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2876126 Ano: 2023
Disciplina: Filosofia
Banca: UEMA
Orgão: UEMA
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Esperava-se que a humanidade, ao adentrar no século XXI, conseguisse superar de vez algumas mazelas da humanidade. A Guerra seria uma dessas marcas tristes ainda presente nas relações internacionais da humanidade. A Guerra da Ucrânia e a Rússia já atravessou o seu primeiro ano, confirmando de que a guerra sempre anda ainda de mãos dadas com a humanidade. No entanto, pode-se perceber que na verdade a guerra, enquanto conflito de países e seus interesses, acaba sempre por nos colocar numa margem também de uma guerra invisível: a guerra tecnológica, a guerra financeira, a guerra política, que acabam se caracterizando de modo mais silencioso que outras guerras mais barulhentas. A guerra entre países é o extremo dos interesses, como o da Rússia ao buscar tomar posse de territórios ucranianos.

WEFFORT, Francisco. Os Clássicos da Política. Vol. 1. São Paulo: Ática, 2008.

Considerando o contexto acima, a opção que apresenta estreita relação entre o Filósofo e o conceito de guerra é a seguinte:

 

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2876125 Ano: 2023
Disciplina: Filosofia
Banca: UEMA
Orgão: UEMA
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O professor Clademir Araldi, em recente entrevista à mídia de grande circulação, sobre os principais sintomas do niilismo em nossa sociedade, assim o definiu:

Penso que podemos diagnosticar sintomas de uma crise niilista tanto no plano coletivo quanto no plano individual. Parece que os homens há muito deixaram de ser sujeitos autônomos dos processos, valores e leis que regem nossa sociedade contemporânea. Apesar de passar por crises, as democracias liberais oferecem várias opções aos indivíduos nela jogados, mas sempre dentro de uma lógica de produção, circulação e consumo. O mercado, assim, parece encantar de novo o mundo com seus valores e leis invisíveis, com promessas de felicidades imensas para indivíduos empreendedores. O individualismo está no cerne de nossas relações sociais, apesar de um discurso vago e propagado de solidariedade, numa era de democracia digital. Mas é quase sempre o temor de ferir o espaço de jogo individual que move os atores a preocupar-se um pouco com os outros no palco contemporâneo de luta por destaque. O niilismo se insinua através desse individualismo associal. Por mais que o indivíduo se esforce sem refletir sobre o sentido de seus empreendimentos e investimentos pulsionais, o vazio desses valores incomoda muito. Isso porque os bens de consumo são muito fugazes. A satisfação que eles trazem é tão breve que a compulsão por novos produtos e realizações não consegue preencher a necessidade humana por um sentido firme, por afetos que não sejam tão diluíveis nas aparências enganadoras do consumismo. A depressão é um sintoma bem nítido dessa doença em nossos tempos. E principalmente a luta para evitar o desespero latente em não ter nada que fazer para preencher o vazio de uma vida que se consome na superficialidade das relações. A pouca confiança das pessoas nas instituições sociais, a restrição sempre maior dos espaços de práticas sociais solidárias, vinculativas e a preocupação egoísta estreita com os simulacros de si mesmo expressam o vazio niilista de nossa sociedade.

ARALDI, Clademir. O niilismo como doença da vontade humana. Entrevista concedida a Márcia Junges. Niilismo e relativismo de valores. Mercadejo etico ou via da emancipacao e da salvacao? São Leopoldo, RS, Edição 354, 20.

Nesse sentido, o niilismo é

 

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2876124 Ano: 2023
Disciplina: Filosofia
Banca: UEMA
Orgão: UEMA
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O CONHECIMENTO: NOÇÃO DE CONHECIMENTO: A ALMA

O ser humano do mundo contemporâneo cada vez mais se transforma num formato tecnológico e pragmático. Ainda temos espaços para alma no mundo contemporâneo? Platão apresenta o conceito de Alma como centro do filosofar, pois é o que fundamenta a Teoria das Ideias:

O conjunto de uma alma e um corpo chama-se homem. A alma humana é, pois, uma natureza intermediária entre o divino e o mundo, destinada ao conhecimento, mas por sua ligação com o corpo também pode cair no erro e ser arrastada pelas paixões, que a distanciam de sua destinação natural. Psykhé é princípio da vida mental e espiritual ou o princípio cognoscente. A alma é o que, em nós, conhece e permite conhecer.

CHAUÍ, Marilena. Introdução à história da filosofia. Dos pré-socráticos a Aristóteles. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.

VOEGELIN, Eric. Ordem e História: Platão e Aristóteles. Vol. III. São Paulo: Editora Loyola, 2009.

REALE, G.; ANTISERI, D. História da Filosofia: Patrística e Escolástica. Vol. 2. São Paulo: Editora Paulus, 2003.

Sobre a concepção de alma pode-se afirmar que

 

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2870907 Ano: 2023
Disciplina: Filosofia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: MPE-RO
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Segundo Sócrates, o fundamento da ética é
 

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Atribuir autoconsciência a um indivíduo significa atribuir a ele:

 

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O conceito de causalidade expressa uma relação entre um:

 

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O conceito de um Estado laico denota a ideia de um Estado:

 

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A ideia de que juízos de valor são subjetivos expressa uma concepção segundo a qual juízos de valor são:

 

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Afirmar que seres humanos possuem livre-arbítrio para agir é afirmar que:

 

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2838099 Ano: 2023
Disciplina: Filosofia
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Palmeirante-TO
Provas:

Qual o objeto de estudo da parte da Filosofia denominado Axiologia?

 

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