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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
Forwader e skidder são equipamentos empregados na colheita florestal, o primeiro tem as funções de derrubada, desgalhamento, descascamento e extração do interior do povoamento até os estaleiros e o segundo é utilizado para a operação de extração.
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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
São exemplos de marcas e modelos de harvesters: Timberjack 608 com esteiras, cabeçote risley slingshot e potência 125 kW; Caterpillar 320 com esteiras, cabeçote risley slingshot e potência 95,5 kW; e Volvo EC 201 com esteiras, cabeçote Votec W-650 e potência 107 kW.
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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
A altura tem forte influência sobre a produtividade dos equipamentos de colheita, independentementedo sistema (com ou sem descascamento), até 40 m de altura. A partir desse valor, observa-se uma tendência de queda na produtividade, o que sugere a utilização de outro equipamento de colheita.
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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
Observa-se um aumento da produtividade em função do aumento do diâmetro a altura do peito (DAP) até aproximadamente 24 cm, com uma tendência de queda na produtividade a partir desse valor. Esse comportamento indica que, em média, os cabeçotes processadores utilizados pelos harvesters estudados são mais adequados para trabalhar com diâmetros de até 24 cm.
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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
Devido ao aumento do tempo gasto no sistema com descascamento, há uma relação direta e praticamente linear até 0,5 m3, entre o volume por árvore e a produtividade.
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M. Bramucci e F. Seixas. Determinação e quantificação de fatores de influência sobre a produtividade de
harvesters na colheita florestal. In: Scientia Forestalis, n.o 62, p. 62-74, 2002 (com adaptações).
As operações de colheita mecanizada de madeira possibilitam a redução de mão de obra, a melhoria nas condições de trabalho, o fornecimento regular de madeira e a redução de seu custo final. Diversos fatores interferem na produtividade dos equipamentos e, consequentemente, no custo final. Os gráficos das figuras de 1 a 6 ao lado apresentam resultados parciais de um trabalho realizado para determinar e quantificar fatores que interferem na produtividade de harvesters, com dados de quatro empresas. Com relação aos resultados apresentados nessas figuras e aos equipamentos para colheita de madeira, julgue o item subsequente.
Para o fator volume médio por árvore, o sistema sem descascamento de madeira apresenta resultado ligeiramente superior em árvores de menor porte (0,1 m3 a 0,3 m3) quando comparado com o sistema com descascamento.
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banco de |
número total de espécies |
índice de Shannon (H') |
equitabilidade (J) |
sementes germinadas por m2 |
índice de similaridade |
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BS6 |
BS17 |
BS30 |
|||||
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BS6 |
72 | 2,23 | 0,52 | 2.848 | - | - | - |
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BS17 |
63 | 1,90 | 0,46 | 1.427 | 0,61 | - | - |
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BS30 |
59 | 1,12 | 0,27 | 756 | 0,62 | 0,68 | - |
Araujo et al. Densidade e composição florística do banco de sementes do solo de florestas sucessionais
na região do Baixo Guamá, Amazônia Oriental. In: Scientia Forestalis, n.o 59, p. 115-30, 2001.
A tabela acima apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido na região do Baixo Guamá, na Amazônia Oriental, para verificar a densidade e a composição florística do banco de sementes do solo em florestas sucessionais. Nessa tabela, BS6, BS17 e BS30 correspondem a três estágios de desenvolvimento de sementes avaliadas, respectivamente, em 6, 17 e 30 anos. Acerca dos resultados desse trabalho e dos conceitos, princípios e métodos utilizados na fitossociologia, julgue o item a seguir.
Ao contrário do índice de similaridade de Sorensen, que é um índice qualitativo, o índice de similaridade de Jaccard trabalha com dados quantitativos e qualitativos e é determinado pela expressão !$ \dfrac{a}{a+b+c} !$, em que a é o número de espécies comuns em ambas as parcelas, b é o número de espécies únicas na parcela 1 e c, o número de espécies únicas na parcela 2.
