valor do PIB.
Assinale a alternativa CORRETA.
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C = 80 + 0,78 Y
I = 420 + 0,02 Y
G = 500
Onde: C é função de consumo, Y é o nível de renda, I é função de investimento e G é o gasto do governo. Analise as afirmativas a seguir em relação à condição de equilíbrio desta economia.
I. A renda de equilíbrio nesta economia é de 5000.
II. O consumo agregado nesta economia é de 3980.
III. O multiplicador Keynesiano desta economia é de 5.
IV. O nível de investimento agregado nesta economia é 520.
V. Se a renda de equilíbrio aumentar em 20%, o nível de investimento aumentará para 624.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Disciplina: Economia
Banca: LJ Assessoria
Orgão: Pref. Magalhães Almeida-MA
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Leia o texto para responder à questão.
Brasil fecha 2023 com taxa média de 7,8% de desemprego, aponta IBGE.
Taxa de desocupação caiu 1,8% entre 2022 e 2023 e chegou ao menor patamar desde 2014; desemprego no país é mais alto para população preta e parda.
André Lucena - 16.02.2024
A taxa média de desocupação no Brasil fechou o ano de 2023 em 7,8%, a menor desde 2014. O índice representa uma queda de 1,8% em relação a 2022, segundo dados da Pnad Contínua referente ao quarto trimestre do ano passado, divulgada nesta sexta-feira 16 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em números, o índice indica que a população desocupada no país totalizou 8,5 milhões de pessoas no ano passado. Em comparação a 2022, houve queda de 1,8 milhão de pessoas. A queda na desocupação foi geral e uniforme, pelo menos do ponto de vista regional. Segundo o IBGE, 26 das 27 unidades da federação registraram queda na taxa anual de desocupação, com destaque para o Acre (-4,9%), o Maranhão (-3,5%), o Rio de Janeiro e Amazonas (ambos com queda de 3,2%). Roraima, por sua vez, foi o único estado onde a taxa de desocupação experimentou aumento (+1,7%).
Entretanto, obter uma ocupação no Brasil ainda é um fenômeno influenciado pela cor. Segundo o IBGE, a taxa de desemprego no país é mais baixa para a população branca (5,9%) do que para pretos (8,9%) e pardos (8,5%), em comparação com a média nacional.
No último trimestre do ano passado, a taxa de desocupação ficou em 7,4%, o que representa uma queda de 0,3% em relação ao trimestre anterior (julho-setembro de 2023).
Como resultado da queda na taxa de desocupação, a população ocupada atingiu o maior patamar da série histórica, que teve início em 2012: 100,7 milhões de pessoas em 2023, de acordo com o IBGE.
Houve, também, um aumento no número de empregados com carteira assinada no setor privado. Em comparação a 2022, a subida foi de 5,8%, totalizando 37,7 milhões de pessoas em 2023.
A taxa de empregados sem carteira assinada no setor privado também cresceu, chegando a 13,4 milhões de pessoas. O aumento entre 2022 e 2023 foi de 5,9%.
Por seu turno, a taxa anual de informalidade se manteve praticamente estável, com leve queda: dos 39,4% de 2022, o índice recuou para 39,2% em 2023. O número de trabalhadores por conta própria, nesse quadro, também subiu (0,9%, na comparação entre os dois anos), chegando a 25,6 milhões de pessoas.
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