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Texto CE-I – questões de 33 a 35

O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Sinais digitais bidimensionais, como é o caso de imagens, além de requererem um grande esforço computacional em seu processamento, também envolvem uma enorme quantidade de informações (em outras palavras, grande quantidade de bits, como pode ser observado na tabela do texto CE-I), das quais, grande parte é considerada redundante. O padrão de imagem JPEG foi desenvolvido com o objetivo de obter uma representação compactada de imagens estáticas. Com relação à descrição de algumas etapas do codificador desse tipo de imagem, julgue os itens seguintes.
Cada matriz de coeficientes transformados é quantizada segundo as tabelas de quantização. Nesse processo, os coeficientes são divididos pelos valores apresentados na tabela de quantização. Como a operação é realizada em ponto fixo, muitos coeficientes quantizados podem assumir valor nulo, gerando uma matriz esparsa no domínio da DCT.
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O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Sinais digitais bidimensionais, como é o caso de imagens, além de requererem um grande esforço computacional em seu processamento, também envolvem uma enorme quantidade de informações (em outras palavras, grande quantidade de bits, como pode ser observado na tabela do texto CE-I), das quais, grande parte é considerada redundante. O padrão de imagem JPEG foi desenvolvido com o objetivo de obter uma representação compactada de imagens estáticas. Com relação à descrição de algumas etapas do codificador desse tipo de imagem, julgue os itens seguintes.
Na codificação JPEG baseline, a imagem é segmentada em blocos de 8 × 8 pixels; em seguida, é calculada a média do segmento que é extraída do bloco original, de forma a gerar um processo com média nula; finalmente, é aplicada a transformada discreta de co-senos (DCT) sobre cada bloco. Cada bloco dá origem, então, a uma matriz de coeficientes transformados.
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O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Considerando o texto CE-I, julgue os itens a seguir.
Compressão de sinais e codificação de sinais são termos comumente utilizados como sinônimos para compressão de dados, embora sinais e dados sejam coisas diferentes. Tanto o sinal quanto o dado podem ter uma representação digital e, nesse aspecto, eles não podem ser diferenciados. Por outro lado, os sinais podem, por exemplo, sofrer filtragem para atenuar ou enfatizar determinadas faixas de freqüência. Isso jamais poderia ocorrer com um banco de dados bancário em que estão armazenadas as informações dos clientes.
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O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Considerando o texto CE-I, julgue os itens a seguir.
A compressão de dados pode ser do tipo sem perdas ou com perdas. Em aplicações que utilizam imagens digitais, utilizam-se técnicas de compressão sem perdas com o objetivo de se obter uma melhor fidelidade visual da imagem descomprimida, como é o caso do conhecido joint photographic expert group (JPEG).
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O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Considerando o texto CE-I, julgue os itens a seguir.
Um dos problemas de compressão de dados está relacionado à restrição da taxa limiar de transmissão de dados ou da capacidade de memória para armazenamento. Nesse caso, o problema é como comprimir a fonte abaixo ou no limite da restrição da taxa limiar, preservando a máxima fidelidade possível. Encontram-se nessa categoria o correio eletrônico de voz, a telefonia celular, o rádio móvel e a videoconferência. Outro tipo de problema de compressão de dados apresenta como restrição a fidelidade mínima aceitável, buscando atendê-la com a quantidade mínima de bits possível. Esse tipo de aplicação tem como exemplos imagens para a área médica, compressão de transitórios de redes de energia elétrica e áudio de alta qualidade para a reprodução óptica em disco compacto (CDplayer).
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A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Considerando o texto CE-I, julgue os itens a seguir.
As principais figuras de mérito da compressão de dados são a modelagem da fonte — na grande maioria das aplicações, de característica estocástica —, a taxa de bits/símbolo desejada — ou outra medida similar — e o critério de fidelidade, também conhecido como medida de distorção.
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O advento da tecnologia digital tem proporcionado uma série de facilidades desconhecidas até bem recentemente. A Internet, o CD-player, o DVD, os jogos interativos de computador, a televisão digital de alta definição, a telefonia celular e a tomografia computadorizada são exemplos atuais dessa transformação digital. Entretanto, as versões digitais de sinais como voz, música, TV e filmes, requerem uma imensa quantidade de bits/segundo para armazenar ou transmitir as informações de interesse. Para exemplificar, a tabela acima apresenta os requisitos de diversas fontes de sinal em suas formas originais (não-comprimidas). Nessa tabela, vários números observados, principalmente na última coluna, mostram valores muito altos, demandando grande quantidade de memória para o armazenamento da informação e(ou) tempo de alocação de canal no caso de transmissão.
A compressão de dados, uma subárea dentro de processamento digital de sinais, estuda a representação eficiente das fontes de sinais. Essa eficiência é buscada no sentido de minimizar as redundâncias de informação das fontes. No sentido de sistemas estocásticos, a redundância pode ser posta como a dependência estatística dos símbolos gerados pela fonte de sinal. Utilizando os recursos e avanços tecnológicos de redes de comunicações, microeletrônica de processadores digitais, computadores e equipamentos de telecomunicações, atualmente, já se tem uma série de ferramentas que fazem uso da compressão de dados para possibilitar a implementação de diversos produtos de mídia digital.
Considerando o texto CE-I, julgue os itens a seguir.
Pode-se afirmar que a compressão de dados é a representação de uma fonte na forma digital com uma menor quantidade de bits, mantendo, contudo, uma fidelidade aceitável. Essa fonte de dados pode ser texto, voz, áudio, imagem estática, vídeo ou qualquer outra fonte que tenha a necessidade de ser armazenada e(ou) transmitida em forma digital.
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Uma das antenas mais utilizadas em sistemas de telecomunicações é o dipolo elétrico simples ou em arranjo, que também é utilizado como referência-padrão na determinação dos parâmetros de antenas sob teste. Julgue os itens abaixo, relativos ao dipolo elétrico e às suas aplicações.
Dois dipolos eletricamente curtos, posicionados em quadratura espacial, e alimentados com correntes de mesma amplitude e em quadratura temporal, apresentam um diagrama de radiação resultante que não possui pontos de nulos.
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A telefonia e a comunicação de dados estão fundamentadas no conceito da comutação. Naturalmente, enquanto a base da telefonia fixa está relacionada à comutação de circuitos, a comutação de pacotes é própria da comunicação de dados. Os dois modos de comutação têm diferenças bastante claras. Com relação à comutação, julgue os itens que se seguem.
Em telefonia fixa digital, a comutação de circuitos tem qualidade de serviço (QoS) garantida, uma vez estando estabelecida a ligação, enquanto a comutação de pacotes pode ter QoS variável durante a ligação (enlace).
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Julgue os itens abaixo, relativos à largura de banda de um sinal, às distorções causadas pelo canal e à capacidade de um canal.
As distorções de magnitude e fase produzidas por um canal linear invariante no tempo não causam interferência de um sinal em outro, desde que esses sinais ocupem originalmente bandas de freqüência sem sobreposição. Contudo, essas distorções causam dispersão temporal dos sinais e, conseqüentemente, interferência entre sinais multiplexados no tempo.
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