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banco de |
número total de espécies |
índice de Shannon (H') |
equitabilidade (J) |
sementes germinadas por m2 |
índice de similaridade |
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BS6 |
BS17 |
BS30 |
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BS6 |
72 | 2,23 | 0,52 | 2.848 | - | - | - |
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BS17 |
63 | 1,90 | 0,46 | 1.427 | 0,61 | - | - |
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BS30 |
59 | 1,12 | 0,27 | 756 | 0,62 | 0,68 | - |
Araujo et al. Densidade e composição florística do banco de sementes do solo de florestas sucessionais
na região do Baixo Guamá, Amazônia Oriental. In: Scientia Forestalis, n.o 59, p. 115-30, 2001.
A tabela acima apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido na região do Baixo Guamá, na Amazônia Oriental, para verificar a densidade e a composição florística do banco de sementes do solo em florestas sucessionais. Nessa tabela, BS6, BS17 e BS30 correspondem a três estágios de desenvolvimento de sementes avaliadas, respectivamente, em 6, 17 e 30 anos. Acerca dos resultados desse trabalho e dos conceitos, princípios e métodos utilizados na fitossociologia, julgue o item a seguir.
A diversidade é denominada beta quando relativa ao número de espécies e suas abundâncias em uma área determinada, uma comunidade biótica ou em um local, como uma mata de galeria, e é denominada alfa quando for determinada entre diferentes habitat, como, por exemplo, entre matas e cerrado.
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banco de |
número total de espécies |
índice de Shannon (H') |
equitabilidade (J) |
sementes germinadas por m2 |
índice de similaridade |
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BS6 |
BS17 |
BS30 |
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BS6 |
72 | 2,23 | 0,52 | 2.848 | - | - | - |
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BS17 |
63 | 1,90 | 0,46 | 1.427 | 0,61 | - | - |
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BS30 |
59 | 1,12 | 0,27 | 756 | 0,62 | 0,68 | - |
Araujo et al. Densidade e composição florística do banco de sementes do solo de florestas sucessionais
na região do Baixo Guamá, Amazônia Oriental. In: Scientia Forestalis, n.o 59, p. 115-30, 2001.
A tabela acima apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido na região do Baixo Guamá, na Amazônia Oriental, para verificar a densidade e a composição florística do banco de sementes do solo em florestas sucessionais. Nessa tabela, BS6, BS17 e BS30 correspondem a três estágios de desenvolvimento de sementes avaliadas, respectivamente, em 6, 17 e 30 anos. Acerca dos resultados desse trabalho e dos conceitos, princípios e métodos utilizados na fitossociologia, julgue o item a seguir.
A semelhança entre duas comunidades, A e B, em termos de composição de espécies pode ser obtida pelo índice de Sorensen por meio da expressão !$ \dfrac{2j}{a+b} !$, em que j é o número de espécies comuns a ambos os locais comparados, e a e b são os números de espécies ocorrentes, respectivamente, nos locais A e B. Assim, os dados da tabela permitem afirmar que, entre BS17 e BS30, houve um maior valor de j que entre BS6 e BS17 e que entre BS6 e BS30.
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banco de |
número total de espécies |
índice de Shannon (H') |
equitabilidade (J) |
sementes germinadas por m2 |
índice de similaridade |
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BS6 |
BS17 |
BS30 |
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BS6 |
72 | 2,23 | 0,52 | 2.848 | - | - | - |
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BS17 |
63 | 1,90 | 0,46 | 1.427 | 0,61 | - | - |
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BS30 |
59 | 1,12 | 0,27 | 756 | 0,62 | 0,68 | - |
Araujo et al. Densidade e composição florística do banco de sementes do solo de florestas sucessionais
na região do Baixo Guamá, Amazônia Oriental. In: Scientia Forestalis, n.o 59, p. 115-30, 2001.
A tabela acima apresenta resultados parciais de um trabalho desenvolvido na região do Baixo Guamá, na Amazônia Oriental, para verificar a densidade e a composição florística do banco de sementes do solo em florestas sucessionais. Nessa tabela, BS6, BS17 e BS30 correspondem a três estágios de desenvolvimento de sementes avaliadas, respectivamente, em 6, 17 e 30 anos. Acerca dos resultados desse trabalho e dos conceitos, princípios e métodos utilizados na fitossociologia, julgue o item a seguir.
A floresta sucessional de 30 anos apresentou a menor equitabilidade e menos de 10% do total de sementes germinadas nos três bancos de sementes do solo.
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