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(....) O enfermeiro que atua no APH móvel terrestre ou aquaviário tem autonomia para a tomada de decisões assistenciais dentro do seu escopo profissional, podendo realizar intervenções de emergência conforme protocolos estabelecidos e respaldados por evidências científicas.
(....) No contexto da regulação das urgências, o enfermeiro tem total autonomia para definir, sem necessidade de alinhamento com a Central de Regulação, quais casos necessitam de transporte imediato e quais podem aguardar atendimento local, sem interferência do médico regulador.
(....) No APH, é incorreto afirmar que o enfermeiro está impedido de administrar medicamentos, pois ele pode fazê-lo de acordo com protocolos institucionais e conforme seu escopo profissional, especialmente em situações de emergência.
(....) A atuação do enfermeiro no APH deve ser respaldada por protocolos bem definidos e continuamente atualizados, garantindo a segurança do paciente e a qualidade da assistência prestada em cenários de urgência e emergência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.
SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
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Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.
SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
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Fonte: Nota técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/ANVISA. No 05/2024: Orientações gerais para higiene das mãos em serviços de saúde (1° versão atualizada da nota técnica.GVIMS/GGTES/ANVISA n° 01/2018). Brasília, Anvisa,14 de novembro de 2024. 30 p.
Brasil. Agência Nacional de VigilânciaSanitáriaSegurança do paciente em serviços de saúde: limpeza e desinfecção de superfícies/Agência Nacional de VigilânciaSanitária. – Brasília: Anvisa, 2010. 116 p
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Sobre verificação de pulso, em situações de suspeita de parada cardiorrespiratória, é CORRETO afirmar:
Fonte:
PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024.
SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
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Fonte: PRADO, S. R. L.; SILVA G T R; Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Rio de Janeiro. Ed. 4; Martinari. 2024. SOUZA, A. B. G.; Manual Prático do Técnico de Enfermagem: Rio de Janeiro, Atheneu, 2021.
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A Resolução COFEN nº 743/2024 estabelece diretrizes para o dimensionamento da equipe de enfermagem, incluindo critérios específicos para a quantidade necessária de Técnicos de Enfermagem conforme a demanda assistencial. Com base nessa normativa, relacione a Coluna 1 (Critérios para o Técnico de Enfermagem) com a Coluna 2 (Definições Correspondentes).
Coluna 1 – Critérios para o Técnico de Enfermagem
1. Proporção Mínima de Técnicos de Enfermagem.
2. Índice de Segurança Técnica (IST).
3. Impacto do Nível de Complexidade no Dimensionamento.
4. Cálculo do Número de Técnicos Necessários.
Coluna 2 – Definições Correspondentes
I. O número de Técnicos de Enfermagem deve ser proporcional ao tipo de assistência prestada, sendo maior em setores como UTI, emergência e unidades de internação crítica.
II. Percentual adicional aplicado para cobrir ausências programadas (licenças, folgas e afastamentos), garantindo a continuidade da assistência sem sobrecarga da equipe.
III. O quantitativo de Técnicos de Enfermagem é definido considerando a carga horária de trabalho, número de pacientes atendidos e a carga assistencial exigida em cada setor.
IV. Serviços com nível de cuidado mais intensivo exigem maior número de Técnicos de Enfermagem, enquanto setores com assistência mínima podem ter uma equipe reduzida, conforme os critérios de complexidade assistencial.
Agora, assinale a alternativa que apresenta a correlação CORRETA entre as colunas:
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