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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Na transmissão de sinais no formato digital, o uso da técnica de scrambling, em sistemas via satélite, permite obter-se o que se denomina energy dispersion, que resulta na diminuição da interferência entre sistemas que compartilham as mesmas bandas de freqüências, como ocorre usualmente entre sistemas via satélite em órbita geoestacionária. Normalmente, obtém-se energy dispersion por meio de espalhamento espectral do sinal a ser transmitido antes de se proceder à modulação da portadora. Além da diminuição da interferência, a técnica de scrambling, ao suprimir longas seqüências de bits 1 ou 0, diminui igualmente a probabilidade de perda de sincronismo na recepção de sinais digitais.
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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Considere a seguinte situação hipotética.
A banda de 72 MHz de um dos transponders que operam em banda Ku do satélite é compartilhada por 50 estações terrestres em modo TDMA, formando uma rede VSAT (very small aperture terminal) dentro da área de cobertura do satélite no território nacional. A técnica de modulação utilizada nos enlaces de uplink e de downlink é a GMSK (gaussian minimum shift keying) com eficiência espectral de 1,5 bps · Hz–1, em que cada sinal de informação é codificado convolucionalmente à taxa de codificação de !$ 1 \over 2 !$ e passa por processos de interleaving e scrambling antes de modular a portadora. A transmissão de cada estação terrestre ao satélite é realizada em bursts dentro de um frame que é formatado para ter 20 timeslots de mesma duração sendo 20% do frame utilizados para tempo de guarda entre os timeslots, transmissão de controle, sincronismo e segurança da rede VSAT e formatação do frame. O controle de acesso ao satélite é do tipo DAMA (demand assignment multiple access) e é realizado por uma estação central que permite que cada estação terrestre utilize, no máximo, um timeslot por frame.
Nessa situação, é superior a 4 Mbps a máxima taxa de transmissão que o sinal de informação de uma das 50 estações terrestres pode verificar em um frame.
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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Suponha-se que o ganho da antena receptora do satélite para sinais transmitidos na banda Ku por uma estação terrena localizada no Nordeste brasileiro seja igual a 31,5 dBi, considerando-se perdas devidas a erros de apontamento e a desalinhamento de polarização. Suponha-se, ainda, que essa estação terrena opere com um transponder do satélite que tenha o comportamento típico apresentado anteriormente. Nessas condições, as informações apresentadas são suficientes para se concluir que é igual a 1.000 K a temperatura equivalente de ruído do sistema receptor do referido transponder na saída da antena receptora do satélite, mas não é possível determinar-se a temperatura efetiva do sistema receptor, desconsiderando-se o sistema de alimentação da antena receptora.
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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Considere-se que uma estação terrena receptora desse satélite localizada na região de Miami – EUA receba, na banda C, um sinal TDMA de 36 MHz de largura de banda. Considere-se, ainda, que a potência desse sinal seja igual a –130 dBm na saída da antena receptora da estação terrena, cujo ganho é igual a 45 dBi. Nesse caso, a perda total verificada no downlink é superior a 200 dB.
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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
Devido ao número de transponders, é provável que o referido satélite opere com dupla polarização, sendo tecnicamente possível que o satélite opere com dupla polarização linear tanto em banda C quanto em banda Ku.
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O arquipélago de São Pedro e São Paulo é a mais nova região brasileira coberta pela telefonia fixa. A Empresa Brasileira de Telecomunicações (EMBRATEL), concessionária de serviço telefônico fixo comutado (STFC) da Região IV do Plano Geral de Outorgas (PGO), instalou, na principal ilha do arquipélago, localizado a 1.100 km do litoral do Rio Grande do Norte, um importante apoio aos trabalhos executados na região por pesquisadores de universidades brasileiras: um telefone de uso público (TUP).
A chegada do TUP na ilha Belmonte é resultante da identificação pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) de mais um ponto estratégico no território nacional para o cumprimento de obrigações de universalização, às quais estão sujeitas as concessionárias do STFC.
Internet:
Com referência ao tema do texto acima, julgue os itens a seguir.
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Considere as seguintes características de um satélite geoestacionário.
• transponders:
→ banda C: 28 × 36 MHz
→ banda Ku: 12 × 36 MHz + 2 × 72 MHz
→ banda de guarda por transponder: 4 MHz
• freqüências:
→ banda C:
– uplink: 5.850 MHz a 6.425 MHz
– downlink: 3.625 MHz a 4.200 MHz
→ banda Ku:
– uplink: 13.750 MHz a 14.000 MHz e 10.950 MHz a 11.200 MHz
– downlink: 11.700 MHz a 12.200 MHz
• EIRP típica:
→ banda C:
– Brasil: 39,0 dBW
– América do Sul e Miami – EUA: 36,0 dBW
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 48,0 dBW
– MERCOSUL: 48,5 dBW
– Miami – EUA: 44,5 dBW
• G/T típica:
→ banda C:
– Brasil: –2,5 dB/K
– América do Sul e Miami – EUA: –5,5 dB/K
→ banda Ku:
– Brasil (Sul, Sudeste e Nordeste): 1,5 dB/K
– MERCOSUL: 1,5 dB/K
– Miami – EUA: –3,0 dB/K
Com relação ao satélite cujas características estão apresentadas acima, julgue o item seguinte.
O satélite acima descrito pode ser usado para comunicação ponto-a-ponto ou broadcast. Um sistema de comunicação via satélite que opera no modo broadcast unidirecional utiliza pelo menos duas radiofreqüências, enquanto que um sistema que opera com transmissão ponto-a-ponto full duplex utiliza quatro radiofreqüências diferentes, no modo FDMA/SCPC.
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Julgue o item seguinte, relativo ao uso do espectro eletromagnético nas telecomunicações e à atribuição de faixas de freqüências no Brasil.
Uma vantagem das transmissões nas faixas de freqüências denominadas SHF e EHF é a possibilidade de se poder usar bandas de transmissão de largura superior a 100 MHz e, conseqüentemente, de se poder dispor de capacidade de transmissão superior a 100 Mbps. Contudo, em freqüências superiores a 10 GHz, as condições atmosféricas podem causar efeitos que interferem de forma expressiva na propagação das ondas de rádio. Na faixa de EHF, por exemplo, uma chuva muito forte pode causar a completa interrupção de uma comunicação.
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Julgue o item seguinte, relativo ao uso do espectro eletromagnético nas telecomunicações e à atribuição de faixas de freqüências no Brasil.
Um dos modos de propagação da onda de rádio nas faixas de freqüências denominadas MF, HF e VHF é a onda ionosférica. Esse modo de propagação é muito utilizado na radiodifusão sonora e na radiodifusão de sons e imagens (TV), pois permite a cobertura de grandes áreas.
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Julgue o item seguinte, relativo ao uso do espectro eletromagnético nas telecomunicações e à atribuição de faixas de freqüências no Brasil.
Equipamentos de radiação restrita — como, por exemplo, telefone sem cordão, sistemas de acesso sem fio em banda larga para redes locais e sistemas de telecomando — não precisam de licença de funcionamento de estação e de outorga de autorização de uso na faixa de radiofreqüência. Esses equipamentos operam em caráter secundário e, portanto, não podem causar interferência em qualquer sistema que esteja operando em caráter primário.
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